Auto-suficiência

Os idiotas continuam de joelhos adorando o mal: o vírus, a doença.

Parem de destruir a sua saúde com uma vida contrária as leis da vida.
O vírus não é nada!
A saúde por viver saudavelmente.
Não há curas, não há remédios.

Essa pandemia logo será passado, como foi a da AIDS e a Gripe Espanhola.
Mas, outras piores virão e você e sua família podem ser atingidos se viveram de modo a construir a doença. Não há salvação de última hora.
Se o povo não for esclarecido e continuar acreditando em doenças e curas, em que doutores e o Estado podem socorre-los, cairão em outra armadilha e sofrerão.
A saúde é uma conquista individual e intransferível, assim como a salvação.
A saúde é o resultado de um modo de vida correto, inteligente, de toda uma vida. As drogas farmacêuticas e as vacinas são tóxicas e destroem o organismo. Se você tem um alívio hoje, amanhã morrerá lenta e dolorosamente porque ingeriu e se injetou com venenos.

Durante 40 anos acompanhei e orientei pessoas a adquirirem a saúde e também, assisti os terrores e horrores da pseudo-ciência da doença, a medicina oficial, lucrando com a dor e a morte – é isso que querem, ser enganados? 
Quem precisa de doutores e de remédios e hospitais é porque vive incorretamente. São incapazes e preguiçosos.
O seu corpo é como um animal de estimação que deve ser cuidado com carinho e sabedoria, mas que é um equipamento pessoal e insubstituível.
Todos precisaremos devolver esse equipamento um dia, mas seremos cobrados, certamente, se ao menos cuidamos bem dele. A morte não deveria ser o resultado da doença, isso é coisa de negligentes, de irresponsáveis. Uma pessoa correta termina sua missão íntegra e não podre!
Desgraçadamente, assistimos o povo sendo tutelado e escravizado por déspotas e canalhas. Um povo apavorado com uma ameaça ridícula, midiática.
Procurem instrução em como construir a saúde e não em curar as doenças que provocam.

A Ciência da Saúde


Mais do que nunca antes a humanidade precisa de uma ciência da saúde como um plano de cuidados para o saudável como para o enfermo.
Os princípios e os métodos da Ciência da Saúde são conhecidos desde há quase duzentos anos, quando os pioneiros a redescobriram esquecida e negligenciada.
Entretanto, o povo raivoso, frustrado e desesperado ou confuso e incapaz de ver, sem esperança, está cativo de um sistema gigante de exploração humana que desconhece limites para fazer o povo acreditar que ele está sendo beneficiado por uma exploração impiedosa à qual está sendo sujeito.
Todo o estrondoso progresso tecnológico traduzido em máquinas tem o lado que foi abandonado, o próprio homem.
O esforço para conformar o indivíduo aos valores da massa são absolutos.
A demanda reacionária por conformidade que caracteriza a nossa Era é um sistema autoritário que se assemelha muito as religiões dogmáticas.
