Sobre o Racismo

75% dos brasileiros são mestiços, de alguma forma.
Certamente, somos um dos países com maior índice de miscigenação.

Todos aqueles que insistem na tese de “racismo” estão, na verdade, promovendo, incentivando, praticando ações racistas e discriminatórias.

Acusar os brasileiros de racismo porque, aparentemente, não são totalmente negros ou índios, ou orientais, ou supostamente, de qualquer uma dessas raças “puras” é HEDIONDO e deve ser imediatamente punido com todo o rigor da lei!
O maior e pior crime é a acusação leviana de racismo, a qual quase sempre é falsa, promove perturbação social e finalmente, sugestiona muitos a acreditar que qualquer ação, inocente, ou apenas inadequada, seja racismo.

Acusar alguém ou um grupo qualquer de um crime hediondo irresponsavelmente é CRIME!
Devemos reconhecer que somos ignorantes e que somos muito inadequados em quase tudo que fazemos. O crescimento de uma nação só pode ocorrer com justiça, benevolência, união e paz.

Os grupos acusadores e que insuflam a revolta e a violência são criminosos perigosos.

Escândalos, revoltas, atos insanos e extremados não ajudam a construir nada.

No caso, é um risco enorme, uma armadilha mortal denominar grupos como inimigos viscerais e promover o inimizade e a desconfiança.

Os erros devem sempre ter endereço certo. Quem comete erros e crimes deve responder PESSOALMENTE!

Ninguém é perfeito e sem culpa, mas o pior é aquele que conspira contra a paz promovendo o ódio, revoltas e guerras.

É preciso atentar para o momento onde tudo é tratado coletivamente anulando o indivíduo. Esse é o fim da liberdade e o início da escravidão. Todos, pessoalmente, temos o direito inalienável de escolher nossos caminhos, para o bem e para o mal e colher o frutos de nossas escolhas.
O Estado, a OMS, o STF, a direita e a esquerda não estão de posse do bem da verdade. Isso é sempre uma conquista pessoal, íntima.
Não se pode impor a verdade e o bem de fora, do exterior, pela força. Deixem cada um buscar por seus próprios caminhos.
A sociedade só pode, quando organizada e equilibrada indicar caminhos e promover comportamentos sociais de amizade e respeito – não pode forçar pela ameaça e punição que o cidadão se comporte segundo um modelo coletivo determinado pelo Estado. Ideologia e cultura são guias e não lei.

A Essência das Leis Cósmicas e Naturais


Uma civilização que afasta o homem da natureza, que o perturba com milhões de distrações inúteis e prejudiciais, que altera a saúde e os sentidos, que produz o desassossego, a agitação, que cria leis espúrias, é um impedimento para o conhecimento e a prática das leis cósmicas e naturais.


Essa mesma civilização, através de meios ilícitos e violentos, tenta paliar os efeitos de sua oposição e afronta a Lei, para que possa, maliciosamente, acusar a Criação de imperfeita, de um mero acidente que precisa da intervenção humana para em seguida, se atribuir o direito indevido de reformar o mundo.

Esses feiticeiros que chamam a si mesmos de “cientistas”, constroem uma torre de babel e assim destroem e impossibilitam a relação direta e benigna do homem com a natureza e consigo mesmo. É claro que essa sua torre construída de tijolos, betume e sem alicerces, requer reparos constantes e ameaça a ruir a todo o momento.


Criam-se necessidades artificiais, instalam-se vícios, o equilíbrio orgânico é destruído de modo que ninguém mais possa vislumbrar o mundo natural e acessar a Lei que o sustenta.
Ao se submeter a essa perversão da ordem, às leis espúrias dessa civilização decadente e perniciosa, o Homem tem sua saúde e evolução prejudicadas e desviadas e fica sujeito a um mundo artificial contrário as Leis Cósmicas e Naturais. Se, por acaso e pela Providência alguém começa a ver a trama, logo é agredido e etiquetado como tolo e/ou criminoso.


