A “Gripe Espanhola” de 1919 e de hoje (Covid)


Se as 50.000.000 ou 100.000.000 de mortes não forem desmistificadas a ameaça velada de uma catástrofe permanece.

Depois de 100 anos de exploração massiva do acontecimento isso se tornou parte do “inconsciente coletivo” e tem sido explorado de forma irresponsável e insana pelo cinema, literatura, mídia e imprensa. Os charlatões oficiais, funcionários bem pagos da bigfarma e hoje, também os Estados, como forma de controle total das mentes e corpos das pessoas, são a ameaça real a ser evitada.
Falando diretamente, a conexão que foi feita e forçada, de forma maliciosa, é o massacre por um vírus, que pode se repetir hoje. E quando um pequeno e irrelevante acidente acontece???(3.000 mortos) num país (de 1,4 bilhões de habitantes) de onde se originaram os últimos quatro “vírus” e que reconhecidamente lucrou com supostas “pandemias” e está sempre enganando e mentindo e é um regime comunista fechado onde nada pode ser verificado, a OMS declara, irresponsavelmente, uma pandemia.


O que aconteceu em 1018, 19, realmente? Nem ao menos é possível determinar se morreram 50.000.000 ou 100.000.000 de pessoas! Uma pequena diferença de apenas 50.000.000 de mortes! Como afirmar o resto, as causas, com tanta certeza?
O que fazem, maliciosamente, é afirmar que um vírus, uma peste, uma “gripe espanhola” foi a causa desses prováveis 100.000.000 de mortes. Porém, depois de passadas muitas décadas se sabe ao certo que, em meio a guerra, o pavor, a fome, a morte por muitas causas, tudo foi falsamente atribuído exclusivamente ao vírus, o H1N1.
Os exames pós mortem e os tecidos conservados revelaram que a grande maioria da causa das mortes foram de pneumonias bacterianas e não pelo vírus!
Então, o que provocou essa catástrofe? Foram causas “naturais”? Certamente não foi o H1N1! Afastada a causa natural da “pandemia”, há um somatório de motivos que precisam ser apontados para que o acidente não se repita. O establishment insiste que somente as vacinas podem salvar a humanidade e que isso, somente é possível depois da eclosão imprevisível de epidemias/pandemias! Percebem a malícia no esquema de produzir medo, pavor e horror?
Voltando aos fatos. Está hoje comprovado cientificamente que:

  1. A quase totalidade das mortes foram por pneumonia, por falência pulmonar.
  2. Que havia fatores provocadores de doenças e mortes como fome, violência, depressão e pavor em meio a guerra e aos boatos.
  3. O uso indiscriminado da então Aspirina, sintetizado pela Bayer e usada extensamente pelos militares e logo por todos. O AAS (ácido acetilsalicílico)foi liberado como a panaceia sem contraindicações para todos, para dores, febres, inflamações e como milagroso para alívio geral. O problema é que o uso em grande quantidade e repetido é exatamente o responsável por graves problemas pulmonares. Asma, parada respiratória, obstrução e formação de líquidos nos pulmões – precursores de infecção bacteriana! Assim, as pessoas que sentiam desconforto e faziam uso incorreto desse produto foram ENVENENADAS e tiveram seus pulmões destruídos pela ASPIRINA, aquele remedinho “inocente” da Bayer. Isso acontecia em poucos dias, como se tivessem sido atacadas pela PESTE!
  4. O uso continuado de MÁSCARAS, dia e noite, em casas fechadas e escuras, imundas. Essas máscaras com resíduos de respiração, humanas, sujas, e de tecidos pesados foram uma outra das causas importantes da destruição da saúde e a predisposição as infecções BACTERIANAS.
  5. Falta de sol, de atividade, de esperança, de trabalho produtivo, de ar puro se somaram as outras influências maléficas.
  6. Mas, provavelmente a mais mortal, naquele momento, como hoje, foi a ação injuriosa, mortal, dos médicos. Não devemos esquecer aqui das vacinas impostas principalmente aos militares. Na ignorância total e pânico matavam e matam os doentes com práticas incorretas e inadequadas.
  7. Deve-se concluir que os 50.000.000 ou 100.000.000 de mortos pela “gripe espanhola”, pelo H1N1 (o vírus de uma gripe) foram, na verdade, ASSASSINADOS pela loucura e ignorância da classe medico-farmacêutica somada a truculência imbecil dos Estados.
  8. O que houve em 1919 foi um genocídio pela “ciência” e pelos insanos governantes.
    Conclui-se que o risco nesse momento, em 2020, não é menor do que em 1919 e que o povo está em pânico, submisso e suscetível aos comandos das “autoridades constituídas”. São essas as condições para uma nova “gripe espanhola”. O risco está nas medidas contra a saúde e mortais que se repetem agora:
    Isolamento, medo, máscaras, confinamento, sedentarismo, desesperança desassossego, falta de sol e ar puro, trabalho produtivo, más práticas médicas. Todos esses fatores são contra a saúde e contra a vida e mataram 100.000.000 de pessoas há um século e se repetem exatamente hoje.
    O pior e mais mortal deles é a arma de guerra e de extermínio a que chamam prosaicamente de “vacina” – essa é uma condenação à invalidez e à morte. Falaremos dela num próximo artigo.

