A História Oculta


No passado, mesmo que desesperadamente ocultado e distorcido pelos poderes constituídos atuais, tivemos civilizações e impérios grandiosos e detentores de alta tecnologia. Todos tiveram tempos de glória e todos se tornaram decadentes, foram dizimados e desapareceram.
Os atuais donos do poder não querem que você saiba disso e conheça sua história real. Manipulam tudo e criam o passado falsificado que justificaria esta vida desassossegada e de pesadelo e sua consequente submissão a eles.


Eles temem que você adquira poder se tiver acesso a tecnologia de seus ancestrais e também, que não aceite ser dominado pelos mentirosos e medíocres donos do poder atual, que são tigres de papel fraudulentos, comparados com os heróis do passado.
Se o poder do passado e o de hoje, fossem verdadeiros – resultado da Lei – é certo e inevitável que as civilizações desaparecidas não teriam decaído e os impérios e poderes teriam permanecido e o atual não temeria a história verdadeira, que ocultam e manipulam e seria uma continuidade da glória das civilizações desaparecidas.


Nenhum poder pela tecnologia, pela violência, permanece e todos se destinam à extinção, como vislumbramos pelas frestas da história ocultada.
A solução está na natureza e no propósito humano real, que nada tem a ver e que é o oposto a toda civilização poderosa e sua tecnologia. O verdadeiro progresso está na evolução interior, na transformação psíquica.


Toda a manipulação da natureza tem resultados catastróficos e isso é o que os atuais impérios querem ocultar, desesperadamente. Caminhamos para o caos e a extinção, mais uma vez, como já aconteceu, repetidamente, com os nossos ancestrais. A saída é o Êxodo e o viver segundo as leis cósmicas e naturais.
Isso, porém, é muito pessoal e particular e não poderá ser coletivo, por várias razões. A maioria estará sempre sob a hipnose e o encanto dos manipuladores, esperando por soluções vindas deles e da “ciência” e tecnologia.


A única fuga efetiva da catástrofe anunciada está na evolução pessoal, interior – toda a manipulação da natureza é um impedimento a isso.
Os sinais inequívocos da extinção, dos horrores que se aproximam e da escravidão, empurram as massas para uma submissão e hipnose ainda mais profunda.


Poucos poderão sobreviver para preservar o verdadeiro conhecimento, que é psíquico, para a reconstrução que será necessária. Nada restará, senão destroços dessa civilização, como aconteceu com as do passado que jaz enterrado em escombros e ocultadas sob a terra, e as mentiras do poder tecnológico e político dessa atual – também destinada ao mesmo fim.

Um renascimento só ocorrerá se alguns grupos puderem se preservar e apoiar a reconstrução no bem da verdade, que não está na manifestação desta civilização com suas máquinas, construções de concreto armado e violência. O poder invisível e superior é pessoal, sutil, pacífico e necessita ser conquistado pela vontade e consciência.