Somente ao ser apresentado ao mundo real que lhe foi ocultado, através das características essenciais das leis naturais é que pode, por comparação, se dar conta de que está no caminho errado e que há, por outro lado, um mundo real a benigno que ele mesmo pode reconstruir dentro e fora dele.
Chegamos quase ao ponto de ver diante de nós negada a ordem universal, na qual supostamente estaria apoiada a ciência. De fato, toda uma pseudociência assaltou e derrotou a confiança do homem na natureza e na perfeição e bondade da criação.


A verdadeira ordem, construída sobre as leis naturais é representada essencialmente por manifestações que são 1. primordiais, 2. imediatas, 3. universais, 4. invariáveis, 5. evidentes, 6. racionais, 7. justas, 8. pacíficas, 9. benéficas e 10. autossuficientes. Portanto, as leis e ordem que não compartilham dessas características essenciais, são falsas!
Essas Leis são primordiais porque são anteriores e naturais a existência das coisas; são imediatas porque são arquetípicas, emanando de um mundo além e acima do humano; universais porque são unas, comuns a todos os tempos e lugares; invariáveis porque para todos, sempre se mantém uniformes; evidentes porque elas consistem inteiramente de fatos presentes acessíveis aos sentidos; racionais porque todos os seus preceitos e doutrinas são obedientes a razão e a compreensão humana; justas porque as penalidades são proporcionais as infrações; pacíficas porque elas só lhes aconselham tolerância e paz; benéficas porque ensinam a todos os homens a se tornarem melhores e felizes; autossuficientes porque não precisam de outras leis que as complementem.


É evidente e inegável que essa civilização está construída e conduzida por milhões de regras as quais são sempre somadas outras, porque elas são insuficientes; elas não ensinam a todos os homens a se tornarem melhores e felizes, porque são viciosas; lhes aconselham intolerância e o desassossego, porque são competitivas; são injustas porque as penalidades não são proporcionais as infrações; são irracionais porque são incompreensíveis; como estão baseadas em fatos passados e que não podem ser apresentados aos sentidos, duvidosas; para cada pessoa e momento se manifestam diferentemente porque são variáveis; porque não se mantém as mesmas em todos os tempos e lugares são particulares e exclusivas; sendo produto das mentes humanas são questionáveis; e são secundárias porque são posteriores aos fatos.


É necessário fazer um esforço para encontrar exemplos, em fatos e no pensar, dos desvios na essência das leis naturais porque, de outra maneira, se estará sempre equivocado e, portanto, sujeito aos erros e a ser submetido por aqueles que ou estão eles mesmos enganados ou querem enganar.


Somente a ação pessoal pela vontade e empenho podem colocar as coisas em seus lugares devidos e devolver a vida o seu sentido e realidade. O mundo precisa ser inteiramente criado por cada pessoa dentro dela mesma e o que de mais temerário se pode fazer é aceitar e acreditar em autoridades externas.
O microcosmo e o macrocosmo estão de tal forma construídos que devem ser conhecidos DIRETAMENTE e não indiretamente. O sonho de um mundo descoberto e explicado pela ciência é a morte física e psíquica porque é contrária a natureza humana. Não estamos concebidos para receber absolutamente nada de segunda mão. Precisamos conhecer e pensar tudo por nós mesmos.

A Verdadeira Causa da Pandemia

Os 2 trilhões $$$ de prejuízos na economia brasileira com milhares de dramas pessoais, o terror, a perda da liberdade, as ameaças, insegurança, mal-estar, doenças e mortes têm uma causa que é a mesma que está na base de todos os dramas pessoais relacionados à saúde.

Essa causa não é esse vírus, um outro do ano passado, ainda aquele outro da década passada e o do século passado ou, do milênio passado, todos “novos”, mortais, e que levaram a medidas extremas, vacinas, drogas e agressões à sua liberdade e autonomia.

A causa dos desastres passados, o atual (que não terminou) e todos os futuros, se deve a ignorância da ciência da vida, da verdadeira Ciência da Saúde.