LIBERDADE


A liberdade consiste na compreensão da Lei e na observância voluntária dela.


Moisés trouxe para a humanidade a Lei assim:
Desde que Eu sou a Lei, teu Deus que te tirou da terra do Egito, do estado de escravidão, não terás outras leis além de mim.”
Ou seja, está proibido ao homem criar leis artificiais, desde que não há lei a não ser a Lei primordial da qual estão derivadas todas as leis da natureza e da consciência do homem.
Fica claro que o homem está escravizado quando ele não conhece, não compreende, não pratica a Lei e, quando pratica e segue leis artificiais no lugar da Lei, adorando outros deuses, outras leis – isso é paganismo!
Somente a Lei pode torná-lo livre!
Através de toda a história o homem insiste e de maneira rebelde, insana, manufaturar leis artificiais e mortas (e as adora – como os pagãos que adoram ídolos mortos). Aí está a fonte de suas dificuldades.


Continuando”
Não esculpirás uma imagem por ti mesmo na semelhança de nada que está nos céus acima ou na terra abaixo, ou nas águas sob a terra”
Essa é uma expressão da Totalidade da Lei. O homem é advertido não basear sua vida sobre um fragmento da Lei, mas sobre a totalidade dela, sobre a totalidade de todas as leis. O esforço pela síntese, antes que pela análise, deve ser feito por cada pessoa. A natureza visível não deve ser considerada o princípio supremo – a lei da causa e efeito é relativa e, portanto, a lógica da ciência só tem utilidade pratica para assuntos menores. As tentativas da ciência de determinar e definir o mundo são patéticas e resultam em perda da liberdade, tal como assistimos e sofremos agora.
A incapacidade e a preguiça acabam por limitar a vida humana a uma visão parcial e estática, morta, quando a vida e o mundo é uma unidade de energia dinâmica e sempre em transformação.
A pressa e a leviandade de tratar o invisível, a origem, o milagroso em uma coisa visível, estática, final, é um erro que o escraviza, tal como as leis mecânicas, dogmáticas escravizavam a todos no Egito, pelo Faraó e seus burocratas. Não há nada estático no universo – estamos em meio a um turbilhão de forças naturais e da consciência, visíveis e invisíveis. Cair na tentação de criar um mundo artificial e morto, definitivo, pela ciência e um sistema político é retroceder ao horror do Egito do Faraó.

