A nossa mais preciosa posse é a Vida


Acreditamos que devemos mobilizar todas as forças da Vida contra as forças da morte!
A propriedade da própria vida e, portanto, de nosso corpo, é indiscutível e inegociável.
Ninguém pode, em nenhuma circunstância se apropriar do corpo de outrem, da vida e dos meios necessários a ela e isso significa o livre acesso a todas as fontes naturais necessárias a manter a vida.
Qualquer coisa que se oponha a isso não pode ser aceita. Deve-se lutar com todos os meios para defender a vida e, portanto a saúde. Pois a saúde é um sinal de vida e qualquer diminuição da saúde é uma redução da vida.
A não ser que isso esteja bem claro em suas consequências e significado uma pessoa perderá a posse de sua vida, saúde, liberdade e felicidade – ou seja, tudo!
Dizer que a nossa mais preciosa posse é a vida pode ser óbvio, mas é meramente filosófico e teórico se não se entende que se deve mobilizar todas as forças da Vida contra as forças da morte. E isso só é possível se conhecemos essas forças positivas e negativas e podemos prever no nosso entorno o que nos é benéfico agora e no futuro e, idem, o que pode nos destruir, aniquilar.
Ao entregar nas mãos de outrem, do Estado, sua vida, saúde e as fontes necessárias à elas, um homem estará se condenando a escravidão, na melhor das hipóteses.
E é essa, exatamente, a condição geral da humanidade. O acesso direto e pessoal as fontes da vida e da saúde estão cada vez menos acessíveis e essas são maliciosamente controlados por aqueles que objetivam a dominação e o poder.

Os meios para sobreviver, como e quanto estão cada vez mais restritos e exigem de cada pessoa que se submeta a uma das ocupações regulamentadas, as quais são remuneradas segundo seu papel político. Não há mais livre acesso aos meios de sobrevivência e saúde – tudo é indireto e deve passar pela chancela das “autoridades constituidas”.
É útil e até urgente meditar um pouco mais sobre essa questão. Sua vida e seu bem estar dependem disso.

Desde muito cedo a questão profissão e emprego são entendidas como os únicos meios de sobreviver. A relação entre o homem e a natureza está cada vez mais distante. Não há como viver e ser saudável sem essa relação direta e íntima.

A Saúde por Viver Segundo as Leis Naturais


As consequências de viver contra a Lei da Vida são o sofrimento, a escravidão e a morte.
Os paliativos para mascarar os sintomas e, supostamente curar e prevenir as doenças, são tão mortais quanto as próprias doenças.
Além da destruição das funções orgânicas e de órgãos , submeter-se a ditadura medico-sanitária significa a completa escravidão de toda a humanidade. A atual crise por uma suposta doença viral é o resultado inegável das consequências funestas da crença supersticiosa nos falsos princípios da pseudociência que fundamenta a medicina oficial.
A Ciência da Saúde conhece e pratica os princípios que garantem a saúde perfeita e os meios de recuperar e manter a verdadeira saúde. Esses princípios são absolutamente antagônicos aos da medicina.
Ser livre, feliz e estar em condições para uma evolução interior tem como pré-requisito adotar um outro modo de vida e, possivelmente, viver em contato com as fontes da vida e da saúde: na natureza. Pretender ter saúde e não adoecer respirando ar contaminado, desequilibrado ou insuficiente é obviamente impossível – isso qualquer tolo pode entender. Porém, há muitas outras condições necessárias, mesmo que não suficientes, só encontradas na natureza, que são imprescindíveis para a saúde.
É claro e inegável que as condições a que se submete o povo e as quais são impostas por uma ditadura perversa, são as causas diretas e incontornáveis da doença, da desvitalização e destruição das características humanas.
As grandes cidades são cânceres extra-corpo que logo produzem enfermidades terríveis em todos que vivem sob sua influência. O ser humano simplesmente não pode viver sob essas condições anormais.
Também, é evidente que há um preço a pagar para ser livre, saudável, feliz e ter paz. Quem quer pagar esse preço?

