Projeto Êxodo – Sefer Shemot סֵפֶר שֵׁמוֹת


Um Projeto de Vida, com a Vida, para a Vida e pela Vida!


1.O deprimente abandono de propósito; 2. a violência do uso da força; 3. e a desonestidade da cooperação com as “autoridades constituídas”, as quais foram estabelecidas na ausência da Lei, na mentira e no engano, produz os repetidos ciclos de fracasso e falsas esperanças.


Chegamos agora no extremo paroxismo, na urgência em meio a ameaças e no iminente desastre megalítico. Não há nenhum sinal de recuperação e se há é apenas um breve repouso que antecede o final catastrófico.
Não há nenhuma solução real e permanente em escolher uma dessas três soluções, repetidamente adotadas e frustradas, porque não se baseiam na verdade, na Lei.
Somente um movimento apoiado na Lei pode produzir bons frutos.
Moisés e os Essênios, diante da impossibilidade de mudar o sistema, se retiraram ao deserto – saíram das cidades-prisão e tomaram uma quarta via – Moisés salvou os hebreus, criou a nação de Israel estabelecida na Lei e os Essênios, descendentes esotéricos de Moisés, se prepararam para gestar o Salvador, física e espiritualmente, longe das influencias pervertidas e do poder das autoridades nos desertos de Israel e Egito.
Eles são as provas de que não há como evoluir e viver plenamente nesses ambientes doentios, degradados, irracionais e violentos. Nada de bom pode ser construído em meio essa civilização apodrecida seja compactuando com ela, combatendo-a ou mesmo abandonando os propósitos de vida.
A luta política, a participação “social e econômica” segundo as regras dos “faraós” é destrutiva e enganadora. Todo esse processo é desvitalizante e inútil, quando não, mortal.
Com muito pouco, quando bem empregado, segundo as leis naturais, pode-se viver plenamente e evoluir, verdadeiramente.
A ameaça continua a toda e qualquer conquista e estabilidade e especialmente à autopreservação, à igualdade, à liberdade e à propriedade sem os quais não haverá justiça, são uma realidade terrível e inegável.
Nessa sociedade estamos em luta continua, desassossegados, vivendo caoticamente, em guerra com tudo e com todos, permanentemente.
Investir tempo e energia, a própria vida, numa coisa dessas é insano, perverso e tolo.
O que se propõe é a saída imediata das cidades e o estabelecimento de comunidades baseadas na Lei.
Vida simples e em comunhão com a terra, com os elementos necessários e suficientes à vida e o abandono da associação com os falsos valores.
O custo material é pequeno e um modo de vida segundo as leis naturais traz paz, saúde, segurança, liberdade e estende o tempo para se viver bem e plenamente e se relacionar com pessoas iguais. Quatro dias por semana e seis horas diárias de trabalho são suficientes para garantir os recursos para a vida.
Tudo o que são só promessas jamais cumpridas da civilização, são imediatas numa vida simples, equilibrada e ligada a terra.
O Jardim do Éden, a Canaã, está logo ali, desde onde, para começar, o medo e a superstição seja vencida e a decisão seja tomada de abandonar esse viver de escravo, dependente dos outros, dos exploradores.
A vida nas cidades, sob a regência de governos e de um sistema pervertido é hoje aterrorizante, desgastante, insegura, perturbadora, doentia.
Ninguém pode ser íntegro vivendo em cidades, sob ameaças constantes. O sistema político está podre e sob o comando de loucos e perversos.
O Êxodo é só o primeiro movimento, enquanto a verdadeira vida só começa depois.
As antigas comunidades cristãs primitivas foram aniquiladas porque ousaram se instalar entre os cidadãos ignorantes e sob a regência de mandatários com filosofias opostas ao Movimento. O resultado foi a total destruição dessas Congregações. Não se pode repetir o mesmo erro, fatal. Nem mesmo as religiões, assim chamadas cristãs de hoje, híbridos construídos pelo império romano e falsificados, podem sobreviver e estão sob risco de serem extintos nesse ambiente hostil.
A ideia romântica da evangelização, para aqueles que não se interessam pela evolução e em meio a regentes inimigos, é perigosa e inútil.
A única coisa razoável é se afastar e deixar que eles se destruam entre eles mesmos. Há muito, ou quase tudo por se fazer por si mesmo. Abandonamos a nós mesmos por promessas e um sonho infantil e preguiçoso. Ninguém pode nos dar nada, tudo precisa ser PESSOALMENTE E VOLUNTARIAMENTE buscado e conquistado. Nada vindo de fora, dos outros, é lícito ou adequado.
As promessas e a sedução originadas no núcleo da sociedade que por se submeter as suas regras e pagar impostos o cidadão teria uma vida paradisíaca é falsa, uma armadilha cruel.
Agora, chegou-se a isso: todos os direitos foram suprimidos e o peso das obrigações terrivelmente multiplicados e pode piorar. Sempre acenam com uma solução através da escolha de representantes e mandatários que supostamente devolveriam o que foi roubado, o que jamais acontece – não há e não pode haver nenhum progresso ou solução. Pelo menos a metade de tudo que se produz é tomado pelo Estado para sustentar uma elite cada vez mais ávida – isso é escravidão, de fato!
Obviamente, aqui, em meio a esse ambiente regido pela ausência da Lei, não há mais igualdade, liberdade e propriedade e, portanto, nenhuma justiça e, sem justiça não há harmonia, paz, saúde, vitalidade e nenhum dos elementos necessários à vida.
Ainda há uma pequena rachadura nas grossas paredes da prisão por onde escapar, mas mesmo esta, se fechará totalmente em breve.
Para aqueles que estão minimamente despertos, menos intoxicados com as drogas psicoativas da propaganda diariamente injetadas no povo, têm a chance e a sorte de olhar em outra direção e partir.
Nenhum dos valores e costumes dessa civilização estão apoiados na Lei, no Bem da Verdade. Não se pode pretender leva-los no bolso e aplica-los numa nova vida. Eles devem, necessariamente ser abandonados e um recomeço, sob novas bases é essencial.
A salvação é como uma corda suspensa sobre a cabeça e para alcança-la, um salto precisa ser dado – é necessário ousar. Nada do antigo mundo tem utilidade e seria um impedimento num mundo superior regido pela Lei. O milagroso não é gratuito. Coragem, esforço inteligente e um estado interior mais desperto e consciente são elementos indispensáveis.
