A Era da Perturbação


Qual o ponto que hoje tem passado desapercebido? O que não é normal e natural se tornou aceitável e desejável.


As pessoas acham que viver é se submeter a essa condição indigna de guerra civil, competição, medo, agressões e fazem tudo isso por uma promessa e sonho de um paraíso construído pela tecnologia e pelos políticos.


O mundo é o que cada pessoa concebe e se não for reconstruído dentro dela e por ela mesma, a partir da Lei, da verdadeira ciência e consciência, provocará esse estado de carência e insegurança permanente que as leva a se submeterem miseravelmente às autoridades constituídas.
Se entupir com “informações”, com conhecimento falso, pseudociência, se tornou uma mania – agora acrescida de discutir tudo e tentar se impor. Esse vício de buscar informações e discuti-las revela o vazio interior.


A verdade externa é apenas um meio para a compreensão e precisa ser vivida e meditada para que faça parte da pessoa. Se esse pensar e viver for por meio de pseudoverdades, então o estrago será ainda maior. Os ditadores de ocasião e aqueles que pretendem impor essas meias verdades pela violência são aqueles que construíram seu mundo na areia.


É claro que numa sociedade competitiva, onde não há paz e segurança, essa atitude de querer obrigar os outros a se moldar a um padrão estabelecido é a tônica.
Quando as pessoas são autossuficientes e independentes elas têm seu mundo interior preservado e tranquilo – vivem e deixam viver. Ao contrário, a ânsia por comparar e nivelar tudo se deve a que não há mais nenhuma possibilidade de individualidade e o coletivo dominou tudo – o mistério oculto de cada ser humano, aquilo que é a presença do invisível e do Arquétipo em cada um e assim atrai e congrega as pessoas além de todos os interesses mundanos, desapareceu. Essas pessoas são dependentes e não conseguem sobreviver por elas mesmas.


A questão é que nessas condições, de dependência e submissão, a autopreservação e todos os meios para ela estão subdesenvolvidos, impedidos, proibidos e/ou controlados de fora. Essas pessoas jamais desenvolverão uma moral ou senso de justiça. A pouca disciplina voltada para o crescimento interior, pelas religiões, está desaparecendo ou sendo eliminada. E é óbvio que essas pessoas são incapazes de manter a própria vida e assim, põem e risco a vida dos outros. O custo de ser “tutelada” não é inexistente. Os ditadores avançam sobre a liberdade, a propriedade e a igualdade de todos e estabelecem a injustiça e o desassossego geral. E aqui só há senhores e escravos em todos os níveis e instâncias da sociedade.
A pressão por “siga o líder”, por tomar um dos partidos e ideias semeadas na sociedade, não deixou nenhum espaço para o indivíduo, para uma busca pessoal, íntima e exclusiva. Uma das principais razões desse estado de coisas é que, há muito, para ganhar algum $$$, as pessoas se submetem a tudo e temem ser punidas se não seguirem a política de seus patrões.


O guia interior, o Mestre, o Eu Real, desapareceu nessa era. Não há nem mesmo a “pequena fé”. Todos os referenciais são externos e dependem de autoridades. Não se acredita no Bem, mas apenas na violência, na mentira, em obter vantagem, ou numa crença estúpida e supersticiosa – porque nada é feito na Lei para merecer. Para trazer isso para um exemplo mais próximo, não se busca ao Criador, ao invisível e a evolução interior, esperando que tudo mais lhe seja acrescentado mas, em não crendo, se usa de qualquer meio na ânsia de garantir um resultado desejado, obviamente, atropelando a Lei e a qualquer e todo senso moral e de respeito.
Esse é o reflexo, o resultado da total ausência de fé e, por outro lado, na plena demonstração de crer exclusivamente no poder humano, na ciência, em detrimento da Lei e acima dela.


Entre desastres, sofrimento e ajustes constantes, ao custo de saúde, da justiça, da liberdade, da propriedade, da igualdade e da consciência, o mundo segue aos trancos para um de seus inúmeros ocasos e destruição.
A esperança e a supersticiosa crença num “milagre” diante dos evidentes fracassos e dores são próprios da insanidade, do barbarismo pagão. Não se pode esperar nada bom praticando o mal!