Comentários sobre a Crise


A atual crise é o exemplo clássico, sempre esquecido de outras pandemias. Entre essas, a mais pavorosa e mortal teria sido a “Gripe Espanhola” que matou entre 50 a 100 milhões de pessoas. O caos foi total e muitos morreram de fome, suicídio, violência e depressão com todas as suas consequências no organismo.
Bem ao contrário aos filminhos de Hollywood onde a OMS, o CDC, os cientistas e doutores identificam o “paciente um” e encontram rápida e eficientemente a “cura”, na vida real a história é outra.
O fracasso, o caos, o pavor, os erros primários e mortais no enfrentamento dessas crises tem sido uma constante.
Se você tira do médico suas drogas e o protocolo de uso, ele está absolutamente incapacitado. Sobre o Coronavírus, esses pseudocientistas não sabem nada, para variar, e não fazem a menor ideia de com que estão lidando – isso no século XXI!
Mas, o que custa a ser compreendido pelo cidadão comum é que esses aprendizes de feiticeiros tem mais autoridade que qualquer mandatário, que a lei, mesmo que um ditador de uma republiqueta qualquer.
A mentira sobre a vida, a saúde e a doença vai acabar por aniquilar a humanidade, não sem antes, muita dor e sofrimento. O ponto é que toda a medicina, sem exceção, está apoiada em princípios falsos – os quais antes tinham a ver com lucro, mas hoje tem a ver com poder político absoluto.
As provas de imagens dos supostos vírus, os testes para identifica-los no organismo e os meios para “combate-los” são farsa e charlatanismo. O problema é que a humanidade ignorante e incapaz não tem como ver o que está por trás dessa conspiração porque isso exige um conhecimento e um modo de vida que comprova a teoria oposta aquela da medicina.
A ideia de que o mal está fora e que a ciência pode livrar a humanidade da morte e do sofrimento é simples e cômoda. As pessoas querem soluções para as suas vidas e pagam regiamente por elas.
A Ciência da Saúde mostra que a cura está na pessoa e que a causa da doença também, e que, portanto, somente ela mesma pode evitar e/ou se curar compreendendo e mudando sua vida.
As pessoas não gostam de ser responsabilizadas e foram treinadas para comprar soluções. Não querem mudar nada.
Querem ser curadas, sustentadas, salvas! Até a “lei” lhes garante esses “direitos”.
Isso, obviamente, é infantil, supersticioso, tolo e o preço é impagável.
A Mentira MATA!

A Nova Religião


A “ciência” é a nova crença. Ninguém acredita mais no invisível, no Espírito. Mas, que ciência é essa em que acreditam? Certamente não é nem naquilo que veem, que constatam, mas no que uma “autoridade” lhes diz ser ciência. Esse é o ultimo degrau da estupidez e da mediocridade. Não querem ter o trabalho de pensar. Querem a solução pronta e sem nenhum esforço. A tecnologia e o comprar soluções prontas levou a essa preguiça e do incômodo de encontrar a verdade por si mesmos. O sujeito vive irresponsavelmente e sonha que pode comprar o remédio ali na esquina para se curar das doenças que provocou. Imagina que a “ciência” resolveu tudo e que basta poder comprar a solução ou então, pior, que tem “direitos”, os quais o Estado/governo, proverá. A dependência de coisas externas chegou ao paroxismo absoluto – a dependência da “ciência” e de certos direitos imaginários, produziu uma legião de crentes incapazes de se dar conta de sua condição indigna do humano. O instinto de preservação foi completamente anulado, de maneira que a condição atual das massas se encontra inferior a da ameba. As pessoas estão inteiramente entregues as autoridades constituídas, as regras que elegem essas autoridades, as máquinas e a química – mas temem a natureza e o Bem que criou o Universo!
Como é isso? Se o doutor, o governador, o juiz, a ONU, a OMS, a mídia afirmam que “pau é pedra” os descerebrados seguem e obedecem cegamente, sem contestação e imaginam que tudo ficará bem. A coisa toda é de uma irresponsabilidade e insanidade assustadora.
O resultado oculto dessa crença e modo de vida está na destruição, desde muito cedo, da saúde, de modo que mesmo que se deem conta de seu estado indigno não estão mais capacitados para um raciocínio normal. Estão definitivamente alterados e com sua capacidade psíquica rebaixada.
Se, por outro lado, pautassem sua vida na Lei Natural, na Ciência verdadeira, certamente que teriam o potencial para evoluir psiquicamente. Entregaram suas vidas nas mãos do Sistema vigente – não controlam mais nada, desconhecem tudo sobre si mesmos e estão a espera de um salvador e de uma salvação mítica. Essa é a sua fé.