A assustadora declaração “morte a todos aqueles que não são do nosso grupo” se materializa na retirada de favores e reconhecimento para qualquer homem que se desvia de suas normas autoritárias, enquanto protegem e beneficiam aqueles que se submetem.
Eles são impiedosos para com seus oponentes e exigem extinção completa de todos aqueles que ousam se opor.
Em uma Era onde nada se qualifica como conhecimento a não ser e até que tenha obtido um alvará de sua validade da autoridade devidamente constituída, o conhecimento vital pode ficar obstruído por longos períodos somente porque a “autoridade devidamente constituída” se recusa a abandonar seus antigos e rentáveis erros em favor de novas verdades revolucionárias e provavelmente não rentáveis ou, porque essa autoridade se recusa em acreditar que qualquer conhecimento possa surgir exceto através dos canais devidamente constituídos. As autoridades em ciência, como em teologia, são rápidas em lembrar o dissidente quando ele apresenta um novo achado: “nós não o educamos; você não ensina as nossas doutrinas”.
A tragédia atual jaz aqui: a atmosfera de conformidade que evoluiu nos fez escravos morais e psíquicos. Nós pensamos ser um povo livre, mas há muito perdemos a nossa liberdade de questionar, de viver segundo as nossas convicções, ainda de ter quaisquer convicções que diferem daquelas comumente aceitas; perdemos também nossa liberdade de nos criticarmos a nós mesmos.
A opinião pública é uma espada de dois gumes, cortando em dois sentidos. Quando correta, encoraja o desenvolvimento do nobre e do bom no homem; quando corrupta, tende a destruir e ocultar o verdadeiro progresso.
A Ciência não pode ser de segunda mão. Quando você se submete a ciência de alguém que está revestido de poder constituído, ele vai lhe impor seus métodos aos quais você deverá se render. Você não entende do que se trata, como funciona, mas “crê” que aquilo é para o seu bem, por ignorância e vaidade.
A única ciência real é aquela que você compreende e aplica a si mesmo – todo o resto é submissão, superstição e insanidade.
A Ciência da Saúde é auto compreensível e auto aplicável, além de poder ser também testada e medida.
Nas relações entre a matéria inerte e a estrutura viva, o último é ativo , e o primeiro é passivo, sempre. No caso, os remédios são sempre passivos e o organismo ativo.
Antes de todas as leis, são as leis da vida que devem ser conhecidas e plenamente aplicadas. Pois, não pode haver nenhum verdadeiro progresso se um homem é doente, desvitalizado – a mente depende da saúde de corpo.
Qual é o real objetivo da Ciência da Saúde?
A Ciência da Saúde deve destruir, raizes e ramos do Sistema drogador e dar para o povo um sistema de cuidado mente-corpo que está baseado nas leis da natureza. Nesse sistema não pode haver trégua entre a verdade e a falsidade; entre a intrepidez revolucionária e o compromisso reformista. Somos forçados a atacar e a demolir um sistema que é tão falso como antigo.

