O ENGODO

Conhecer a verdade” tem vários significados e níveis.
Não saber, não compreender e, mentir, é construir e se colocar numa prisão difícil de sair.
A ignorância sobre a própria natureza e as leis da vida é, a priori, uma sentença de condenação pesada.
A crise atual é o exemplo mais doloroso e claro de que a ignorância e as emoções negativas podem matar, destruir e aprisionar a humanidade.
A solução esperada e acreditada de que há soluções pela ciência e pela política, se revelam uma farsa e um risco real.
O que foi perdido e esquecido é que todos os assuntos relativos a vida, exceto os espirituais, são inapelavelmente pessoais – ou seja, devem ser resolvidos por cada ser humano interna e externamente.
Nenhuma ciência, tecnologia, sociedade, estado, ou líder, pode resolver problemas pessoais. Problemas e questões que são seus!
Quando se acredita e se permite que outros invadam aquilo que é de sua responsabilidade, aquilo que você deve conhecer e compreender por você mesmo está cometendo suicídio, alta traição contra si.
Toda essa estrutura gigantesca e complexa que supostamente são avanços e conquistas da civilização para fazer da Terra um paraíso é uma farsa e uma prisão pavorosa, com direito a torturas horrendas.
Se não consegue ver isso, então de nada serviu essa crise e suas consequências trágicas.
A oferta e a sedução de ter tudo resolvido desde o exterior sem precisar entender, pagando um preço pequeno e supostamente justo, é uma armadilha mortal!
Compreender a si e ao universo é uma lei e não pode ser negligenciada sob pena de morte sob tortura.
Você não terá nada verdadeiro vindo de fora, nada que possa comprar, que imagine “ter direitos” e que em seguida não lhe custe a vida no sentido mais grave.
Assim como ninguém pode respirar, comer, dormir, andar por você, também não pode curá-lo, não pode manter e restaurar a sua saúde e, portanto, em nenhum sentido, cuidar de você e garantir a sua vida.
Isso e todo o resto é sua responsabilidade, sua tarefa e assim, uma necessidade básica para que possa ser realmente LIVRE e evoluir.

MICROBIOTA


O intestino, pele, boca, nariz e órgãos genitais são locais de micróbios que residem e participam ativamente e efetivamente da manutenção da saúde.

Temos muito mais células microbianas do que células do nosso próprio corpo.
A ideia de que esses micróbios – bactérias, fungos e vírus venham do exterior é ridicula e incorreta. São produtos naturais do nosso organismo e em condições ideais fazem parte do equilíbrio necessário à saúde.
Trilhões de partículas que os cientistas teimam em chamar de “virus”, no sentido de risco para a saúde, não são nenhuma ameaça!
Não há muita duvida de que os tais “virus” são resíduos metabólicos e não seres vivos. Não são capazes de “infectar, adoecer, invadir, contagiar. Isso é um mito charlatanesco.
O risco real à saúde está em um ambiente inadequado, tóxico (venenos), com pouca insolação, ar estagnado, água contaminada com flúor e cloro e podridão, alimentos inadequados, emoções negativas, sedentarismo, uso de drogas receitadas e ilícitas, radiações ionizantes, entre outras.
Microbios não são causa de doença e são TODOS necessários. Não há micróbios “patogênicos” – todos tem função positiva na saúde.
Somente diante de um desequilíbrio metabólico-energético é que há uma desorganização e crescimento de alguns deles causando sintomas que os charlatães chamam de “doenças”.
Só você mesmo pode manter e recuperar a própria saúde com ações corretas, em harmonia com as leis da vida.
Todas as epidemias e pandemias, que podem ocorrer, causadas por muitas condições anômalas, NÃO SÃO causadas por virus e outros microbios – esses são apenas reações de defesa do organismo.
Mas, o povo está sendo enganado miseravelmente por aqueles que deveriam defender e promover a saude.
No caso, muitos lucram politicamente e materialmente com o sofrimento.

Os canalhas travestidos de doutores observam os virus, bactérias, fungos em convivência harmônica e simbiótica com o organismo saudável, mas insistem na narrativa de que são patogênicos e/ou um risco para a saúde.
Está provado, por fatos científicos, que a ausência ou a carência de uma microbiota rica e equilibrada é sinal de doença ou predisposição a ela.