Situação Bizarra


Incrédulos, surpresos, estupefatos, paralisados, apavorados, raivosos, deprimidos, estão a maioria das pessoas decentes do mundo todo, diante da violência e do descaramento dos inimigos da verdade e da liberdade.
Os “donos do mundo”: as grandes corporações, a mídia e a imprensa, a cultura, a “ciência, os governantes, políticos e o estado, todos em conluio contra o povo.
Inesperadamente, para quase todos, como uma explosão de milhares de bombas H, sem nenhum pudor, esses senhores se uniram contra a vida e a liberdade, mentindo, roubando, ameaçando e agredindo.
Depois de séculos de cabresto das informações, talvez não previsto pelos próprios Senhores, a tecnologia colocou nas mãos do povo instrumentos que permitiram a comunicação, contestação, manifestação e conhecimento de muito do que acontecia realmente e era ocultado e distorcido.
O resultado disso é que a credibilidade da mídia, políticos, estado e da “ciência” foi abalada e o controle sobre o povo seriamente diminuída.
No mínimo a farsa da “democracia” da liberdade, da verdade, das quais estariam de posse e no controle os poderosos, foram abaladas. Até no país símbolo da democracia, os USA, a credibilidade das eleições foi exposta como sendo fraude e engano.
A necessidade por ser tutelado, cuidado, informado e formado, pelas autoridades constituídas, revela o vazio interior do povo.
O fato é que as pessoas precisam ser supridas, alimentadas com “verdades”, com “fatos” e que essa carência crônica os faz reféns eternos dos manipuladores.
O antídoto para esse veneno e o alimento verdadeiro para saciar essa fome está, para a maioria, inacessível.
O fato é que não há nada, a nível dos sentidos, que possa satisfazer essa necessidade profunda e real, que, por outro lado, ao ser explorada se transforma em doença física, psíquica e da alma.
O trabalho e a responsabilidade por alimentar o povo com impressões foi entregue ao inimigo e, a busca do alimento específico está pervertida: o meio para obtê-lo e a qualidade do alimento que se imagina necessário é uma droga viciante.
Assim, mesmo buscando por si mesmo, ao desconfiar que lhes estavam servindo coisas podres, as pessoas se empanturram com venenos diariamente e, cedo ou tarde, frustradas, exaustas e esfomeados cairão logo nas redes dos poderosos e ficarão ainda mais presas e limitadas do que jamais foram antes.
Os milhões de falsas necessidades, do “progresso”, das conquistas da “ciência”, da política, da cultura, de líderes e guias formam uma massa esmagadora de entulho que não deixou nenhum espaço para a evolução pessoal interior, para o verdadeiro conhecimento e crescimento do ser.
Não haverá liberdade, verdade e paz, antes que tudo isso seja rejeitado e descartado e a busca pessoal, num viver simples e humano se torne o centro da vida.
A saída exige um certo grau de consciência, de vitalidade e daí, uma renúncia a toda essa parafernália inútil e tóxica.

A Prevenção das Doenças

Enquanto as pessoas derem por certo que as doenças são causadas por agentes externos, como os microrganismos e que, portanto, há meios de combate-las com produtos externos e artificiais tais como drogas e vacinas, não olharão para o lado correto da manutenção e recuperação da saúde e estarão nas mãos dos charlatões oficiais que as exploram desde sempre – e jamais terão saúde e liberdade!

A Ciência da Saúde vem em socorro daqueles que entendem que há algo muito errado com a maneira de lidar com a saúde pela medicina.

Para começar, enfatizamos que a prevenção da saúde e a sua preservação são processos idênticos e envolvem apenas e unicamente o uso próprio dos elementos naturais da vida.

“A saúde por um viver saudável” é uma forma de dizer que rejeitamos todos os meios artificiais de “cura” e de “prevenção” das assim chamadas doenças.

Afirmamos que você pode construir e manter um tal estado elevado de saúde que nenhuma doença ocorrerá. Por outro lado, na mesma proporção da negligência ou inobservância das leis naturais será sua suscetibilidade para desenvolver doença.

