A Natureza nos criou?


Não há nada no planeta ou no Universo casual, acidental. A vida orgânica é um todo inter-relacionado onde cada coisa e ser tem seu lugar, função e razão – como uma imensa criação coerente tudo tem objetivo, foi pensado. Portanto, não há nada a ser reparado, melhorado ou consertado pela ciência.
O uso da força, a eliminação e a destruição de partes da natureza pela violência e ignorância tem consequências terríveis para o Homem, finalmente. Esse todo orgânico, vivo em que se constitui o universo, a galáxia, o sistema solar e a Terra, com toda a vida, incluído o Homem não é sem razão e função. Antes de saber e compreender de onde, como e porque, o Homem tem feito guerra contra o meio ambiente e realizado mudanças para fins utilitários. É como se diante de um equipamento funcional começasse a eliminar peças e substituir outras para usar partes ou ainda mudar o projeto sem compreender quase nada dele. O estrago é certo e poderá, a longo prazo, tornar tudo inviável para a vida.
É claro que o Homem, a Natureza onde está inserido, o sistema solar, a galáxia e todo o resto são interdependentes. Precisa ser muito ignorante para sequer imaginar que são coisas desconexas e acidentais.
A insistência e o fanatismo que propagandeia e impõe a ideia de um universo, vida e evolução acidental, através de mutações que “criam”, de espécies inferiores outras superiores, sendo o Homem um desses acidentes casuais, justifica a ação caótica estúpida do homem sobre a natureza e sobre ele mesmo. O Homem moderno e pós moderno está mais míope do que nunca sobre seu papel e condição. Não só não sabe como despreza saber – ele quer agir e resolver problemas a curto prazo.
Exatamente na direção contrária a visão de uma concepção inteligente e conectada de tudo, a “ciência” e as crenças do homem comum são de que o Universo, a Natureza e ele mesmo são acidentes sem sentido e podem ser mudados, eliminados e ter suas partes extirpadas sem nenhuma consequência.
A Natureza não criou o Homem. O Homem faz parte do projeto (da Mente) que pensou a Natureza e todo o resto. Dada sua condição especial, o Homem é um experimento especial que tem um propósito mais complexo e elevado, mas certamente, não pode ser tomado à parte da Natureza – ele não tem nenhum sentido e chance isolado.
Desconhecendo o todo e com uma abordagem analítica das partes sua ação é destrutiva e perigosa. Esse é o método e filosofia da ciência – pragmatismo a curto prazo.
A adaptação e as correções do planeta em face da ação grosseira e destrutiva humana é um fato inegável porém, tudo isso vem em detrimento do homem em saúde, energia, inteligência, sensibilidade e consciência. Sim, o Homem de hoje está cada vez menos capaz de pensar por ele mesmo, de evoluir. E cada dia as máquinas assumem as funções humanas. A civilização desce, sem freios, a Torre de Babel que reconstruiu. Parabéns!