Parem de acreditar nos mercadores da morte!

O Exterminador do Presente – o Domínio das Máquinas


Em especial o cinema trouxe, sobre várias formas, durante muitas décadas, a narrativa de que a civilização mostra o avanço apoiada não no homem, na filosofia, nas ideias, na compreensão e consciência, mas nas suas máquinas, na química e bioquímica, enfim, em tudo aquilo que o homem não pode ver, ouvir, fazer com seus sentidos e corpo, mas as máquinas e a tecnologia podem.
Tudo isso avançou tanto que não se concebe mais a vida e a própria sobrevivência sem esses suportes tecnológicos. Acompanha esse estado de coisas todo um corpo de “especialistas”, doutores, pesquisadores e cientistas que interpretam os dados, fazem previsões e estabelecem ações e normas. Isso está sendo usado pelo Estado e governantes para determinar absolutamente tudo na vida do povo – acrescente-se punições e processos aos “rebeldes”.
A ficção literalmente atropelou a realidade. O avanço do artificial sobre o natural é esmagador. O que se imagina no cinema já aconteceu ou está acontecendo ainda mais fantasticamente. As máquinas e toda a tecnologia dominaram o humano em todas as atividades e manifestações sociais e humanas.
A propaganda massiva e continuada é que o homem seria incapaz de sobreviver sem a tecnologia. Isso o faz dependente e subordinado as máquinas e/ou aqueles que as controlam e as possuem. Essa complexidade é cara e pressupõe que a pessoa se renda incondicionalmente a “ciência”, como a um deus.
Os sentidos e o entendimento derivado deles, ao que chamamos justamente de ciência, não tem mais nenhum valor no mundo ou esta em vias de desaparecer. As pessoas não podem mais dar um passo, literalmente, sem que um exame, máquina, computador seja consultado e determine o que é e o que não é, como, quando, onde e quanto.
Essa “facilidade e certeza” proporcionada pela substituição das funções humanas pela da tecnologia tem um preço. O preço é a completa perda da autonomia, liberdade e a estupidificação do homem.
Assistimos isso ao vivo e a cores, de tal maneira que, cada crise, a corda aperta e se perde espaço para a automação e o não humano.
A negação do humano é uma realidade. Em todos os campos da manifestação humana a percepção, o julgamento, o desejo e aspiração foram anulados em favor de supostos testes, exames, resultados de máquinas.
Aquilo que não se vê, não se ouve, não se sente, não se entende é supostamente visto, é percebido, identificado e explicado por equipamentos ou seus operadores.
É necessário compreender o que isso significa. Não só não precisamos usar nossos sentidos, como não precisamos ou não devemos pensar ou querer porque tudo está pronto e resolvido. Isso obviamente está conduzindo as pessoas a uma involução completa.