A enfermidade não ocorre sem causa; há leis que regem a vida humana assim como qualquer outro sistema ou constituição e, quem viola qualquer das leis de seu ser, seja involuntariamente ou conhecendo e deliberadamente, deve saber, quando sofre perturbações físicas e mentais, que isso é consequência das transgressões e que ele não está sofrendo de nenhuma visitação súbita de um agente infeccioso, de um castigo divino ou tortura diabólica. 

Dando um perfeito conhecimento das leis da vida e um meio no qual elas podem ser perfeitamente obedecidas, a doença se tornará impossível.

Durante todas as epidemias do passado, aquelas pessoas assistidas e que seguiram as leis da vida nenhuma morreu da “doença” declarada pelas autoridades e aquelas poucas que adoeceram tiveram sintomas leves. Isso está bem documentado e é inquestionável.

O plano médico de prevenir doenças, assim como o de “curar”, consiste sempre e absolutamente no emprego de venenos. Há mais de 100 anos atrás, a medicina tinha não mais do que dois preventivos: a quinina para a malária e a vacinação para a varíola. Também, como hoje, a quarentena para as “doenças contagiosas” e a fumigação nos locais onde, supostamente os gérmens estivessem alojados. A fumigação é, como sabemos, um procedimento pré-histórico para expulsar maus espíritos, mas usavam assim mesmo sem saber como e se funcionava. A quarentena, supostamente, serviria para isolar os casos contagiosos e assim prevenir a disseminação da doença.

Não tendo conceito de lei e ordem e uma visão racional de causa, a medicina não poderia conceber nenhum simples plano de prevenção como aquele de viver em harmonia com as leis do ser. Envenenar o doente e o são com drogas e vacinas, isto é, fazendo-os enfermos, para prevenir a doença é uma visão pervertida da vida, uma ilusão que a medicina continua a agarrar ainda hoje. “Drogas preventivas” ou drogas de qualquer espécie, exatamente como “guerras preventivas”, são o perigo real e uma estupidez.

Essa mesma pseudociência afirma que a doença é inevitável e que a saúde é uma miragem.

Aqui devemos estabelecer a nossa posição sobre no que concerne a real e lícita abordagem na prevenção da doença:

  1. Tudo quanto tende a estabelecer e fortificar a saúde geral do indivíduo é um meio natural de capacitar o sistema de evitar a evolução da doença.
  2. Tudo quanto tende de qualquer maneira deprimir ou deteriorar a saúde geral deve necessariamente tornar o corpo mais suscetível a evolução da doença.

  Todo o esforço da Ciência da Saúde é ensinar o povo como evitar as doenças e se manter em saúde, enquanto a pseudociência se ocupa em “curar” com o uso de venenos.

Cada pessoa deve procurar o seu caminho e saber, que muito antes da medicina, sempre houve uma Ciência da Saúde, fundada sobre as leis naturais e que foi redescoberta e trazida à público desde os últimos 150 anos. A falsa ciência que hoje domina a sociedade, mais adoece e mata do que cura e deve ser inteiramente rejeitada porque está apoiada em princípios falsos e só tem interesse na má saúde, nas drogas, vacinas e pandemias. Atenção!

As Bases Instintivas e Naturais da Sociedade


A natureza humana, nosso organismo, nos dotou com certas propriedades que, ao vivermos em sociedade, nos tornamos mais capazes de preservação. E essa natureza nos leva: primeiro, a que não podemos ver a nossa espécie do outro sexo sem sentir emoções e atração o que o induz a viver em família; segundo, ao sermos sensíveis e semelhantes – empáticos – sentimos o prazer e a dor dos outros que se refletem dentro de nós, assim como dentro dos outros, criando laços indissolúveis de sociedade e; terceiro, esse estado gregário e de associação, fundado sobre as necessidades do homem é um meio eficiente de cumprir com a lei da autopreservação.