Além da Mente

Arrependei-vos ou Ide além de vossas mentes


O ensinamento do Mestre tem sido miseravelmente mutilado e distorcido.
Quando ele ensinou sobre a proximidade do Reino do Céu e o que nos cabe, o sentido de seu ensinamento foi completamente distorcido por escribas maliciosos.
As bíblias oficiais traduziram, incorretamente, mudando todo o sentido assim:
Arrependei-vos porque o Reino do Céu se aproximou”.
A tradução correta é:
Ide além de vossas mentes porque o Reino do Céu se aproximou”
Ora, arrepender-se é emocional, não tem o intelecto envolvido. Ir além da mente, superar o modo de pensar habitual e substitui-lo por um novo, por ideias novas, é mental, é racional!
A palavra grega que está nas bíblias oficiais é metanóia (traduzida por arrepender-se) – é ir além da mente, mudar o pensamento.
A porta de entrada para a salvação, para a transformação, é a mente e não o coração. Esse é o primeiro movimento, mesmo que não seja o mais importante. A graça vem antes, em importância, que a verdade. Mas, não se pode chegar ao coração, as emoções, antes de passar pelo intelecto. E deve-se notar que só uma ideia nova, verdadeira, repleta de significado tem o poder de arrastar e erguer emoções. O bem da verdade só é possível se a mente se abre para receber as ideias que descem do alto, do Reino do Céu, da humanidade consciente, do homem com uma compreensão superior. O Mestre é um homem assim e atraiu muitos ao círculo interno.
A bondade só tem valor se for voluntária e consciente. Um ato de bondade inconsciente, ignorante, não tem valor real. Não pode haver escolha se não há conhecimento e se não se pode escolher entre ideias e caminhos.
Ao traduzir metanóia por arrependimento, as escrituras foram distorcidas e pouco ou nada se pode fazer com esse ensinamento porque o arrependimento precisa antes de conhecimento, de novas ideais, além e superiores àquelas que cada um de nós recebeu na vida e que são inadequadas para entrar no Reino. Aquele convidado que se apresenta nas bodas sem as roupas adequadas e acaba por ser expulso. As ideias do mundo são essas vestimentas inadequadas.
Se você está pensando que não sabe que novo conhecimento é esse, mas que seria fundamental saber, então está no caminho que o Mestre indicou.
Pouco ou nada é possível extrair do evangelho sem ajuda daqueles que têm um conhecimento superior e já experimentaram seu poder e evoluíram. O Evangelho não pode ser assimilado em todo o seu potencial sem antes uma extensa e intensa preparação voluntária.
O pressuposto de que padres e pastores teriam essa compreensão é falso. Eles não sabem nada porque, da mesma forma que os fiéis e adeptos dessas igrejas são ignorantes sobre esse conhecimento desconhecido e que não chega facilmente ao povo.
Houve um rompimento entre aqueles que foram aceitos e se iniciaram (e tinham as condições para compreender a linguagem e as parábolas e significados do ensinamento e todo o drama da vida do Mestre) e o desastre que foi o assalto as Congregações pelo império romano no século IV – e que deu origem as religiões oficiais. Esses ignorantes roubaram e destruíram a essência do ensinamento e transformaram uma doutrina esotérica, para poucos, em uma religião estatal hegemônica, para todos, cheia de dogmas e falsificações.
Não imagine que você está preparado para compreender o imenso conhecimento condensado no Evangelho, mas acredite que há escolas capazes de lhe ensinar uma nova linguagem universal – a mesma que foi escrita o Evangelho, e semear em sua mente ideias que, crescendo, lhe possibilitarão compreender, verdadeiramente, os mistérios que estão ali codificados.

A Filosofia da Saúde

No prefácio de seu livro, Toxemia Explicada, o Dr. Tilden nos brinda com a explanação clara e contundente da filosofia da saúde.

Para aqueles que buscam a verdade, o texto a seguir iluminará suas mentes, desmistificando e fornecendo conhecimento verdadeiro.

 “Desde os tempos imemoriais o homem tem buscado um salvador; e, quando não busca um salvador, está a procura de uma cura. Ele acredita em paternalismo. Ele espera conseguir algo em troca de nada, desconhecendo que o maior preço que se paga por qualquer coisa é tê-la de graça.  

    Ao invés de aceitar a salvação, é melhor merecê-la. Ao invés de comprar, implorar, ou roubar uma cura, é melhor parar de construir a doença. A doença é criação do próprio homem e, coisa pior do que a estupidez de comprar uma cura é permanecer ignorante para acreditar em curas.

