Vacinados – serão todos aidéticos!


As vacinas são as armas de guerra de extermínio em massa. Ao se deixar injetar sua imunidade natural será destruída e você desenvolverá sintomas da AIDS, ou seja, ficará sujeito a infecções oportunistas e morrerá em agonia.
Isso será usado para justificar mais restrições, violência estatal, escravidão, e forçar a mais inoculações. E a narrativa será que o vírus mutou e que agora está mais mortal. Não há saída para isso.
Por que? Porque desconhece completamente a Lei da Vida. Viveram irresponsavelmente, seguiram por todas suas vidas falsos profetas e agora estão doentes, fracas, sem vitalidade. Sequer conseguem imaginar uma vida diferente da que levam, apoiada em falsos princípios, em mentiras. Seus hábitos são construtores de doenças e estão dependentes do sistema. Seus patrões querem escraviza-las ou simplesmente, abate-las e crema-las.
Não podem compreender e de nenhuma maneira atentam para qualquer coisa que contrarie suas crenças. E, são essas crenças que as estão condenando. Vão ser mortas acreditando que estão sendo curadas. Pobres diabos!

A Perversão do Instinto na vida Civilizada

O que é preciso pontuar é que as pessoas não podem, instintivamente e biologicamente viver amontoadas como estão fazendo hoje. É evidente que, por vários motivos, sendo o principal relacionado a vitalidade, o instinto se diluiu e certos aspectos culturais promoveram, ademais, comportamentos contra a preservação.
Ao obrigar as pessoas a essa convivência anormal, como a das grandes cidades, ocorreu uma anulação e distorção do instinto de preservação. Isso impediu as guerras, e propiciou uma explosão populacional. Ademais, o instinto de viver mais afastado, em evitar os semelhantes, foi alterado para tolerância e aproximação porque foi associado a sobrevivência.
Todos os comportamentos naturais de autodefesa e agressividade foram atenuados para impedir a manifestação do instinto. Isso afetou profundamente a sexualidade e a capacidade de encontrar e escolher parceiros compatíveis.


Há no homem a necessidade de espaço, de estar sozinho, de ligação com a natureza, de meditar e ouvir o silêncio. A agitação, estar sempre cercado de outras pessoas, num ambiente artificial, poluído e barulhento o impede um desenvolvimento normal, altera sua natureza mais profunda, o torna agressivo de uma maneira neurótica e mal dirigida.
Mesmo negando e camuflando a natureza auto-preservativa do homem os adeptos do coletivismo não podem negar que o instinto natural molda o indivíduo que deve, necessariamente, garantir sua vida e bem estar para, em seguida, poder fazer o mesmo a outros (“ama teu próximo como a ti mesmo“).
Qualquer coisa que se interponha entre o homem e suas necessidades básicas são interpretadas como uma ameaça séria de sua integridade e desencadeiam comportamentos de defesa e ataque para eliminar a ameaça.


O fato é que o modo de vida assim chamado “civilizado” é absolutamente antinatural e doentio. A luta por território, por reproduzir (escolher o companheiro (a)) por defender a família e, antes a si mesmo, é da natureza humana. Obrigar o homem a uma vida que não respeite essas necessidades é um prejuízo grave e irrecuperável.
Os instintos humanos são necessários, não devem ser alterados ou suprimidos e menos ainda exacerbados colocando a pessoa em situações artificiais onde fique obrigada a atacar seu semelhante ou vulnerável. Não há nada errado com a natureza humana, mas certamente, há muito que está pervertido na sociedade.
As necessidades humanas foram todas ignoradas, negligenciadas e alteradas na vida “civilizada”. O resultado são seres doentios e que manifestam uma agressividade neurótica que se volta contra eles mesmos, contra a natureza, objetos, e moldam seres revoltados e rebeldes.
Toda essa perversão está presente na vida real e nas manifestações culturais.
Um homem, produto da atual civilização, jamais será normal e não desenvolverá seu potencial. O modo de vida civilizado é uma fábrica de seres doentes.
Essas condições artificiais e portanto anormais, prejudiciais à espécie, à saúde, à vida e à sociedade, levam a consequências graves e, entre elas, a da superpopulação. Ao inibir e deformar o instinto, a vida “civilizada” retira do indivíduo o controle interno salutar de comandar sua própria vida segundo sua natureza e em harmonia com o meio. Com isso, todo o autocontrole de seus instintos sexuais e tudo o que resulta dele, ficam sob o controle externo artificial, maliciosamente alterado por uma ideologia, por uma política alheia a natureza humana. A consequência é um comportamento sexual alterado, deformado, que não responde mais ao interno na sua relação com a natureza, mas a sinais e comandos vindos de fora. E esse comportamento sexual, de defesa, territorial, protetivo, familiar, que deveria regular a população, ou seja, o número de indivíduos por território, não ocorre naturalmente e temos uma explosão populacional.