Ficção e Realidade


Cada vez mais fica evidente que a ficção não consegue se aproximar da realidade em horror e crueldade.
A trama e a conspiração contra a liberdade e contra a vida é sem descanso. A humanidade é vista como um rebanho a ser controlado e direcionado para onde os donos do mundo desejam.
O advento da internet expôs muito dessa conspiração diária, mesmo que crie outras ilusões. A avalanche de informações, entretanto, cria esse estado de perturbação, desatenção e vício por cada vez mais notícias e opiniões. É evidente que assim não há espaço para meditar e tudo é rapidamente esquecido e outro assunto toma aquele lugar.
A vida interior quase não existe mais. O homem de hoje é alimentado desde o exterior por informações, por muito lixo. A vida humana está cada vez mais robótica, maquinal, inconsciente.
A reclamação de que o tempo está passando cada vez mais rápido é o resultado desse mau funcionamento psíquico – o homem funciona mal e é assaltado por milhões de estímulos desconexos que não pode digerir.
O psiquismo só apoiado em sim e não, falso e verdadeiro, em dualidades, apresenta um mundo mecânico onde o tempo se acelerou e tudo se perde.
A crença na ciência, em soluções por controlar a natureza e o próprio homem desde o exterior, reduziu o ser humano em uma simples máquina biológica descartável – a individualidade não mais existe – O homem cada vez procura mais identidade com o coletivo para se sentir vivo. Os movimentos políticos e de poder são uma representação desse estado de coisas.
Um diálogo ficcional revela um pouco da manipulação e do destino indigno que está a espera das massas.

“-Quem é vc para lhes dar esperança?
Nós lhes damos felicidade e eles nos dão autoridade.
Autoridade para lhes tirar a liberdade em nome da democracia!
-O homem jamais poderá ser livre porque é fraco, corrupto, sem valor e inquieto. O povo acredita em autoridade. Eles se cansaram em esperar por milagre e mistério. A Ciência é sua religião. Não há maior explicação para eles e não devem acreditar no contrário para que o projeto continue.
A que custo para eles?
-A questão é irrelevante e o resultado inevitável. A data está marcada.”

A Saúde e o Estado


O corpo é propriedade inviolável do indivíduo, mas isso tem sido atacado e invadido pelo Estado nos últimos 100 anos porque o controle da Saúde e assim, da VIDA e, finalmente da pessoa, significa o controle absoluto do Estado sobre você.
Todo o discurso sobre democracia e liberdade são hipnóticos e farsa política. De fato, o esforço por dominar absolutamente o cidadão pela via oculta da saúde é insidioso e revela a conspiração perversa contra a pessoa humana.
Se você é dependente do Estado para supostamente ter saúde, então você estará completamente sob o domínio estatal/governamental. Sua vida, em todas as suas manifestações, será controlada pelo Estado.
O direito a saúde se tornou uma armadilha onde o cidadão deve se submeter as práticas de vida impostas pelo Estado.
O nazifascismo é um fato inegável e vergonhoso da filosofia de Estado mundial. As experiências hediondas com o corpo e a saúde humana são massivas e contínuas no último século. Todo o discurso de liberdade e democracia são farsas e teatro. O que se impõe nas trevas são a quimicalização absoluta da vida humana com objetivos torpes de controle total da mente e corpo. Como isso estava demorando, forjaram “pandemias” para submeter o mundo a essas práticas sanitárias ditatoriais de imediato.
As vacinas são o instrumento mais terrível e enganador usado como principal meio para esse projeto de dominação.
Milhares de Mengeles vivem e atuam como cientistas e doutores como “benfeitores” da humanidade. São soldados importantes do sistema que garantem os objetivos de dominação e submissão do Estado sobre a pessoa.
As drogas farmacêuticas, incluídas as vacinas e toda a política de saúde estatal, significam o controle absoluto do cidadão pelo Estado. Toda a fisiologia e a psiquê das pessoas estão sob controle da narrativa e da química – não há nenhuma liberdade seja pelo uso de controles químicos, seja pela doutrinação e agora, pela ameaça e o uso de todo o aparato jurídico e repressivo do Estado para submeter, à força, as pessoas as práticas médicas nazistas. Aqui as máximas do Estado hitlerista estão explícitas “é para sua proteção”; “é para o seu bem”!
Somente a verdade, sob uma nova filosofia da saúde que disponibilize conhecimento libertará o povo desse horror e terror estatal.
Nenhum regime político tem a força de dominação sobre a sociedade da ditadura sanitária e a doutrina da doença/cura alopática. Por fios invisíveis controla a mente e o corpo da humanidade.