Desmistificando o Covid e a Pandemia


Uma breve análise científica da pandemia e do vírus, como suposta causa de sintomas.
A pandemia não está apoiada em nenhuma lei natural, mas na negação absoluta da ciência. E, previsivelmente, todas as ações para “curar” e impedir a doença são erradas, perigosas e mortais.
A relação entre vírus e doença jamais foi comprovada e existem FATOS que demonstram que vírus são consequência e não causa.
A presença de microrganismos não significa doença e a ausência de microrganismos não significa saúde.
Não há como afirmar que o vírus é “novo”. A descoberta dos vírus corona é de 1960! Se os testes são de 2019/2020, não há como afirmar que o vírus de 2019 não é o mesmo de 1960 e nem mesmo que os vários vírus corona não existem desde SEMPRE!
Os testes PCR são incapazes de detectar precisamente vírus diferentes – todos são identificados como COVID. Há, também muitas disfunções que positivizam o testes mesmo na ausência de qualquer vírus. Ou seja, muitas condições de saúde, com ou sem sintomas, em pessoas doentes ou saudáveis identificadas como positivas para coronavírus são em sua maioria FALSAS!
Portanto, a relação entre o vírus e doença não é natural e nem causal. Microrganismos, incluídos os que chamam de “vírus”, são ubíquos dentro e fora do organismo. Ou seja, em todas as pessoas, saudáveis ou não, se encontram vírus e bactérias convivendo simbioticamente no organismo. A relação entre a presença desses seres e doença é falsa porque acontece em todas as condições chamadas de saúde e também na falta dela.
As ideias e as ações sobre a pandemia são de segunda mão, são impostas, são artificiais e objeto de propaganda massiva para impor a narrativa. De fato, são incompreensíveis para o povo em geral. Há uma extensa lista de teorias e hipóteses contraditórias e não comprovadas usadas para justificar as piores e mais hediondas ações.
Nem é preciso se esforçar muito para constatar que há diferenças de efeito do “vírus” irreconciliáveis com a ciência. Não há nenhuma constante em tempo e lugar para a manifestação de sintomas relacionados a virose. E não há efeitos invariáveis e constantes. O que indica que a hipótese viral e pandêmica é uma farsa. A relação de causa e efeito foi simplesmente ignorada e ocultada.
Todas as afirmativas e ações sobre o vírus e a pandemia estão baseadas em fatos passados e em testemunhos suspeitos. A ninguém é possível constatar diretamente, pelos sentidos, a verdade.
Todo o assunto se tornou objeto supersticioso, irracional e emocional. Tudo está sendo aceito pela palavra de outros, mesmo que ilógico e incompreensível.
A ideia perversa e anormal da ação viral e da pandemia propaga a injustiça de que todos, independente de seu modo de vida segundo as leis naturais ou em oposição a essas, será atingido e, portanto, nada do que fizer pessoalmente terá qualquer efeito para a saúde. No caso, o vírus seria mais poderoso que o homem e seu bom comportamento. Estabelece-se aqui, através da pseudociência, a imprevisibilidade e a injustiça, portanto, o terror e o medo irracional.
A ideia de um ataque viral imprevisível, ilógico, irracional estabelece a natureza como inimiga a ser temida e ensina a intolerância, o desassossego e a rebeldia.
O resultado dessa doutrina perversa e falsa é a dor, a escravidão, a miséria, a doença e a morte.
Os argumentos e medidas são remendados e invertidos dezenas de vezes. Os tais “cientistas e especialistas” erram em suas previsões, nas ações, nas teorias e jamais se retratam. No lugar de reconhecer seus erros, criam novas mentiras para acobertar suas falhas.
Essa é a “ciência” que determina a sua vida e morte, sua liberdade e escravidão, entre a dignidade e a miséria.