Porém, mais do que apontar os erros desse mundo, seus enganos e decadência, mesmo que necessário de início, importa apresentar o mundo real, fundado na Lei e na real natureza humana.
É fato que o mundo real, de origem sutil e invisível exige um estado mais avançado de consciência, de um psiquismo relativamente íntegro e uma saúde física superior a média das pessoas dessa época. Sem essas condições não somente é impossível ver a própria situação e menos ainda vislumbrar um mundo superior. Verdadeiramente, para muitos, a prisão é perpétua – nada pode mudar para eles.
Aqui, nessa civilização, que se degrada e se encaminha para a extinção, só resta sair antes do final para evitar ser esmagado.
O que se propõe é uma vida plena, voltada para a evolução interior, onde os elementos necessários estão ausentes na sociedade atual e tudo se opõe a consciência, a saúde, a paz, a liberdade.
O custo de toda a parafernália tecnológica, “os avanços da ciência”, sofisticação política, cultural e social é impagável e um peso impossível de ser levado sem ser esmagado. Uma das causas centrais de todo o horror e ameaça que pesa sobre a humanidade se deve a escolha feita há muito tempo atrás, quanto o homem foi seduzido pelo pseudoconhecimento e poder satânico travestido de “ciência e progresso”. O homem foi convencido que deveria transformar o mundo para servi-lo na condição subdesenvolvida em que se encontrava, e ainda se encontra. O que a Lei oferece, por outro lado, é que ele evolua e que seus poderes se ampliem desde dentro e que aceite a natureza e suas regras sem tentar mudá-la. De fato, nada pode ser mudado, só o mundo interior, psíquico e daí a ampliação da consciência e da vontade. A tecnologia e a pseudociência são armadilhas para prender e submeter o homem completamente e isso é agora um fato inegável.
O sonho tolo de que por compactuar com os poderes constituídos, ou pela revolução e tomada desses poderes, ou mesmo pela renúncia a tudo, algo possa mudar, é uma ilusão que tem como custo a própria vida.
A quarta via, a única real, está na Lei. E viver segundo a Lei é impossível nesse meio degradado, doente e decadente.
Um Êxodo não é um fuga, mas uma saída organizada, com um plano, um propósito e projeto. Os hebreus eram escravos no Egito e estavam submetidos ao Faraó e toda a superestrutura política egípcia – tudo isso exigia escravos. Não somos diferentes deles aqui. Somos escravos de uma estrutura superdimensionada e submetidos a propaganda e uma ilusão hipnótica diária para não perceber o nosso estado miserável.
Os Essênios se retiraram para o deserto e viviam livres, felizes e com abundância. Eles se salvaram porque se retiraram e tinham conhecimento para viver melhor fora e sozinhos, num lugar onde aqueles que estavam nas cidades desprezavam e achavam ser impossível sobreviver – eles fizeram do deserto estéril um oásis!
Os habitantes das cidades e da atual sociedade são escravos tolos e ignorantes que pagam caro por algumas, agora poucas luxúrias.
A maioria não pode despertar, não têm interesse em libertar-se e até lutariam para continuar escravos. Tentar convence-los é perigoso.
É preciso lembrar que os Essênios, origem familiar e doutrinal do Mestre, mais tarde, após a vinda do Mestre, acharam que a vida entre os inimigos da verdade seria possível e que poderiam resgatá-los lhes ensinando a Lei. O fato é que por isso foram massacrados pelo Império Romano (“pérolas aos porcos”). O que resultou da aniquilação do Movimento Essênio foi uma religião de Estado, completamente pervertida e em nada semelhante a primitiva. Achar que o que agora chamam de “cristianismo” tem qualquer semelhança com o Caminho Nazareno, com o Movimento Essênio original, é se iludir. Não só não tem nenhuma semelhança, como se opõe completamente a doutrina ensinada pelo Mestre.
A insanidade generalizada atual tem um risco pavoroso de acabar na completa barbárie – os sinais não podem mais ser desprezados ou ignorados.
Os elementos essenciais à vida, à saúde e à evolução interior vem sendo retirados há séculos. Finalmente, agora, nada sobrou e o povo se submete mansamente as correntes e a prisão.
Chegaram ao ponto de temerem a liberdade e a relação amigável com a natureza, com a terra. Querem ser tutelados e por isso pagam com suas vidas e a de seus filhos. Estão enlouquecidos. Da sua vida, todo o tempo e energia estão a serviço de seus senhores e carrascos – não lhes restou nada.
Mais uma vez, não é uma fuga desesperada, é uma saída para uma vida plena e isso não pode ser feito sozinho e sem ordem. A Lei deve ser o guia e, a união entre pessoas mais conscientes e dispostas, tornarão a êxodo um sucesso.
Para onde ir?
Para a natureza, para os campos e florestas, para o ar puro e as fontes cristalinas, para a liberdade e a vida simples e plena. Eles nos esperam e nos chamam.
Os bens adquiridos, as poupanças, podem ser usados para financiar a mudança. Com um investimento 1/5 daquele necessário para adquirir um bem nas cidades pode-se ter um espaço e uma casa no projeto ÊXODO!
A vida regida pela Lei é sustentável e a um custo baixíssimo. Com o tempo, nenhum ganho em $$$ será necessário. Estamos falando de algo imediato, não para um futuro mítico, inalcançável, como é a constante em toda a sociedade. Em todos os governos e regimes os ciclos de elevação e queda se repetem. O motivo dessa instabilidade e de que nunca nada se realize se deve a falsidade de motivos, propósitos e meios. Aceitar essa condição como a única possível, mesmo com todos esses sinais temerários é patético.
Tudo o que precisamos está ao alcance. O mais difícil, o verdadeiro obstáculo não é material, mas psíquico. O homem está num sono hipnótico, sonhando com o que ele mesmo não é e com um mundo que não existe.
Tal como se encontra, no mundo alterado e decadente em que vive, o homem atual jamais evoluirá e, por outro lado, está condenado a ser reduzido a um mero animal humano, um jumento, um animal de carga.
As promessas e os sonhos de riqueza, posses e prestigio são todos impossíveis e quando realizados estão baseados na violência, no egoísmo, no roubo, no engano e na mera sorte e são por isso instáveis e geram ódio e inveja. A questão da saúde, da paz e da vitalidade, revelam que tudo é ali ilícito.
Alguns poucos ainda podem ter um vislumbre da própria condição pessoal e de seu meio. É para eles que o Êxodo está disponível como saída para a vida.