As falsas crenças, alimentadas e construídas maliciosamente pela pseudociência da saúde, que se ocupa da doença antes que da saúde e que explora a dor e a superstição do povo, são as verdadeiras causas do drama atual, dos passados e serão das crises futuras.

Ao não compreender seu lugar no mundo, não conhecer o funcionamento de seu organismo, seu potencial, vulnerabilidade e capacidade de curar-se, o Homem de hoje está completamente sob o domínio de um sistema perverso que explora sua ignorância e medos.

Enquanto acreditar que há agressores externos, misteriosos e poderosos, dos quais não tem defesa, como seria o COVID 19, uma evidente farsa política e midiática alimentada pelo terrorismo de uma OMS e de governos corruptos, estará a mercê da exploração e do controle de inimigos impiedosos e enganosos.

Somente um novo conhecimento e uma mudança radical de conceitos, uma nova visão de si mesmo e do mundo poderão salvar essas pessoas do terrível apocalipse que se aproximou.

Toda uma vida construída sobre mentiras, falsidades e doutrinas perversas, condenou a humanidade a esse horror e terror atual.

Não há nenhuma esperança para eles – serão manipulados, aterrorizados, escravizados, injuriados e mortos.

Se uma pessoa conhece e pratica as leis naturais ela sabe que não há nenhum agente biológico externo que poderia lhe causar doença ou matá-la. Além disso, sua saúde é tal que pode vencer agressões e se manter íntegra e vital por toda a vida somente com os meios naturais ao seu alcance.

Nenhum Vírus é a Causa de Doença

A má saúde é a causa de desequilíbrios que se manifestam como “infecções”.

Toda a doutrina viral, contágio, infecção, vacinas, transmissão, “matar o vírus”, “achatar a curva”, imunidade, não passam de charlatanismo oficial, imaginação “científica”, pseudociência – uma forma de controle político e dominação fácil de pessoas ignorantes, estúpidas e bárbaras.
A verdade está explícita nos fatos, mas a maioria do povo está incapacitado de ver e compreender.

As pessoas fracas, doentes, perturbadas, que não adotam um modo de vida segundo as leis naturais, vão adoecer e eventualmente, morrer por isso e não por um vírus qualquer.

As pessoas precisam deixar de ser idiotas e imaginar que sabem alguma coisa, quando não passam de ignorantes que acreditam ser sábios porque reproduzem (como papagaios e macacos) as mentiras da mídia, de especialistas e doutores.

Usar máscaras, isolar-se, se deixar injetar, permitir ser testados, tomar drogas farmacêuticas é o caminho mais curto para destruir a saúde.

Esta e todas as outras “pandemias” são farsas, porque vírus, bactérias e fungos são todos, sem exceção, inócuos, ubíquos e fazem parte da natureza e de você mesmo – sem eles você não poderia viver.
O fato de estarem presentes em maior quantidade quando há sintomas não significa que seriam a causa da “doença”.

Pasteur afirmou que a presença de vírus e bactérias não indica doença. E todos esses pseudocientistas que dizem ser discípulos desse charlatão, renegam ao mestre.
A sua garganta e outros orifícios estão habitados por estreptococos , estafilococos, vírus, bacilos de Koch, entre outros – eles convivem e vivem “pacificamente” sempre em todos os humanos. Seus intestinos estão lotados do vírus da “paralisia infantil” e isso não significa que você está doente ou que adoecerá.
Se convença que você é feito de trouxa para seguir docilmente a bandidos e ditadores que querem explorá-lo e fazer de você um escravo. Talvez as coisas comecem a melhorar se admitir sua ignorância.
No caso, a brincadeira de “seguir o mestre” leva ao inferno.
Comecem a duvidar da narrativa oficial e olhem em torno os sinais das mentiras que estão lhes contando.
Os bilhões que são vacinados, supostamente contra os “vírus gripais”, teimam em adoecer e morrer logo mais, com os mesmos sintomas dos quais foram “imunizados”.
O vírus não é nada, suas condições metabólicas, são tudo!
É você mesmo que determina sua saúde ou doença pelo seu comportamento e não o vírus.