    As falsas teorias da salvação e de curas tornaram o homem um mendigo mental, quando ele deveria ser o árbitro de sua própria salvação e, certamente, seu próprio doutor ao invés de ser um escravo de uma profissão que nem produziu sua própria salvação da doença, nem descobriu uma simples cura em todo o longo período da existência do homem na terra. Ouvimos sobre curas pelas dietas, nutricionistas, alimentos balanceados, dietas da carne, dietas de vegetais, e outras dietas – alimentos quimicamente preparados de todas as espécies. Os leitores estão perplexos com centenas de revistas sobre saúde e milhares de idéias sobre saúde. Há milhares de escritores especializados que não a reconheceriam se a encontrassem na rua. Fanatismo, intolerância, estupidez e mercantilismo são os principais elementos no complexo dietético que no momento atormentam o público.

    São curas que o povo quer, e são curas que os médicos e terapeutas simulam fazer; mas no máximo somente alívio é dado.

    A periodicidade que caracteriza todos os desarranjos funcionais do corpo concorre para que pareçam verdadeiras as afirmações dos traficantes de cura de que seus remédios curaram seus pacientes, quando a verdade é que a assim chamada doença “segue seu curso”. A verdade é que a assim chamada doença foi uma crise toxêmica e quando a toxina foi eliminada abaixo do ponto de tolerância, a enfermidade passou – e, automaticamente, a saúde retornou. Mas a doença não foi curada; porque a causa (os hábitos enervantes) continuaram, toxinas ainda se acumulam, e no devido tempo outra crise aparece. A não ser que a causa da Toxemia seja descoberta e removida, crises se repetirão até que desarranjos funcionais cedam lugar à doença orgânica

Toda profissão (médica) está ocupada em medicar crises de Toxemia – curando (?) e curando (?) até nocautear com doença crônica qualquer órgão que foi o alvo da crise tóxica”.

Biogenia e o Mistério da Vida

A Biogenia significa literalmente “produção de vida” (bio=vida e genia= produção). A Biogenia trata, portanto, da vida e coloca sua ênfase na vida humana, que é o centro da vida orgânica no planeta Terra.

Os biólogos têm estado discutindo interminavelmente sobre a questão da vida. Mas não resolveram a principal questão, objeto de seu estudo, que é a vida. As ciências que se baseiam na Biologia e na Fisiologia como a Medicina ficam comprometidas em suas teorias e práticas porque partem de pressupostos sem base real. A vida é para eles algo que ocorre, da qual eles pressupõem que venha do NADA!

Para a Biogenia a “nossa maior posse é a vida”, ou seja, nada pode ser mais importante e nada pode diminuir, impedir, prejudicar ou destruir a vida e tudo deve aumentar, franquear, beneficiar e criar vida.

Houve no passado um grande embate entre a abiogênese e a biogênese. A Biologia considera a biogênese um fato, mas paradoxalmente, assume que a vida deve ter acontecido em algum momento, em algum lugar, de alguma forma e a partir daí, tudo caminhou como sobre “rolamentos”, sem nenhum atrito e aqui estamos nós todos. Eles partem, portanto, da abiogênese porque acham que a vida veio por acaso de substância mortas – o que significa algum grau de “geração espontânea”.

Na verdade, se nós estamos vivos, nós já fomos vivos em algum outro organismo VIVO antes. A vida não pode vir de coisas mortas. De onde veio, portanto, o primeiro organismo vivo? Não se pode pensar na vida à parte de organismos vivos.  Com toda a tecnologia existente a vida não foi jamais “criada” em laboratório e certamente não tem a menor possibilidade de ocorrer a partir de matérias inanimadas. Portanto, a tese da abiogênese é incorreta. A vida só vem da vida. O homem, particularmente, compartilha com outros animais superiores uma condição que não pode assimilar nenhuma substância morta. Os sais minerais (oriundos do solo e da água) precisam passar antes através do sistema vegetal para depois poderem servir como alimento para o homem. Não há, a nosso nível, como obter vida da morte. O homem só pode alimentar-se do que está vivo. E esta é a principal tese de nutrição da Biogenia. Alimento morto, cozido, congelado, é sempre impróprio e é um fator de degeneração, de envelhecimento.