Idade das Trevas


Todo esse horror e terror de Estado contra as pessoas só está sendo possível porque o povo é completamente ignorante e dominado por suas paixões e está pervertido em seus sentidos e instintos. Aliás, é a consequência incontornável dessa condição deplorável do povo.
A maioria vai perecer de uma forma ou de outra nas mãos dos burocratas, dos ditadores, sendo feitos em escravos obedientes ou, exterminados como pragas.
A maioria não pode ser salva e não se deve tentar ajudar. Esse é o exemplo claro e definitivo de que nenhuma mudança que envolve a sociedade é possível. Nenhuma ação social ou política pode resolver isso.
As tendências suicidas e homicidas são um sintoma grave do estado interior do povo. Como as pessoas não têm mais nenhuma autonomia, nenhum desejo de viver, nenhum instinto saudável de preservação, esperam e pedem por tutela.
Os poucos que estão em condições precisam se unir e se retirar. As cidades logo serão prisões de segurança máxima e corredores da morte.
Conviver com idiotas é um grande risco – você pode ser envolvido na loucura dessas pessoas. Os erros delas também lhes atingirão.
Uma renúncia é necessária aos velhos, hábitos, costumes e crenças. A busca por conhecimento que abra caminho para uma nova vida, completamente transformada e apoiada em valores apoiado nas leis naturais, na vida, é a única esperança.
Um mínimo de capacidade preditiva, baseado nos fatos atuais e nos sinais futuros pode garantir uma chance de salvação.
Um dos mais graves defeitos dessa época é a ideia de “adaptação”. Como se o homem pudesse ou devesse se adaptar a condições anormais e perigosas. Em geral, quase sempre, adaptar-se significa uma deformação da fisiologia, dos valores, de submissão e de viver sob condições tóxicas, sem liberdade, sem direitos fundamentais.
Adaptar-se ao que é contra a vida é completamente inaceitável e uma insanidade.
As pessoas estão fundamentalmente e já estruturalmente doentes depois de décadas de intoxicação com drogas farmacêuticas, vacinas, alimentos inadequados e tóxicos, ar poluído, água podre, radiações eletromagnéticas, abuso emocional, ideias pervertidas, mentiras, agressões físicas, medo, agitação, insegurança.
O problema não é, de nenhuma maneira do vírus x, y ou z, mas da incapacidade de defesa e da perda severa da vitalidade. Não há, verdadeiramente, nada que se possa fazer de imediato para trazer saúde onde só há doença. O fato é que a predisposição para adoecer e crises é certa. Todas as providências para impedir, evitar ou “curar” que eles entendem são fatores de mais destruição da saúde.
Sim, essas pessoas já estão, muitas delas CONDENADAS! Nada se pode fazer por elas e elas não querem nenhuma ajuda real. São principalmente essas que esperam por ajudas mágicas, por algo que as salve delas mesmas. A única coisa que aceitam é aquilo que acreditam: uma solução vinda de “autoridades”. Elas não querem pensar ou agir por si mesmas.


O Apocalipse Zumbi já aconteceu – a maioria das pessoas que andam por aí são mortos-vivos, são coisas, máquinas de sofrer e de dor.
Viver entre elas é o verdadeiro risco. Nada de bom pode resultar de viver entre coisas doentes, podres, inconscientes a não ser acabar por participar do mesmo destino.

Sociedade, País, Nação?


A estupidificação do povo chegou a um tal grau que ele acredita um rótulos, em títulos, em autoridades antes que nos FATOS!
Vejamos a questão da sociedade:
Ela é a reunião de homens vivendo juntos sob as cláusulas de um expresso e tácito contrato, que tem por finalidade sua preservação comum. Ora, pessoas com AS MESMAS CRENÇAS E IDEIAS se unem para viver melhor, para ter mais probabilidade de sobreviverem e crescerem. Isso é uma sociedade, um país, uma nação.
O que temos, de fato são grupos lutando pelo poder e para impor suas ideias, a qualquer custo e com a aniquilação daqueles que se lhes opõem.
Não há qualquer resquício de uma sociedade, de um país ou nação com o nome de “Brasil”!
Isso é completamente falso, enganador, um contrassenso. Um povo ignorante, passional e doente aceita esse jogo evidentemente sem fundamento, achando que está vivendo em um país, entre irmãos, amigos e iguais.
Na verdade, está vivendo em meio a uma guerra generalizada, perversa, sem regras e com prejuízos em todas as áreas da manifestação humana. Não há e não pode haver qualquer progresso, mas há grandes chances para a degradação e o barbarismo, miséria e perversão total da moral e costumes.
O risco de ser esmagado, humilhado, enganado e aniquilado é absoluto. Aceitar viver sob as regras atuais e em meio a pessoas tão diferentes e com crenças e ideias opostas é uma temeridade, uma tendência suicida e doentia.
Compactuar, colaborar, aceitar as regras de uma tal organização sonhando com melhoras, colocando sua confiança num futuro mítico melhor é insanidade. Ao participar disso essas pessoas estão aceitando a barganha por certas promessas de uma vida segura, em paz, digna, com garantias de sobreviver, de certo progresso, saúde, um lugar onde seus descendentes teriam boas chances de uma vida boa.
“Emprego”, prestígio, prazer, estabilidade são as iscas para atrair e apanhar o povo numa grande armadilha. No fim, ao máximo, a vida gira em círculos para lugar nenhum.
É preciso abandonar ordenadamente e inteligentemente essa prisão virtual e perversa.
Há saídas!