A Necessidade da Lei da Vida

Resgatando a Lei na Vida

Como numa catástrofe natural, onde a previsão do momento do acidente é difícil, mesmo que o acontecimento se repita ciclicamente, assim a precipitação e a extensão dramática da regência da mentira, da pseudociência, é um fato aterrorizante porque supera tudo o que até é impossível de imaginar.

A não ser que a humanidade se aproxime da Lei e de sua manifestação na Natureza e em cada um de nós – isto é, da verdadeira e necessária Ciência, a própria sustentação da vida e da saúde serão impossíveis. De fato, isso é uma constatação em tempo real agora, em todo o mundo e na vida pessoal.

Não há como sobreviver e menos ainda, pretender algum progresso real, entregando a vida nos mínimos detalhes e necessidades pessoais aos políticos, aos juízes, aos doutores, aos cientistas, a mídia e a tecnologia, como se a sustentação da vida e o bem-estar pudessem ser comprados, barganhados e pensados serem “direitos”.

Ao se comportar como se tudo devesse ocorrer sob a dependência e a tutela do exterior, uma pessoa e a própria sociedade entrega sua liberdade e autonomia a poderes externos, a outros. O antídoto para essa verdadeira doença da alma é conhecer e aplicar a Lei da Vida, as leis cósmicas e naturais, a si mesmo. Somente isso pode resgatar a liberdade, autonomia e autossuficiência perdidas e escapar da ameaça real de ser feito em um escravo miserável.

Cada vez mais a vida tende a se resumir em apertar botões e a cumprir ordens e diretivas que são impostas para “sua segurança e para o seu próprio bem”! O ponto aqui é que isso é uma armadilha mortal. Não é o mundo real, mas uma criação artificial de insanos e ditadores que maliciosamente planejam ter súditos obedientes restringindo seus direitos naturais e ainda, tentando reduzi-los a nada. Toda essa estrutura gigantesca e complexa, mutante, foi idealizada para não ser decifrada – as massas devem permanecer ignorantes e sem acesso aos objetivos e controles. Como numa rede para apanhar os pobres e incautos peixes, a malha se torna cada vez mais estreita e justa para que, a cada movimento, o infeliz se prenda e tenha seus movimentos impedidos.

Exatamente ao contrário do que é ensinado e apresentado como a verdade – que a natureza seria cruel, inimiga e precisaria da tecnologia, de uma ciência artificial, poderosa e brutal para ser dominada e transformada e ser posta a servir ao homem – há uma lei natural que rege a vida e, portanto, a todos nós de forma que, ao nos submetermos a essa ordem com punição as infrações e bem-estar para a sua observância, não precisamos de mais nada. Se um homem, pessoalmente, conhece, observa e pratica cada uma dessas leis de acordo com as relações regulares e precisas que elas mantêm consigo, esse homem preserva a sua existência e a torna tão feliz quanto ela pode ser. A existência dessas leis naturais é de preservar e tornar o homem feliz e íntegro – elas são a garantia da liberdade, da autonomia e evolução interior. É necessário dizer que essas leis e suas relações diretas com a humanidade são insubstituíveis, necessárias e suficientes.

A regressão da inteligência, da sutileza e da vontade são fatos gritantes no homem comum. Rapidamente, todo o seu imenso potencial está sendo colocado em desuso, porque supostamente, tudo está pronto e resolvido. Há outras questões: o contato com esse mundo artificial e falso drena toda a sua vitalidade e, o afastamento da natureza, impede a absorção das energias vitais que lhe conferem, naturalmente, energia, sabedoria e sensibilidade de uma fonte inesgotável, racional e benéfica.

Esse bem e harmonia são agora desconhecidos e negados. Pode-se afirmar, que mesmo extremamente necessitado, o homem rejeita a fonte da vida e da felicidade.