BECHAMP, a Origem e a Manutenção da Vida


A humanidade, foi hipnotizada pela doutrina médica apoiada na teoria dos gérmens de Pasteur. É compreensível, desde que, pela ignorância e preguiça as pessoas buscam explicações simples para problemas complexos, como fazem, por exemplo, na questão da origem do homem e a adoção das teorias mecanicistas e materialistas infantis da formação do universo, origem da vida e evolução.

A “ciencia” atual é pseudociência – melhor dizendo, é crença, religião. Nenhuma ideia nova fora da academia e dos laboratórios oficiais sobrevive – são atacadas pela mídia comprada e seus autores perseguidos e destruídos. Um esforço para ao menos manter a mente aberta para novas ideias é essencial. Vivemos em um mundo tão ou mais supersticioso e ilusório do que na assim chamada idade das trevas. O resultado de apoiar a vida nessas falsas ideias é a doença, a morte e a escravidão – não é um assunto que deve ser desprezado.
A falsa ideia da evolução darwiniana também fundamentou guerras, genocídio, dominação e escravidão – é a base da eugenia e da filosofia nazista. A mentira mata!
Nós não pegamos doenças. Nós as construímos”. Antoine Bechamp
Seres humanos, a potencialmente mais elevada forma de expressão de vida sobre esse planeta construiu uma vasta indústria farmacêutica para o propósito central de envenenar a menor forma de vida sobre o planeta – gérmens! Uma das maiores tragédias da civilização humana é a precedência de químicos sobre a nutrição”. Dr. Richard Murray.
Nós trabalhamos duro para construir as nossas doenças. Nós devemos trabalhar tão duro quanto, para restaurar a saúde.
A presença de gérmens não significa, necessariamente, a presença da doença. Bactérias são carniceiros (faxineiros) da Natureza… eles reduzem o tecido morto aos seus mais simples elementos. Germens ou bactérias não tem influência qualquer, sobre células vivas. Germens ou micróbios florescem como carniceiros (faxineiros) no local da doença. Eles residem exatamente sobre os restos metabólicos não processados, tecido malnutrido, fraco em primeiro lugar.
Eles não são a causa da doença, não mais do que moscas e vermes causariam a sujeira. Moscas, ratos e vermes não causam a sujeira, mas antes, se alimentam dela (são atraídos por ela).
A medicina ocidental se apoia sobre as doutrinas do químico francês, Pasteur (1822-1895). A doutrina principal de Pasteur é conhecida como a Teoria da Doença pelos Gérmens. Afirma que espécies morfologicamente fixas de micróbios e de fonte externa, invadem o corpo e que eles seriam a primeira causa da doença. É chamado de monomorfismo (uma única forma e função). Essa foi a origem da trilionária da indústria medico/farmacêutica.

