AIDS E A PESTE SHING-LING


Exatamente como na AIDS onde há milhões de soros positivos (detectados pelos testes PCR Exatamente como na AIDS onde há milhões de soros positivos (detectados pelos testes PCR fajutos) que jamais desenvolveram sintomas, há milhões de soros negativos que morrem todos os dias com todos os sintomas da “AIDS”, assim como temos uma maioria de soros negativos íntegros e também, soros positivos que morrem com os sintomas da AIDS – isso ocorre com a peste chinesa na farsa pandêmica atual. Como os exames PCR se generalizam, há milhões de soros positivos saudáveis que alternam entre exames positivos e negativos, há milhões com sintomas que estão positivado, outros negativados e com uma maioria de 99,7% de “curados”.
Ora, é óbvio e inegável pelos fatos cientificos que nenhum desses supostos “patógenos” são a CAUSA dos sintomas. Eles podem estar presentes nos doentes, como estão também nos saudáveis. Os vírus são ubíquos, estão em todos os lugares, principalmente em condições orgânicas adversas.
As pessoas adoecem por vários motivos e não há nenhuma prova científica evidente de que a causa seja um desses microrganismos. Pessoas isoladas adoecem, pessoas que jamais se relacionaram ficam “aidéticas”.
O povo ignorante e supersticioso é facilmente manipulado e vai ser escravizado e morrer por isso

RÉUS!


O Estado e os governos dos estados brasileiros são réus no caso da Pandemia Shing-ling


É necessário entender claramente a questão da responsabilidade absoluta e inegável daqueles que submetem o povo à práticas perigosas e experimentais como no caso de injeções com substâncias não seguras como essas que supostamente seriam a prevenção segura de uma suposta pandemia de uma doença supostamente mortal, a mesma que a princípio seria apenas uma gripe (OMS).


Quando o Estado/governo impõe ao povo através de várias maneiras, leis/ameaças/restrições para obrigar as pessoas a fazerem o que prometeram ser a solução segura para uma crise, inegável e incontornavelmente são totalmente responsáveis pelas consequências. Ora, há muitas consequências negativas em todas as áreas da vida e que cada cidadão pode reclamar e ser ressarcido pelos prejuízos.
Mas, entre todos, há uma mais grave e da qual não há reparação, que é a vida.

Todos aqueles que perderam a vida após serem submetidos ao protocolo ditatorial imposto são prova material de culpa do Estado/governo e devem ser acusados através de seus parentes e concidadãos por ter provocado a morte ou invalidez de pessoas.
Aqueles que obrigam por força de lei e da ameaça e da propaganda duvidosa ao povo se submeter as inoculações são réus e provavelmente culpados de danos graves e/ou morte.

A variável desconhecida e inegavelmente perigosa não pode ser negada. A injeção com imunizante experimental é um risco evidente e inegável e sem nenhuma garantia de imunizar – o que está provado e já foi confessado pelos autores.
A maioria das pessoas que adoecem se curam, seja naturalmente ou em tratamentos variados. Não há nenhuma evidência de que a doença seja mortal, obviamente ou, de que não haja cura espontânea.

Nenhum estudo científico foi feito com provas incontestáveis que forneçam evidências as ações impostas – tudo está sendo conduzido de maneira irresponsável e supersticiosa, no mínimo, EMPÍRICA!
O fato é que não há como o Estado/governo negar que suas ações são irresponsáveis, erradas e mortais!

As picadas mortais

Todas as Inoculações e injeções são uma agressão violenta e danosa à vida.


Quando um produto é ingerido ele ainda não está exatamente “dentro” de você e pode ser neutralizado e expelido de várias maneiras ou, absorvido. Por outro lado, quando a barreira interna natural dos órgãos digestivos é evitada e uma droga, pus, venenos e DNA, RNA são diretamente introduzidos na corrente sanguínea, as consequências são extremamente graves e irreversíveis.


A ignorância do povo e a atitude criminosa do Estado e dos doutores ao injetar qualquer coisa na corrente sanguínea como panaceia, remédio ou ainda, “imunizante”, têm consequências negativas e imprevisíveis a médio prazo para a saúde em geral.
Para dizer o mínimo, a natureza não previu e abomina o contato externo com sangue e linfa. Todos sabem dos riscos dessa exposição e os cuidados e riscos envolvidos em cirurgias necessárias.