À pouco, a “riqueza” de uma nação era medida por sua população abundante, hoje, isso já é uma maldição. As máquinas assumiram o lugar das pessoas na produção de bens e até de alimentos e pessoas são indesejáveis e apenas um peso para o país e também para o mundo, segundo certos grupos de influência e controle.
Há várias tentativas ocultas e mais explicitas em diminuir a população, em controlar a população em todas as suas manifestações e comportamentos. A “pandemia” atual e tudo o que a precedeu é um exemplo inegável de como estão tentando “resolver” a distorção que eles mesmos criaram ao interferirem na natureza humana. Por outro lado, mundo despopulado, esterilizado e rico que imaginam, será absolutamente insano.

Ao invés de aumentar a autonomia e a liberdade estão criando meios mais violentos e absolutos de controle. Isso terá como consequência homens-robos, cupins, máquinas biológicas cada vez mais dependentes de estímulos e comandos externos. Ou seja, tudo se encaminha para a eliminação do humano a uma velocidade assustadora.

Quem ainda consegue visualizar essa realidade pavorosa, só tem uma saída, fugir de tudo o que representa essa civilização alienígena – desumana e doente.

O Povo clama por Justiça!

Precisamos dos Soldados para Vencer a Guerra


Acredito que como eu, a maioria dos patriotas se sente agredido e inseguro diante da ausência absoluta da lei e das forças municipais e estaduais comandadas pelos alcaides, governadores e o STF.


Esses inimigos do povo fizeram das forças policiais, todas elas, uma ameaça séria à vida, à liberdade, a propriedade e à saúde.


O nosso presidente tem o dever, como chefe supremo das Forças Armadas, de colocar seus soldados para proteger o povo, garantir a ordem e assim, que as pessoas possam ganhar seu sustento, ir e vir livremente e escolher como e se querem receber a ajuda oferecida pelo estado para sua saúde.


Minha sugestão é que coloque nas ruas, permanentemente, as Forças Armadas como um meio de se contrapor a ameaça real criada pelos inimigos do povo: governadores, prefeitos e os ditadores do STF.


Os nossos direitos devem ser restaurados imediatamente e o presidente tem o poder de nos defender das agressões e ameaças desses insanos.
Não há como confiar mais em nenhuma das forças policiais, sejam municipais, estaduais ou federais – se mostraram inimigos do povo e da Constituição.