Escravidão e Extermínio

Continuem de joelhos para o Sistema, vai dar certo, vai melhorar!
Mas, que bando de alienados, cegos e surdos. A questão nem é mais de capacidade racional de interpretar os acontecimentos. Os fatos diários são tão claros que é uma questão do uso direto dos sentidos: ver, ouvir e sentir a ação violenta do Estado e dos governos contra as pessoas.
A corda está no pescoço e apertando. Qual é o problema? Prepararam as pessoas para aceitar tudo, se submeterem as “autoridades constituídas”, a “ciência”.
Vão ser escravizadas e abatidas acreditando que é “para o seu bem e proteção”.
Não há nenhuma saída pelas vias “naturais” 1. A revolução; 2. O abandono de propósitos de vida: 3. E o mais comum, compactuar com o sistema, cooperando e imaginando que tudo ficará bem.
A dependência, a submissão abjeta e rastejante resultou nessa condição indigna e mortal.
A quarta via, pela Lei, sempre foi o Caminho único e correto.
Mas, a maioria não compreende e não quer nada fora das suas vidinhas medíocres.

A Medicina e a Farmacologia estão fundadas na pseudociência de Pasteur


Pasteur roubou e perverteu as pesquisas de Bechamp. Pasteur, que continua a ser seguido em suas falsas doutrinas e é um dos pilares da medicina atual, elaborou hipóteses e práticas, como as que deram origem as vacinas, e que são responsáveis pela morte, a má saúde e a perversão da natureza humana.