O Paradoxo


Vivemos um momento em que a humanidade está e/ou foi convencida de que pode fazer, pode mudar o mundo. Isso pressupõe de que não há nada acima dela e que o mundo que está diante dela está a sua disposição para ser mudado, conquistado, melhorado ou até, destruído.
Essa percepção e crença se intensificou com a tecnologia, com as máquinas, com o domínio da química/bioquímica, eletricidade/eletrônica/magnetismo, metalurgia, mecânica, óptica, biologia, etc.
Os efeitos sobre o mundo material, sobre os seres vivos são possíveis e evidentes, mas não são reais, são aparentes, porque cabe reação!
Há uma ordem universal e Lei Única que governa tudo desde o micro ao macro. Ela pode ser seguida ou pode ser oposta ou ainda afrontada com violência.
Tudo ao que se chama “ciência” é exatamente essa revolta e rebeldia à Natureza, as leis naturais, as leis da vida, porque, sem dúvida, o inerte, o material, não é senão um suporte à vida, à consciência e à compreensão. Seria um contrassenso imaginar que somos o resultado casual, inconsciente da ação da matéria e de forças físicas se originando delas e chegando eventualmente à vida. E exatamente aí está o ponto. Se nada faz sentido, não há ordem e tudo pode ser levado a uma transformação que se deseja ignorando e desprezando a vida, pois ela é um mero resultado casual de forças inconscientes sobre a matéria. Se o universo está em “evolução”, assim como a vida, é imperfeito e pode ser manipulado “legalmente” por motivos utilitários e de “sobrevivência”, para “o bem e a segurança da sociedade”, do povo, governo, estado, ou qualquer dessas entidades fictícias.
Não interessa a esses homens o que deveria ser, mas o que querem, o que sonham que deva ser. Desde que tudo é acidental casual, mecânico, vale ser mudado! Não há limites ou respeito a nada.
Mesmo que o exterior aceite mais essa ação violenta, o interior, o vivo, na sua manifestação psíquica e biológica tem algo a dizer – suas respostas se manifestam certamente de maneira perturbadora e sempre alterando os projetos mirabolantes dos sonhadores e conquistadores do universo.
Não é notado, não se aceita que os desastres, as doenças, revoltas, sejam as consequências da afronta as leis cósmicas e naturais, que se fossem conhecidas e seguidas, tudo iria melhor.
O paradoxo está na ação caótica e orgulhosa do homem sobre tudo, sem nenhum respeito pelo mundo ou por si mesmo. O Homem vê o mundo como um parque de diversões onde pode se divertir irresponsavelmente ou que tudo pode ser conquistado e mudado porque como está não está bem e que tudo precisa ser reformado pelo bem próprio ou para algo imaginário, seja uma ideia ou um povo.
A ideia que dá suporte a essa atitude geral sobre tudo e todos está em como é visto o mundo: como produto casual, mecânico e inconsciente da matéria e que não é visto como uma criação da vida consciente e inteligente, de um imenso e perfeito projeto onde há uma Lei Única a ser seguida.

O que é Ciência?


Da resposta a essa pergunta pode depender a sua vida e, efetivamente, depende.
É inegável que o mundo e nós mesmos somos governados por leis naturais e cósmicas. Assim, é possível prever e se preparar para se relacionar positivamente com o mundo e com nós mesmos.
A observação dessas relações naturais e uniformes tornam a vida melhor e até possível. A lógica, a universalidade e previsibilidade são fundamentais para tornar a vida segura e agradável.
A base de toda a vida, saúde, moral, evolução possível ao homem é a autopreservação.
O significado disso é que cada ser humano deve, em base aos seus instintos preservados, ser ensinado as leis naturais e o controle de suas paixões.
A Ciência, sendo a aplicação inteligente dessas leis à vida pessoal e social.
Uma das características fundamentais das leis naturais é sua evidência aos sentidos. Tudo o que não pode ser acessado pelos sentidos, por cada pessoa, não pode ser chamado de uma lei natural porque não pode mais ser universal, justa, igual, compreensível e diretamente acessível. O que chamam hoje de “ciência” é tecnologia e coisas inacessíveis, complicadas e que mudam com as “descobertas”. Ora, o que era uma verdade hoje pode não ser amanhã, o que fazia bem ou mal, pode ser encontrado fazer mal e bem, respectivamente.
Toda doutrina médica atual não tem nenhuma dessas qualidades universais, justas, compreensíveis, aplicáveis, evidente aos sentidos. Sem o auxílio de equipamentos e manipulações químicas a medicina é aleijada!
A consequência de uma tal coisa, que é de fato, pseudociência, é uma armadilha, um meio de controlar, escravizar e enganar o povo. Toda essa pseudociência pode ser contestada, mudada e pior, será sempre propriedade de um grupo de poder e de eleitos que farão mau uso dela.
Ciência é o conhecimento do qual você pode fazer uso direto, sem intermediários, com os recursos naturais disponíveis a todos.

Aquilo que só pode ser acessado comprando ou pertencendo a um grupo privilegiado, não é ciência, mas guerra e meio de controle.