Crítica Imparcial do Modelo Social


Ao ignorar a criação e a ordem em que se manifesta, o homem dessa época vem errando e destruindo sua vida, de seus semelhantes e mesmo o futuro.
A ideia de que somos produto do acaso e do acidente, que a vida e o universo surgiram do nada, que as leis são apenas propriedades naturais da matéria, dá suporte a uma visão do mundo invertida.
Isso de alguma maneira autorizou aos assim chamados intelectuais e especialistas a apresentarem um modelo pervertido da cultura, da política, da natureza humana, da economia, da ideologia.
Esses ignaros apresentam a ideia de que a ideologia ou cultura determina a política, a política a economia, a economia a natureza humana e, a natureza humana, as leis!
Essa é uma inversão completa e danosa da Ordem Universal.
Os elementos da vida humana que interessam para nossa análise são: a Lei (o invisível que determina tudo), a Natureza Terrestre (o Homem ao centro), o Sistema Econômico, o Sistema Político e a Cultura (ideologia). Todos eles coexistem em uma unidade dinâmica inseparável.
Entre eles, a Lei, sendo a origem de tudo, não tem um fundamento acima dela, mas é ela mesma o fundamento de todo o resto.
Assim, a Lei é o fundamento da Natureza Terrestre; a Natureza Terrestre é o fundamento do Sistema Econômico; o Sistema Econômico é o fundamento do Sistema Político; e o Sistema Político é o fundamento do Sistema Ideológico (Cultura).
É primordial compreender que a Natureza Terrestre é o real fundamento do Sistema Econômico, enquanto que o Sistema Econômico é o reflexo da Natureza Terrestre, ou, pelo menos deveria ser quando são observadas as leis que regem a vida.
Quando se imagina o funcionamento do Universo Cósmico, a Lei, e da Natureza Terrestre fica claro que as leis que os regem são eternas e imutáveis, mas que o Sistema Econômico, Político e Ideológico, estão sob leis mutáveis, parciais que mudam com o tempo e a circunstâncias. O fato de ser assim é determinado por uma inversão de valores, o que acaba por desconectar o Universo Cósmico e a Natureza Terrestre dos outros fatores de organização da vida em sociedade.
O problema que se impõe é que o Sistema Econômico tem funcionado em detrimento da Natureza Terrestre e, mais especificamente, em detrimento da natureza humana, sua biologia, sua fisiologia, sua psicologia, enfim, suas características naturais.
Ora, a humanidade tem necessidades fundamentais e secundárias.
No caso de um Sistema Econômico ignorante e desinteressado destas necessidades haverá consequências negativas para a vida humana. O assim chamado “modelo econômico”, em geral, desconhece e menospreza a questão humana, focando-se principalmente no lucro, na acumulação de bens, na balança comercial, mercado, e outras questões menores em contraste com a vida, saúde e felicidade humana. Para atingir seus objetivos, a vida, a liberdade e o bem-estar são sacrificados. Os valores absolutos da Natureza Terrestre são subordinados, assim, a valores relativos de um determinado momento e a vida humana é colocada a serviço dos interesses de estado, de partidos políticos, de um déspota, etc.
O que não se compreende é que o desassossego, a competição, as mudanças de métodos e filosofias que se revezam – em ciclos de ascensão e queda – são devidos a uma visão parcial, casual e acidental do homem porque, seja uma ideologia de “direita” ou “esquerda” , de conservadorismo ou progressismo, socialismo ou capitalismo elas pressupõem que sua cultura deva determinar tudo: a política, a economia, ao homem e a natureza. O que significa que essas abordagens são uma inversão dos elementos da vida humana, a qual se faz perturbada, doente e infeliz porque é instável e mutante a cada ciclo. Todas essas visões e filosofias de mundo impõem suas ideologias ignorando, por ordem hierárquica e de fundamento, a Lei, a natureza, a economia, a política e a cultura, as quais devem ser construídas de cima para baixo, sendo que a Lei deve determinar a economia, a economia a política e a política a cultura (ideologia).
Ao ignorar e negligenciar a origem e a ordem, tudo fica sem fundamento e invertido e os resultados sempre serão maus e auto destrutivos. Essa é uma das principais razões dos ciclos de construção e destruição inexoráveis, macro e micro das sociedades, povos e civilizações. Esses sistemas ideológicos se caracterizam pelo empirismo, pelas marchas e contra marchas, e finalmente pela violência e pela substituição por uma ideologia oposta – não há, finalmente nenhuma estabilidade, ou seja, nenhum progresso real, paz, harmonia e felicidade, mas ciclos.
Os grupos ideológicos buscam tomar o poder e impor sua agenda e disciplina baseados em mentiras, em ilusão e sonhos tolos. A humanidade sofre nas mãos dos conquistadores e aventureiros que se revezam no poder e acabam por fazer da vida um inferno na Terra. O fato é que as sociedades derivadas dessas ideologias são insustentáveis porque invertem completamente a ordem dos fatores da organização social, começando pela Lei. Ao ignorar a Lei seu conceito da natureza terrestre e de seu principal elemento, o próprio Homem, estão distorcidas e apoiadas em fantasias, em uma visão do Homem imposta pela ideologia em voga. Assim, as necessidades humanas e sua real natureza não são levadas em conta e toda a cadeia se apoia em quimeras econômicas, políticas e culturais insanas e sem fundamento real.
Além é claro da ignorância envolvida, há a vaidade e o egoísmo de determinar os caminhos para a sociedade de seus valores e desejos, em detrimento da verdade e do bem – não lhes importa o que é e o que deveria ser, mas o que sonham e desejam.
Concluindo, desde essa perspectiva, as ideologias, qualquer uma delas, são todas um grave prejuízo à vida e à justiça. A aparência de uma e de outra encerram diferenças e podem ser melhores ou piores, mas são, fundamentalmente, erradas!
Somente um recomeço, pela ordem, pela Lei e considerando a natureza e as necessidades do Homem pode construir uma sociedade/civilização realmente humana!