Fé & Superstição


Se forjou um mito sobre o acreditar, como se os tolos e infantis que declaram, “eu acredito”, fossem superiores àqueles que questionam – esses crédulos seriam os “predestinados” – os escolhidos supostamente pela divindade em detrimento de todos os outros.
O homem é, por si só um verdadeiro milagre, ele é, ou deveria se tornar, a ponte entre dois mundos – o mundo material e o psíquico. Ele foi dotado de sentidos capazes de perceber o mundo e de uma mente lógica capaz de fazer relações simples e se dar conta das leis que governam a natureza.
Nesse instante, ele já está no mundo sutil, invisível, intangível. Sua capacidade verbal e as relações internas, mais além de seus sentidos físicos, os quais compartilha com outros seres vivos, o leva para o interior e acima.
Qual seria o lugar ocupado pela crença, pela superstição, também chamada simploriamente, de fé? Parece ser uma forma de escapismo, porque a condição natural de fazer relações internas e compreender, é infinita. É notável que, no momento em que uma pessoa começa a “crer”, ela está negligenciando seu potencial de compreender – ela não pode continuar a compreender se passa a apenas crer. Esse acreditar, essa “fé” significa algo sobrenatural e, portanto, além das leis naturais. Como poderia haver algo além das leis naturais, no sentido de nega-las? Quando alguém faz isso ela está rejeitando e negando fatos e a relação natural entre eles.
Entretanto, o mundo invisível, interior, não pode ser negado. Nossa psiquê, nossas funções psíquicas, são constituídas de capacidades e elementos além dos sentidos, mas os sentidos não podem corroborar o mundo superior.
Parece que nosso trabalho é ligar esses mundos: o visível com o invisível, o material com o espiritual. De toda a maneira, esse acreditar, no sentido da crença no sobrenatural, como se fosse possível a anulação da lei da causa e efeito no mundo material, é alienante, paralisante.
As mesmas leis se manifestam diferentemente nas coisas ao alcance dos sentidos e no mundo psíquico. É desnecessário e prejudicial à compreensão tentar conceber a manifestação do invisível no mundo material no sentido de anular as leis naturais. Isto é um caminho para a insanidade, para a superstição e a crença estúpida.
É inegável que o meio e suporte que nos foi legado, como humanos, para compreender, tem a ver com as nossas funções naturais. Nenhum milagre, no sentido de anulação das leis naturais seria possível, com o risco real da destruição de toda a natureza, daquelas coisas ao alcance dos sentidos e das relações naturais entre elas. Nenhum progresso interior é possível ao imaginar a anulação das leis naturais pela manifestação do mundo invisível e causal na matéria.
Iludir-se ao imaginar dizendo, “eu acredito”, e com isso anular os efeitos de certas causas, é absolutamente estúpido e supersticioso. Nenhum verdadeiro progresso e compreensão superior é possível ao descartar os poderes e funções psíquicas por uma crença qualquer.
Até onde podemos chegar é inimaginável porém, ainda possível. Dizer que o mundo das causas, que está além dos sentidos não existe, é também uma outra crença estúpida que afirma, “se não vejo e não concebo, então não existe”. A atitude positiva é confessar que não compreende e assim, não concebe e não vê com sua razão limitada.
É inegável e óbvio que há muito mais além do que alcançamos com os nossos sentidos e entendimento natural. O que não ajuda e é um obstáculo é achar que seria possível anular as leis de causa e efeito por acreditar que isso ocorreria através da manifestação do mundo invisível superior, para aqueles que estão limitados por funções ainda não desenvolvidas. Ou seja, não basta acreditar e isso é, de fato, um impedimento real a verdadeira evolução possível.
A doutrina pseudo-religiosa que prega e implanta essa ideia nefasta na mente frágil e infantil das pessoas as impede de evoluir e, certamente, isso não é inadvertido, mas intencional e malicioso. Aqueles que, finalmente, por todos os meios, pregam a crença no sobrenatural o fazem para impedir a evolução interior e assim, não permitem que cada pessoa possa caminhar para a compreensão e os poderes que abriga, ainda não desenvolvidos.
Ora, ninguém pode mostrar e compartilhar sua compreensão e seus poderes interiores, mas pode ensinar aos outros o caminho, para que cada um, que assim deseje, também os desenvolva.

Pode-se compartilhar riquezas, alimentos, as mesmas coisas vistas e ouvidas por todos, mas não seu significado e compreensão – isso é pessoal. Exatamente como há vários níveis de compreensão, também há vários níveis de ser, ou seja, de pessoas e isso as faz verem e entenderem a vida de maneira muito diferente e, ainda, estar dotadas de poderes maiores ou menores. E é este o motivo pelo qual não há e não pode haver jamais um mesmo processo de salvação ou redenção – o que leva a impossibilidade de um salvador, que através de um ato mágico, possa salvar a todos, igualmente.
Para que se possa progredir para a evolução toda a ilusão, imaginação e crença supersticiosa, precisa ser arrancada com suas raízes. Somos indivíduos e isso nos obriga a um caminho pessoal, a compreender por nós mesmos. Ninguém pode fazer por nós aquilo que só nós podemos e devemos fazer, para evoluir. Nenhum salvador, curador, cientista, profeta, nos exime ou resolve o nosso problema, o qual é eternamente, pessoal. A fé, a crença implica acreditar em lendas, em doutrinas prontas e que, de alguma maneira, pressupõem feitos e capacidades de outros e não as próprias. Essas coisas são inúteis e obstáculos terríveis.
Aceitar as regras, as leis e a natureza tal como nos é apresentada é o inicio do caminho verdadeiro. Imaginar e sonhar com soluções sobrenaturais é, por outro lado, escapismo e atraso, quando não loucura e alienação.
Confiar que é possível compreender, partindo das leis naturais e sabendo que não estamos limitados aos sentidos e a mente lógica, evitando crer em lendas, magia e o sobrenatural, é o inicio de um caminho lícito.