A insanidade de insistir que a natureza é má e perigosa, a vida é que precisa ser dominada, submetida e mudada pela “ciência” e que sua lei maior é a competição no lugar da cooperação, fez do mundo um inferno.
A condenação da Natureza como a origem do mal no mundo, sendo o corpo e suas necessidades aquilo que tinha que ser execrado e punido começou com Paulo da Tarso. Esse inimigo da doutrina original do Mestre foi imposta por Constantino no século IV, depois de perseguir e matar os líderes da Congregação do Caminho e destruir toda a produção evangelizadora em seus escritos originais, editando alguns escritos escolhidos, que não contradiziam Roma e, entre os escolhidos, o principal era Paulo de Tarso, um cidadão romano e perseguidor implacável dos discípulos em sua época, o qual levou a um cisma no Movimento. Isso está bem registrado na história.
Justamente a doutrina paulina é a que hoje domina aquilo que restou dos ensinamentos nas igrejas oficiais chamadas de “cristãs”. Todo o ensinamento original do Mestre que se referia ao fundamento da dependência e simbiose perfeita e necessária entre o Homem e a Natureza como a base de toda a Doutrina foi o alvo principal a ser destruído por Constantino. Tudo o que ele pode apagar da história ele fez. Só no final do século XIX, Ouseley, um sacerdote inglês, encontrou uma escritura original; e em 1924, começaram a ser descobertos na Biblioteca do Vaticano e na Áustria o Evangelho Essênio da Paz e depois; em 1945 no Egito e em Qumram outros documentos emergiram de tumbas e de cavernas onde estavam depositados ocultos da sanha destruidora da “igreja romana”. Ocultar tão zelosamente esses documentos é a prova de que houve tentativas extensas e intensas de apagar da história o verdadeiro e original Movimento.
Com base na doutrina paulina e na ausência das ideias que são o fundamento do Movimento fundado pelo Mestre, germinou a animosidade e a filosofia da ciência que conhecemos hoje e toda a base da civilização “judaico cristã” ou romana, cujo centro é a competição e a oposição irracional entre o Homem e a Natureza. A principal dessas doutrinas, que deu origem material a principal filosofia política nascida na Alemanha e na Rússia entre os séculos XIX e XX, foi o Socialismo e o Comunismo que tem como base justamente a ideia de uma evolução mecânica, casual e inexorável, que emergiria sempre da destruição de tudo o que é tradicional e conservador. Essa é uma tentativa brutal, pela revolução, de impor pela força um materialismo extremo e irracional, exatamente como fez, anteriormente, com uma outra roupagem, Constantino. O ponto de convergência e de identidade entre esses dois assaltos brutais é a eliminação do real conceito de ciência e sua substituição por doutrinas espúrias e perversas. A igreja romana de Constantino, aparentemente tão perseguida pelo Socialismo e o Comunismo materialista, é, por outro lado, o seu verdadeiro fundamento. Hoje já aparecem as tentativas bizarras de criar um híbrido com politização da doutrina da igreja católica – a “teologia da libertação”.


O que isso tem a ver com a questão da ciência? Tudo, no sentido da separação do Homem da Natureza e na imposição de cima para baixo de um modo de vida e regras estatais que eliminam toda a possibilidade de conhecimento e aplicação dele pelo homem, individualmente.
A evolução mecânica, inconsciente e inexorável sonhada por Darwin em sua hipótese pseudocientífica – um rebelde e revoltado com o estado de coisas de sua época, especialmente contra o clero – lançou as bases permanentes e profundas de toda a política atual e da assim chamada “ciência” de hoje. Essa mesma ideia é central no Comunismo.
Em resumo, a eliminação e o afastamento, a proibição de acesso e das decisões individuais na vida são comuns entre essas doutrinas. Diminuem as possibilidades das pessoas terem qualquer poder decisão e de acesso ao conhecimento e ao controle dos meios de aplica-las. Elas só podem receber esses benefícios pagando e se submetem as regras sem questiona-las. Toda a narrativa do acesso aos avanços da tal ciência são ilusórios e se traduzem em controle de comportamento. Ou seja, o real acesso ao conhecimento e a aplicação desse está cada vez mais limitado. A tecnologia substituiu a ciência.
O modo de vida e o submeter-se a essas normas sociais para poder sobreviver são absolutamente e completamente destrutivos e obrigam as pessoas a recorrerem frequentemente e ciclicamente a esses mesmos recursos para continuarem a viver. Ou seja, viver na atual civilização é destrutivo para a saúde e depois é necessário pagar e se submeter para apenas aliviar os efeitos dessa destruição.