O crime de injetar qualquer coisa em seres humanos é inominável e obrigar e induzir as pessoas a fazerem isso é crime contra a vida, feitiçaria, charlatanismo.
Se houver qualquer futuro, esses crimes e seus criminosos serão lembrados como os reais inimigos da humanidade.

Despertar do Sono Hipnótico

Ver, ouvir, tocar, cheirar, degustar, fome, sede, equilibrio, entre outros sentidos, são necessários para manter a vida orgânica nesse mundo de aparências. Os animais também tem sentidos, alguns muito mais desenvolvidos que os nossos. Temos uma mente mais capaz do que a deles e podemos falar. Todo esse poder, que deve ser aprendido, entretanto, acaba ocorrendo apenas reativamente, automaticamente e não conscientemente – e assim é a vida das massas semiadormecidas. Gerações incontáveis se sucedem nesse estado e, não há nenhuma evolução real do homem, mesmo que muita “ciência” e tecnologia sejam produzidas, enquanto tudo isso se faz em detrimento da consciência e da vontade. É inegável que há uma involução da moral e da inteligência quando comparamos o homem de hoje e de ontem.
A razão disso? Simples e direto – o homem está menos consciente. Tudo acontece, está semi pronto, facilitado, e os valores são os da fruição, do gozar a vida. As máquinas evoluíram enquanto os homens, se animalizaram. O homem máquina é uma realidade. Ou alguém se acha superior a um Moisés, um Aristóteles, um Plotino, um Buda, um Jesus? Algo muito ruim aconteceu pouco tempo após a retirada do Mestre. Tudo o que Ele ensinou foi deturpado e a civilização atual pouco tem a ver com os seus ensinamentos originais.
Os verdadeiros heróis da humanidade nada tem a ver com a pseudociência e tecnologia atuais, mas com a consciência, com a bondade e a sabedoria. Nada de útil, de humano, se faz com os valores atuais – o fato é que os deuses dessa época são o poder material, o poder da ciência, das armas.

A Natureza não precisa e não deve ser mudada ou dominada – ela está pronta e em harmonia com o homem que conhece e segue a lei cósmica e natural. O que está por fazer é a evolução interior, o psiquismo humano é que deve ser o alvo e a ocupação de todos. Nenhuma quantidade de “ciência”, como aquela conhecida e valorizada hoje pode ajudar nesse sentido, mas de fato, é um real obstáculo ao crescimento humano. A parafernália de quinquilharias que infestam a nossa vida são tóxicas, lixo, inúteis.
O esforço por acusar a natureza como imperfeita e perigosa e o homem como frágil e dependente da “ciência” para sobreviver é desonesta e uma conspiração para impedir a real evolução possível ao homem.


Não há na natureza nenhum risco, ameaça, patógeno invisível, que nos ameace a saúde e a vida. Como todas as ameaças visíveis foram “eliminadas” pela tecnologia, inventaram agora algumas invisíveis e misteriosas contra as quais só os eleitos doutores e cientistas poderiam, supostamente, nos salvar. O povo foi enganado por aventureiros e bandidos e agora, mais do que nunca, está nas mãos de escroques e ilusionistas e o custo disso pode ser fatal em todos os sentidos.
Dentro da atual civilização e sociedade, não há nenhuma esperança de vida, de liberdade, de justiça, de felicidade. Para usufruir das “conquistas” da pseudociência um homem deve se ajoelhar ao Malok e ter seu sangue e alma possuído por demônios.

A rejeição incondicional e total de todos esses valores e modo de vida atuais é a esperança de um real progresso, que é interior e não exterior.

Adoecer para Salvar?