A Lei da Vida

Não há nenhuma lei acima das Leis Cósmicas e Naturais.

Você as conhece e as segue?


O referencial foi perdido e o mundo está um caos. Soltam criminosos, impedem a autodefesa, prendem e agridem pessoas de bem, tiram seus meios de subsistência. Nem mesmo suas leis ridículas, a que chamam “constituição”, eles seguem. Usam uma fraude(covid), originada em um país criminoso, de genocidas, para escravizar o mundo e enlouquecer as pessoas com mentiras.


Tudo pelo poder, pelo dinheiro e contra a vida e a liberdade.
Há um motivo essencial para essa podridão: o esquecimento e a negligência da realidade, da Lei. Substituíram a vida por imitações, por eletrônica, as funções vitais por química, o alimento vivo por coisas esterilizadas, mortas. A vida foi feita em uma eterna agonia, insegurança, medo, competição.
Polícia, congresso, cientistas, governantes, religiosos e especialmente juízes, todos corrompidos, desonestos e isso, em todo o mundo. Há umas raras exceções. Mas, isso é aceitável?


O povo é vítima de todo um sistema monstruoso e pervertido.
O sonho de que tudo possa “voltar ao normal” deve ser esquecido. A única chance é a destruição completa de toda essa estrutura criminosa – a mesma de que chamam de “estado” e “governo”. Não se pode cometer o mesmo erro da submissão a essa ordem maligna e seus demônios pelas mesmas promessas jamais cumpridas.


A Lei deve ser ensinada e relembrada. O fato é que não precisamos de nada dessa estrutura corrupta. A Lei é necessária e suficiente e quando faz parte das pessoas, tudo vai bem, sempre.


Acordem! Parem de sonhar! Seus sonhos e imaginação são agora pesadelos. Assumam suas vidas e deixem de ser tutelados. O custo disso não pode ser pago ou cancelado nem com a morte – seus descendentes continuam a pagar a conta e os filhos deles também.
Lembrem, somos responsáveis por nós mesmos, autopreservação, autocura, compreensão, autonomia… não estamos aqui para outra coisa senão TRABALHO e isso é pessoal. Ninguém nem nada pode fazer o nosso trabalho. A vida é apenas um meio para um fim pessoal e íntimo, para uma evolução possível e não uma bobagem qualquer que nos contaram como um fim em si mesmo, de objetivos tolos e infantis ou adolescentes de sucesso, de prestigio, de poder. O custo disso está aí e é impagável. Não se pode evitar os horrores da escravidão sem renunciar as suas causas – a burocracia inchada e truculenta do Estado e governos.
São os servos obedientes e submissos que com seu sangue, suor e lágrimas sustentam essa máquina de destruição da vida.


Só um retorno a vida simples, a simbiose perfeita pela Lei com a Natureza e os irmãos, retirando todo o financiamento pelos “impostos” do sistema escravista, pode-se destruir essa estrutura criminosa.

Não há mais o que reparar, reformar, recuperar nessa civilização, já que foi erguida sobre falsos fundamentos.

Tudo isso deve ser rejeitado e abandonado – parem de alimentar essas bestas peçonhentas.

Usem sua energia e vitalidade para construir dentro de si e não fora.