Ditadura Sanitária


O país e seu povo refém de uma falsa doutrina da saúde cuja origem é charlatã e enganosa: a teoria dos gérmens de Pasteur. Mesmo que o próprio Pasteur tenha renegado a importância dos gérmens na causação da doença e afirmado que as condições internas são determinantes, a medicina adotou a farsa e a alimentou com milhares de outras falsificações porque, dizer que o Homem não pode se defender dos gérmens com seus próprios poderes naturais, o coloca sob o poder e controle dos médicos com suas drogas e vacinas.
É claro que isso lhes garante muito $$$ e poder sobre as pessoas. Só que agora, esse poder sobre as pessoas se estendeu às nações – estão todas de joelhos para essa mentira monstruosa.

Essa é a raiz dos males terríveis de hoje – a falsa ciência da saúde!
O empobrecimento, a supressão da liberdade e o nazismo é uma realidade.
A verdade realmente liberta, mas a mentira encarcera e mata.

A Ameaça Oculta


Muito se fala sobre vírus, pandemia, contágio, letalidade, quarentena, mas a essência do problema está sendo ignorada.
“O vírus não é nada, o terreno, tudo”!
O significado dessa frase de Claude Bernard, repetida pelo pai da teoria dos gérmens, Pasteur, é uma confissão ao mundo de que sua ideia sobre os gérmens estava errada. A medicina atual, entretanto, está 100% construída sobre essa falácia científica. O significado implícito é que num corpo saudável o vírus não é nada, é INÓCUO.
Voltando um pouco no tempo, temos a síntese do AZT na década de 60 para o tratamento de câncer foi um desastre. Todos os pacientes foram dizimados por esse veneno. Anos depois, para não perder os muitos milhões $$$ em pesquisa e instalação de plantas fabris, começou a ser usado como medicação para “combater” a AIDS. Ora, da mesma maneira esse veneno matava 100% dos pacientes em menos de três anos. Tempos depois se descobriu que uma dosagem muito menor não matava imediatamente – mesmo que continuasse a matar lentamente destruindo todo o organismo.
O que concluímos? Que o envenenamento e o viver negligenciando as leis da vida destroem a saúde e que os remédios são, verdadeiramente, venenos. Também, que o vírus é o resultado desse envenenamento e uma consequência do estado toxêmico e jamais a causa dos sintomas – portanto, os vários vírus são consequência de envenenamento, inflamações e desequilíbrios metabólicos.
A história está repleta de desastres desse tipo. Na década de 80 o Interferon foi anunciado como a cura definitiva do câncer e logo se observou que não só não curava, mas piorava a invasão tumoral. Hoje continua a ser usado para a hepatite C entre outras enfermidades.
A história da hidroxicloroquina tem a ver com uma droga para febre amarela, mas também para a dianteira infecciosa e é, certamente, neurotóxica quando mal aplicada.
Mas, a questão fundamental, e por isso lembramos dos primórdios da AIDS foi que sua causa, idêntica a da etilogia de outras viroses é toxêmica e resultado de envenenamento.
Isso nos alerta para a possibilidade de que certos venenos sejam os responsáveis por alguma espécie particular de vírus.
O que inverte totalmente causação das viroses e aponta para causas endógenas (toxemicas) ou exógenas (envenenamento).
Começa a ficar claro o quão fácil é induzir o aparecimento de uma virose através de certos venenos. Daí que o risco estará em algo muito mais direto e eficiente que qualquer suposto processo contagioso.
Para trazer isso para o presente, no caso da Pandemia fabricada pelo conluio China/OMS, tendo como agente o coronavírus, fica claro que há um risco real de guerra química sendo a responsável pelo vírus corona.
Assim, todos os produtos e pessoas vindas da China, mesmo que não “contaminadas” com o vírus, podem ser portadoras de um veneno sofisticado que é o responsável pelo aparecimento da virose.

A Ciência da Saúde X Medicina 3

  1. Os médicos usam cortar, remover, purgar, queimar, irradiar, envenenar, vacinar, transfusionar, injetar, para curar doença; a Ciência da Saúde fornece alimento, ar, água, atividade, repouso, sono, sol, limpeza e boas influências em uma palavra, necessidades fisiológicas. Há uma diferença radical entre a Ciência da Saúde que salva e o sistema médico que mata, mas alguns não compreendem essa diferença.
  2. A Medicina procura curar doença; a Ciência da Saúde procura remover a causa. Há um vital antagonismo entre os dois sistemas. Por tanto tempo o mundo esteve acostumado a pensar que as doenças devem ser curadas com drogas, que o proposta de cuidar do doente sem drogas, mas somente com as coisas normais da vida, parece a princípio, absurda. Ela é absurda – tão absurda como foi a teoria que a terra é redonda e que gira sobre o seu eixo, quando foi a princípio apresentada.
    Os médicos dizem que ministram medicamentos para “ajudar a natureza a se livrar da doença”. O que é a doença para que a natureza queira se livrar dela? De que maneira as drogas contribuem nesse processo? Eles dão as suas drogas, mas eles não param para remover ou corrigir as causas e se isso não é feito, todos os seus esforços são em vão.
  3. A Medicina assume que as doenças são causadas por gérmens, viroses, parasitas, etc. ; a Ciência da Saúde ensina que as doenças resultam das violações das leis da vida. Os médicos parecem ser ignorantes das simples regras da vida e da saúde.
  4. A Medicina ensina que a doença pode ser prevenida por imunização; a Ciência da Saúde ensina que a obediência as leis da vida é a única prevenção à doença.