O que Antoine Bechamp provou em suas pesquisas e que se opõe completamente as atuais práticas médicas é, resumidamente, como segue:
Primeiro, Bechamp demonstrou que o ar está repleto de microrganismos capazes de fermentar qualquer meio adequado sobre o qual eles pousam. Ele mostrou que a mudança química é conduzida por um fermento solúvel produzido pelo organismo, e esse fermento é análogo aos sucos digestivos presentes no estômago. Assim, ele identificou a fermentação como um processo digestivo. Young teoriza que toda a decomposição ainda a ferrugem no ferro, é mediada por fermentos(seres vivos). É conhecido por exemplo, que bactérias decompõem rochas no solo. Os microrganismos estão na ou próximos à fundação de toda a vida e os processos de vida na Terra. Por exemplo, fungos são partes indispensáveis da maioria das plantas e as raízes das grandes árvores dependem deles para suas funções – as plantas não existiriam sem os microrganismos!


Segundo, a mais profunda conclusão para a qual a pesquisa incansável e explícita de Bechamp o conduziu é que há um elemento vivente independente e micro anatômico nas células e fluidos de todos os organismos. Esse elemento precede a vida ao nível celular e ainda a nível genético, e é o fundamento de toda a organização biológica. O que originalmente provocou a curiosidade de Bechamp foi a descoberta, por acidente, que o calcário puro de depósitos minerais de até 11 milhões de anos podem liquefazer soluções de amido e fermentar açúcar, enquanto calcário artificial não pode! Ou seja, comprovadamente há algo vivo e indestrutível muito além das células. Após anos procurando a causa (a fermentação não tinha ainda sido compreendida na época), ele atribuiu a ação aos remanescentes vivos de organismos há muito mortos. Ele chamou esses minúsculos elementos vivos de “microzima”, ou pequeno fermento.


Terceiro, que as microzimas rotineiramente se tornam formas normalmente referidas como bactérias e que bactérias podem reverter ou retornar ao seu estado microzímico. (Esse é o princípio do Pleomorfismo, que é central para a compreender o aparecimento de sintomas de doenças “infecciosas” e degenerativas no corpo).


Quarto, explicou que os germens atmosféricos não são espécies fundamentais, mas são ou microzimas, ou suas formas transformadas, deixadas livres de seu habitat original vegetal ou animal, pela morte daquele “meio” – hospedeiro!

Vacinas – Como Destruir a Saúde e a Humanidade


A questão vacinal se liga a todo o complexo médico farmacêutico e agora, ao projeto de poder político absoluto mundial de certos grupos e ditadores mundiais.
Entendam, medicina é uma profissão e tudo o que a envolve tem a ver com lucro, com prestigio e agora está comprometida com o poder político, com o controle definitivo da população. Não há nada de romântico, heroico e bondoso na doutrina médica e farmacêutica. Essas pseudociências não estão a serviço da humanidade, mas sempre trabalharam no interesse de si mesmas e agora, são o instrumento pavoroso e eficiente para destruir a natureza humana internamente, transformando-a.
É doloroso dizer isso, mas tanto os cientistas, médicos e farmacêuticos têm interesses na má saúde – eles ganham poder e lucram com a sua desgraça e infelicidade. Essas profissões estão ligadas a doença e não a saúde e são o braço oficial do Estado e de governos na dominação das pessoas.
Não há vacinas boas, inocentes e inócuas – todas são os meios silenciosos da destruição definitiva da saúde, da imunidade natural e, pior, da natureza humana – ao se deixar injetar com DNA, RNA estrangeiro animal, e pedaços de microrganismos você jamais será um ser humano completo e poderá desenvolver uma das doenças degenerativas e mortais como câncer, Alzheimer, diabetes, Parkinson, reumatismo, envelhecimento precoce, e enfraquecimento de todas as funções orgânicas, mas mais importante, neurologicamente haverá prejuízos permanentes e alterações sutis no pensar e sentir. Ou seja, você não é mais humano, mas um zumbi, um morto-vivo e não há nada que possa reverter isso.
A discussão atual, relacionada a “pandemia” que levou a corrida por vacinas de grandes laboratórios internacionais e países de que certas vacinas testadas seriam mais seguras é completamente falso. Nenhuma vacina é segura todas são destrutivas o que esses demônios querem evitar com os “testes” são reações agudas e mortes que assustariam o “rebanho”!
Nenhuma vacina “imuniza”, todas diminuem e alteram para sempre sua imunidade natural e o fazem um doente crônico. Suas reações naturais de defesa ao se vacinar ficarão cada vez mais reduzidas e você “não ficará tão doente como antes”, mas estará sempre doente. Na verdade, as reações de defesa e de autocura naturais que se manifestam agudamente com febres, dores, tosse, coriza, prostração, perda de olfato, gosto e de apetite são todas necessárias e benéficas e o seu organismo sabe o que faz. Todas as ações orgânicas são para a saúde e para a vida!
O motivo disso, ocultado e violentamente combatido por todos os meios por aqueles que os querem dominar e submeter é esse:
Cada órgão e cada espécie está constituído e erguido por partículas de vida primordiais chamadas de microzimas que são indestrutíveis e próprias de cada órgão e organismo.
Células, bactérias, fungos, vírus são funções dessas pequenas partículas de vida que as definem.
Ou seja, essas partículas são exclusivas suas e não são intercambiáveis. Elas definem você, definem o seu DNA e RNA que são construídos e reparados pelas microzimas. Injetar microzimas de outros seres através de vacinas, sangue e/ou qualquer material orgânico é destruir a saúde gravemente e, possivelmente, para sempre.
Não vou me estender mais nessa questão que entra em detalhes, mas é preciso entender que a doutrina pasteuriana, base da medicina, sobre a causa de doenças pelos microrganismos é inteiramente falsa e levará a humanidade a destruição.
Todas as vacinas fazem muito mal, mesmo que não o matem no ato. Não há nada de benéfico ou inocente nelas.
CUIDADO!