Civilização Doente

Josefus – São a coragem e a força do corpo e mente virtudes segundo a lei cósmica e natural?
Banus – Sim, e as mais importantes virtudes; porque são meios eficientes e indispensáveis para servir à nossa preservação e bem-estar. O homem corajoso e forte repele a opressão, defende sua vida, sua liberdade, e sua propriedade; pelo seu trabalho proporciona a si mesmo subsistência abundante e goza em tranquilidade e paz da mente. Se cai em desgraças, das quais sua prudência não pôde protegê-lo, suporta-as com fortaleza e resignação; e é por esta razão que os antigos moralistas tomaram a força e a coragem entre as principais virtudes.
Josefus – Devem a fraqueza e a covardia ser consideradas como vícios segundo a lei cósmica e natural?
Banus – Sim, desde que é certo que elas produzem inúmeras calamidades. O homem fraco ou covarde vive em perpétuas penúrias e agonias; solapa sua saúde pelo medo, frequentemente mal fundado em perigos e ataques; e seu medo, que é um mal, não é um remédio; ele o torna, ao contrário, escravo de quem deseja oprimi-lo; e pela servidão e o rebaixamento de todas as suas faculdades, o medo degrada e diminui seus meios de existência, tanto quanto o ser de sua vida depende da vontade e capricho de outro homem.”


Esse breve extrato do Código Essênio da Vida resume magistralmente a virtude da coragem e o vício que representa a covardia.
Banus, o mestre Essênio ensina a Josefus, isso há aproximadamente 2.000 anos sobre a sabedoria necessária à vida.
É necessário se representar como foram os homens daquela época e o que são hoje – a decadência física e moral em que se encontra a humanidade hoje é um impedimento para tudo o que é bom. São raros, se é que existem hoje, homens como Banus, Josefus, Jesus, Pedro, Moisés ou ainda qualquer homem comum.
Josefus escolheu, aos 17 anos, entre as três seitas judaicas predominantes (fariseus, saduceus e essênios) e dos Essênios pediu para ser aceito como discípulo de Banus, com o qual estudou por 3 anos. Quando formulou essas questões, e muitas outras, tinha em torno de 20 anos.
Falar hoje em coragem, força e vitalidade sem ter modelos como dos homens do passado é absolutamente inútil e tolo.
Aqueles homens nem mesmo adoeciam sequer uma vez durante toda a sua vida e seus poderes eram incomparavelmente superiores aos decadentes semi-humanos atuais.
Para resumir, é impossível sequer se aproximar dos modelos do passado.
A vida atual nas cidades, submetida as piores influências morais, de alimentação, ar poluído, água contaminada, toxinas em tudo e de hábitos pervertidos, produz homens incapacitados, decrépitos, que jamais poderão se erguer para construir as qualidades exigidas para a evolução interior.
A vida segundo a civilização atual é contra a saúde, contra o equilíbrio, a paz, a justiça, porque está apoiada na perversão da Lei cósmica e natural.
Esse mundo, com suas cidades, seu modo de vida, valores, pseudociência e tecnologia é anti-humano.
Já devia ter acabado há muito – e vai piorar. Os sinais do fim com todas as suas dores estão evidentes.

Casos de Contágio Assintomáticos de Covid são Mito

A Farsa do Vírus Shing-ling

As provas sobre a farsa pandêmica do Covid 19 se multiplicam e aqui os FATOS CIENTÍFICOS são indiscutíveis:

Com 10 milhões de testes de Covid em Wuhan nenhum novo caso da doença foi identificado. Ou seja, ser testado positivo, ou a presença do vírus não significa DOENÇA – e esse é um princípio básico da imunologia e da infectologia estabelecido pelo próprio Pasteur.

Mais, ser testado positivo não significa, absolutamente, que aquelas pessoas são “transmissoras” da eventual doença!

A farsa está definitivamente revelada e as medidas de contenção, incluída a vacina são puro charlatanismo e truculência de estado/governos para submeter o povo a uma vida indigna e adoece-lo.