A doutrina microbiana nasceu com Edward Jenner na técnica de vacinação com o pus de feridas da varíola da vaca que era injetada em seus infelizes pacientes. Daí a ideia da vacinação como é até hoje e dos antibióticos. Os antibióticos se iniciaram como o resíduo venenoso de um gérmen (fungo) usado na tentativa de matar outro. A penicilina é o veneno de um fungo. Isso criou cepas agressivas e resistentes de gérmens que nos ameaçam mortalmente hoje.
Com a criação de microscópios potentes e especializados na década de 30 do século XX ficou provado que os gérmens são o resultado da doença e não a sua causa. A atividade aumentada de sua ação causa sintomas, mas não são a origem da doença. O microscópio eletrônico só mostra coisas mortas e alteradas do mundo microscópico e, portanto, paralisadas e nada de sua ação. Todo o resto é deixado a imaginação dos cientistas que criam toda uma história, a farsa completa!
Os microscópios de luz polarizada foram capazes de mostrar a transformação de micróbios em várias espécies segundo o meio em que se encontram. Ou seja, eles são polimórficos e multifuncionais. Foram descobertas as microzimas, que são a base da vida de todos esses seres. Foram identificadas 10 famílias de micróbios que podem se transformar uns nos outros.
Não há, verdadeiramente, inimigos ou doenças específicas contra as quais lutar. Há somente consequências de equilíbrio ou desequilíbrio. O universo parece operar por manter os opostos em equilíbrio. Quando as coisas saem desse equilíbrio, sinais aparecem para manifesta-lo. A Saúde é o equilíbrio no sistema. Compare isso com uma casa que não é limpa por um ano. Nesse ambiente milhares de hóspedes (pragas) virão para se estabelecer nela. Assim também maus hábitos de vida levarão a sujeira e desequilíbrio com a consequente multiplicação de hóspedes indesejáveis.
As células organizam tecidos e órgãos no corpo humano. Os gérmens limpam o sistema humano e o liberam de acumulação de matéria patogênicos e mucoide.
Estamos constantemente respirando por volta de 14.000 gérmens e bactérias por hora. Por que não estamos mortos?
Nossos corpos são densamente populados com microrganismos, dentro e fora. O que nos habita não nos fere e é essencial para nós. Vivemos em uma relação simbiótica, mutuamente benéfica, necessária, com nossa população pessoal de bactérias. Pasteur afirmou no fim de sua vida “a presença no corpo de um agente patogênico não é necessariamente sinônimo com doença infecciosa.”
Não há doenças específicas, mas condições específicas de doenças!
As microzimas (enzimas microscópicas) são o início e o fim dos organismos. Elas são indestrutíveis! São matéria que não pode ser criada ou destruída e é o precursor de toda matéria viva organizada. A microzima é um fermento: um elemento vivo capaz de fermentar o açúcar.
Bechamp viu o processo da vida como uma quebra celular contínua por fermentação microzímica – ainda em corpos saudáveis. Quando a doença está presente, a quebra fermentativa não está somente acelerada mas é tomada por evoluções mórbidas, incluindo bactéria, fungos, fermentos, esses são a forma de desenvolvimento posterior da microzima, que se alimenta sobre substâncias vitais do corpo. Isto resulta em sintomas degenerativos de doença. De acordo com Bechamp, é possível que as enzimas criem, ou elas mesmas se tornem, microrganismos. É conhecido que enzimas tomam parte em reparar genes danificados – os elementos que definem e controlam nossa hereditariedade e função. Bechamp sugeriu que microzimas coagulam para se tornar material genético. Enzimas, então, são quase substâncias misteriosas e mágicas. Atrás de cada enzima está uma microzima. Em um sentido, o gene pode ser visto como uma ferramenta da microzima. O mecanismo para reparo podem ser que aquelas enzimas constroem ou se tornam proteínas reparadoras, que são então feitas em um gene. Há uma boa possibilidade que é isso que os vírus são – proteínas reparadoras, ou estruturas que fazem o gene reparar, não formas que causam sintomas. Muitos vírus são feitos do centro do material genético circulado por uma capa de proteína. O processo de reparação tem sido mal apresentado pela biociência como uma doença, e suas ferramentas, as proteínas reparadoras, tem sido chamadas vírus, particularmente, retrovírus.
As condições de doença enfraquecem nosso sistema enzimático de maneira que reparações “improprias” podem ser formadas. Desde que enzimas devem ter minerais para funcionar, ainda uma simples deficiência mineral pode estar envolvida na falha de reparar um gene.
Graham enfatizou que os instintos vitais se comportam como se dirigidos por inteligência.
Tilden, que fisiologia é psicologia organizada.
Isso significa que a vida é mais que um episódio fisio-químico.
Devemos dizer, então, que um organismo integrado funciona em virtude da Sabedoria incarnada em seus tecidos.
Qual a origem desta sabedoria e o que está ela em conexão?


Bechamp negou a geração espontânea , enquanto Pasteur continuou a acreditar nela. Mais tarde Pasteur negou a geração espontânea, mas foi incapaz de interpretar o resultado de seus próprios experimentos. Aqueles experimentos nunca foram capazes de contrapor os argumentos do ‘expontanerismo’ de Pouchet, o qual pode ser resolvido somente pela teoria microzímica de Bechamp. Pasteur nunca compreendeu, seja o processo de digestão nem o da fermentação, os quais foram completamente resolvidos por Bechamp. Por um imbróglio curioso (intencional?) ambas as descobertas foram atribuídas a Pasteur.
No lugar da célula, a microzima deve sua importância as pesquisas de Bechamp, revelada como unidade da vida. Porque as células são elas mesmas passageiras e são construídas pelas microzimas, as quais, fisiologicamente, são imperecíveis, como foi claramente demonstrado por ele.