O Fim da Igualdade, da Liberdade e da Propriedade


Foram anuladas as bases humanas da justiça. Não há mais como viver como um ser humano, desenvolver-se ou evoluir sob a atual ordem mundial.
É exasperante assistir a passividade, a alienação e a incapacidade as quais foram levadas a população – nem mesmo suas funções perceptivas e instintivas estão funcionais e normais. Nada falta para a aniquilação, que deixará espaço e toda a estrutura produtiva para os donos do mundo explorarem e usufruírem.
A humanidade insiste em negar a Lei, a Realidade, e no seu orgulho se arroga a capacidade e o direito de construir um mundo a sua imagem – Satanás também tentou isso. O mundo e a natureza humana estão construídos para uma possível evolução, que é interior, psíquica. Não há nada a melhorar e mudar no mundo, mas sim, em nós mesmos, em cada um de nós, pessoalmente. A vida é um meio para um fim maior e não um fim em si mesma. A vida é Trabalho!
A tecnologia, a “ciência” não estão a serviço do povo, da vida, da humanidade. As supostas vantagens e ganhos com essas criações humanas são verdadeiras armadilhas. O prejuízo e o risco envolvido em toda essa parafernália já não pode mais ser negado.
O que ocorreu foi uma escolha: ao invés de se adaptar a natureza, o homem pretende mudar a natureza para que ela se adapte a ele, tal como ele se encontra, isto é, com suas taras, desvios, subdesenvolvimento, ideias falsas.
Nesse processo a natureza, incluído o próprio homem, estão sendo tratados como defeituosos, produtos casuais e imperfeitos do processo “evolutivo”.

Ao não cumprir com a Lei se produzem más consequências, dores, confusões. Então, na sua ignorância, o homem interpreta o desastre como se a natureza fosse sua inimiga e cria meios artificiais de aliviar os efeitos incontornáveis de seus próprios erros. Nessa tentativa, mais desvios acontecem em todos os níveis e em tudo.
A destruição da ordem natural se acelera e uma nova ordem é imposta pela violência, ameaça e engano. Assim, atinge-se o ponto de não retorno.
As necessidades mais essenciais são negadas e a própria natureza alterada, de modo que as pessoas não vejam a igualdade, a liberdade e a propriedade como atributos inerentes a sua natureza. E, com o desaparecimento desses atributos dentro de si, eles também desaparecem na sociedade, o que impossibilita a justiça na vida social.
A igualdade significa que todos os homens tem o mesmo direito a vida e aos alimentos que a mantém. Somos proporcionalmente iguais – todos temos direitos iguais perante as pré-condições e possibilidades da vida e evolução individual.
A liberdade se apoia no fato de que temos sentidos suficientes para a nossa preservação. Ou seja, vivemos por nós mesmos, somos independentes e livres; ninguém está submisso naturalmente a outro e nem tem o direito de dominar o outro.
A propriedade é inerente ao homem porque todos somos constituídos iguais e consequentemente independentes e livres, cada qual é o mestre absoluto, o proprietário absoluto de seu corpo e do produto de seu trabalho.
E a não ser que seja assim, não haverá justiça, que é o equilíbrio derivado desses três atributos onde: ninguém faz aos outros o que não deseja que seja feito a si mesmo – que resume o que é a justiça.
Se as causas do desequilíbrio, a manifestação da injustiça, não são mostradas claramente, as próprias tentativas de fazer e experimentar a equidade resulta em mais injustiça. E é exatamente o que assistimos nesse fim de ciclo.
Obviamente, a justiça verdadeira não é a imposição de regras, leis e decisões de “autoridades constituídas”. Isso não pode ser imposto de fora porque pertence a natureza humana, está em sua base e constituição. A complicação e as dezenas de milhares de regras são uma tentativa patética e perigosa de aliviar as consequências de uma civilização construída sobre valores e ideias falsas – não há saída por aí.