O mau uso da Tecnologia

A expansão artificial dos sentidos naturais


Os meios artificiais estão substituindo nossos sentidos e avançando onde eles não alcançam. Há duas consequências imediatas do uso da tecnologia: 1. A substituição inexorável da realidade, tal como nossos sentidos são capazes de apresenta-la, por uma realidade virtual e artificial 2. Com essa ampliação da percepção natural, uma manipulação da realidade, dos fatos, por sinais de uma suposta realidade micro ou macro distorcida e o uso disso de maneira maliciosa por aqueles que detém a tecnologia e o poder de usa-la e impor suas conclusões às pessoas.


O homem é um experimento em auto-evolução e está dotado para crescer na direção interior de seu potencial psíquico-espiritual.
Aquilo que não se pode captar com os sentidos naturais não deve ser acessado senão através dos sentidos interiores.
O motivo disso é que aquilo que nossos sentidos naturais não captam não é mais objeto da nossa realidade material e acessa-los através de meios artificiais apresentará sempre dados distorcidos e dará poder para aqueles que dominam a tecnologia de distorcer a realidade e afastar o homem de seu caminho de crescimento.


Os supostos “avanços” podem ser comparados a magia negra, a feitiçaria, a um arrombamento ilícito de uma mundo semente, onde está a origem. Lembrem da intenção de Lúcifer de invadir o céu, de tomar o poder divino à força.


As coisas naturais são como são por um motivo justo. Elas devem ser compreendidas em toda a sua extensão, mas não modificadas para um uso escuso e egoísta.
Somos nós que precisamos nos desenvolver e não tentar um acesso ao invisível por meio da tecnologia. Substituir o homem e seu potencial divino por máquinas, por coisas mortas é um grande erro e ameaça.


A evolução interior é a única forma de conhecer o universo, hoje inacessível aos nossos sentidos, pelo que ele é realmente e o seu significado. O uso da tecnologia para isso não somente apresenta uma realidade distorcida como retira da pessoa a possibilidade de evoluir e compreender outras dimensões e acessar novos significados. Ainda, a tecnologia é um meio de dominação sobre aqueles que não compreendem o que ela significa e que não tem recursos para usa-la.


O abuso da palavra ciência como meio de calar e submeter o povo aos detentores do poder – que a tecnologia lhes dá, acusando as pessoas de ignorantes e limitadas (pelos seus sentidos), é própria dos feiticeiros e sacerdotes desonestos que sempre manipularam a opinião popular.
O que deve ser entendido aqui é que, o abuso da pseudociência e da tecnologia é um retorno à superstição, ao medo, ao domínio pela força e uso de manipulação da realidade por grupos de poder. Não é um avanço, mas um retrocesso perigoso ao barbarismo e uma condenação a esse.

Pseudociência da Saúde


A humanidade tem sido enganada e injuriada por aquilo que hoje se tornou uma crença fanática. Todos os joelhos se dobram diante da “ciência”. Entretanto, esse objeto de crença e adoração não passa do mais abjeto paganismo, uma adoração de um deus de pés de barro.
Mas, no caso, há algo muito pior do que só superstição, há um método e intenção de destruir aqueles que seguem esse falso deus.