O conhecimento, o retorno a essa relação direta e benéfica com a Vida é a única esperança e saída para o apocalipse que se desenha e se aproxima com violência.

Psicose de Massa e Pandemia

De nenhuma maneira o risco e a ameaça é o vírus. O vírus é uma criação midiática e virtual. É inócuo porém, não são inócuas as “ações de contenção e combate” e a sistemática manipulação do número de casos e de mortes se configurando na tal “ameaça”. O risco a saúde e a vida estão justamente na imposição dessas medidas e no pânico, intencionalmente provocado. A manipulação do povo pela propaganda e pelo terror e violência desencadeou um surto psicótico geral naqueles já predispostos. Isso também foi bem calculado e previsto.
O que resultou é que há uma incapacitação do pensar lógico e uma tendência a agir irracionalmente, pelo medo e pavor. Isso leva a submissão as “autoridades constituídas” e a agressividade e intolerância a tudo que se opõe a essas ordens.
As pessoas entraram nesse estado em grande número e estão sendo usadas pela fragilidade dessa condição induzida, porém as consequências remotas disso não são totalmente previsíveis e/ou controláveis.
Esse surto psicótico foi desencadeado pela “pandemia”, mas vem sendo gestado há décadas. A mentira na vida das pessoas, a sua submissão a governantes, políticos e um Estado perverso e doente, somado a ausência absoluta de qualquer verdade foi o caminho para empurrar as pessoas para onde se encontram agora. É tão grave a doença mental dessa massa, que estão incapacitados de qualquer julgamento imparcial – neles a mentira se tornou verdade e a verdade mentira; o bem em mal e o mal em bem; o justo em injusto e o injusto em justo. Como é próprio dos insanos graves, os loucos são os outros, sempre.
Basicamente se pode prever que essa angústia, pavor e frustração serão resolvidas pela violência em duas direções opostas: seja contra os autores e manipuladores, ou seja contra todos os que seriam, segundo essa condição emocional e mental doentia, de alguma maneira, adversários de seus carrascos e portanto, responsáveis pelo aumento de doentes por não seguirem estritamente as ordens absurdas das autoridades – aposto mais na última opção.
Essa divisão em campos opostos é o gérmen de uma guerra civil que não tem solução fácil ou imediata. Para esse vírus a imunidade é difícil e improvável. Da mesma maneira que não veem e não compreendem o vírus, também são incapazes de ver o que se passa dentro de suas próprias mentes. Estão mergulhados num estado de loucura e irracionalidade sentido como racionalidade e equilíbrio – a loucura estaria nos outros que agem de maneira diferente.
A dor e a perturbação dessa massa não pode ser resolvida racionalmente. Eles exigirão soluções: vacinas, a continuidade da ameaça (da doença), a violência. O que vemos agora é a violência contra si mesmos, no suicídio e, contra os mais próximos.
Produziram um estado psicótico em larga escala com intenção de levar a um rompimento da racionalidade e para se locupletarem politicamente dessa condição.
Não temos mais um país onde os cidadãos estão ligados por laços de amizade e de modos de vida e fé semelhantes, mas em grupos antagônicos que foram levados a desconfiança e ao ódio.
Qualquer novo motivo poderá desencadear reações muito exacerbadas, como num incêndio de material explosivo.