A tese biológica de que há uma gradual transição do inanimado para o vivo é um mito e uma impossibilidade já muito bem demonstrada pela natureza.

Somente as coisas vivas movem-se, reproduzem-se, crescem, mantém a sua identidade, e alimentam-se transformando matéria em energia. As coisas vivas dirigem as suas próprias atividades; produzem sua potência específica usando energia de fora; e incrivelmente, se regeneram.

         A vida é por si só um movimento organizador. Ela dirige os materiais e poderes externos para o seu uso e utilidade.

Conhecemos a reprodução da vida como o meio fundamental de produzir mais vida visível através do nascimento de um novo ser independente.

Os biólogos e anatomistas estudam coisas mortas quando dissecam cadáveres: a atual Biologia antes de tudo é necrologia.

Explicar o orgânico em termos de química e mecânica é uma impossibilidade porque não há aí o elemento “vida”. O que nós vemos nos organismos são ações e não meras reações químicas.

A vida é o principal motor da existência. O que ela é; de onde se originou; o que se torna na morte; e qual a sua natureza, não foi nem de longe aproximado pela ciência oficial.

A vida só pode continuar enquanto o organismo controla os meios necessários à vida e não é controlado por eles. A vida representa finalmente, a vitória sobre a morte, sobre o inanimado. O Universo inteiro tem como objetivo “vivificar” a matéria.

Todo o organismo vivo tem um propósito a cumprir sem o qual sua existência é, ou seria inútil. A mente humana é uma pequena parte da enorme mente a qual pertence a vida. Sabemos e somos pouco conscientes da inteligência que nos habita e rege nossa vida e a mantém.

Ao construir o corpo, a vida age como se conhecesse e ainda predissesse. Na vida há ordem, previsão e economia. Não há vida sem inteligência, e vida significa, sem dúvida, inteligência superior, propósito, consciência, mesmo que nem sempre autoconsciência.

O corpo vivo não é construído de fora para dentro, mas de dentro. O desenvolvimento do organismo é a revelação do plano (da ideia que está por trás da vida).

O organismo é produto de evolução e não de involução. E tudo ocorre segundo um plano sem nenhuma possibilidade para o acaso. Não há acaso no mundo orgânico!

A vida comanda as forças químicas e orgânicas e não o contrário. A vida não se manifesta por um corpo construído, ela constrói o corpo!

A vida não é o resultado da complexidade celular, mas é a complexidade celular que é o resultado da vida.

A ciência moderna tende a ser materialista e a negar a existência de propósito na natureza. A ciência insiste que para interpretarmos a vida devemos nos colocar fora de nós mesmos. A Biogenia nos devolve esta perspectiva, de colocar a vida no centro de nosso interesse: tudo o que beneficia a vida é bom, tudo o que a prejudica é mau.

A vida das plantas e dos animais está interligada e entrelaçada em uma interdependência pouco aparente e amarrada a algum grande propósito cósmico.

Toda a vida é relacionada e normalmente cooperativa. Não há possibilidade de sobreviver sem cooperação. Os nossos órgãos e funções cooperam e assim a vida se mantém. A competição é anti-vida e o resultado da ignorância sobre a razão da existência.  

Evolução e Felicidade

Pois é, as ideias insanas e nada científicas de Darwin logo tiveram ampla aceitação, na época,  em primeiro lugar, porque pregavam o roubo justificado, a apropriação dos bens do próximo, a superioridade de uma classe social sobre a outra  – o que originou as ideias nazistas a partir de um texto do primo de Darwin, Francis Galton em seu Hereditary Genius onde declarou: “o incompetente, o inválido e o desalentado” como uma ameaça ao bem-estar da sociedade por causa de seu hábito “de produzir grandes números de empobrecidos, doentes e filhos miseráveis.” E sobre os homens de pele escura mostrou todo o seu racismo quando escreveu: “A média intelectual padrão do negro é alguns dois graus abaixo do nosso próprio”. E, ainda, pregava que cada raça era uma ESPÉCIE diferente (origem da filosofia da eugenia de Hitler). Hoje, em segundo lugar, os nossos materialistas empedernidos, na falta de alguma ideia melhor sobre a vida e sua diversidade, e para não admitirem que tudo é produto do pensamento, de uma inteligência grandiosa, adotaram alegremente  e facilmente a HIPÓTESE da evolução e assim, por tabela, a hipótese de que todo o nosso Universo, com toda a sua perfeição seja produto do mero acaso, e também a matéria, a energia e todas as leis perfeitas que governam tudo, incluindo o homem e todos os bilhões de seres mais ou menos evoluídos que vivem neste vasto mundo.