A tese, farsesca, da medicina pseudocientífica de adoecer através da inoculação repetitiva de pus, de DNA animal, de conservantes, de antibióticos, de produtos que estimulam a reação imunológica e agora, de produtos químicos/eletromagnéticos como marcadores – para prevenir o contagio, são altamente tóxicos e levam a uma falência do sistema imunológico natural.
Pessoas absolutamente íntegras tem sua saúde permanentemente comprometida com essa prática questionável. O objetivo seria diminuir a saúde de todos para salvar, supostamente, alguns incapazes de reagir as agressões naturais do meio ambiente. Ora, não há nenhuma prova de que isso tenha qualquer efeito positivo, mas por outro lado, há evidências de que há prejuízos graves para todos.
As pessoas, podem ter problemas na sua constituição no momento da fecundação ou ainda durante a gestação e começarem a vida com certas deficiências. Muitas mais desenvolvem má saúde durante a vida, em acidentes, mas principalmente, por um modo de vida contra as leis naturais. Essa pessoas, certamente, serão menos capazes de reagir as agressões enquanto têm um desempenho geral deficiente.
Isso não pode, de nenhuma maneira, ser consertado por uma picada, obviamente. Apostar na introdução de produtos tóxicos e francamente danosos para “prevenir” o ataque de microrganismos é a anti ciência.
O fato é que a minoria que estaria sujeita a ter crises relacionadas com certos microrganismos, determina uma política, hoje mundial, de injeções perigosas, não testadas, de normas de conduta intempestivas e prejudiciais, também questionáveis.
Comprometer a saúde de toda a humanidade por uma minoria é, para dizer pouco, assassinato oficial. Não há, nenhuma prova de que as práticas impostas sob ameaça, tortura, multas, perda de direitos tenha qualquer valor para a saúde, mas novamente, há muitas evidências de que todas essas medidas são danosas, só não se sabe ainda, a extensão de seus efeitos.
As ameaças e as campanhas massivas apoiadas em mentiras e peças enganosas para conduzir as pessoas a se submeterem as autoridades constituídas é um renascimento, a nível mundial, do nazifascismo.
As razões, por trás disso são materiais, são de controle e de depopulação. Naturalmente, inexoravelmente, as pessoas morrem por vários motivos e em várias idades. É absolutamente falso que o problema, aquilo que as levaria a morte seria o coronavírus, o “novo”, e que, paradoxalmente, está permitido morrer de tudo, menos pelo coronavírus. Não houve nenhum aumento significativo de mortes no mundo e enquanto as pessoas são diagnosticadas de coronavírus, elas não morrem mais de gripes, de pneumonia bacteriana, de câncer, de ataque cardíaco, etc.
Estatisticamente essa situação é uma impossibilidade. As outras doenças não podem desaparecer enquanto o coronavírus elimina essas “doenças” e ele provoca, sozinho, as mortes.
Finalmente, acusar as pessoas saudáveis de serem possíveis transmissores é algo impossível na teoria e na prática. Ninguém sem sintomas pode contagiar, segundo própria doutrina dos gérmens de Pasteur. Seria necessário estar num estado agudo da doença para contagiar. A mudança desse conceito tradicional é suspeita e ilógica. Tem todas as características de uma tentativa de tornar a epidemia uma praga do fim do mundo. O tal vírus estaria em tudo e em todos o tempo todo e isso é completamente forçado e com sinais de lenda urbana.
Segundo a nova doutrina, absolutamente supersticiosa, mesmo que o indivíduo se vacine, continuará como um potencial transmissor e doente. O conceito tradicional de que estar vacinado seria uma garantia de saúde e de estar livre de transmitir foi substituído por um leviano e perturbado estado generalizado doentio – não importa o que se faça, a doença continuará, mas você deverá se submeter a todas as diretivas coletivas, para sempre. Começaram com uma vacina e agora afirmam que seriam necessárias três e todos os anos, para sempre – não cura, mas todos estão obrigados a tomar. Todas as normas são assustadoramente ilógicas e medievais e surgem do nada e de fontes políticas e nada científicas.
Provocar a exaustão e a agressão continuada do sistema de defesa natural através da introdução continuada de “vacinas” é francamente e inegavelmente destruir a saúde. Isso é indefensável e assustadoramente uma prática de extermínio semelhante a injeções letais nos condenados à morte. Semanalmente se falam de “novas cepas”, todas muito mais contagiosas e mortais, sem nenhuma prova e estudo.
Uma conspiração contra a saúde e a vida tem origem na “ciência” mancomunada com farmacêuticas, com empresários, mídia, Estados e Governantes.
Não é preciso ser muito esperto para se dar conta dos motivos desses monstros.

“O que é a Verdade?”


A resposta a essa questão sempre foi crucial e hoje, ainda mais. A pseudoverdade tem sido imposta pela ameaça e pela violência e tudo o que se afasta dela é considerado crime. Não é permitido discordar, ter outras ideais ou se conduzir por outras crenças.