Ao que chamam de “ciência” está inteiramente apoiado na ideia de “evolução”, ou seja na melhora casual, aleatória, mecânica e inconsciente, sempre do pior para o melhor, do inferior para o mais preparado (no caso dos organismos) e em “descobertas” dessa mesma ciência que supostamente, levariam o Homem a um estado ideal na luta contra a Natureza, hostil e inimiga. Os princípios e métodos da ciência jamais são questionados, assim como seus membros.
No caso, os mais preparados (evoluidos, segundo essas ideias) dominariam sobre os menos preparados, com a justificativa de que saber mais e ter mais significa que há uma diferenciação evolutiva e não só daria o direito à dominar como até seria uma obrigação de reger sobre os menos dotados – um tipo de benevolência! Isso está explícito em muitas doutrinas políticas e foi e é amplamente usado hoje. O nazismo, o comunismo e o Islã são as materializações mais emblemáticas desse pensamento. Porém, as sociedades chamadas de democráticas também compartilham dessa ideia em muitas de suas instituições e, sempre, na ciência, integralmente.
Voltando um pouco na questão das origens dessas ideias na religião, um dos expoentes do cristianismo reformado, Martinho Lutero, um seguidor fiel do paulinismo escreveu um livro: “Os judeus e suas mentiras”! Esse livro era consultado diariamente por Hitler e certamente, contribuiu em muito para a “solução final”. O desprezo pela vida, pela natureza e pela saúde é uma das marcas mais fortes do cristianismo romano. Quando e onde essa religião dominou de forma mais abrangente coincidiu com os períodos de maior imundície e má saúde.

Somente uma redescoberta e um retorno a verdadeira Ciência e a rejeição de todos os produtos sociais, políticos, culturais, filosóficos, religiosos e tecnológicos, poderá, eventualmente, trazer esperança para a sobrevivência e o desenvolvimento humano.