Mudança de Hábitos


Todos querem ter mais saúde, mais vitalidade, mais bem-estar, longevidade.
Chegamos a um momento da história que se acredita que a ciência e/ou o estado dará isso. Ou seja, mesmo diante de todas as provas de que nada muda, as pessoas se renderam a propaganda, a sugestão.
A ideia por trás disso, dessa credulidade, é que com o tempo, com dinheiro, pode-se chegar à felicidade, a um paraíso mítico – comprado e proporcionado do exterior.
Isso não está muito distante das crenças primitivas em magias, em poderes incompreensíveis e assustadores, em magos e sacerdotes que detinham supostamente um poder excepcional.
A crença do seculo XXI só mudou um pouco no objeto e não na sua base – na sua estupidez e inércia.
Nenhum verdadeiro progresso e conquista é possível sem uma verdadeira transformação, que começa na mente. Acreditar em um progresso através de força bruta, de tecnologia, é construir sobre areia. Todas as conquistas humanas logo se revelam fracassos, falsas e, pior, negativas. Por que? Porque são manipulações que não são acompanhadas por uma evolução interna pessoal.
É útil e necessário seguir as leis naturais, fazer o correto, mas não é suficiente. Não roubar, não matar, claro, correto, mas se pode fazer o certo pelo motivo errado e inconscientemente.
As ações externas sem o comprometimento de pensamento e sentimento é uma forma de fazer para ser visto, por medo, por vaidade.
Seguir orientações e buscar conhecimento para manter e conquistar a saúde é muito desejável. Todos, certamente, se beneficiarão em agir em harmonia com as leis da saúde. Isso é incomparavelmente superior a se submeter aos tratamentos alopáticos com drogas, vacinas e o bisturi.
Porém, o que a vida exige é muito mais: você precisa fazer o certo não porque lhe disseram para fazer assim, ou por outro motivo apoiado em orgulho e vaidade, mas porque busca a saúde como condição necessária à conquista de si mesmo. Sem a saúde perfeita as reais conquistas ficam impossíveis.
Por outro lado, o verdadeiro caminho para o ser humano se apoia sempre, de início, numa mudança da mente, que só ocorre através de um novo conhecimento – conhecimento esse que não pode e não virá do nível da vida, mas de um lugar acima dela. A frase do Mestre Yaohushua que se refere a salvação diz que se você não se “arrepender” não poderá se salvar. Esse arrepender é, literalmente, a metanóia, ou a mudança da mente. Isto é, mudar completamente e radicalmente a maneira de pensar sobre tudo.
As mudanças de hábitos, daqueles viciosos, ligados a tradições e costumes prejudiciais à saúde é essencial porque essa é a origem principal da má saúde, mesmo que não seja a única.
Assumir a responsabilidade pela própria vida, integralmente, é o primeiro passo para conquistar o equilíbrio.
É óbvio que o Homem é muito mais complexo que qualquer outra espécie. As espécies animais tem o eixo de suas vidas em torno do seu centro instintivo-motor, enquanto sua vida emocional e intelectual é bastante restrita e limitada. Isso não quer dizer que hoje a maioria das pessoas não estejam fundadas sobre seus instintos e músculos. Porém, para que qualquer evolução seja possível o centro intelectual precisa assumir o controle da vida humana através de um conhecimento especial, muito além daquele que as pessoas recebem de seus pais e da sociedade. Somente um equilíbrio das funções psíquicas, instintivas e motoras permitirão que a essência cresça. De outra maneira, tudo permanece subdesenvolvido e desequilibrado.