Acontece similarmente o mesmo com a pretensão da ciência em curar e mudar a estrutura humana que, supostamente, apresentaria defeitos e doenças. Como na questão social, também as causas aqui não são compreendidas e se procura “curar”, anulando ou aliviando as consequências de um viver contra as leis naturais. Ora, essas “curas”, através de remédios, vacinas e outras práticas produzem mais desequilíbrios e mais doenças.
E isso está ocorrendo em todas as áreas da manifestação humana levando a construção de um monstro que ameaça devorar e destruir tudo.


Se você não olhar para dentro de si mesmo e não pensar profundamente sobre as bases da justiça, que são a igualdade, a liberdade e a propriedade e como você as entende, vive e estão elas acontecendo em sua vida, você será apenas um servo de maus senhores.

Precisamos nos Salvar


A crença estúpida em líderes, no Estado, na “ciência” está mais do que evidente ser um suicídio coletivo. As condições pioram em grande velocidade, como num incêndio na mata seca e alimentada por ventos intensos.
Vivemos em um país ainda com grandes extensões de terra cultiváveis e ocupáveis. Ainda há para onde fugir! Continuar compactuando com os carrascos e seus senhores é insanidade. A vida nas cidades logo será intolerável, miserável, violenta, restrita, pobre, excessivamente cara, torturante – se já não está agora.
Um êxodo para sobreviver e parar de alimentar o monstro que devora nossa alegria, liberdade e vida é urgente. Soluções pessoais não são, em geral, viáveis. Precisamos dos outros que pensam e sentem como nós. Sozinhos somos fracos.
Todos os sinais de que seremos submetidos, escravizados e mortos são claros e inegáveis. Se enganar e negar a realidade pode ser mais do que fatal – será uma condenação eterna para cada um e para aqueles que amamos. É improvável que uma ação “popular” possa mudar e consertar aquilo que já se encontra podre e infestado de pragas e venenos.
O sonho da democracia e de viver em uma república onde a justiça imperasse seria tolo e perigoso. Os fatos recentes em outros países e aqui, de que nem mesmo podemos escolher nossos representantes e governantes porque o sistema está viciado e não permite um jogo justo, está comprovado. Não há saída em compactuar, em se submeter ou em tentar combater por uma revolução. É certo que o sistema se autodestruirá e aniquilará muitos dos que estiverem dentro dele ou seja, dependentes.
Está mais do que na hora em considerar se retirar. A vida simples e ligada a necessidades mínimas e naturais é a única possibilidade de salvação. A autodeterminação, sustentabilidade, autonomia e independência são totalmente possíveis. Pessoas determinadas e inteligentes unidas vivem bem e melhor sem a interferência do estado e atrelados ao sistema político e econômico.
A covardia, o medo irracional, a esperança vã e a superstição, são um impedimento para se organizar, sair e viver separados da insanidade que se instalou.
Povos vencedores e evoluídos saíram da escravidão para a liberdade e a prosperidade abandonando as cidades e a influência maléfica de maus líderes.
O tempo se esgota rapidamente, quando nenhum movimento será possível. Já aconteceu antes e acontece muito claramente com certos vizinhos que padecem dos horrores da degradação da violência e do barbarismo.
O momento é agora!

Acreditar em milagres de última hora é loucura. Ninguém virá salva-los.

Vida Insustentável e Dependente


O modo de vida, as crenças e modelo atuais tornaram as pessoas dependentes de empregos, de auxílios externos, da tecnologia, de dinheiro, de remédios, de fornecimento e abastecimento de alimentos, de milhares de regras, de pagamentos de taxas e impostos enfim, uma vida absolutamente insustentável, ou seja, uma vida de escravo, sempre sob ameaça, sem paz, e cercada de temores e preocupações.

Mesmo que se esforcem em negar, os servos da ditadura planetária já instalada, dependem de governantes, do Estado, dos patrões para poder miseravelmente viver.
O afastamento das fontes diretas da vida – ar puro, água pura, terra, sol, os ciclos naturais, as árvores e sementes, ao contato com a vida e a alegria, os alimentos produzidos pelas próprias mãos, tornaram as pessoas servos de corruptos, pessoas malignas que abusam dessa condição insustentável e dependente, para torturar e ameaçar.