O que se observa, contrariamente à doutrina evolutiva darwiniana, é uma estabilidade extrema dentro das espécies. Não se tem notícia de uma espécie se transformando em outra, mas observamos que há uma ordem que não permite um afastamento da identidade que define a espécie. Todas as variações fora dos padrões da espécie são indesejadas e todas as mutações, sem exceção, levam a uma diminuição da eficiência do novo indivíduo e a sua futura extinção. Não há mutações “boas”. É preciso ter muita imaginação, ou melhor, ser muito supersticioso para desejar que seja possível este nosso Universo, a vida e toda a sua multiplicidade, nasça e se desenvolva do nada e do acaso, de desordem, de mutações fortuitas. A matemática mostra, sem dúvida, que isto é impossível pois as probabilidades de uma tal “evolução” ocorrer sobre estas bases de mutações são absolutamente improváveis. A questão do DNA é uma jogada maliciosa dos “cientistas” de deslocarem a atenção para uma base incorreta. Toda a imensa complexidade contida no princípio da transmissão de características através dos genes (DNA e RNA) exige uma explicação e uma origem que a “ciência” é incompetente para explicar. O DNA deles veio de algum lugar, aliás tudo vem de algum lugar – há certamente uma origem e uma origem inteligente. Não há e não pode haver nada que não tenha antes sido pensado! Todas as coisas que conhecemos foram de alguma maneira pensadas. Uma cadeira, uma mesa, etc. E assim é na Natureza, sempre há um começo e este começo não pode ser inferior ao resultado. Isto é, o homem que pensou uma cadeira, uma mesa é superior à sua criação. A ideia de que possa ocorrer uma “evolução” do mais simples para o mais complexo por nenhum motivo, casualmente, é uma total insensatez e impossibilidade matemática, biológica e racional! Os pensamentos e as emoções são anteriores ao mundo material e não um resultado dele. Achar que a matéria inerte produz pensamentos, sentimentos, consciência e vida é tentar inverter o verdadeiro sentido das coisas.  No caso, é o invisível que produz o visível e a física moderna já demonstrou, com toda a certeza, através da teoria da relatividade e quântica que matéria e energia são intercambiáveis e que há influência do pensamento sobre a matéria. Assim, nós somos o que pensamos, e o nosso futuro será aquilo que nós pensamos hoje. Se somos infelizes ou tentamos ser felizes com a infelicidade de outros viveremos em um mundo que construímos dia após dia e sem nenhuma possibilidade de escusa. A felicidade se constrói através dos bons pensamentos, boas palavras e boas ações todos os dias de nossas vidas. 

O Mashiakh – o Cristo

  1. És o Mashiakh, o Filho do Deus vivo, que desceu do céu e habita no coração daqueles que creem e obedecem à justiça”. E o resto ergueu-se e disse, cada qual à sua maneira: “Estas palavras são verdadeiras: assim nós cremos”.
  2. Yaohushua respondeu: “Bem-aventurados sois vós, meus doze, que credes; porque carne e sangue não teriam revelado isso a vós, mas a Ruach de Deus, que habita em vós. Sou, verdadeiramente, o Caminho, a Verdade e a Vida; e a Verdade compreende todas as coisas.
  3. “Toda Verdade está em Deus, e dou testemunho à Verdade. Sou a verdadeira rocha e sobre esta rocha construirei minha congregação , e os portões do Sheol não prevalecerão contra ela; e desta rocha fluirão rios de água viva para dar vida às pessoas da terra”.