O Engodo


Para quem não entendeu e está iludido com esse ou aquele governo, com a nação, sociedade, civilização – todos eles estão conspirando contra a vida, contra Deus.
Deus criou o Homem a sua imagem e semelhança e não seriam os reis, nações, organizações e suas leis espúrias autorizados a melhorar a criação. Ele é a Lei Única, espírito, dentro e acima – e somente o indivíduo, você mesmo, pode ser um com Ele.


O coletivo, a sociedade, os governantes são, por definição, inimigos do Criador – eles se arrogam estar acima do Homem, da Natureza e a criticar e transformar a Criação.
O caos e o desastre, com a destruição da humanidade, isto é, o assalto e eliminação da liberdade, da propriedade e da igualdade está ocorrendo com toda a violência e pressa – sempre com promessas de “melhoras”, ou de soluções tolas e “científicas”.
Se você não pode encontrar Deus, a Lei, dentro de você mesmo, encontrará somente a destruição e a escravidão nas manifestações do Estado, governantes e religiões pervertidas.
Não procure fora o que só pode ser encontrado dentro, no sutil, no invisível. Quem promete, está sempre mentindo. Está tudo pronto, perfeito e isso é seu e só pode ser conhecido e acessado por você. Ninguém pode lhe dar o que já é seu, por herança divina.


Se você está de joelhos para essa ordem artificial e para os usurpadores então você caiu no engodo, você é um escravo e será degolado quando determinarem – quando seu medíocre e ridículo papel no sistema tiver terminado.

A Renúncia a Idolatria!


Somos feitos à imagem e semelhança do Criador, que é espírito.
Todos somos igualmente capazes, livres e proprietários legítimos de nós mesmos e do produto de nosso trabalho
Assim, não há e não pode haver nenhum salvador, governante, legislador a não ser o que se manifesta pessoalmente, através da consciência.
Idólatras são todos os tolos que se ajoelham a ídolos humanos, renegando sua própria divindade. Não houve, não há e jamais virá nenhum salvador, ungido, messias, milagreiro.
O Criador nos presenteou com a Terra e com seu Poder, Sabedoria e Amor. Ainda querem mais? Ingratos!
Renunciem a toda a superstição, a crença tola, a fé estúpida. Nenhum progresso será obtido enquanto se crê em quimeras, em soluções mágicas.
Desperte, levante e trilhe o Caminho da Lei.

Não precisamos de salvadores!


Para começar, não há nenhuma necessidade de leis artificiais feitas por legisladores ignorantes e maus. O Criador nos presenteou com a Lei Única e nada mais é necessário. Qualquer complemento, acréscimo é, com certeza, prejudicial e não deve ser seguido.
As leis naturais apresentam Dez Virtudes diretas. As regras e leis que não são dotadas dessas virtudes, são falsas e danosas ou desnecessárias.

  1. Uma lei verdadeira deve ser natural à existência das coisas, assim, primeira e anterior a qualquer lei. Portanto, todas as pretendidas leis humanas são apenas imitações.
  2. O Criador, que é espírito, invisível e está dentro, é a fonte original das leis naturais. Portanto, elas emanam diretamente da consciência e jamais de fontes externas.
  3. A lei deve ser universal – portanto, comum a todos os lugares e tempo.
  4. Uniforme e invariável.
  5. Se revela em fatos acessíveis aos sentidos e a demonstração: evidente e palpável.
  6. Racional. Ou seja, obediente a razão e a compreensão humana.
  7. Justa: nela as penalidades são proporcionais as infrações.
  8. Pacífica e tolerante. Conduz a paz, harmonia e amizade.
  9. Torna os homens melhores e felizes, sendo igualmente benéfica a todos os homens.
  10. Autossuficiente. Nada deve ou precisa ser acrescentada a ela.