A Pseudociência da Medicina

Toda a pseudociência está envolvida e ocupada e sob ordens estranhas e opostas aos interesses pessoais. É uma ciência do engano e da manipulação e controle. O que fazem não pode curar ou evitar as doenças, mas se ocupam em suprimir sintomas e sufocar as reações de defesa e de autocura.
Afirmam saber o que se passa no organismo e o que suas drogas e manipulações fariam para corrigir e/ou curar os defeitos e fraquezas orgânicas de uma espécie imperfeita e ainda num processo casual e mecânico de evolução.
É evidente que isso são teorias falsas e com péssimos resultados revelados diariamente em fatos por centenas de anos.
A ignorância e o descontrole levaram a maioria da humanidade a perverter seu organismo e ao total desconhecimento das leis da vida e a estranheza e temor de sua própria fisiologia. Assim, estão dependentes dos charlatões oficiais e daqueles a quem servem. O destino da humanidade nunca esteve antes tão comprometido porque a agressão a natureza e a vida são intensas e continuadas. E são essas manipulações destrutivas e anormais que impedem um retorno a saúde e a vitalidade.
Quanto mais se submetem aos “tratamentos” menor é a chance de cura, de volta ao normal e de sobrevivência porque esses procedimentos são todos antifisiológicos.
Sim temos direito à vida e a saúde por nós mesmos. Isso é algo que somente cada pessoa pode e deve garantir.
No momento que se permite que outros ou que o Estado determine como viver, e submeta as pessoas a práticas invasivas para supostamente curar, não há mais nenhuma liberdade ou garantia. O conhecimento está todo segmentado e o nível de consciência rebaixado e assim, fica impossível tomar todas as informações juntas, relaciona-las e atribuir-lhes significado.
A vida, e portanto, a saúde (que significa, plenitude de vida) vem de cima e de dentro – não pode ser manipulada, alterada, mudada, construída ou acrescentada de fora e debaixo. É óbvio que assim como a pseudociência não pode criar a vida, também não pode curar porque saúde é vida.
De fato, ninguém pode curar ninguém – isso é uma prerrogativa do organismo, exatamente como na nossa dimensão a vida só vem da vida.
Toda a medicina, assim chamada científica, é uma farsa e um fator de destruição e encurtamento da vida. Assim como não entendem o que a vida é e não podem produzi-la, igualmente, não podem restaurar a saúde. Não entendem com o que estão lidando, mesmo que obtenham efeitos mágicos e próprio de feiticeiros, logo esses se revelam em farsas e desastres. Só podemos ajudar realmente o suporte de vida com os elementos naturais.
Não é muito incoerente que alguém pretenda salvar vidas sem saber o que é, do que depende e usando elementos e intervenções contrárias à vida – ou seja, venenos, terror, ameaças, radiações ionizantes, vacinas ablação, etc.?
A causa da má saúde é, foi e será os maus hábitos de vida – um viver contra as leis naturais. A restauração da saúde só ocorre com um viver correto somado aos elementos que a suportam e não pode ser conduzido a não ser pelo próprio organismo, assim como, para o surgimento de uma nova vida, precisamos partir de um organismo VIVO – só vida produz vida! Portanto, a vida e a cura não podem ser produzidas de fora e por ritos chalatanescos, ignorantes e estúpidos. Todo o entourage tecnológico com sua linguagem rebuscada não vale nada.
A pretensão da pseudociência em deter o conhecimento e os meios para curar são patéticos e falsos. O que fazem são mascarar sintomas e propaganda enganosa.
O instinto de vida, aplicado como lei social, a autopreservação pelos seus guias, o prazer e a dor, é a base de toda a justiça e equanimidade. O problema é que o nível de degradação da humanidade fez de um bem, uma grande mal.
Sensações básicas como a de dor e prazer são para servir de guias, de guardiões, indicando um caminho correto que garante a vida e todas suas benesses.
O problema é que a sensação de si, a percepção fiel das necessidades, foi pervertida a um tal nível que essas sensações que deveriam ser percebidas a partir de situações reais são agora buscadas de maneira doentia, como uma forma de se sentir vivo através de dor e prazer extremos experimentados alternadamente. Essa busca de provocar impressões de sofrimento e êxtase é neurótica e pode se dizer, se tornou uma segunda natureza no homem de hoje. O motivo disso é que, na maioria, nada sobrou de vivo, de alma, e os zumbis (Homens) se esforçam por reproduzir a sensação delicada e sutil da vida em tormentas violentas de dor e prazer. Essas máquinas inconscientes e sem rumo buscam como fim último de suas existências sentir com cada vez mais agudeza a dor e o prazer inclusive em detrimento de sua própria VIDA! O pêndulo percorre o caminho alternando com cada vez mais velocidade e intensidade, só sendo apreciado nos seus extremos. É nítido e inegável que as manifestações da cultura e da arte representam esse estado doentio da humanidade com representações grotescas e cruas que tentam reproduzir esse estado perturbado, enquanto estimulam nas pessoas essas sensações alteradas. É claro que toda a sensibilidade fina e sutil tende a desaparecer completamente e só coisas brutais conseguem produzir alguma sensação, essas, obviamente, nada a ver com o instrumento delicado de uma pessoa íntegra, que a capacita a perceber o que é para a vida e o que é para a morte através dos guias do prazer e da dor, percepção natural de seus organismos.
Esse é um dos principais motivos para a submissão abjeta da humanidade – completamente desvitalizada, exausta, desassossegada, apavorada, viciada em sofrer e gozar e profundamente doente. Aceitam, nessa condição, qualquer coisa que as faça sentir vivas, seja pela dor ou pelo prazer – nada mais importa! Agora são marionetes que só se movem por estímulos cada vez mais extremos e cruéis. Não é de admirar que o mundo está nas mãos dos piores.

As Causas Ocultas do Desastre

As sociedades assim chamadas de democráticas ou de repúblicas federativas constitucionais de um só golpe estão perdendo tudo o que conquistaram e a civilização ocidental revelou toda a sua fragilidade.

Essa regressão e degradação se deve principalmente à perda da individualidade e a entrega ao estado do bem mais precioso que é a vida. Como o Estado passou a controlar e a garantir, supostamente, a saúde, também se apropriou da vida – quando, como, quanto e por que meios você  poderá viver!