Somente os alienados não se dão conta de que breve precisarão implorar por tudo e terão que pagar tributo aos donos de suas vidas. Suas posses não existem mais, seus filhos não são seus para nada, mesmo que estejam obrigados a sustentá-los, enquanto esses são feitos inimigos por uma cultura perversa e desprezam os pais.
Não há segurança de nada e tudo pode ser subtraído por motivos e condições completamente secundárias e incontroláveis. Se criaram necessidades artificiais pelas quais se paga com sangue, suor e lágrimas por coisas que não somente são desnecessárias, como prejudiciais. A vida, a vitalidade, é consumida e esvaziada e a saúde destruída por promessas de prazer, de ócio, de segurança e riqueza que jamais se concretizam.


Uma casta de eleitos e mandatários se locupletam, eternamente garantidos pela superstição e ganância do povo – esses são os seus senhores e exploradores – não sem a conivência dos próprios servos.
De fato, não há nenhuma saída dessa situação miserável sem uma conscientização e renúncia total desses pseudovalores.
A saída existe, mas só para aqueles que sejam ainda capazes de se erguerem e ver o horror em que se encontram.

Direitos Naturais e a Constituição


A Constituição não existe para garantir os seus direitos naturais, aqueles que já são inerentes a sua condição humana. Ademais, ela existe para organizar e estabelecer um governo limitado, de maneira que aqueles seus direitos naturais possam ser exercidos livremente”!


Não temos direitos porque a Constituição os estabelece – entendam, esses direitos são naturais, imutáveis e eternos pelo fato de sermos seres humanos. Respirar, comer, ir e vir, trabalhar para o sustento na terra, produzindo alimentos, constituir família, manter e recuperar a saúde e a vitalidade, escolher os próprios alimentos, pensar e sentir, evoluir e compreender, crer e não crer, defender a própria vida e de seus dependentes de agressões, repousar, estabelecer relações de amizade por identidade de ideias, se reunir, esses e outros direitos não são dados ou concedidos por ninguém, pelo estado ou governantes, são nossos por condição natural.


Por depender das condições e normas estabelecidas na sociedade, esses direitos naturais são todos anulados e usados como barganha pelos governantes. Ou seja, aquilo que é seu por condição humana é negociado ou negado por ditadores.
Na prática, hoje, nada está sendo dado, mas tudo está sendo suprimido e depois usado como moeda de troca.
Não procure seus direitos na Constituição! Eles não estão lá, estão dentro de você. Os seus direitos naturais devem estar presentes na sua consciência.
A palavra que resume e une todos esses direitos é a AUTOPRESERVAÇÃO.
E daí todo os seus desdobramentos: autocura, autoconsciência, compreensão, autonomia.

Cada homem tem o direito de escolher seu próprio caminho e responsabilidade sobre sua vida e ações. A tutela deve ser somente na família enquanto necessária, porque é uma relação de amor.
Não há, portanto, qualquer obrigação da pessoa com relação ao estado ou governo. Há um pacto voluntário de benefício mútuo, desde que, antes, os direitos naturais sejam todos respeitados.
As coisas precisam voltar aos seus devidos lugares. Não devemos NADA para o Estado ou governo, são eles que nos devem! Viver e usufruir dos direitos naturais é a base da vida e condição para a evolução interior e a paz.