Nossos Sentidos Enganam


Não é preciso ir muito longe para se dar conta que essa geração se ocupa e se interessa por tudo o que está fora, no exterior, e quase nada, de seu lado interior, invisível.
Dessa maneira, necessariamente, afirmando ser o resultado de sua percepção o “mundo objetivo” e o psiquismo o “mundo subjetivo”, cada vez mais eles estão submetidos às provas, acumulação desconexas dos fatos e coisas. Essa atitude os conduz a grave doença do vazio de significados e a atrofia seu pensar livre e pessoal. É claro que por esse motivo ficam carentes e esperam por milagres, apoiando-se em dogmas, provas científicas, soluções tecnológicas, líderes, entre outras soluções do mundo de aparências.
O que o nosso olho é capaz de ver é uma fração ínfima das vibrações que viajam a 300.000 km/s pelo universo, classificadas como energia radiante. Vemos bem pouco das oitavas de radiação do chamado espectro “visível”, que correspondem a 1/50 de todas as outras radiações emitidas, desde aquelas iguais e superiores aos RX até as ondas de rádio. Ou seja, nosso olho é incapaz de ver e o nosso cérebro de processar a maioria do que se passa no universo/Terra – somos quase cegos! Passamos a vida vendo apenas 1/50 dos fenômenos. O que vemos, sempre é o passado de tudo – o que não é mais. O sol que vemos já se deslocou 8 minutos daquela posição que imaginamos vê-lo e algumas estrelas, milhares de anos – o que vemos, não está mais onde imaginamos estar e talvez, nem exista mais. Assim acontece com nossa capacidade auditiva limitada a poucas frequências e a um intervalo de potência também medíocre (que percebe as vibrações do ar que viajam à 320 m/s); o mesmo ocorre com a nossa percepção táctil, com o nosso olfato e, necessariamente e consequentemente, a mente logica material condicionada e formada por esses sentidos é estúpida e errática – tanto quanto são limitados os nossos sentidos.
Portanto, o que percebemos e somos capazes de pensar sobre o mundo são apenas aparências, é um mundo restrito e pequeno que não corresponde à realidade, mas é uma parte ínfima e distorcida dela.
Ao apoiar a vida nas três dimensões do espaço, a quarta dimensão, o Tempo, é mal percebido e se torna, junto com as funções psíquicas, fator de escravidão e de limitações funcionais e evolutivas.
De fato, as pessoas não são o que delas vemos, ouvimos ou tocamos, mas aquilo que é inalcançável pelos sentidos – seus pensamentos, sentimentos e compreensão. O mundo que nos revela os sentidos é pequeno e enganoso. A maior parte está no invisível e nas dimensões superiores do tempo. Assim como as verdadeiras pessoas são invisíveis para nós, nós mesmos somos também invisíveis. Ou seja, somente nós mesmos podemos nos conhecer e, ao se voltar só para o mundo de aparências e se apoiar nos sentidos, esquecemos de nós mesmos e passamos a vida num verdadeiro sonho hipnótico – acreditando em meras percepções limitadas. Aquilo que nossos sentidos são incapazes de captar, os nossos pensamentos, sentimentos e compreensão e ideias – o mundo invisível, é onde a verdade que procuramos fora, se encontra dentro!