  11. Essas virtudes são comuns a divindade, a Ordem Universal, a Lei Única, que é Deus.
    Deliberadamente, afogam o povo com regras, demandas, obrigações, “leis”, as quais são mudadas, alteradas continuamente, segundo suas conveniências. O fato é que as pessoas estão incapacitadas para pensar, ver as coisas simultaneamente, com o poder da consciência. Tornaram o viver tão apavorante, complexo, supersticioso, violento, ilógico, que o povo quer ser conduzido, para qualquer lugar, desde que não precise fazer qualquer esforço consciente.
    Os idiotas são enganados, iludidos, agredidos e continuam a seguir seus líderes. Suas leis são incoerentes, escritas por criminosos.
    Fomos criados segundo um molde divino. Somos todos, potencialmente capazes de evoluir para um estado elevado de ser – isso só é possível voluntária e conscientemente e ainda, pessoalmente. Ninguém pode ou tem o direito de governar, reger ou determinar comportamentos de seus semelhantes. Não há pessoas escolhidas, superiores! Se houvesse, a criação seria inútil, perniciosa e injusta. Um avatar, um Ungido, um Cristo, um salvador, um juiz são a negação do Bem e sua criação. Não precisamos e não devemos ser salvos! O caminho é Trabalho – ou seja, uma evolução interior, impossível de ser medida por aqueles que ainda não percorreram o Caminho. Não se pode medir o progresso por fatos acessíveis aos sentidos – o crescimento é interno, invisível, intangível e pessoal.
    Toda a estrutura civilizacional é um obstáculo a evolução interior. A sociedade, com raras exceções, aponta para o coletivo, para aplainar e mediocrizar o ser humano.
    O contato direto com a natureza e suas demandas é a fonte única para conhecer e viver as leis cósmicas e naturais. Viver, por outro lado, segundo as leis nacionais, os costumes étnicos, as tradições, as religiões falsificadas hipnotizado e submetido a essa ordem torcida é o afastamento da Lei Única, de Deus.

O Sobre Natural


Não há e não pode haver senão a manifestação das leis naturais de causa e efeito no mundo material acessível aos sentidos.
Toda a tentativa de anular as leis naturais por uma imaginária manifestação de poderes excepcionais no mundo é farsesca.
O mundo acessível ao sentimento e ao pensamento, isto é, o mundo invisível e sempre inacessível aos sentidos, está fora do alcance das leis naturais e já é o sobre natural.
O homem está entre esses dois mundos e dimensões e pode ir ainda, além deles. A entrada no mundo invisível deve ser pelos meios psíquicos e jamais pela tecnologia. A alteração dos sentidos e dos poderes naturais pela tecnologia é uma tentação que já custou quase a extinção da raça humana no passado e se encaminha para outro ciclo negativo. Não há nenhuma razão justificável para alterar a natureza, os poderes humanos e a espécie humana – os movimentos nesse sentido são ilícitos e perigosos.
As limitações humanas estabelecidas pelo seu corpo são necessárias para o equilíbrio da natureza e a base justa para a evolução possível ao homem – que é psíquica e não física ou tecnológica. As civilizações do passado e atuais que manipularam o corpo e a natureza através da tecnologia produzem homens deformados e incapazes. O sonho de que poderia haver crescimento interior ao lado de um “progresso” tecnológico sempre falhou e as razões são evidentes.
Os verdadeiros poderes humanos são para serem desenvolvidos sobre uma base natural saudável e só podem acontecer nela.
Todas as histórias e lendas assim chamadas religiosas e espirituais que declaram a manifestação de “milagres” e do sobrenatural no mundo material são falsas e resultado de fraudes. E, ao lado da pseudociência que é a base da tecnologia, essas pseudo-religiões impedem a evolução interior humana – que é, foi e sempre será a única possível e para a qual nascemos.
De uma vez por todas: o sobrenatural é fraude e um obstáculo ao crescimento real para a humanidade. Nascemos com o sobrenatural em nós, nos nossos corpos em semente: o emocional e o mental. Alcançar o mundo assim chamado milagroso só é possível por uma evolução e constituição desses corpos – essas coisas não acontecem “naturalmente”, mas somente por ações voluntárias e conscientes e em escolas concebidas para tal. O milagre é o próprio homem e a natureza viva. Não há necessidade de nada excepcional, ou seja, sobrenatural!