Páscoa


O Ensinamento Perdido


De todas as perversões e alterações hediondas sobre a verdadeira doutrina cristã no século IV por Constantino, a mais prejudicial foi aquela relacionada com o derramamento de sangue e o comer cadáveres.
Ninguém que pretenda seguir o Cristo e que se esforce para chegar ser um discípulo pode praticar a grosseria de comer corpos de animais e beber seu sangue.
Há exemplos demais em todas as escrituras nesse sentido para que uma pessoa honesta negligencie esse ensinamento.
Uma pequena passagem no Evangelho é instigante para o verdadeiro buscador.
ENSINAMENTO 33

O Derramamento de Sangue dos Outros não Redime os Pecados

  1. Yaohushua estava ensinando seus discípulos no pátio externo do templo e um deles falou-lhe: “Mestre, é dito pelos sacerdotes que sem derramamento de sangue não há perdão. Podem, então, as oferendas de sangue da lei retirar pecado?”
  2. Respondeu Yaohushua: “Nenhuma oferenda de sangue de animal, ou de pássaro, ou de homem, pode retirar o pecado. Pois como pode a consciência ser purgada do pecado pelo derramamento de sangue inocente? Não: isto só aumentará os pecados.
  3. “Os sacerdotes, verdadeiramente, recebem tais oferendas como uma reconciliação dos fiéis pelas ofensas contra a lei de Moisés, mas para os pecados contra a Lei de Deus não pode haver remissão, salvo por metanóia (ir além da mente) e a correção.
  4. “Não está escrito nos profetas: ‘Reuni vossos sacrifícios de sangue a vossas oferendas queimadas, e fora com elas, e cessai de comer carne’? Pois não falei a vossos pais, nem lhes ordenei, concernente a essas coisas, quando eu vos retirei do Egito. Mas isto ordenei, dizendo:
  5. ‘Obedecei à minha voz e caminhai nos caminhos que vos tenho ordenado e sereis o meu povo e estarei bem convosco. Mas eles não ouviram, nem inclinaram seus ouvidos’.
  6. “E o Eterno não vos ordenou não mais do que fazer justiça, amar a misericórdia e caminhar reverentemente com vosso Deus? Não está escrito que, no início, Deus ordenou os frutos das árvores, as sementes e as ervas como alimento para toda carne?
  7. “Mas eles fizeram da Casa de Oração um covil de ladrões, e pela oblação com incenso poluíram os meus altares com sangue e comeram da carne do supliciado.
  8. “Mas eu vos digo: Não derrameis o sangue inocente, nem comais da carne. Caminhai retamente, amai a misericórdia, fazei a justiça e vossos dias serão longos na terra.
  9. “O cereal que brota da terra com os outros grãos não é transmutado pelo espírito em minha carne? As uvas da vinha, com os outros frutos, não são transmutados pelo espírito em meu sangue? Que estes, com vossos corpos e almas, sejam o vosso memorial para o Eterno.
  10. “Nestes está a presença de Deus manifesta como a substância e como a vida do mundo. Deles comereis e bebereis para a remissão dos pecados e para a vida eterna, para todos aqueles que obedecem às minhas palavras”.

A Ciência da Saúde X Medicina 2

  1. A medicina ensina que venenos são coisas apropriadas com as quais curar doença; a Ciência da Saúde ensina que as coisas normais da vida são as substâncias e influências apropriadas com as quais construir a saúde.
  2. A medicina ensina que as drogas agem sobre o corpo; a Ciência da Saúde ensina que o organismo vivo age sobre as drogas.
  3. A medicina ensina que as drogas curam doença; a Ciência da Saúde ensina que as drogas ocasionam doença. Esclarecendo: a Ciência da Saúde ensina que a administração de cada nova droga requer novos e adicionais esforços remediantes para livrar o corpo do veneno – com cada droga, há uma nova doença. Os médicos “curam”, ou tentam fazê-lo produzindo doenças iatrogênicas. A um doente é dada uma substância (droga) que resulta, como é sabido de experimento e experiência, em alteração da função e destruição da estrutura, e se e quando ele se recupera, sua recuperação é creditada á droga e não as operações restauradoras do corpo. “A droga o curou”. Não é científico dizer que um agende venenoso leva a restauração da saúde.