Trazer o Ensinamento do Mestre pode iluminar essas trevas que produzem tanto sofrimento.
Como está apresentado no Evangelho dos Nazarenos o assunto começa com a principal dificuldade: as coisas aparentam ser diferentes para diferentes mentes e ainda para a mesma mente em tempos diferentes. “O que é, então a verdade?”
A resposta do Mestre é: “A verdade, uma e absoluta, está em Deus somente, porque nenhum homem nem qualquer conjunto de homens conhece o que Deus sozinho conhece, que é o todo no todo.”


Todas as coisas estão relacionadas no universo ainda, no passado, no presente e no futuro. Ser capaz de reunir e harmonizar tudo, não é possível para a mente natural.
A revelação da verdade é parcial e pessoal. Cada homem tem uma capacidade de ver, mais ou menos. Aquilo que pode ser visto por uma pessoa, não será por outra. Portanto, o que é verdade para uns, não será para outros. E isso não pode ser forçado, imposto, mas é o resultado de livremente e voluntariamente buscar.


Repetir, se submeter a verdade do outro, sem compreender é mentir a si mesmo e se condenar a jamais evoluir para ela. Esse processo é gradual e interno. Não se pode condenar aos outros por não compreenderem. Esse estado negativo impede qualquer progresso. Compreender é concordar é união, ou seja, amor. Uma pessoa só pode progredir se é fiel a verdade que compreende, até que possa caminhar para outra mais elevada. O caminho exige uma subida, degrau por degrau, e isso não está fora, mas dentro. Portanto, as pessoas, necessariamente verão a verdade através de sua compreensão e jamais com as de outros.

O conhecimento, a fé, sem caridade é morte. O amor é o cumprimento da lei. Impor aos outros, qualquer coisa, é injustiça – é um atentado a liberdade, a igualdade e a propriedade. Onde não há amor a verdade é uma letra morta. Se alguém tem ódio de outros e endurece seu coração não verá a verdade para a ascensão.
A verdade é o poder de Deus e prevalecerá no fim. Mas, antes, é preciso observar e cumprir a lei do amor. E é exatamente essa que está sendo ignorada e escarnecida. A arrogância somada a violência, pelo poder de ferir, é um impedimento absoluto para conhecer a verdade.


Antes, é necessário se dar conta que vivemos em um mundo de aparências apresentado a nossa mente natural pelos nossos limitados sentidos. Somente ao aceitar nossas limitações podemos progredir. Uma metanoia, uma nova maneira de pensar, nos abre a porta para o mundo real. Mesmo que limitados, humildemente e mansamente precisamos começar com o que temos, sem achar que já chegamos ao cume da montanha do saber. Não é possível construir no meio da tempestade – a paz e a alegria são o estado necessário para lançar os fundamentos.
A verdade está no céu, não é da terra!

Escravos Voluntários


Vamos supor, “SUPOR” apenas, que o Estado em qualquer nível, ofereça alguma recomendação, conselho, orientação ou tratamento curativo ou preventivo (picada), que seja pró saúde. Como ser humano livre e autônomo posso aceitar, acreditar, seguir ou, contestar, desacreditar e me negar a tudo o que vem do Estado.


No caso, sou contra tudo o que vem da medicina oficial e se for uma imposição ou ordem estatal, para mim é uma declaração de guerra, onde estão me ameaçando e aos meus. As teses da medicina são todas falsas e prejudiciais à vida e à saúde. É fácil provar e tenho 4 décadas de prática em saúde que não deixam dúvidas sobre a farsa que é a medicina apoiada em doenças, remédios, curas, imunização e tratamentos.


Mas, a questão aqui é que se submeter as “autoridades constituídas”, rastejar para qualquer desses usurpadores do poder é ser um servo, um escravo, um robô sem alma.
Não interessa se há boa intenção, o que tenho razões para duvidar, mas não aceito nada que não tenha a minha decisão. A ladainha que seria para “sua proteção e bem” é pura propaganda enganosa. Pagamos uma conta alta para receber benefícios e não para nos submetemos a vontade de nenhum usurpador metido a ditador.


A humanidade tem sido envenenada e sua saúde destruída por uma falsa ciência da saúde em conluio com governos e Estados. Sua má saúde foi provocada! Chegamos a essa situação patética onde uma simples gripe, inócua, foi elevada a categoria de “pandemia”, de uma peste mortal onde a super, mega, perfeita medicina não tem respostas, só incertezas, e tudo o que faz só provoca mais pânico e pioras.