Não somente somos mais capazes de nos preservar vivendo em sociedade como estamos melhor capacitados para a auto evolução.
Qualquer defeito e desvio nesses instintos primários sexuais, no sentimento de preservação da espécie, pela simpatia aos semelhantes, coloca em risco a nós mesmos e a toda a humanidade.
Tudo o que é um obstáculo e altera a sexualidade e esse sentimento básico de simpatia pelo semelhante é, portanto, fator de degradação e destruição humana.
É preciso reconhecer e eliminar todos os elementos sociais, de costume, químicos e culturais que se oponham a nossa preservação. A autopreservação deve estar em harmonia com a vida dos semelhantes e aqui está o fundamento da vida em sociedade e sua evolução.
As leis da atração e da simpatia quando opostas por costumes e regras sociais e estatais promovem desvios graves e degradantes no indivíduo e, logo, na espécie. Certos hábitos alimentares e adição a drogas e soros alteram a natureza dos instintos levando a enfermidades.
Entre os maus costumes está o atraso nos casamentos, a estimulação completamente desnecessária da sexualidade, a afetação e vaidade, a indiferenciação sexual e hábitos alimentares antifisiológicos e também, aditivos e drogas que interferem na função sexual. O estado de desassossego e terror anula ou super-estimula a sexualidade de maneira doentia.

Uma sexualidade plena e equilibrada não pode se manifestar num estado de competição, de conflito e ameaça – sem paz, sem segurança e num ambiente de inimizade e desconfiança no lugar de relações normais comportamentos predatórios e exacerbados destroem as relações humanas.
Portanto, as bases instintivas das relações humanas e entre os sexos não se desenvolve normalmente num ambiente hostil e competitivo. As más escolhas de cônjuges baseadas em fatores fúteis, em orgulho, em jogos de poder e engano tem resultados desastrosos levando ao sofrimento, a violência e a completa destruição das funções sutis da sexualidade e do sentimento empático entre a espécie. Aquilo que é para a união, a paz e a preservação se faz em desunião, em conflito e em morte.


O que é necessário se dar conta é que não somente as condições necessárias para a união das pessoas não estão presentes nessa civilização como estão estabelecidas, maliciosamente, uma cultura e regras estatais para impedir que a lei natural da atração e da harmonia se realize.

Terror, Horror e Pavor!


O que sofremos hoje, em todo o mundo, não é casual, acidental, mas o resultado de uma longa série ações de causa e efeito onde a humanidade se surpreendeu escravizada por um conluio das classes políticas, mídia e a assim chamada “ciência”.
A tecnologia se revela um fator determinante de supressão da liberdade, de escravidão absoluta, quando sua promessa era de libertar. A equação é de simples solução. O poder resultante está todo nas mãos das autoridades constituídas e de uma classe de oligarcas. Dominam tudo – fatores de sobrevivência, saúde, política, alimentos, espaço, liberdade de ir e vir, hábitos, crenças, absolutamente tudo!
Os escravos, nós, sustentamos os nossos senhores e carrascos na ilusão estúpida de que “vai melhorar” e que sem eles pereceríamos.
Nem ao menos podemos conceber a vida sem o Sistema, sem a “segurança” e as “garantias constitucionais” que supostamente usufruímos por manter o Faraó com suas Pirâmides e todos seus dirigentes.
O custo disso é a vida, a saúde e a liberdade. Adotar uma vida simples e dependente diretamente da natureza e parar de financiar nossos opressores pode ser a única saída.
A maioria não entende que abrir mão de seus altos ideais, continuar compactuando com o que está aí, ou se empenhar numa revolução para aniquilar os opressores resultará, cedo ou tarde, na mesma condição – isso foi assim por quase toda a história humana. Civilizações foram aniquiladas e desapareceram, bilhões sofreram e morreram e estamos na borda do precipício novamente.
O alerta é que a civilização e naquilo que se apoia não pode ser salva e que deve ser abandonada com todas as suas parafernálias inúteis, tóxicas e mortais.
As saídas logo se fecharão e não haverá nenhuma salvação possível.