Procurem entender o que esses dados do PESQUISA significam: ninguém sem sintomas, mesmo que testado positivo está doente ou pode ser acusado de ser um transmissor.

Inimigos Insuspeitos


O que chamam hoje de “ciência” é uma monstruosa máquina de enganar, é pseudociência.
Ciência não é tecnologia, é, verdadeiramente, o oposto dela. A primeira dá poder a pessoa, a segunda o torna um escravo ou um opressor.


Só é ciência a compreensão que está dentro de uma pessoa e que pode ser aplicada diretamente por ela. Ela não pode ser comprada, não é propriedade, objeto de barganha ou chantagem (é libertadora) e, finalmente, é um direito natural a ser conquistado enquanto reduz as desigualdades.


A tecnologia se tornou um instrumento de impedir a compreensão, de enriquecimento, de controle, de promover a escravidão.
Os “especialistas”, os cientistas e doutores estão a serviço dos ditadores, das empresas, da mentira.
O mito de benfeitor não cabe mais para essa gente – eles são, definitivamente, inimigos da humanidade, da vida, da liberdade.
As máquinas como instrumentos de opressão e controle, a química e os soros para envenenar e exterminar, são a brutal evidência, junto com a IA de que o homem não é mais a medida de todas as coisas, de que estamos a serviço da MATRIX. Hoje, qualquer charlatão com um título de doutor que fale pelo Sistema vale mais do que toda a vida e razão.
As “maravilhas” da ciência e da tecnologia se mostraram inimigos terríveis da vida e da liberdade – revelaram a sua verdadeira face. O conforto e as facilidades, que se compra a altos preços são, na verdade, iscas para enganar – hipnose! Sua verdadeira natureza é o mal materializado e brutal nas mãos de ditadores e burocratas.


O afastamento da realidade e o império da imaginação e do sonho fizeram das pessoas tolos suscetíveis que se submetem a narrativas e lendas. O humanidade está vivendo uma vida artificial, construída sobre quimeras e coisas que não compreende. A humanidade jamais foi tão crédula e supersticiosa. O selvagem e o bárbaro, objetos de piadas e ironia pelos “civilizados”, são menos suscetíveis e mais espertos que os proprietários de máquinas e agora, escravos destas.


Mas, parece muito tarde para a maioria. São dependentes física e psiquicamente de coisas artificiais e danosas a vida e a natureza. Estão doentes, muito doentes. São fracos, medrosos, infantis. As fontes de sabedoria, de poder e equidade – que estão na natureza e na consciência, foram substituídas por falsificações que trazem venenos e o mal.

Pasteur, o charlatão oficial da medicina!


Os fatos científicos descobertos e comprovados por Antoine Bechamp em oposição a fraude científica do charlatão Pasteur são desconhecidas pela grande maioria das pessoas e mesmo conhecidas não são compreendidas. As proposições de Pasteur são muito mais simples e estão em sintonia com toda a organização social e pseudocientífica dessa época.


Primeiro, Bechamp demonstrou que o ar está repleto de microrganismos capazes de fermentar qualquer meio adequado sobre o qual eles pousam. Ele mostrou que a mudança química é conduzida por um fermento solúvel produzido pelo organismo, e esse fermento é análogo aos sucos digestivos presentes no estômago. Assim, ele identificou a fermentação como um processo digestivo. Sem os microrganismos a vida é impossível. Sua função é simbiótica e não destrutiva.
Portanto, Bechamp foi e descobridor dos microrganismos do ar e como eles influem na vida humana. Pasteur roubou os trabalhos de Bechamp e os publicou como seus com mudanças sutis que têm grandes consequências sobre a relação dos microrganismos e a saúde. A ênfase das pesquisas de Bechamp são na simbiose entre os microrganismos e toda a vida e que sem eles a vida seria impossível, ou sequer se manifestaria. Tudo aponta para os processos metabólicos dos animais e do homem serem todos baseados e dependentes desses seres e que, finalmente, somos plantas que caminham, falam e pensam.
Para Pasteur, por outro lado, os microrganismos são um risco a saúde e a vida. Eles atacam a todos e a tudo para devorar, matar e destruir. E através dessa visão negativa ele justifica a esterilização pelo calor, pelos venenos e pelas vacinas.