O que está por trás desse imenso sistema é uma máquina cruel de destruição da humanidade. Tudo que emana dele vem adornado de benevolência e cura, mas está repleto de venenos variados.
Se um de seus sacerdotes, a que eles chamam de cientistas, especialistas, doutores, fazem uma declaração, essa é tomada como a exclusiva e absoluta verdade, jamais combatida por seus pares. O “debate” científico é uma quimera.
A propaganda e informação massiva e agressiva não deixa nenhum espaço para ponderar ou procurar alternativas. Todas as outras filosofias da saúde foram censuradas, perseguidas, apagadas, impedidas de trabalharem – só a abordagem oficial é legal e tem respaldo jurídico estatal.
Como cada vez lidam com coisas mais sutis e desconhecidas, invisíveis e só supostamente detectáveis por processos químicos tecnológicos e não há outras ideias concorrentes, só resta ao povo crer na palavra de seus sacerdotes. Aqui, nenhuma lógica e pensar é possível porque o objeto e suas relações são inacessíveis aos “leigos”. Não estamos mais lidando com fatos acessíveis aos sentidos, nem com relações, as quais tem regras, mas com mistérios só permitidos aos eleitos.
As pessoas devem ser absolutamente passivas e submissas a tudo o que se refere a essa pseudociência, ou melhor, a essa crença supersticiosa. E é essa a intenção: impedir toda a ação e opção e simplesmente se deixar conduzir, tratar. A tecnologia retira das mãos das pessoas todo o poder de decidir e de pensar sobre suas vidas e portanto, sobre a sua saúde. As pessoas são tratadas como coisas a serem manipuladas e elas mesmas se veem incapacitadas a qualquer ação de auto cuidado – elas foram totalmente esvaziadas de conhecimento que lhes permitiria autopreservação.
Todas as “armas e métodos de combate” as assim chamadas doenças, objetivam atenuar sintomas, anestesiar e impedir ao organismo reagir, e já são responsáveis por produzirem 60% de todas as doenças – iatrogênicas.
Seus métodos são antifisiológicos, tóxicos e experimentais – empíricos. Tudo está apontado para a eliminação dos sintomas e as causas são ignoradas e negligenciadas.
A manipulação genética, intoxicação, alteração da fisiologia, danos estruturais, desvitalização, dependência viciosa, são a tônica dessa abordagem.
Na verdade, a humanidade não tem nenhum benefício de se submeter a essa religião tecnológica e tem todas as desvantagens.
Mas, a questão aqui é que esse é um instrumento de submissão, de alteração e eventualmente, de extermínio.


A Ciência da Saúde trabalha com fatos científicos e leis da fisiologia e ensina as pessoas a manter e recuperar sua saúde e vitalidade – ensina a autocura! Isso é radicalmente o oposto da doutrina médica oficial.


Entretanto, ao que chamam de medicina, supostamente apoiada em rigorosas regras, leis e fatos observáveis se fez em um sistema supersticioso, místico, inacessível, caro, dependente de tecnologia e de “profissionais”. O que deve ser compreendido é que, assim como toda a disciplina dependente da tecnologia, a intenção é de que seja mesmo inacessível ao povo quanto ao seu entendimento e aplicação. Não se trata do que é bom e do que é verdade, mas de quem detém o poder.

A medicina se tornou, junto com outras das maravilhas da civilização, uma disciplina voltada para destruir a saúde e quiçá um instrumento eficiente e esterilizado de controle e extermínio. Os fatos recentes corroboram essas conclusões.

A Humanidade e Aliens


Desde muito há sinais de vida inteligente com tecnologia avançada além da humana “visitando” o nosso planeta.
Também, há um esforço suspeito dos governos em ocultar e mentir sobre o assunto.
Hoje, com o acesso facilitado à informação está cada vez mais evidente que há um certo “intercâmbio” de tecnologia entre essas civilizações/espécies inteligentes e o núcleo dos governos.
O que esses Aliens são, não vem tanto ao caso, quanto o que querem e qual sua intenção em se imiscuir nos assuntos da espécie humana.

É ridícula e tola a ideia romântica de que eles teriam interesses de ajudar a espécie humana e que viajariam pela galáxia para nos “salvar”. Obviamente que culturas e civilizações altamente avançadas tecnologicamente o fizeram, em detrimento do avanço psíquico/espiritual e que objetivam mais do que tudo, o domínio, o controle e a transformação da natureza com propósitos puramente utilitaristas: poder, controle, domínio, submissão de outras espécies.