Os Adoradores da Besta

O que é inegável é que o homem moldado pelo materialismo científico não tem nenhum interesse na verdade, e despreza e escarnece da Lei, da natureza. Quer mudar o mundo para que esse o sirva. Estão manipulando o meio ambiente e agora avançam sobre o próprio homem. Querem um mundo esterilizado, uniforme, obediente, como as máquinas com IA que construíram – esse é o seu modelo de homem, as máquinas!


Nada nem ninguém tem mais o direito de escolher seu caminho, de ser único, tudo está sendo forçado pela uniformização e o coletivo – o indivíduo foi assassinado.
Uma sociedade quimicalizada e robotizada é para onde querem conduzir a humanidade.
O modelo é o dos cupinzeiros. Do homem-térmita, o “cupim humano”.
Sim, somos frágeis, adoecemos, temos defeitos e limitações. Ora, isso é assim por um motivo e não pode ser anulado com o risco do humano desaparecer.
A ânsia por mudar tudo, pela força, pela violência, a revolta contra a criação, com a desculpa de que somos obra do acaso, de mutações fortuitas, de acidente e que, por isso estaria justificado mudar, transformar, por quaisquer meios, a natureza, está na origem do materialismo científico, da tecnologia, colocada hoje, acima do humano. São essas ideias por trás de toda a civilização, da política, da medicina, da justiça. Portanto, o humano e o indivíduo não tem mais nenhum lugar nessa civilização e será por todos os meios, caçado, anulado, agredido, acorrentado, ameaçado até que ceda e se deixe diluir no todo uniformizado.


O “custo” de viver nessa sociedade é deixar de ser um indivíduo e mesmo humano. Forças e poderes involutivos assumiram o controle de tudo, de maneira que o único modo de viver é o que eles determinam. Só um êxodo pode, talvez, salvar alguns. Aqueles que aceitarem o comando das “autoridades constituídas” serão coisas descartáveis e sem alma como são as máquinas. Não é possível servir a Deus e ao mundo!
Amar a Deus é cumprir sua Lei! E, portanto, conhecer e entrar em harmonia com as leis cósmicas e naturais. Não aceitar as regras divinas, não confiar no Bem é o estandarte do materialismo. Não é possível servir e obedecer aos poderes do mundo porque esses vão na direção oposta ao espírito.
Desde o princípio os heróis, avatares, profetas demonstraram o caminho e a ordem: primeiro o crescimento interior e tudo mais será acrescido. Essa civilização quer tomar o Paraíso de assalto, na estupidez e na ignorância, através de truques ilícitos. O resultado é a dor, a doença, a escravidão, o rebaixamento da humanidade a um estado robótico, de zumbis.
O que não se reconhece é que tudo nessa civilização tem a marca da Besta e as pessoas não entendem que estão adorando o maligno em cada passo.

Comprados por “um prato de lentilhas”

As assim chamadas empresas e negócios associados a ciência/tecnologia escravizam a humanidade, exploram e contribuem cruelmente para os genocídios repetidos.
Nas guerras de extermínio, sempre os negócios e interesses de grandes empresas e de poderosos estiveram associadas para dominar, assaltar, explorar e matar.
O conluio de grandes empresas americanas como Ford, IBM, Chevrolet, Texas Co entre outras, financiando os nazistas na II Guerra Mundial e os armando, foi criminoso. Mas, não estavam sozinhos. Políticos, cientistas e tecnólogos estavam todos juntos nos crimes contra a humanidade.
Agora, nessa crise pandêmica temos a união de todos os “poderes e autoridades constituídas” contra a vida e a saúde. Mídia, políticos, governantes, juízes, corporações, médicos e farmacêuticas num esforço conjunto e coordenado para escravizar e matar pessoas. A medicina e a farmacologia tem suas doutrinas apoiadas nas pesquisas e experiências dos nazistas com humanos.