O conhecimento sobre as leis da vida é o antidoto para esse verdadeiro horror.
Para não ser manipulado é necessário ter poder de manter e recuperar a própria saúde.
A economia, a política devem ser funções das leis cósmicas e naturais e essas, necessariamente, conhecidas e praticadas por cada ser humano.
O medo, a dependência e o uso de paliativos para as assim chamadas doenças e seus agentes, os gérmens, só podem ser superados para sempre por aqueles que sabem como funcionam.
Sobre isso, e nesse momento, para desfazer toda a farsa midiática e sanitária é preciso saber que:

“Quando metabolismo oxidativo cessa e um corpo morre, as cargas negativas de superfície são perdidas e o terreno fica ácido (hipoalcalino).

As microzimas respondem a sinais bioquímicos – o mais importante sendo o PH. A condição de doença é um meio que apresenta para as microzimas um sinal bioquímico prematuro, significando que o organismo está morto – acidez! Elas (microzimas) mudam consequentemente suas funções e evoluem em formas fermentativas mais vigorosas que refletem (se traduzem) em doença (sintomas como a gripe, por exemplo) – o que Bechamp chamou de “microzimas morbidamente tranformadas”.

Se o hospedeiro (você) não se esforça, enquanto ainda é possível se ajustar, será reciclado mais cedo do que seria o caso (morre!). A saúde por viver saudavelmente e, também, a vida depende da bioquímica sã” – e essa de manter por meios naturais um equilíbrio metabólico (PH).

Flúor – Crime contra a Saúde Pública


Introduzir um produto tóxico, mortal a 5g apenas, nas águas das cidades, é um crime pavoroso.
Os prejuízos do flúor à saúde são conhecidos e os benefícios são todos questionáveis.
O flúor está amplamente distribuído naturalmente no solo, águas e ar. Não se conhece nenhum “carência” mineral do flúor – todos estamos muito supridos por flúor através de um modo normal de vida. Todos os riscos estão no excesso de ingestão e jamais na falta.
O flúor, por sua toxicidade extrema é considerado um VENENO e nunca um produto alimentar ou remédio.
Forçar a população ingerir esse veneno camuflado e escondido nas águas servidas nas cidades é inadmissível.
Está provado por milhares de estudos que o flúor tem um benefício modesto em termos de redução das cáries e isso, nada tem a ver com o uso interno, mas apenas com o uso tópico (diretamente nos dentes). O Flúor tem, um custo terrível em prejuízos ao sistema nervoso, hipotireoidismo, fluorose dental e esquelética (destruição de dentes e ossos!), desequilíbrio enzimático e eletrólito e câncer.
O Estado comete crime contra a saúde pública, transformado em lei por legisladores cretinos ignorantes e forçado e incentivado por pesquisadores, por doutores e sanitaristas irresponsáveis.
Os nazistas queriam “envenenar” as águas americanas com flúor em 1940! Esse é mais um produto usado para diminuir a capacidade reprodutiva, mas pior, está ligado a uma provada redução na vontade e, portanto, num método químico de controle mental da população.
Continuem acreditando na “bondade” do Estado, nos cientistas e de seus governantes! Certamente não estão trabalhando por sua saúde, mas pelo poder.