Tecnologia e Pseudociência


Sem exceção, a atual ciência, pesquisa, tecnologia são meios violentos e ilícitos para amenizar, paliar, acobertar, compensar, as agressões às leis naturais em todas as suas manifestações.
Como a atual civilização se apoia na mentira e insiste em agir contra a lei natural há consequências, e são sobre essas consequências, em todas as áreas da manifestação humana, que está construído o imenso e faraônico edifício da pseudociência, com suas máquinas, equipamentos, química, justiça, medicina, política, sociologia…, enfim, toda a parafernália inútil e prejudicial que cresce de maneira descontrolada para camuflar os prejuízos e injúrias da má ação do homem ignorante e descontrolado em sua ânsia de lucro, de domínio e de gozo em detrimento da natureza e das reais necessidades humanas.
O homem, quando comparado com todos os outros animais, é o que tem as necessidades menos exigentes porque ele está capacitado internamente, com um metabolismo poderoso, de transformar o pouco em muito. Acrescente-se que sua inteligência permite que faça menos esforço e dispense menos energia, enquanto transforma muito melhor os alimentos físicos em energia e tecido. Ainda, consegue absorver energias superiores do ar, do sol, do solo, as radiações cósmicas, das impressões, enfim, ele é uma super usina sofisticada e eficiente de transformação – o que faz com que seja econômico e eficiente.

A ânsia por excesso de alimentos e luxos é doentia e imprópria, totalmente originada de pessoas ignorantes e em busca de prazeres.
A humanidade tem sido enganada e se engana a si mesma maliciosamente com a tecnologia e a pseudociência como se fossem avanços e conquistas, quando são somente inutilidades, acobertamento, compensações e meios ilícitos por conforto e luxúria.
Os proprietários e os detentores da assim chamada ciência, fizeram dela um meio de submeter, controlar e escravizar o Homem e de que a humanidade ainda os coloque em elevada estima e os chame de “doutores”.
O custo de toda essa construção gigantesca, complexa e inacessível em seu entendimento, criou uma aura de importância e mistério indevido e falso. Estamos diante de uma monumental FRAUDE!
Porém, agora o monstro cresceu e está devorando tudo o que é de mais precioso e santo daquilo que o ser humano foi dotado gratuitamente, em sua harmonia com o todo, com o Universo e a Natureza.
A crise atual (pandemia) é só uma pequena amostra das consequências funestas de ter entregue a sua PRIMOGENITURA por um falso “prato de lentilhas”!
Será necessário ainda mais sofrimento para se dar conta do mau caminho que tomamos?