Mas, é necessário dizer que as pessoas foram seduzidas, enganadas e se venderam às promessas de vida fácil, prazeres, poder, prestigio. Estão colhendo doença, medo, opressão, fome, escravidão, miséria e degradação moral e racional.
A maioria acredita, quer acreditar, apesar de todas as evidências do passado e do presente, que é possível continuar financiando seus carrascos que tudo ficará bem. Estão armando os monstros, se submetendo, elegendo “representantes”, imaginando que toda essa atribuição de poder será em seu benefício. É absolutamente inacreditável ao que chegaram as pessoas. Estão idiotizadas ao extremo.
O custo de toda a parafernália, facilidades, “tecnologia e ciência” dd hoje, é sua liberdade! Entregaram suas vidas nas mãos de maus regentes, de criminosos, de verdadeiras quadrilhas. Seus governantes, juízes e cientistas são seus inimigos.
Não conseguem ver que tudo o que compram a alto custo, de sua liberdade, suor e sangue são ilícitos, são produtos de roubo, de crimes horrendos contra a natureza, as pessoas e o Criador.
A relação direta com as fontes da vida foram perdidas: o produto da terra, o alimento puro, a vida simples, ar, sol e saúde foram trocadas pelas “maravilhas e conquistas da civilização”. Cidades podres, infectas, violentas e verdadeiros templos de perversão, roubos e crimes atraem os tolos que se ajoelham por $$$. É nojento e triste ao que chegaram.
Não há nenhuma saída possível ao continuar compactuando com a fonte de suas desgraças e sofrimento. O sonho de soluções políticas, do surgimento de líderes bons é uma ilusão com o alto custo de mais escravidão.
A cada movimento e a cada suposta vitória na direção da liberdade, a situação piora. Nunca estivemos tão ameaçados, presos e agredidos pelos poderes constituídos aos que nos entregamos estupidamente.

O fato é que a humanidade está sob o domínio do mal e esse mal é não é uma pessoa, governo ou ideologia, mas toda uma cultura, valores e costumes contra a vida, saúde e liberdade. Não há como libertar-se senão pela renúncia completa a esse modo de vida, pela saída das cidades, pelo retorno a terra, a autonomia e a liberdade.

Dependemos 100% da Natureza


Não é, por acaso, um paradoxo que há partes microscópicas de nós que sobrevivem eternamente e que são, essas mesmas microzimas, as responsáveis pela manutenção da vida e também pela morte e dissolução?
Parece evidente que não podemos mudar o funcionamento e os fundamentos do universo, mas podemos conhecer a Lei e, ao segui-la receber tudo o que a vida oferece.
A tentativa de mudar o mundo, sem compreende-lo é desastroso em todos os sentidos. É uma interferência no meio necessário a vida e um desvio do objetivo, que é um caminho para dentro e não para fora.

  1. Plantas, animais e o Homem, dependem dos micróbios.
  2. As plantas produzem, literalmente, tudo o que precisamos: alimentos, enzimas, vitaminas, sais minerais absorvíveis, OXIGÊNIO, regulam a temperatura, solo, regime de águas e chuvas – são o maior e mais fantástico laboratório imaginável.
  3. Os animais são os nossos precursores. Sem eles o experimento humano não seria possível. Gestaram o organismo humano. Somos 95% animais. O laboratório divino para desenvolver o Homem, foram eles.
  4. O universo, o planeta – dependemos de tudo e, ainda, somos mais fracos que os elementos e seres que nos cercam e fazem a vida possível.
  5. E, mesmo assim, podemos conscientemente, voluntariamente, e pela razão “gerenciar”, cuidar dessa imensa fazenda de vida, enquanto evoluímos psíquica e espiritualmente.
    Quem pode conceber que devemos mudar alguma coisa na nossa ignorância, forçando e destruindo tudo pelo caminho para satisfazer nossos desejos insanos?
    Sem compreender, sem ter concebido o que é esse todo interdependente e nossa própria tarefa e meta vamos assaltando, matando, estuprando, envenenando tudo. É muita pretensão, orgulho e prepotência.
    Não vejo que seja possível parar essa locomotiva enlouquecida a toda velocidade. A única questão é tentar sobreviver e se preservar e isso não pode ser feito 1. desistindo dos altos ideais, 2. compactuando com o crime contra a vida ou mesmo, 3. pela revolução, tentar parar esse processo de destruição.
    É necessário buscar a Lei e segui-la – esse é o 4⁰ caminho. E para isso, só um êxodo racional pode salvar alguns para a reconstrução futura.