Sim, a humanidade é tratada como uma espécie animal de abate porque se comporta como tal. Todos aqueles que estão incapacitados para usar seus poderes naturais, são preguiçosos e acham que “têm direitos”, que elegeram representantes e pagam impostos para isso, são idiotas e merecem ser conduzidos ao abismo. Não conseguem entender que isso é uma armadilha mortal e que estão abrindo mão de tudo para entregar para qualquer maldito indicado por um partido ou um funcionário público.


O fato é que toda essa parafernália, essa superestrutura é não somente desnecessária, mas cara e danosa a vida e a saúde. Depois que você tomou o veneno, não há mais o que fazer – você está miseravelmente condenado e vai agonizar até morrer. Você tem dono, você é um servo, um “contribuinte” e só tem obrigações que vão ser agravadas enquanto seus direitos desaparecem. Para piorar, logo vão te injetar, medicar, alimentar, impedir de tudo o que é normal e justo, à força – e foi você mesmo que pediu e autorizou.

ANIQUILAÇÃO

A prova cabal de que não há nenhuma evolução tal como a preconizada pelos darwinistas, a tal seleção natural através do acaso de supostas mutações acidentais com a sobrevivência do mais apto e, aquela outra “evolução” inexorável da doutrina socialista, pela destruição de tudo o que existe e, dali o nascimento de algo melhor – é essa nossa civilização podre e decadente atual. Isso revela que somos resultado de um processo de INVOLUÇÃO.
Não há nenhum ancestral inferior, um suposto “homem das cavernas”, um selvagem estúpido que teria evoluído darwinisticamente no imaginado super, mega, semideus homo sapiens atual.
O homem artificial, doente, meio louco, incapacitado, mentalmente rebaixado de hoje é certamente muito inferior em tudo aos nossos ancestrais. Houve, certamente, uma involução social e mental como resultado de um modelo falso e doentio de civilização.
Aqueles selvagens, os indígenas, são restos de civilizações e sociedades muito desenvolvidas que decaíram e estão em fase de extinção. Todos eles tem, não por acaso, lendas de um passado luminoso e elevado.
O que assistimos e sofremos nesse momento não é em nada diferente daquilo observado nos “selvagens” – estamos caminhando para o barbarismo e a extinção catastrófica.
O processo repetido de nascimento, decadência e morte de civilizações pelo rompimento do elo com a Humanidade Consciente é inexorável e acontece agora com essa, no momento em que vivemos. Não há nada que possa reverter isso. É necessário que os grupos mais conscientes se separem e preservem o conhecimento e a saúde para a reconstrução necessária após o aniquilamento generalizado.
Acreditar que possa haver um milagre, uma reforma que salve o atual modelo, será fatal. As pessoas que se agarram ao barco que está já adernando, serão levadas juntas para o abismo. Não há nada aqui que possa ou mereça ser salvo.
Alguns se dão conta de que vivemos de remendar e de tentativas de evitar a catástrofe e logo, ali na frente, mais furos aparecem como resultado de sabotagem por insanos suicidas/homicidas.
A nave está condenada e uma verdadeira arca deve ser construída para navegar com segurança e não pode ser com os materiais dessa civilização. Aqueles que exploraram a humanidade desde sempre agora conspiram por aniquilar fisicamente os indesejáveis, nós!