O sonho tecnológico é patético, estúpido e oculta uma ameaça real à vida e a consciência. Para os ignorantes o progresso e a meta deve ser o domínio da natureza a qualquer custo, o avanço absoluto da ciência e da sua aplicação utilitária – a tecnologia.
Há registros de que essa tecnologia existiu aqui já antes, em várias épocas e foi aplicada para escravizar a humanidade e sua aplicação sempre resultou em extermínio.
Os tolos acreditam que só agora a humanidade, pela primeira vez, em detrimento dos bárbaros e incultos dos passado – como os pós modernos imaginam, atingiu um grau de “evolução” científica que jamais alcançou antes – o que seria altamente questionável.
O resultado final e aplicação desse poder material sempre foi o de domínio e opressão e daí os governantes deterem para si os segredos e o acesso a eles.
A única possibilidade razoável dessa associação entre essas culturas estrangeiras e os nossos governantes está na seleção, aniquilação, domínio e transformação da humanidade em escravos obedientes, úteis e submissos.
O verdadeiro avanço, que tem a ver com a humanidade, é exclusivamente psíquico e espiritual e esse, não pode caminhar lado a lado com a tecnologia, com essa ideia utilitarista e cruel da ciência materialista.
O alerta está claro e não há muito o que dizer. Se embrenhar em detalhes é se perder num emaranhado de hipóteses. Quem avançou na conquista da vontade e da consciência não tem dúvida que esse caminho, no qual os donos do poder moldaram e se associaram com outras inteligências, é contra a humanidade – e os fatos são inegáveis – nunca antes a liberdade, a igualdade e a propriedade estiveram tão restritas e ameaçadas – vivemos um estado de guerra constante, um desassossego estafante e desvitalizante. Essa condição não é casual, mas intencional para que as pessoas não possam exercer suas funções interiores e evoluir como seres humanos espirituais.


As “maravilhas” da tecnologia e da ciência são armas contra a humanidade e não a favor dela e nisso há uma conspiração hedionda entre aqueles que as detém e interesses terríveis de outras inteligências.
Está na hora de despertar e trabalhar na direção oposta!

Se dar conta do horror

Se dar conta da própria condição e da vida que leva


A vida nessa civilização é a coisa mais perversa, nojenta, desassossegada, doente, falsa, sem sentido, estúpida e tola que se possa imaginar. Mas, dada a condição decadente e degradada das pessoas, não conseguem se dar conta do horror de suas vidas e do destino terrível que os aguarda.
Tudo que cerca as pessoas é anormal, mau e doente. Não é apenas ruim no sentido de doloroso, mas está construído para perverter, para levar ao esquecimento, ao desvio de seu propósito.
Agora que as massas estão, em sua maioria, insanas, não servem mais para nenhum propósito e a maioria será descartada.
Toda a tecnologia, os assim chamado “avanços”, são instrumentos de controle e poder nas mãos das autoridades constituídas e das grandes empresas. O que chega ao povo são brinquedinhos ridículos para distrai-los. As armas de extermínio estão nas mãos dos poderosos e são cada vez mais mortais. Vacinas, drogas, armamentos convencionais, de vigilância, a mídia, um arsenal com o único propósito de dominar e submeter as massas.
Vocês acham que eles se matarão entre eles? Jamais! Vão “cortar na carne”, no seu próprio povo e fazer um “acordo de cavalheiros”! Por isso, mesmo com todos os motivos para uma guerra extensiva, ela não acontece.
A vida atual sempre foi um faz de conta doloroso na espera de milagres e salvadores e agora, fomos jogados vivos no inferno. Não há um único aspecto da vida em sociedade, sob o comando dos usurpadores que seja normal ou suportável – é uma tortura diária com garantias eternas para continuar.
Parem de olhar para as sombras projetadas na parede. A realidade está no outro lado. É preciso ver quem os manipula e sair da caverna.

Acordem!

Há uma Saída, mas tem Preço e Prazo


A realidade brutal se revelou em toda a sua crueza e violência. A maioria faz um esforço angustiante para não ver ou considerar sobre seu significado.
Todos os sonhos e projetos foram esmagados. Não há nenhum futuro melhor, mas, certamente, pior!
Ninguém virá salva-los. O seu suposto “salvador e líder” não sabe o que fazer, não pode fazer e não vai realizar nenhuma de suas necessidades e/ou sonhos.
É preciso entender qual sua real condição – você é um escravo, sem nenhum direito e logo será um mendigo rastejante que aceitará tudo para não morrer de fome ou ser eliminado.
Lutar por manter o sistema, compactuar com o que é vicioso, falso, ameaçador, inseguro, perverso é ser insano, suicida. O que estão se preocupando e lutando para manter está condenado a ser sua sepultura.
Não quero dar nome e identificar os atores porque isso deve fazer parte de um esforço pessoal, de uma necessidade legítima e estado de consciência. Quem não se interessa não saberá do que estou trazendo e para esses, nada mudará e estão já condenados.
A agonia, o desassossego, o esforço para algo que não existe e não resultará em nada positivo são como artérias abertas por onde sai toda a vitalidade e energia.
Investir no que já está morto e podre, no que é uma quimera, um sonho tolo, será fatal, porque há um tempo para agir. Logo, muito breve, nenhum movimento será possível.
Isso foi assim no passado e há muitos exemplos contemporâneos. Milhões e, possivelmente, bilhões serão moídos pelo monstro impiedoso.
O se dar conta e procurar a verdade é pessoal; o movimento não pode ser solitário e a nova vida dependerá dos irmãos em ideias e sentimentos para tornar possível a vida.