Biogenia X Medicina Alopática


A medicina oficial (alopática) parte do princípio que o Homem é um produto da evolução mecânica e inconsciente (seleção natural do mais apto por mutações aleatórias, acidentais e casuais) – a humanidade é um acidente! A evolução teria acontecido do “nada” para a matéria; da matéria para as galáxias; das galáxias para os sistemas heliocêntricos como o nosso, por exemplo; dos minerais e compostos inertes, na Terra, para as células vivas (abiogênese); das células vivas simples originando todas as espécies, inclusive o Homem, esse, uma “evolução” totalmente acidental dos primatas – ou seja, sem razão, sem motivo, sem objetivo, por mutações genéticas aleatórias!
Sob essa perspectiva o Homem seria ainda, obrigatoriamente, uma espécie em evolução, podendo até se tornar outra espécie (talvez algum alien) e eventualmente, também ser extinta, como foram seus supostos ancestrais hominídeos. Imagine que as espécies intermediárias entre os primatas menos evoluídos e o homem, desapareceram completamente (aquelas espécies chamados de hominídeos e que seriam superiores aos macacos que lhe deram origem) e, nenhum deles sobreviveu, mesmo que mais “adaptados” que seus ancestrais inferiores (os macacos), os quais continuam até hoje!
A condição atual da humanidade seria, portanto, sujeita a falhas, a doenças, as quais a medicina pretende poder aliviar, curar e prevenir com suas drogas e vacinas, entre outras intervenções. Sob essa perspectiva, ainda, o homem precisa da medicina para que possa sobreviver e não ser extinto, porque sua condição natural seria a da doença. Nesse sistema a natureza, em geral, é vista como inimiga, devendo ser dominada e transformada para servir aos propósitos pragmáticos de conforto e sobrevivência. Dentre as ameaças, a mais temível seria a dos micro-organismos “patogênicos”. Esses são combatidos com produtos químicos, calor, radiação e vacinas. Mesmo reconhecendo, recentemente, que há maneiras de viver que evitam doenças, o foco da medicina continua voltada para a intervenção sobre o organismo humano, alterando sua fisiologia e levando a novas doenças (as doenças provocadas pela intervenção médica já superam a de causas naturais).
Do outro lado, a Biogenia vê o Homem como resultado de um processo racional de criação, concebido completo física e biologicamente. O psiquismo é o que deve evoluir. Se a humanidade se extingue, nada resultará como continuidade biológica do homem, mas um novo experimento a nível cósmico será necessário – fisicamente, só podemos nos manter ou perecer, jamais “evoluir” porque somos um produto biológico acabado, perfeito para o meio (a natureza) dentro do qual fomos colocados. Não somos um acidente biológico, mas uma criação inteligente com um papel e uma evolução possível psíquica. Isso seria impossível se a nossa espécie pudesse “evoluir” como imagina a medicina e, aqui e ali surgirem outras espécies hominídeas, essas incapazes de reproduzir com representantes da espécie homo sapiens, dos quais surgiram. Se fomos concebidos como homens, só podemos atingir a meta continuando homens. Ao evoluir fisicamente, nos tornaríamos outra coisa, e isso é claramente incompatível com uma evolução interior – ela não poderia ocorrer e não teria razão para acontecer! No caso da hipótese evolutiva acidental biológica deveríamos esperar milhões de anos para uma possível mas, não garantida melhora, e tudo mais está justificado porque somos imperfeitos e porque há raças e pessoas superiores e inferiores entre nós agora – essa é a origem do nazismo, da justificativa para a escravidão, domínio, guerras e extermínio!
A Biogenia conhece todas as leis relativas à vida e a Lei Única – a união de todas as leis num todo harmônico e interdependente que rege tudo e portanto, entende que a sua aplicação e obediência a nível pessoal e social resulta em saúde perfeita, a qual é condição essencial para a complementação dos poderes interiores e da compreensão. A aplicação desse conhecimento foi empregado e comprovado desde milênios e recentemente, no grande experimento envolvendo milhares de pessoas, o Dr Szekely comprovou cientificamente essas leis.
Aqueles que seguem as leis naturais e cósmicas não adoecem e mantém uma saúde radiante, necessária para atingir a consciência superior. A má saúde é o resultado incontornável de não seguir a Lei. Nenhuma ciência médica pode corrigir artificialmente (contra a própria lei natural) a afronta as leis naturais
Segundo a Biogenia o final da vida física (a morte) não é devido a uma destruição e decrepitude física (como preconiza a medicina), mas coincide com conseguir chegar a certa compreensão e consciência – atingindo a uma condição interior melhor e superior. A vida regida pela Lei chegará ao fortalecimento da compreensão e da consciência onde o corpo já cumpriu com a sua função.
Atingir essa condição interior onde limitações são superadas e defeitos corrigidos exigem, por outro lado, plena saúde.
A filosofia Biogênica aceita os desarranjos da saúde como meios de evolução e os utiliza para correção e aperfeiçoamento, enquanto que a medicina se apressa em elimina-los deixando o paciente ainda mais ignorante e estúpido sobre si mesmo e o progresso espiritual. É claro que a abordagem médica destrói a normalidade fisiológica, danifica órgãos e altera o psiquismo impedindo o progresso para o qual o Homem foi concebido.
O temor e o pavor que foram implantados no povo pela enganadora propaganda medico-farmacêutica sobre a saúde e a doença é um real obstáculo para qualquer progresso espiritual.
Viver em plena saúde é a meta da abordagem biogênica. Não estamos ocupados com prolongar a vida a qualquer custo. Entendemos que é importante viver plenamente e produtivamente e não passar anos, décadas, sob o efeito de drogas, sobre uma cama, limitado, inválido, sendo um peso para a família e a sociedade – como se esforça a falsa ciência da saúde para apenas prolongar a vida.
A nossa civilização está repleta de contradições e a medicina oficial é o ápice delas. Os crentes, religiosos que dizem crer no mundo espiritual e que se submetem a medicina não são nada coerentes. Eles acreditam nos métodos e princípios de uma profissão que se baseia no oposto do que eles supostamente acreditam. Se deixam operar, drogar, orientar por profissionais que negam absolutamente a sua fé. Estranho, no mínimo.
A saúde é o resultado natural, racional e científico de viver em harmonia com as leis naturais e cósmicas, a Lei Única.