Quando Yaohushua pergunta aos apóstolos quem ele era, contrastando com o que as pessoas de fora afirmavam, eles imediatamente responderam que: “És o Mashiakh, o Filho do Deus vivo, que desceu do céu e habita no coração daqueles que creem e obedecem à justiça”. Ou seja, que o Filho do Deus vivo, desceu do céu, de uma dimensão superior, inacessível aos sentidos e que, exclusivamente “habita no coração daqueles que creem e obedecem a justiça”. Ora, eles não apontaram para Yaohushua, a pessoa física, mas para o Mashiakh que habitava a ele e também a aqueles que podiam recebe-lo.
Também Yaohushua lhes disse que carne e sangue não lhes teria revelado isso. Portanto, não foram seus olhos, ouvidos, tato ou mesmo suas mentes naturais que poderiam compreender, mas uma condição especial, merecida, conquistada, que lhes abriu para essa revelação – isso vem de dentro, do alto e não de fora, seja de um documento, de um sacerdote ou autoridade.
Acrescenta ainda, que essa revelação origina-se da Ruach de Deus (Espírito Santo) que estava neles!


A insistência de certas crenças em apoiarem todo o seu discurso em heróis e profetas externos demonstra o quanto são incapazes de compreender que o Trabalho é na direção de uma mudança da mente, num acrescentamento da consciência, na conquista da vontade e da individualidade – de um Eu Real.

Nada pode acontecer fora, no mundo que irá salvar ou acrescentar entendimento como uma dádiva, sem o esforço ordenado e inteligente e pessoal. O que Yaohushua e outros conquistaram e que ensinaram precisa ser voluntariamente recebido, compreendido e praticado. Isso não passa automaticamente para os “crentes” porque dizem hipocritamente que “acreditam”.


O céu é um estado, uma conquista pessoal com a ajuda da humanidade consciente, por aqueles que já percorreram o caminho.

Comer como se fizesse uma Oração


Não basta evitar o negativo e os erros, mas é preciso substitui-los pelo positivo e o correto.
Não é por acaso que o Homem tem muito mais potencial do que aquele necessário para conseguir apenas sobreviver. Mesmo que à maioria não interessa mais do que “gozar a vida” e vencer os inimigos há muito mais a conhecer e viver do que simplesmente comer, copular, comprar, ostentar, entre outras atividades sociais e pessoais.
O esforço, em todas as suas formas, devolve multiplicado em benefícios. O que se faz é importante, mas como se faz define e separa a humanidade que pode evoluir da humanidade inconsciente e mecânica.
Alimentar-se é uma ocasião, senão a mais preciosa, para lembrar de si mesmo, para despertar do hipnotismo da vida e se voltar para a essência do que somos. O lado mais elevado da vida, que sempre se conecta a nosso estado interior, a nossa psiquê, precisa estar presente na melhor forma para fortalecer tudo o que é bom e positivo em cada um – aquilo que é invisível aos outros, mas real e fundamental a cada um de nós.


Comer, se nutrir, é pois uma ação sagrada, elevada, feliz, necessária e importante e nos retira, por momentos, da vertigem dos assuntos diários.
Lembre de você nas refeições e aproveite para deixar todo o resto fora desse momento. Vale muito comer com atenção e reverência