Qual a nossa verdadeira origem?


Precisamos fazer uma viagem do fim para o começo. O que se sabe, através de fatos comprovados é que na dissolução, na assim chamada “morte”, tudo é reduzido aos elementos básicos, os quais são permanentes e inalteráveis – as microzimas!
Tudo é reduzido, de dentro, até que restam os elementos básicos que formaram o ser quando vivo. Plantas, animais e homens sofrem esse processo controlado e comandado desde dentro e isso é um fato conhecido e indiscutível. Não são, absolutamente, bactérias, fungos e outros que estão fora e pousando sobre o corpo morto, o reduzem e dissolvem. São enzimas e microrganismos do próprio organismo, quando em vida, que antes trabalhavam pela e para a vida e, quando o terreno se altera, passam a destrui-lo. O que resta após tudo e não pode mais ser reduzido, são as microzimas e essas, guardam sua condição de fermentar um meio nutritivo mesmo depois de milhões de anos em um estado de latência, de “espera”.
Já se definiu a morte como a saída da alma do corpo, que então, perdendo sua fonte sensível e de coesão, se desfaz desde dentro.
É evidente que um novo corpo, uma planta, um animal ou um homem não pode se erguer daquilo que restou da dissolução, mas esses pequenos fermentos continuam “vivos” sob quaisquer condições, as mais extremas, e podem fermentar e evoluir em bactérias, fungos e fermentos se as condições básicas para a vida se apresentarem.
Somos constituídos de mais micróbios e genes do que de células próprias e esses, “micróbios”, incluídos os vírus, são de origem interna!
Sim, nós morremos, temos um ciclo de vida, mas os elementos básicos que nos constituem, permanecem, são indestrutíveis e continuam vivos e capazes de evoluir em formas de vida simples, as quais chamamos pejorativamente de “gérmens”. Continuamos eternamente vivos neles, de certa maneira.
Um homem só vem de outro homem, um animal de outro da mesma espécie e assim com as plantas. Mas, os elementos básicos que os constituem não se perdem jamais. Essa capacidade exclusiva dos microrganismo de evoluírem em formas e funções diferentes indicam que, diferente de espécies visíveis aos sentidos, como os animais, plantas e o Homem isso não ocorre. Nascemos e morremos aparentemente como o mesmo corpo, não importam as condições. Ora, os microrganismos, mesmo as nossas células, bem maiores do que eles, e ainda invisíveis aos nossos sentidos, mudam diante de nós numa velocidade fora da nossa capacidade de percepção e compreensão. Aqui parece claro que o muito pequeno vive em outro mundo, numa outra dimensão e aparece na nossa, ou a nós realizando funções mágicas por sua velocidade e função. O que não pode se deixar passar é que esses seres mudam rapidamente sob condições diferentes – se o meio muda, eles mudam suas funções. Em geral, deve ser notado, essas condições estão sob o nosso controle! Assim, as funções do mundo microscópico dependem do que fazemos ou deixamos de fazer.

Vivemos em meio a um “caldo” de micróbios, dentro e fora que contribuem para a vida e para a morte. Mas, aqui é preciso compreender, definitivamente, que não é um microrganismo especifico que é benefico ou patogênico – eles são mutantes e sua função depende do meio em que vivem. As leis da naturais ensinam a preparar o terreno, o nosso organismo, para a vida, mas jamais podemos nos livrar deles, nós somos eles e eles somos nós. Não há nada aqui capaz de matá-los. E não há razão para isso porque não são nossos inimigos, mas somos nós mesmos que criamos as condições para a doença e para a morte alterando o terreno interno e externo. Eles não podem nos fazer mal e ferir se há harmonia.
Nem é preciso dizer que, as drogas e vacinas para destruir a vida que nos suporta são estúpidas e charlatãs.
Os resultados dessa guerra insana gera consequências negativas e apenas para nós. E os resultados que virão serão imprevisíveis e terríveis. A natureza não previu, essa interferência química ou biológica.
Não é possível mudar nada, mas podemos aprender como viver em harmonia e equilíbrio nesse mundo complexo, mágico e misterioso. E para isso precisamos estar vivos e íntegros. A má saúde certamente é um impedimento para adentrar os mistérios da vida.
Os mortais somos nós como homens, porém não somos mortais enquanto nossos componentes microscópicos – somos eternos neles.
Temos um ciclo e, portanto, fases, transformações, formação, crescimento, envelhecimento e morte. O que fazemos com isso já é outra questão. Fica evidente que nossa função é de compreender e não de mudar o mundo.
A ideia de que teríamos “evoluído” da matéria inerte, passando pela ameba, macacos até o “homo sapiens” casualmente, por acidente, é um sonho tolo, completamente delirante.
O milagre e as maravilhas dos fatos ultrapassam em muito a imaginação pobre dos medíocres cientistas.
Para fins práticos é fundamental conhecer a verdade assim chamada científica, porém ela é insuficiente para nos elevar acima do mundo material que os sentidos podem captar. Se o propósito e a meta não estão claros, teremos uma visão muito errada da vida.