As Leis Naturais

As Leis Naturais são Eternas, Imutáveis e Benéficas


Os patifes pretendem anular as leis naturais ou burla-las de todas as maneiras. A base dessa civilização é a luta incessante contra a Ordem Universal. Eles enganam os incautos declarando que reconhecem a ordem da natureza e a seguem, mas trabalham para se opor a criação com a tecnologia – que é o uso de meios complexos e insustentáveis para impedir e mascarar a ação das leis naturais sobre o Homem.
Sempre que se menciona a tecnologia deve-se entender máquinas químicas, mecânicas, eletrônicas feitas pelo homem que, em primeiro lugar têm proprietários e portanto, têm objetivo de lucro, mas também ocultam meios de controle social e, finalmente, objetivam estender e acrescentar os sentidos e aumentar o poder sobre a natureza e suas leis, ou seja, anula-las ou amenizar seus efeitos durante o emprego dessas máquinas. Isso tem um custo a ser pago em energia, tempo e destruição da vida.
A ideia de que se pode “comprar” simplesmente, essa tecnologia, se apropriado das máquinas e das facilidades e benefícios que prometem e revelam, é ilusório e enganador. Os recursos precisam ser renovados para que as vantagens continuem, de maneira que o ciclo de dependência jamais se interrompa.
As máquinas exigem energia, licença de uso e reparos, para que funcionem ou possam ser usadas, já que são artificiais e pertencem a proprietários que objetivam lucros.
A sedução e o controle exercido pela tecnologia é poderoso e envolve a vítima de maneira que cria uma dependência permanente. O homem dessa Era não se concebe mais sem a extensão desses poderes artificiais. Ele passa sua vida trabalhando para ter acesso a essas coisas. Entre as muitas consequências funestas dessa dependência está, também, a atrofia dos instintos, somada a ignorância das leis naturais. Como há, por esses meios artificiais, uma alteração das influências dos elementos da natureza sobre o organismo, doenças surgem dessa relação antinatural. O preço é esmagador e perverso. As “maravilhas” da suposta “ciência” ocultam males diversos.
Os efeitos e relações naturais que a tecnologia pretende suprimir, que são gratuitos e a herança humana, incluem a saúde e o desdobramento de poderes, que não serão experimentados sob o império das máquinas.
O Homem, sujeito ao vício e dependência desses meios artificiais se torna doente e limitado e condenado a trabalhar sem cessar para ter acesso a eles. Nada, nessa ordem de coisas é real, mas uma quimera custosa e prejudicial.
Exatamente ao contrário do que os patifes declaram, que a natureza seria madrasta, precisando ser dominada e que seria causa de males – as leis naturais que emergem dela, são benéficas e necessárias à vida e à evolução dos poderes latentes no Homem.
Esquivar-se das consequências do viver e impedir a relação direta com a natureza é destrutivo e limitante. O Homem foi concebido para viver em contato direto com a natureza e assim, conhecer e seguir as leis naturais e receber os benefícios dessa relação.
Somos produtos, somos dependentes e só podemos esperar uma vida plena e feliz vivendo em harmonia com a natureza, numa relação de cooperação e jamais de competição e domínio.

Liberte-se!


Colocar a vida nas mãos de outros, de autoridades constituídas, do Estado, é insanidade, estupidez.
Depois que uma pessoa vendeu sua liberdade por certas supostas “vantagens”, está condenada, é um escravo.
A justiça depende de que se viva livre, de posse de seu corpo e dos frutos de seu trabalho, consciente de que não há exceções para a igualdade de direitos e obrigações.
Isso não é para se esperar ser dado, mas deve ser tomado, exercido.
O sonho de que a “sociedade”, o país, lhe dará alguma coisa, em vantagem, é patético – o sistema sempre lhe explorará e enganará.
A dependência é apenas escravidão, humilhação, servidão. Como ser totalmente independente e autossuficiente?