Jamais Encher o Estômago


As necessidades nutricionais não são as mesmas para várias condições da vida: idade, atividade, sexo, saúde, tipo físico (genética), entre outros fatores menos importantes.
Para simplificar a regra a ciência da Biogenia concluiu que se ingira a metade da quantidade que seria suficiente para sacia-lo.
Encher o estômago em cada refeição é uma das principais causas de mal-estar e doenças. Não é o que se ingere, mas o que seu corpo consegue efetivamente digerir. As enzimas e as condições internas de seus órgãos digestivos é que vão determinar o quanto que você pode comer em uma refeição.
Depois que você já comeu além de sua capacidade de digerir e/ou sobrecarregou seu estômago, pouco se pode fazer. O costume (mau) de provocar o vômito para se aliviar ou, para comer mais, é em si um estado doentio e certamente vai destruir sua saúde.
O uso de drogas para esvaziar o estômago – muito comum, é uma abominação. É melhor comer muito pouco ou até pular uma refeição do que fazer uso de produtos que alteram o processo digestivo. Essa prática é idêntica a de colocar o dedo no fogo e depois tomar um analgésico. Melhor não queimar o dedo!
Se você está incapacitado para digerir os alimentos você precisa de um tratamento para devolver sua condição natural e não de remédios. Procure ajuda de um biogenista ou de um higienista natural. A cura está em seu próprio organismo e não fora dele.
A energia fornecida pelos alimentos é só uma das que você precisa. Comer como um hipopótamo não é adequado a um ser humano. A mania de desenvolver músculos por vaidade e para alto desempenho, exceder todos os limites físicos, o uso de concentrados e complementos sempre vem acompanhado de comer em excesso. Atividade física intensa não compensa os males de comer muito, de encher o estômago. Essa é a fórmula perfeita para o envelhecimento precoce.

Hipóteses, modelos e “teorias científicas” sobre a formação do Universo, sobre a Vida e o Homem


Me perdoem os entusiastas e crédulos sobre a pseudociência atual: todas as hipóteses e teorias e seus porta-vozes e cientistas são patéticas e ridículas.


Stephen Hawking, Darwin e congêneres são sonhadores, enganadores. Tudo o que afirmam como verdade, como ciência, não resiste a um questionamento de um adulto saudável. Essa gente tem a ousadia de impor seus sonhos como fatos e uma multidão de crédulos em suas tolices.


Nenhuma doutrina religiosa e mística ou filosofia é tão fantástica e supersticiosa quanto a tal “ciência”. Seria muito mais honesto dizer: ‘não sei, não faço ideia’!
Na origem dessa massa incoerente e desconexa está o domínio e o controle da humanidade, em tornar pessoas saudáveis, inteligentes e questionadoras em idiotas e tolos.


Precisamos mesmo desses cientistas, líderes, profetas? A necessidade não está em cada indivíduo, mas naqueles que desejam impor seu poder sobre seus semelhantes.


Essas teorias e sua propaganda contínua na mídia é um real obstáculo ao crescimento e desenvolvimento da compreensão. Uma pessoa que ouve e se satisfaz com esses mitos está condenada a mediocridade.

Coma durante o dia


Somos parte da natureza e assim, estamos sujeitos às leis que governam tudo o que se encontra no planeta. Em cada e sobre cada coisa que se encontra e vive aqui essas forças exercem sua influência e se manifestam particularmente. Ou seja, há algumas variações na aplicação das leis sobre cada coisa, viva e inerte, sobre a Terra. Nada, por outro lado, está livre dessas influências e só pode continuar se se submete a elas.
Estamos construídos de tal maneira que o nosso metabolismo está regido pelos ciclos de claridade e escuridão. A fase anabólica, onde a ingestão e digestão ocorre desimpedida, em oposição à fase catabólica, onde outras funções opostas estão priorizadas, acontece durante o dia! Assim, a alimentação deve ocorrer de preferência durante o dia, no meio do dia, com o sol a pino quando o organismo pode realizar o pleno aproveitamento dos nutrientes.
Comer a noite e na madrugada representa várias dificuldades e péssimas consequências para a saúde. Durante a escuridão e até o meio da manhã o organismo está ocupado com as funções catabólica – de eliminação, de reconstrução celular e repouso. Evite interromper e sobrecarregar seu organismo nessa fase – isso intoxica e envelhece!