A Ciência da Saúde X a Medicina (a ciência da doença)


“O Erro deve ser exposto antes que possa ser corrigido” Dr. Trall


Para ter uma boa colheita é necessário limpar o terreno. Estamos experimentando, justo nesse momento da história toda a violência e a destruição da adoção dos falsos conceitos da medicina sobre a vida pessoal e social.
O sistema de Higiene Natural, atualmente chamado de Ciência da Saúde, para se opor a ciência da doença, que é o foco da medicina oficial, está em franca e total oposição a esse último. Esse sistema médico é falso e está em guerra com a vida; é desastroso em sua aplicação.
Vamos contrastar a Ciência da Saúde com a Medicina.

  1. A medicina ensina que a doença é inevitável; a Ciência da Saúde ensina que a saúde é o estado normal do Homem.
  2. A medicina ensina que a doença é um processo destrutivo; a Ciência da Saúde ensina que a doença é um esforço remediante (corretivo).
  3. A medicina ensina que as doenças devem ser curadas; a Ciência da Saúde ensina que elas devem ser permitidas cumprir seu trabalho remediante. O ponto a ser enfatizado sobre a distinção entre a Ciência da Saúde e todos os outros sistemas é: “o sistema drogador (medicina) se esforça em curar a doença. A Ciência da Saúde a curar pacientes”.
    Há muitas outras diferenças que traremos num próximo artigo.

Para quem é o Governo e o Estado


Aqueles que precisam ser tutelados, protegidos, preenchidos com promessas do paraíso, alguns que sonham ser sustentados, imaginam que são privilegiados e merecem mais do que o resto dos mortais, e uma maioria quer que outros trabalhem para eles. Tudo isso implica em haver governo, estado, e suas estruturas megalíticas – não se pode fazer isso como indivíduo.

Títulos, direitos, poder, mesmo indevidos, são outorgados pelo sistema – mesmo que ninguém, honestamente, deva tê-los.
A história sempre termina em desastre, uma vida no desassossego, seja o sujeito explorado ou explorador. É claro que os governantes e burocratas vão engana-lo, traí-lo. Não há nenhuma saída por aí.


A ideia de país, nação, raça, ideologia com todas as suas consequências é uma armadilha mortal impedindo a vida, a saúde e uma evolução possível psíquica. Tudo se repete num círculo fechado, sem nenhum progresso, por gerações sem fim.
O preço de se submeter a isso é imenso e, claro, destrutivo. Depender de uma cadeia obscura e complexa para a sobrevivência e quiçá para uma vida “digna” e confortável, coloca as pessoas numa prisão e a impede de ter acesso direto as fontes da vida e da saúde.
Para ter acesso, dentro desse sistema, ao alimento, a água, a proteção (terceirizada), ao que se imagina ser necessário à saúde, ao abrigo, deve-se abrir mão de toda a liberdade. Você se torna um mendigo e um fantoche nas mãos dos poderosos.


Acho que as coisas só tendem a ficar piores e que estão bem ilustradas pelos últimos acontecimentos pandêmicos. Somos escravos e os nossos senhores se tornarão cada vez mais cruéis. Ainda não ficou claro que toda essa conversa de “democracia”, de direitos e liberdade são ilusões?
Todas as riquezas geradas por nós são consumidas por uma estrutura ávida e que é nossa inimiga. Trabalhamos para ser escravos. O fato é que vendemos o nosso direito a primogenitura por um prato de esterco.
A volta a terra e a simplicidade nos traz paz, autossuficiência, liberdade, e leva eventualmente, a destruição de todo o poder político. Mas isso, não é para todos. A maioria anseia pela escravidão.


A assim chamada civilização judaico cristã não é senão um composto de princípios materialistas e pagãos muito mais próximos dos valores romanos e gregos e, agora, apodrecidos e piorados.


Quem acredita que deve servir ao Estado, a governantes, líderes e que terá alguma vantagem nisso – muito boa sorte, vai precisar!

A Prevenção das Epidemias/Pandemias


Uma epidemia/pandemia é uma doença de massa.
Nesses casos, a doença epidêmica é uma de vários complexos de sintomas apresentados pelos doentes.
Em todas as epidemias/pandemias, como a de 1918 gripe/pneumonia (espanhola) estavam presentes muitos casos de caxumba, sarampo, febre tifoide, tripamossoma (doença do sono), e mais casos de resfriado do que de gripe.