As Bases da Sociedade

Viver em sociedade é, certamente, uma necessidade. O problema está sobre que bases – se essas são verdadeiras ou falsas. O fundamento da associação humana deve ser a lei natural.
Se as pessoas são aglutinadas em um conjunto caótico e heterogêneo ao que chamam indevidamente sociedade, país, nação, ao qual dão um nome, uma bandeira e um hino e escrevem um constituição e que não corresponde a natureza humana – o que temos é um povo que tende ao barbarismo, a violência, a escravidão e a miséria.
Não há como viver em harmonia e cooperação se não controlamos a própria vida. A dependência, a incapacidade de preservar-se, é, desde o princípio, um impedimento absoluto à relacionar-se com o sexo oposto, a constituir família e, mais complicado ainda, viver em sociedade.
A construção artificial e sobre bases espúrias e perversas de uma sociedade, a condena ao fracasso e ao sofrimento de seus membros. E essa é a realidade dos países ocidentais.
A instabilidade, o medo, o desassossego são constantes e tendem a piorar. A esperança de que isso possa “melhorar” é completamente tola.
A base natural da sociedade se inicia sob a força do instinto sexual, mesmo que não termine com ele. Entretanto, essa função só pode se manifestar plenamente em pessoas aperfeiçoadas e evoluídas.
Além do controle do psiquismo, a questão da saúde, da integridade dos sentidos é básica para a continuidade e aperfeiçoamento da espécie, pelo pleno exercício da sexualidade saudável.
Na prática o que temos hoje é que o amadurecimento sexual natural que ocorre para as mulheres entre 13 e 15 anos e para os homens entre 17 e 19 anos, acontece em geral com jovens completamente despreparados para compreender o lugar e a função da sexualidade. O resultado é um desastre na vida dessas pessoas e em tudo em torno. A família e a sociedade estão completamente incapacitadas para contribuir para essa condição essencial e sua interferência é negativa.
Sem essa base, que começa com a escolha de um companheiro(a) ideal, nada mais se pode esperar de produtivo e bom para a família e, consequentemente, para a sociedade. A função sexual só se manifesta de forma adequada e em sua plenitude naqueles que são íntegros e que passaram por um disciplina adequada de vida.
A perda do conhecimento e das condições no sentido de levar o jovem a condição onde esteja livre e pronto para essa realização raramente acontecem na prática e é comum que homens e mulheres de 30 anos ainda se mostrem inadequados e incapacitados.
Nenhuma ordem e ameaça externa, originada no estado e/ou governantes, pode contribuir positivamente. De fato, suas interferências são todas negativas.
Se os fundamentos são inadequados nada pode se esperar de bom. A lei natural que nos estimula a relacionar-se e a viver em sociedade necessita de certas condições que estão ausentes nessa civilização decadente. Aquilo que deveria ser para o regozijo e ajuda é para o sofrimento e um obstáculo. Milhares de neuroses psicoses e insanidades derivam dela. O problema é que, na prática, não podemos evoluir sem os outros e a relação com os outros se fez mais destrutiva do que construtiva.
A Civilização pulou e ignorou etapas e na natureza, não há saltos. Somente recomeçando sob as bases corretas e necessárias será possível avançar. E isso nos remete aos princípios da autopreservação. Precisamos de um recomeço sob bases verdadeiras.

Conviver é uma Lei Natural

Não Podemos Viver Isolados


A discussão sobre a condição humana ser naturalmente de um ser social ou não, é importante. Alguns aspectos podem ajudar a ver melhor e entender porque a sociedade não é um estado contra a natureza e proporciona ao indivíduo um ambiente necessário ao desenvolvimento de suas funções.
Se associar é uma necessidade, uma lei da natureza devido a organização interna humana.
Porque:

  1. Há um instinto reprodutivo, do qual a espécie depende, que promove atração entre os sexos e os leva a constituir família e determina sua condição gregária. Por outro lado, qualquer perturbação na sexualidade determina um impedimento reprodutivo, na formação harmoniosa da família e da associação com as pessoas em geral.
  2. O ser humano é naturalmente sensível e tem empatia pelos outros de maneira que compartilha sentimentos e atrações que se constituem em ligações sociais. Entretanto as neuroses emocionais deformam gravemente as relações.
  3. O estado de sociedade, fundado sobre as necessidades humanas, soma-se as outras condições que contribuem a autopreservação. Contrariamente, uma sociedade construída sobre fundamentos falsos e que negligenciam as necessidades do homem, sua natureza, são uma séria ameaça a preservação e a saúde. Nenhuma sociedade tem estabilidade se as pessoas não estão íntegras em suas funções orgânicas de modo a serem capazes de vivenciar, em toda a sua plenitude, suas funções em relação ao seu meio e a outras pessoas. E, se eventualmente estão alteradas em seus instintos e capacidades naturais, toda a condição de associação com outros estará prejudicada e não acontecerá ou se fará de maneira defeituosa. Daí que uma pessoa doente, limitada, intoxicada não somente é incapaz de preservar-se como não dará o passo seguinte que se refere a constituir família, solidarizar-se, alegrar-se e sofrer compartilhadamente com seus semelhantes e, por fim, viver em sociedade de maneira a acrescentar e melhorar as condições que garantem a vida e o bem estar. A associação entre as pessoas é uma necessidade e uma contribuição à evolução. Essas funções naturais são insubstituíveis e essenciais. Entretanto, se criaram ambientes artificiais que não estão apoiados ou se opõem as leis naturais e, fundamentalmente a autopreservação. Essa inversão e desprezo pelos elementos essenciais da vida e da saúde leva, inexoravelmente, a destruição da pessoa e das relações sociais. Assim, o cuidado e a atenção à autopreservação, como função social e como também, a base de conhecimento para a vida pessoal, é fundamental. O indivíduo é o pilar da sociedade, enquanto capaz e íntegro, assim como a sociedade, por sua vez, lhe fornece as condições de conhecimento e de meios para uma vida plena. Essa simbiose entre o indivíduo e um membro do sexo oposto, sua família e, depois, somado as pessoas de seu meio, produzem as condições ideais para a sobrevivência e a evolução. Relações entre os sexos, familiares e na sociedade sobre fundamentos falsos são destrutivas e uma condenação a uma vida de sofrimento e desassossego.