Conhecer parcialmente é pior do que não conhecer nada. A condição atual da ciência é essa. Descobriu algumas partes e não consegue ver as conexões e o todo.
O que precisa ser compreendido é que seccionar o mundo em milhões de partes e estuda-las separadamente e num ambiente artificial jamais permitirá um entendimento do todo.


Mesmo permanentes e capazes de evolução/involução de formas e funções, os seres microscópicos estão totalmente submetidos a nós. “Aceitam e obedecem” os nossos comandos para o bem e para o mal. Se estamos em sintonia com as leis cósmicas e naturais eles serão para a saúde, para a vitalidade, a renovação, a cura, a vida. Se nos opomos a lei da vida eles se comportam como adversários e a nossa vida pode terminar prematuramente mas não a deles! Todas as formas de manipular, mudar, forçar a relação natural com esse suporte à vida terá maus resultados. As soluções através da química e vacinas são apenas sobre os sintomas e temporárias. Os efeitos a médio e longo prazo serão devastadores.
Sabemos exatamente de onde viemos, mas o futuro está para ser escrito a cada instante.

Nós somos Habitados por Trilhões de Gérmens!


Essa absoluta abundância microbiana sugere que o corpo humano é, de fato, uma coleção de células humanas (em menor número), de células microbianas (em maior número) e genes e assim, uma combinação de elementos humanos e microbianos.
1000 espécies de gérmens já foram identificados no intestino humano.


A medicina, assim chamada científica, não compreende a origem desses muitos trilhões de microrganismos que vivem em simbiose no nosso corpo. Ficam procurando como poderiam e quando teriam entrado.
Na verdade, todos esses gérmens são de origem microzímica e celular própria, nenhum deles vem de “fora”.

É necessário que se interprete esses fatos. Todos, senão quase todos os gérmens que nos habitam, classificados de não patogênicos e patogênicos são de origem interna, endógenos, e quase nenhum, se é que isso poderia ocorrer, de origem externa, exógenos. Sao todos absolutamente necessários à vida e à saúde. Isso é o começo do fim das especialidades charlatanescas como virologia, infectologia e outras mistificações.


É sabido que pessoas muito doentes, no fim de suas vidas estão infestadas com gérmens por todo o corpo e que essas desenvolvem formas mortais. As mudanças internas de PH e outras condições sinaliza aos microrganismos que aquele organismo está morto – e isso provoca sua mudança em cepas agressivas. Isso jamais acontece com pessoas saudáveis e jovens. A procura estúpida dos médicos por causas externas, esterilizando tudo, é patética.
Não há nenhuma chance de um “ataque” viral do exterior sobre pessoas saudáveis, assim como sobre qualquer pessoa. Dizer que poderia haver contagio pelo ar, pelo contato é virtualmente e verdadeiramente impossível.


O mito das epidemias e pandemias estão apoiadas em pseudociência, em farsas.
Introduzir através do sangue produtos biológicos, naquilo que chamam de vacinas é criminoso, é assassinato. Nesse caso, todas as barreiras e defesas naturais são esquivadas e se introduz o veneno diretamente no sangue.