Os Gérmens são os Maus Espíritos dos Cientistas

O Pavor da Ameaça Invisível


O medo “científico” do invisível é muito mais terrível do que o de maus espíritos. Conseguiram implantar o pavor de coisas microscópicas nas pessoas e convence-las que só com a ajuda dos doutores com suas vacinas e drogas é possível se salvar da ameaça mortal. As pessoas vivem em pânico!
Fomos dotados de sentidos capazes e suficientes para viver uma vida plena e saudável. A pseudociência nega isso e diz que há um mundo de gérmens ofensivos só esperando o momento de atacar. Essas “coisas” ficariam, segundo esses charlatães, aguardando, de tocaia, ocultos nas sombras, em qualquer lugar, em animais e em outras pessoas para nos invadir e matar.
É compreensível o terror das pessoas. Há um mistério incompreensível nisso. Não sentem, não veem, não ouvem, o olfato não capta, mas esses seres malignos estão lá, onde menos e quando menos se espera, por nenhum motivo, atacam!
Toda a narrativa da assim chamada medicina sobre os micro-organismos é falsa. Porém, eles, assim como os feiticeiros, bruxos e sacerdotes, usam o terror do invisível e seu suposto poder incompreensível e superior de destruir a ameaça para dominar mentes e corpos das pessoas.
O tempo do mundo celular e do mundo atômico não é o mesmo que o nosso. E isso é usado para confundir as pessoas. A velocidade com que as coisas acontecem no mundo microscópico e atômico é centenas de milhares e até milhões de vezes maiores do que no nosso. Assim, quando conseguimos apenas perceber algo no máximo em 1/25 de segundo as coisas no mundo microscópico se passaram anos! Ora, aquilo que os cientistas veem nos microscópios óticos, eletrônicos e nas reações químicas e nas placas que captam os rastros de movimento eletrônico já não estão mais lá no segundo seguinte que foi “observado” com esses aparelhos que ampliam a percepção e registrado com equipamentos. De fato, essa é uma outra dimensão do mundo invisível – do mundo muito pequeno.
As declarações e conclusões supostamente “científicas” desse mundo são apenas suposições e hipóteses – não são FATOS! Isso de nenhuma maneira é mais preciso do que o suposto poder de certas pessoas que declaram que veem e controlam espíritos e coisas sobrenaturais.
É evidente que podem dizer e inventar qualquer coisa sobre os gérmens invisíveis assim como sobre os “espíritos” malignos. Não há como comprovar isso e, certamente, as coisas se passam de maneira muito diferente do que os cientistas, doutores, sacerdotes e feiticeiros contam.
Mesmo que não sejam deliberadamente desonestos, se enganam totalmente sobre suas conclusões.
É falso que tenham um poder sobre esse mundo e isso está completamente comprovado. Suas vacinas, drogas e meios de deter e prevenir são muito questionáveis.
Porém é certo que há ações possíveis que podemos fazer que mantém o equilíbrio e a harmonia com o invisível. Isso está inteiramente comprovado e nas mãos de cada pessoa que compreende e pratica as leis que controlam essa relação.
As leis da vida são conhecidas, compreensíveis, eternas e imutáveis e ao alcance de todos. Tentar interferir no mundo microscópico com drogas, com vacinas e radiações sem compreender, como fazem os pseudocientistas, é uma temeridade porque nada se passa como imaginam- eles supõem tudo e o que fazem são “experiências”. Somos cobaias e corremos riscos terríveis nessas manipulações da assim chamada “ciência”.
A ciência verdadeira é o conhecimento e a aplicação das leis da vida a nós mesmos e não por outros. As leis da vida são eternas, imutáveis, compreensíveis e exatas – não são experiências que põem em risco bilhões de pessoas como faz a medicina.
A pretensão insana da pseudociência de transformar e alterar o mundo usando de violência é inútil e desastroso. Esses seres microscópicos fazem parte do todo, chamado Universo – não é possível alterar um sem alterar o outro e é óbvio que não podemos mudar o Universo. Não se pode alterar de forma estúpida uma coisa que não se compreende. De qualquer maneira, o resultado será um fracasso com agravantes: o que antes era um ser que fazia parte da nossa fisiologia pode vir a causar problemas reais como uma forma de reação de defesa. Todo o desequilíbrio micro e macro da natureza é um fator destrutivo para o homem.

Homem-Termita

Mesmo os mais empedernidos e orgulhosos pseudo-sábios admitem que há leis que regem a vida de cada espécie, inclusive a humana. Mas, esses sábios de ocasião negligenciam a ordem universal e não a aceitam.

Desde muito há tentativas de mudar a natureza humana ou controla-la. Nas últimas décadas isso se intensificou violentamente e, somado a tecnologia, o poder nas mãos dos poderosos aumentou muito.

A real natureza humana, com sua característica rebelde, individualista, autodeterminada é um obstáculo aos objetivos daqueles que desejam impor seu poder e reformar o homem e ainda, toda a Natureza.

Os meios convencionais de controle, dado o aumento populacional, a complexidade das sociedades, competição e o avanço da automação em todas as áreas, antes ocupadas por operários humanos, não são suficientemente eficientes. Então, meios mais poderosos e definitivos começaram a ser empregados. Condicionamento operante e reflexo e drogas para mudar o organismo. Agora avançaram para métodos de mudança genética – como forma de criar uma espécie dócil de operários – o Homem-Termita.

O afastamento da natureza, a dependência cada vez maior de meios artificiais para sobreviver, levaram a humanidade a uma condição de saúde deplorável, uma completa desvitalização e fragilidade. Isso abriu um caminho para quimicalizar a vida. Quase todas as pessoas são dependentes das drogas farmacêuticas ou as usam com frequência para controlar suas crises.

Estamos a um passo de ser transformados em cupins, em termites. Ou seja, em coisas usáveis pelos senhores e os poderosos como escravos desses. Muitos dos passos nessa direção já foram dados, faltam só mais uns poucos.