CONFIANÇA


Assistimos a total destruição da credibilidade, da honestidade, da moral das assim chamadas instituições, governantes, cientistas, juízes, políticos e religiosos.
A farsa sobre acreditar nas coisas do mundo foi, finalmente, completamente destruída. Só os tolos e mentecaptos continuam acreditando nelas mesmo diante dos fatos.
Não há nada aqui merecedor de credibilidade, de ser seguido. Isso sempre esteve claro e explícito no ensinamento do Mestre. Ele desmistificou e expos toda a podridão e fraqueza do mundo e mostrou que a única coisa confiável é a revelação que vem via interior, com um sabor indiscutível de verdade e que é pessoal e não compartilhável.
Quando ele perguntou aos seus discípulos apóstolos, em detrimento do que o mundo dizia sobre Ele, quem Ele era, Pedro e seu irmão responderam: “Tu és o Mashiakh que desceu do céu e habita no coração daquele que acredita e cumpre a Lei”. Ora, essa revelação vem de dentro e não tem nenhum elemento externo, via sentidos. Os sentidos são apenas necessários, mas enganam se não forem substituídos pela mente pura e preparada que vê além das aparências.
Primeiro é preciso desconfiar de si mesmo e depois do mundo. O mundo é um sistema de perversão e engano. A propaganda, a ilusão e a hipnose é a sua principal função.
Não há nada necessário de ser provado e /ou imposto como verdade e que seja confiável determinado pelos outros, para a sua vida. As funções naturais humanas são suficientes para aquilo que chamamos de ciência, de natureza. O esforço em impor uma verdade coletiva, uma panaceia, um remédio, indiscutível não é somente suspeita, mas problemática porque é desnecessária e o caminho humano é pessoal e não há, de fato coisas que podem ser estabelecidas para todos em todos os momentos e circunstâncias. A manutenção da vida e da dignidade não demanda nenhuma interferência externa, nenhuma autoridade.
Só é possível dar o próximo passo, o da revelação, se há paz, vitalidade e o homem pensa por si mesmo. Envolver as pessoas em mil assuntos externos e artificiais leva ao desassossego, a desvitalização, a violência. A paz só pode ser encontrada se a pessoa se volta para ela mesma, se ela se divide e se observa – o mundo é um impedimento malicioso para essa interiorização.
É cada vez mais óbvio que não devemos depositar confiança em ninguém. Isso pertence apenas à infância e uma característica do mundo animal. Depois de adultos somos independentes e as relações devem ser entre iguais – e essa é a definição de um adulto, ser não somente responsável, mas INDEPENDENTE. Não pode haver igualdade e assim, justiça, se precisamos “confiar”, ou seja, se submeter e se diminuir. As aparências têm o valor prático e não absoluto. Se um homem se emancipa ele pode ir além de seus sentidos, mas antes, deve observar e decidir por ele mesmo.
O homem é um experimento em auto-evolução. Isso significa, entre outras coisas que é não somente responsável por si mesmo, como só pode crescer e se desenvolver pessoalmente, como indivíduo. Seus progressos só podem ocorrer voluntariamente, conscientemente, desde ele mesmo, desde dentro. O conhecimento que pode, eventualmente ser recebido, precisa ser “digerido”, isto é, transformado por suas próprias enzimas de ideias e crescem por serem apreciados e experimentados na prática.
Nada do que entra desde fora tem qualquer propriedade a não ser que seja transformado pela pessoa. O conhecimento que eventualmente fica na periferia, na memória, apenas, pode ser tóxico, pode envelhecer e apodrecer. Certas ideias são artificiais, são apenas informações que servem para erguer as paredes internas e são, como tais, secas e mortas. Aquelas que podem alimentar e dar vida, têm propriedades especiais, são “alimento” para o homem interior, para o crescimento do ser. De qualquer maneira, só servem se forem digeridas. Para representar o processo psíquico, podemos compara-lo com o que ocorre com o alimento que ingerimos, se não puder passar por uma completa transformação, entope, cristaliza, intoxica, adoece e pode matar. Isso é similar com as impressões que recebemos – algumas contém elementos importantes que devem ser absorvidos se forem conscientemente tomados. Não pode ser um processo automático e inconsciente, uma tentativa de se empanturrar com qualquer coisa.
Ao ser impedido de entrar em contato com o mundo real – a natureza – e ter tudo resolvido, superprotegido e pronto, o homem atual cresce não só sem os instrumentos necessários à vida, mas com vícios psíquicos graves e distorções. Entre essas está a atitude de confiar cegamente. De fato, o homem voltou a condição do barbarismo onde a turba segue os líderes e as autoridades constituídas.

O que é o Homem?