A vida de ontem, que agora não é mais possível, acabou. Somente uma vida completamente nova, apoiada em princípios verdadeiros, na Lei, será uma garantia de vida, de saúde, de paz.

Simbiose com os Microrganismos

A importância dos microrganismos e nossas interações não podem ser desprezadas – não existiríamos ou funcionaríamos sem os nossos parceiros microscópicos. Desde há muito os membros do grande reino dos microrganismos funcionaram como uma força seletiva moldando a evolução eucariótica. As relações simbióticas co-evolutivas entre microrganismos e organismos multicelulares (nós) são a construção proeminente da vida na Terra.

Semelhante a todas as formas multicelulares, o corpo humano é hospedeiro de uma biota natural elaborada. Portanto, somos compostos de muitas espécies, com um campo que abarca não somente o genoma humano, mas também aquele dos nossos simbiontes microscópicos. Os microrganismos em nosso corpo que ultrapassam as células que contém nosso DNA exclusivo são da ordem de 10 elevado a 9 potência. 100 trilhões desses microrganismos são encontrados em nossos intestinos. Esses seres microscópicos simbióticos são responsáveis pela quebra de nutrientes e toxinas que de outra maneira não poderíamos digerir ou que nos matariam e, ademais, regulam o equilíbrio entre a energia usada e guardada. Muitos nutrientes essenciais são produzidos pelos microrganismos que hospedamos. E, mais do que tudo e principalmente, proveem ao nosso organismo com defesa vital por destruir invasores patogênicos e competir com eles. As relações complexas genéticas e autoimunes ocorrem entre esses microrganismos – não seríamos capazes de reações autoimunes eficientes sem essas relações simbióticas.

Um dos principais fatores da construção desse sistema simbiótico com os microrganismos está na alimentação. A fermentação interna saudável só pode ocorrer a partir de alimentos que são suscetíveis de uma fermentação por microrganismos que se desenvolvem e entram por alimentos vegetais frescos e fermentados. Alimentos extremamente cozidos, esterilizados, conservados por aditivos químicos e originados de carcaças de animais produzem microrganismos patogênicos e/ou destroem a biota saudável ou a impedem de se desenvolver. Um meio digestivo alterado suprido por produtos inadequados alterará profundamente a biota intestinal e geral do organismo com reflexos prejudiciais sobre a imunidade, metabolismo, nutrição e toxidade.

É evidente que a presença de microrganismos classificados pela pseudociência da medicina como “patogênicos” é completamente incorreta por vários fatores: a simples presença de um determinado microrganismo não significa doença; a maioria, senão todos eles têm um papel no funcionamento fisiológico em certas quantidades; o equilíbrio dessa biota é que determina a saúde; é impossível equilibrar e devolver a saúde de fora, por meios artificiais.

É conhecida a história das comunidades hindus que vivem à beira do Ganges, muito contaminado por microrganismos e outros parasitas, que não adoecem tomando água diretamente dele. Seus intestinos contém uma flora microbiana que os defende eficientemente daqueles contidos nas águas não tratadas. O modo de vida, que inclui vários fatores, principalmente o alimentar, o compartilhamento dessas comunidades microbianas com a mãe e familiares, entre outros fatores, constrói defesas eficientes contra a invasão de microrganismos que para outras comunidades humanas seria perigosa. 

Os assim chamados microrganismos, todos eles, incluídos os virais, são ubíquos e estão em toda parte, dentro e fora do organismo e não podem e não devem ser “combatidos” por quaisquer meios artificiais – vacinas e venenos farmacêuticos – com a consequência inexorável de destruir para sempre todo o equilíbrio dessa simbiose saudável entre o homem e o mundo microscópico.

O que deve ser compreendido e aplicado são modos de vida saudáveis que harmonizam e acrescentam a convivência simbiótica entre o homem e os microrganismos. Eles não devem ser combatidos, mas conhecido o seu papel e função na saúde e desenvolvimento humano.