Um homem íntegro não pode ser dominado e submetido e o seu poder vem de uma saúde radiante. Essa condição desejável e livre não pode ser obtida senão seguindo as leis da vida e em contato direto e contínuo com as forças da natureza. Não há substitutos artificiais, como aqueles criados pela ciência que ocupam a imaginação dos tolos e são o tema da ficção científica.

A perda da vitalidade, da coragem, dos caracteres sexuais secundários e primários, as manifestações de infra-sexo, a má saúde como condição “natural”, as neuroses e a degradação do pensar, são a realidade hoje – o resultado incontornável de um modo de vida e de um ambiente degradado e decadente.

O homem não pode avançar na sua conquista de si mesmo e de uma harmonia social a não ser que faça o caminho de volta para as bases da vida. E para isso, precisa abandonar radicalmente o modo de vida atual que é destrutivo para sua saúde.

As conquistas e o progresso tecnológico são armadilhas mortais. São coisas dispensáveis, inúteis e, certamente, tóxicas. Toda a parafernália das máquinas trazem conforto e vantagens, mas também roubam a liberdade e a vida.

Até quando…?


Há algumas lições a serem aprendidas em crises mundiais, como essa crise artificial, com consequências graves para o mundo.
Todo o projeto de transformação de homens em vermes estava lento demais, então decidiram acelerar tudo. Criaram um problema do nada e lançaram a humanidade numa patética crise que expôs a neurose e o grau de estupidez e idiotização geral.
Não se pode ignorar que as condições psíquicas doentias e infantis gerais são a razão pela qual as pessoas acreditaram e acreditam em qualquer coisa vinda da mídia, mesmo que completamente estúpida e ficcional como essa “pandemia”.
Ao que chamam prosaicamente de “civilização” é uma massa de meios de condicionamento e de aprisionamento em atividades e crenças falsas: mídia, cinema, TV, esportes, religiões, sexo, jogos eletrônicos, política, profissões, ocupações, prestigio, ascensão social, propaganda, tecnologia e “ciência”. A lista é interminável e forma uma cultura, uma ideologia inconsciente que prepara o cidadão para aceitar qualquer loucura que se deseje que engula – como essa última sobre a “ameaça de um vírus”.
O mundo real foi definitivamente extinto e se vive um sonho onde todas as emoções se revezam freneticamente estimuladas por esse conjunto artificial e eficiente.
O mundo real deu lugar a um mundo fictício de crenças e sonhos tolos. Se vive uma vida cada vez mais virtual onde nada mais se refere a si mesmo. As pessoas são essencialmente reativas, máquinas biológicas que ao estarem vazias e nada terem de genuíno, anseiam por estímulos externos que as façam sentir-se vivas.
A alienação é absoluta e completa. Nenhum contato com si mesmo, nenhuma busca interior – tudo se apoia no externo, numa esperança de soluções pela ciência/tecnologia, política, fantasias estimuladas pelo esporte (que outros praticam), pelo cinema e TV, pela política e seus líderes e ideologias.
A própria fonte da vida e assim, da saúde, é acreditada estar fora, em vacinas, remédios e doutores. Se vive irresponsavelmente, temerariamente, inconscientemente aguardando uma “salvação” pela ciência – e assim em tudo o mais.
Para alguns poucos o impacto da realidade poderá faze-los despertar violentamente do sono hipnótico em que estavam. Para esses o espetáculo teatral colocado diante deles perdeu muito de seu poder de faze-los sonhar.
Começam a descobrir o engodo, a falsidade dos heróis, dos ídolos e das promessas de um futuro idílico.
Vai ser necessário recomeçar uma reconstrução pessoal (o único que interessa) porque não há soluções coletivas! Essa reconstrução exige uma volta e busca em aprender a se alimentar, dormir, andar e sobreviver.
Sim, você foi iludido, feito de trouxa por toda a vida, transformado em uma máquina de consumir lixo e servir a coisas que desconhece e não compreende e agora, você está vazio e sozinho.