Há algumas teorias sobre o que somos.
A pseudociência em voga afirma que somos um produto do acaso, um acidente múltiplo, que foi dando certo, começando lá no Big Bang (que também teria sido um acidente de sucesso onde todos os globos continuam girando em ordem e o nosso sistema solar seria o único em trilhões de km onde a vida orgânica se fez possível – casualmente, também. Não podemos esquecer, ainda, que a própria matéria com todos os seus elementos e organização em átomos com milhares de componentes organizados se mantém estáveis e únicos em seus elementos e tudo vindo do NADA. Tudo isso também inexplicavelmente, por acaso!
Como seríamos um produto do acaso, de uma suposta evolução por mutações inexplicáveis, mas positivas (trilhões de trilhões delas), chegamos ao que somos hoje, um “elo perdido”. E isso só aconteceu, supostamente, no passado, agora nenhum desses milagres pseudocientíficos ocorre.
Não há nenhuma espécie hominídia entre nós. Somos únicos e os nossos ancestrais mais próximos desapareceram todos, misteriosamente. Aqueles que deveriam ser as espécies mais capazes foram extintos, contra toda a teoria da sobrevivência dos mais fortes e sobraram os menos capazes, os elos mais distantes, inexplicavelmente, os símios – que seriam anteriores aos hominídeos e depois, nós.
Só para fazer um exercício, um pequeno esforço de imaginação, deve-se construir uma teoria onde as mutações levaram ao nascimento de masculinos e femininos simultâneos (necessários para a reprodução) – o que requereria mais sorte com uma probabilidade negativa de quatrilhões. É como se você sempre ganhasse o prêmio com 1.000.000.000 de números para acertar em cada sorteio. Tudo isso eles chamam de “ciência” incontestável e a negação disso é visto como um crime pavoroso.


Há ainda outras doutrinas filosóficas e religiosas. Falam em criação, livre arbítrio e determinação absoluta do destino. Essas doutrinas tomadas ao mesmo tempo são muito contraditórias e, em geral, quando as coisas não são aceitáveis, se lança mão da fé, do dogma.
Segundo as doutrinas religiosas mais comuns, somos pecadores contumazes e devemos ser salvos coletivamente, pelo sangue do inocente, se apenas acreditamos nisso. De outra maneira, estaremos condenados. Acrescente-se a isso, que alguns já estariam condenados e outros já estariam salvos. Ou seja, alguns nunca creriam e outros creriam forçosamente. Mas, há dissidentes dessa doutrina. Teríamos o livre arbítrio para fazer qualquer coisa. Tudo isso e muito mais está misturado e confuso na mente da maoioria das pessoas – uma verdadeira “salada russa”!
O problema é que se uma pessoa não tem isso claro, tomando tudo dogmaticamente, sem o uso cuidadoso da razão, ela estará irremediavelmente perdida e sujeita a crer em falsos profetas e a ser dominada por aventureiros.


Segundo o cristianismo esotérico o Homem é um experimento de uma inteligência superior, ele vem do invisível e do superior e não do inferior e acidentalmente, como preconiza a pseudociência atual.
O Homem é um experimento em evolução interior, psíquica e, para isso, seu corpo precisa ser um instrumento estável sobre o qual um crescimento organizado pode ocorrer, consciente e voluntariamente. Ou seja, essa evolução não pode ser forçada, imposta, casual, acidental, por qualquer meio. Se o Homem toma contato com o conhecimento esotérico e trabalha, sob orientação de uma escola filosófica esotérica e pode ou não ter sucesso – a salvação e a evolução não são jamais garantidas, automáticas.
O meio para que a evolução aconteça são as condições normais de vida, “melhores ou piores”, mas não impeditivas, onde um Homem, o ser invisível que habita o corpo, pode crescer e dar nascimento a um segundo, terceiro e quarto corpo dentro do corpo físico, que é o meio natural adequado e necessário.


Ora, a ideia de criar um paraíso terrestre, de facilidades e tecnologia é uma quimera e um desastre para o Homem porque introduz coisas não previstas e prejudiciais em sequência, de tal maneira que o propósito humano original se perca. As melhores condições são as mais próximas da Natureza, com todas as suas dificuldades, as quais, mesmo que sejam necessárias, não são suficientes. Um conhecimento especial precisa estar disponível e ser encontrado por uma pessoa normalmente desenvolvida, a qual seja tocada por essas ideias esotéricas.


Só existe auto-salvação, auto-cura e autopreservação porque somos um experimento em auto-evolução. Só estamos relativamente prontos fisicamente – psiquicamente, há tudo por fazer e isso depende de querer e amar esse crescimento. O detalhe aqui é que tudo começa com se dar conta da condição inadequada em que todos nos encontramos: não somos conscientes, não podemos fazer e não temos uma vontade real. Recebemos um corpo naturalmente pronto e organizado, mas não uma psicologia – essa precisa ser construida inteiramente. A vida é uma verdadeira aventura e nós mesmos somos o objeto e o alvo dessa viagem. É preciso de roteiro e começar a andar!