Há muitas influências ambientais e de hábitos que podem desencadear epidemias. Entre as mais graves estão aquelas que agridem a psiquê, como desemprego, catástrofes naturais, guerras, insegurança continuada, e o mau serviço através de notícias maliciosas dos meios de comunicação que criam o pavor e o caos entre o povo. Os organismos tais como a OMS e doutores resumem a uma só doença entre todas as presentes e declaram aquela que escolheram ser a causa da epidemia.


Não há dúvida que em todas essas crises de grande extensão os enervados e toxêmicos são os mais sujeitos a adoecer. A epidemia termina quando todos esses desenvolvem os sintomas ou morrem e a medicina não sabe, de fato como ela começou ou terminou, se bem que eles têm muitas opiniões e “certezas” nada científicas.
Na verdade, nada no ambiente natural causa doença exceto quando reduz a energia nervosa, produzindo a enervação, impedindo a eliminação e construindo a toxemia.
Os restos do metabolismo de carboidratos e proteínas retidos se decompondo nos intestinos são também importantes fontes de envenenamento. Quando o sangue se torna super-saturado com resíduos de células, uma válvula de segurança deve ser aberta para livra-lo da toxina retida.
Essa válvula de segurança é chamada doença!
Os vírus são tão impotentes quanto uma folha levada pelo turbilhão no corpo saudável. Todos esses microrganismos são secundários na doença.
A causa primária da doença continua sendo as violações das leis da vida.


A busca desesperada e neurótica que a profissão médica faz para identificar a fonte primária, o doente “número um”, no qual surgiu pela primeira vez a infecção, é supersticiosa e medieval.
Eles continuam a recusar-se a reconhecer que as causas básicas da doença jazem dentro do organismo da própria pessoa doente.
E pior, se recusam a reconhecer que a principal causa da mortalidade nas doenças endêmicas e epidêmicas é o tratamento médico. Em todas as epidemias/pandemias, obviamente, como os tratamentos se tornam mais agressivos, a taxa de mortalidade aumenta. A ação médica, nesses casos, é pior do que nada.


Devemos entender, de uma vez por todas, que os meios de sobrevivência (e saúde) são suficientes para a vida; eles são intrínsecos ao organismo vivo e que eles dependem, não de algum meio exótico e excepcional (medicamento) que seria encontrado somente após longos períodos de pesquisa, mas sobre os comuns e facilmente acessíveis meios da vida.
A Ciência da Saúde é o caminho normal de vida e cada animal tem seus próprios modos normais de existência que o preserva vivo tanto quanto ele permanece nele. O homem não a descobriu. A Ciência da Saúde nasceu e coexiste com a vida. A Ciência da Saúde pertence a vida como a gravidade à matéria.


Se expomos o mito (farsa) da infecção do caso “número um”, destruímos toda a estrutura em que se baseia a ideia da Pandemia como causada pelos gérmens e sua solução pelas vacinas e drogas.
Vamos lembrar que a espécie humana e animal sobreviveu por tempos milhares de vezes mais extensos sem a “arte médica” do que com ela – que representa apenas uns milissegundos da vida da espécie humana. Portanto, somos dotados de grandes poderes de resistência e auto-reparação.
O que é necessário mostrar aqui é que a medicina oficial, a qual declara que as epidemias irrompem por infecção ou contágio está ERRADA e causa um grande mal a saúde física e mental com suas ações supersticiosas.
O problema da hipótese médica é que ela falha em explicar a origem da doença.
Como a doença irrompeu de paciente a paciente até sua origem? Esse é o mito do ovo e da galinha, de novo!