Os Mecanismos da Escravidão


A atual civilização é uma escravidão camuflada através de palavras e rituais em suposta liberdade. O povo foi levado a acreditar que é livre, mesmo estando cercado e submetido a violência, ameaça e restrição por todos os lados.
Como não é autossuficiente, mas dependente em todas as suas necessidades, deve se submeter as regras e a vontade de seus senhores, que são muitos. Está convencido que suas posses e poder lhe conferem liberdade e até acredita que aqueles que detém o poder sobre tudo em sua vida estariam trabalhando por seu bem estar, sua liberdade. Há aí palavras vazias e dúbias tais como: democracia, lei, direitos, etc.. que supostamente e magicamente transformariam a cruel realidade da sua prisão e servidão em liberdade e esperança. Ele está em um sono hipnótico, sempre mais profundo, onde imagina coisas opostas aos fatos da vida.
Ao crer em quimeras, num paraíso mítico prometido e sonhado, se submete as mais abjetas e indignas situações onde passa toda a sua vida sendo explorado ou explorando outros, mas sempre sob a tutela do “sistema”, que rege sobre todos. Obviamente, ele não enxerga longe e isso o ilude de que sabe, entende e prevê – trabalha por recompensas imediatas, sonhando com milagres futuros.
Ele se vendeu, vendeu sua liberdade e dignidade e ainda coisas mais preciosas, por promessas vãs, por uma vida de facilidades, de prazeres e garantias. É claro que nada do que acredita se realiza, mas sua crença o mantém trabalhando por nada e se fazendo escravo.
O fato é que é dependente e assim, um servo. Sua servidão se ergue de que adquiriu dívidas e não há como salda-las e seus senhores são cruéis e lhe oferecem mais crédito, que resulta em mais dívidas, dependência, compromissos, pactos, arranjos, e uma vida de sofrimento e escravidão.
A não ser que compreenda o mecanismo que o prende e condena, não se libertará não fará o caminho oposto da condenação, no sentido da autossuficiência, simplicidade e liberdade.
Para começar, deve se dar conta de que suas necessidades são pequenas e estão ao seu alcance suprir e que não precisa e não deve se endividar e se submeter a senhores cruéis e maus.

O Individual e o Coletivo


Não há, na natureza, nada em que apoiar as leis cósmicas e naturais a não ser no indivíduo.
O coletivo, sociedade, raça, país, são entidades fictícias e, assim, não podem determinar as leis sobre o indivíduo tomando como base coisas inexistentes e fantasiosas. O Criador criou o Homem e claramente, como indivíduo, e sua Lei foi determinada à pessoa e não à “sociedade”. As leis cósmicas e naturais estão acima de qualquer regra estabelecida, artificialmente, pelo Estado, por legisladores, etc.
O que se assiste e se sofre hoje é uma anulação do indivíduo e seus direitos naturais por supostos direitos coletivos e sociais que são usados como justificativa para suprimir tudo do indivíduo – como se esses direitos estivessem acima da vida. Essa inversão é criminosa, perversa, falsa e insustentável. Sob a cobertura dos direitos de todos, algo fantasioso, se anula os direitos atribuídos pela lei natural, pela condição real sustentada pela vida.
O Criador não se dirige à humanidade, sociedade, raça, mas a cada homem nascido. Aventureiros e usurpadores inventaram direitos inexistentes, artificiais e incompatíveis com as leis naturais, somente aplicáveis ao indivíduo. Não há tal coisa como o direito coletivo substituindo o instinto primário de autopreservação, apoiado nas sensações de prazer e dor e na capacidade exclusivamente pessoal do controle das paixões e da disciplina da mente que permite, desde dentro, a convivência social e a justiça. Não se pode forçar e impor nada desde fora, através da ameaça, punições e a força. O homem pervertido, alterado, indisciplinado, ignorante é apenas um escravo obediente e nada nem ninguém pode falar e agir por ele sem destruir sua natureza e cometer injustiça. Seria necessário uma sociedade fundada nas leis cósmicas e naturais para imitar, mesmo que pobremente, os processos internos do indivíduo que são, sob qualquer circunstância, muito superiores as regras e ações artificiais e pervertidas do estado e governantes.
A autopreservação é a essência da natureza humana e deve ser, de todas as maneiras, facilitada e aperfeiçoada pela sociedade ao indivíduo e jamais, impedida, punida ou substituída por imitações e falsificações.
A sedução e a armadilha cruel da civilização decadente e fundada sob falsos princípios é que o natural, a vida, a autopreservação, deva ser abandonada ou sufocada pelo bem dos outros. Isso não somente destrói a humanidade, mas impede qualquer progresso – é a condenação à pena capital da criação divina. Quem ama a si mesmo, verdadeiramente, amará o seu próximo. Quem não se ama, quem está incapacitado para se preservar a si mesmo, não amará ninguém e se tornará uma personalidade psicopática e vazia de amor – tudo nela será falseado, cínico.
A ladainha pseudo-religiosa e social de “amar o próximo”, de sacrifício das necessidades básicas, como se o homem fosse incapaz de fazer o bem e amar, naturalmente, é própria de doutrinas pervertidas. Amor se pratica, não se fala ou apologiza.
A não ser que o homem encontre o seu centro, a autopreservação e seu objetivo, a individualidade, perecerá e será reduzido a uma formiga, um cupim, que pertencem a uma “sociedade” perfeita e não são eles próprios, NADA!