Segundo, a mais profunda conclusão para a qual a pesquisa incansável e explícita de Bechamp o conduziu é que há um elemento vivente independente e micro anatômico nas células e fluidos de todos os organismos. Esse elemento precede a vida ao nível celular e ainda a nível genético, e é o fundamento de toda a organização biológica. O que originalmente provocou a curiosidade de Bechamp foi a descoberta, por acidente, que o calcário puro de depósitos minerais de até 11 milhões de anos podem liquefazer soluções de amido e fermentar açúcar, enquanto calcário artificial não pode! Ou seja, comprovadamente há algo vivo e indestrutível muito além das células. Após anos procurando a causa (a fermentação não tinha ainda sido compreendida na época), ele atribuiu a ação aos remanescentes vivos de organismos há muito mortos. Ele chamou esses minúsculos elementos vivos de “microzima”, ou pequeno fermento.
No caso, Bechamp ensina que não são as células as menores unidades de vida, mas as microzimas. Esses pequenos fermentos são virtualmente indestrutíveis e eternos. As microzimas são ainda, exclusivas de órgãos, espécies e pessoas. A introdução forçada de secreções, soros, “vírus” ou qualquer parte do corpo e órgãos de um ser ou local do corpo a outro representa uma agressão de proporções imprevisíveis porém certas e terríveis. As vacinas vão destruir a saúde da humanidade para sempre.
Pasteur imagina serem as células a menores unidades de vida e desconhece totalmente as microzimas. Assim como outros pseudocientistas acreditava na geração espontânea e logo, que a vida teria vindo do nada, por acaso, mecanicamente.

Terceiro, que as microzimas rotineiramente se tornam formas normalmente referidas como bactérias e que bactérias podem reverter ou retornar ao seu estado microzímico. (Esse é o princípio do Pleomorfismo, que é central para a compreender o aparecimento de sintomas de doenças “infecciosas” e degenerativas no corpo).
O princípio observado por Bechamp na capacidade de transformação de bactérias em fungos, em vírus e microzimas e vice-versa onde o meio determina suas formas e funções explica não só os sintomas e a má saúde como atribui ao meio e não aos microrganismos a causa da má ou boa saúde. Isso resulta que o foco dos tratamentos não devem ser os microrganismos, mas o meio e daí como se vive de modo a construir a saúde ou a destruí-la. Portanto, a saúde estaria nas suas mãos, sob o seu controle.
Pasteur, a partir de falsas conclusões ou mesmo malícia, coloca o foco dos tratamentos no combate aos microrganismos e imagina que esses nascem e morrem com a mesma forma e função(monomorfismo). Portanto, a saúde independe do que você faz ou deixa de fazer. Os germens seriam exterminados pelas drogas e vacinas, por elementos externos produzidos e ministrados pela “ciência”. Assim, segundo os charlatões de plantão as esperanças da humanidade sobreviver devem ser depositadas nesses “eleitos”, especialistas e doutores.


Quarto, explicou que os germens atmosféricos não são espécies fundamentais, mas são ou microzimas, ou suas formas transformadas, deixadas livres de seu habitat original vegetal ou animal, pela morte daquele “meio”.
Os seres que habitam o ar são derivados da morte de plantas e animais e não são somente bactérias, fungos e vírus, mas microzimas. Ainda, esses tem baixa capacidade de influir na saúde. Somos virtualmente blindados a essas influências.
Pasteur viu nesses habitantes do ar as principais causas de doenças. Ele imaginou que sempre há um doente número 1 que teria iniciado todo o processo de contágio. Isso é um mito médico completamente supersticioso porque os mesmos sintomas surgem em regiões isoladas e, ademais, os motivos não podem ser atribuídos aos microrganismos, com certeza. Uma coisa é a fermentação de um meio nutritivo inerte e outra, completamente diferente é um gérmen ou microzima do ar “fermentar” ou adoecer uma pessoa íntegra!”