Vamos as origens primeiras. Comecemos com Adão e Eva: foi o primeiro homem que teve sarampo, rubéola, varíola, gripe? Se não, quantas gerações de homens viveram e morreram antes do nascimento do primeiro indivíduo que desenvolveu uma dessas supostas doenças infecciosas ou contagiosas? Onde o primeiro homem a ter varíola teve contato com a doença, que ele adquiriu de INFECÇÃO? Com qual primeiro caso de febre amarela o mosquito teve contato, que ele pode passar a doença para outro homem?
Quando fazemos essas questões, fica auto evidente que o primeiro caso de cada assim chamada doença infecciosa ou contagiosa, teve que surgir sem contato com um caso anterior. Se pensamos um pouco sobre essa questão, fica igualmente evidente que se um caso pode surgir, milhões de casos podem surgir da mesma maneira que o primeiro caso surgiu – sem contágio! Então nós estamos diante do enigma: em cada epidemia/pandemia, quantos casos surgiram como o primeiro caso (sem contágio) e quantos casos surgiram do contato com outro caso (contágio)?
A medicina reconhece que há milhares de ocorrências de surgimento de casos da doença assim chamada epidêmica que estavam completamente isoladas!
Somos obrigados a admitir, portanto, que o primeiro caso de cada assim chamada doença epidêmica que se desenvolveu foi, ainda que o paciente estava entre amigos, um caso isolado. Ele não poderia, pela verdadeira natureza das coisas, ter sido o resultado de “infecção” por um caso anterior, obviamente. Não seria possível, então, que cada caso de cada assim chamada doença infecciosa ou contagiosa se desenvolvesse precisamente da mesma maneira que o primeiro caso se desenvolve (sem contágio)?
Então, aqui está o ponto central: se temos casos que desenvolvem originalmente (primariamente) e casos que se erguem da transmissão, como diferenciamos entre esses dois casos de doença? Se isso pode ser mostrado, que um caso se desenvolve após contato com outro caso, é isso suficiente para demonstrar que o segundo caso do contato não se ergueu primariamente? Se a doença pode vir das duas origens, é totalmente evidente que para evitar epidemias/pandemias nós devemos evitar a evolução primária do primeiro caso (sem contágio) e é precisamente aqui que a Ciência da Saúde é de grande valor.
Qual a razão, se o contato com um caso de doença infecciosa ou contagiosa contribui para sua disseminação, que nem todos que contatam o caso ou casos não desenvolvem a doença?
Não é suficiente responder que esses indivíduos afortunados são imunes a não ser que possa ser explicado o que significa imunidade e as razões para a imunidade. Imunidade é uma mera palavra e como ela é usada agora, cobre um mundo de ignorância. Merecemos e exigimos uma explicação racional.


Se os gérmens estão por tudo e em todos nós (dentro) e são capazes de infectar o Homem, por que todos não são infectados? Por que o contato com um caso de doença (uma pessoa infectada) seria sempre essencial para a infecção? Se os gérmens estão por todo o lugar, dentro e fora, por que eles não podem produzir infecção sem o intermediário (o indivíduo contagiado) de um caso anterior? Se o caso anterior é essencial, como o primeiro caso aconteceu?
Qual é a diferença essencial entre o que é chamado imunidade e saúde? A imunidade descansa sobre os mesmos fatores de existência que a saúde? Se nós construímos e mantemos um alto estado de saúde, somos imunes? Ou, é a imunidade um estado patológico, derivando de infecção, como agora é o ponto de vista geral da profissão médica e suas regras no campo da bacteriologia? Nós nos tornamos imunes nos tornando primeiro doentes? É a doença o caminho para a imunidade?


Verdadeiramente, é a condição do indivíduo e não do assim chamado contágio que determina o caráter da doença. Se o contágio determina o caráter da doença, cada pessoa na comunidade, certamente um em cada família, a teria com igual certeza. Como prova, a mesma doença pode ser grave em um caso e benigna em outro, a diferença sendo determinada, não pelo contágio, mas pelo estado vital do paciente. Na mesma família a assim chamada doença contagiosa pode diferir em diferentes indivíduos, seja qual ela for: sarampo, gripe, varíola.