Implante Macabro


O super esforço em perverter a mente humana é contínuo e eterno.
A atual crise (Pandemia), que está longe de seu final e que sempre e facilmente poderá ser reeditada, se deve a conceitos errados, a ideias falsas e a modo de vida contra as leis naturais.
Seja em ciência, em política ou religião tudo é feito para implantar crenças falsas e superstições. Não vivemos em um mundo onde a instrução, o questionamento e a ciência dominam, mas num mundo de pseudociência, pseudo-religião, pseudojustiça que foram impostos à humanidade como verdades e valores indiscutíveis por especialistas, por religiosos e reforçados pela propaganda e pela mídia massivamente, continuamente.
Basta apresentarem alguém como autoridade num assunto, alguém com prestígio que o povo se ajoelha e adora como a um deus. O nível de mediocridade e passividade é assustador.
O cinema, a literatura e a mídia são os grandes responsáveis pela paralisação do pensar. O baixo nível e a incoerência na apresentação dos assuntos é geral e tende a piorar. Na medida que as pessoas não querem fazer o esforço de pensar por si próprias e suas condições psíquicas involuem, o nível dos assuntos apresentados é cada vez pior.
Séries e filmes sobre saúde, sobre crises, sobre a ameaça de um apocalipse, estão sempre presentes e cada vez com menos argumentos reais e factíveis.
House, The Good Doctor, Apocalipse Zumbi, Contágio, Guerra Mundial Z, Helix, Pandemia, entre centenas de outros produtos semelhantes, são construídos sobre argumentos e narrativas falsas e insanas.
Décadas desse bombardeio de filmes, literatura, notícias e disseminação da farsa sobre a natureza, sobre a saúde e a doença, formaram nas pessoas ideias e conceitos completamente ilusórios e falsos sobre tudo e principalmente sobre a saúde.
A coisa chegou num tal nível de degradação que tudo o que for lançado será imediatamente tragado e assimilado como fato incontestável e seguido como lei indiscutível.
Maliciosamente a arte, a literatura e a mídia trabalham com falsidades e horrores criando heróis, culpados, vítimas e soluções mágicas, superstições tolas e boçais. Isso não é uma brincadeira como a maioria acredita. Jogos eletrônicos também devem ser lembrados como peça importante na destruição do psiquismo e na predisposição a violência e na aceitação da narrativa charlatanesca.
A ideia do inimigo externo, nas curas imediatas e milagrosas, no superpoder de médicos e de seu arsenal de drogas e vacinas contra os inimigos invisíveis e perversos, são infantis, pura feitiçaria e tolices.
Os episódios de um House, de The Good Doctor, de entrevistas de doutores, cientistas e especialistas são fantasias de canalhas perturbados e de uma maldade incapaz de ser imaginada pelos doutores nazistas da II⁰ WW!
Todos contam mentiras como fatos científicos com pose de autoridades e a segurança de mestres. O mal que isso fez e faz às pessoas não pode ser calculado.
Uma completa limpeza da mente, mas crenças e conceitos – que são lixo tóxico, carregados e usados com reverência por uma multidão de tolos, é necessária e urgente.
Não há nenhum “patógeno” tão mortal quanto esse lixo e veneno implantado nas pessoas como verdades.

Estupidez

Qual é a consequência de usar uma prova falsa para condenar uma pessoa?
Crime pavoroso!
Todos os testados para o COVID 19 estão sendo condenados por serem portadores e transmissores sãos ou doentes de um suposto patógeno, injustamente!
Nem o teste, nem o vírus, nem os sintomas são FATOS CIENTÍFICOS!
Tudo está na base de suposições, da propaganda e do pânico. 
1. Não há provas de que o vírus seja causa de doença.
2. Não há evidências de como seja o contágio e se há mesmo qualquer contágio.
3. A medicina jamais teve qualquer tratamento efetivo para as “viroses”. Não há provas de antivirais que curam ou de que as vacinas imunizem – não há provas científicas.
Tudo se baseia nas teorias não comprovadas de que se a vacina provoca uma reação do sistema imunitário então seria eficiente para “ensinar” o organismo a se defender. Jamais se fizeram testes científicos entre grupos que receberam vacinas, grupos que não receberam e aqueles que receberam placebo! Ou seja, NÃO HÁ PROVAS CIENTIFICAS da validade de se vacinar!
Por outro lado, há provas estatísticas de que as vacinas NÃO FUNCIONAM e que são perigosas!
Todas as doenças que diminuíram não foram por causa das vacinas, mas por mudanças importantes nos hábitos de vida.
As crenças em vacinas e nos métodos de evitar o contágio e transmissão são pura superstição chamada indevidamente de ciência. Nenhum povo selvagem e bárbaro acreditou e se submeteu ao que os “civilizados e cultos” fazem hoje diante do vírus shing-ling e da ditadura de prefeitos e governadores corruptos e ignorantes.
Esse povo imbecil e estúpido merece o seu destino.