A LEI


Num certo momento o Mestre ensinou aos seus discípulos sobre a Lei a ser compreendida a ser seguida, voluntariamente por eles.
Aqueles que são verdadeiramente seguidores do Mestre não podem seguir a lei do mundo. Há um conflito permanente entre o mundo e o Criador – ou você segue um, ou outro.
Desde o começo, aqueles que assaltaram as congregações, fizeram de tudo para subtrair a essência do ensinamento. Mas, documentos que foram preservados escondidos tem sido encontrados entre o século XIX e XX que apresentam a doutrina mais completa e fiel a doutrina que Ele ensinou.
Numa passagem do Evangelho dos Nazarenos lemos:

  1. Ouvi, ó Israel, Iaohu-ul teu Deus é um; muitos são meus videntes e meus profetas. Em mim tudo vive, move-se e tem subsistência.
  2. “Não tomareis a vida de nenhuma criatura para vosso prazer, nem para proveito, nem para atormentá-la.
  3. “Não roubareis os bens de ninguém, nem juntareis terras e riquezas para vós mesmos, além de vossa necessidade ou uso.
  4. “Não comereis a carne, nem bebereis o sangue de nenhuma criatura abatida, nem ainda nada que traga desordem a vossa saúde ou sentidos.
  5. “Não fareis casamentos impuros, onde não haja o amor e a saúde, nem ainda corrompereis a vós mesmos ou a qualquer criatura feita pura pelo Santo.
  6. “Não dareis falso testemunho contra ninguém, nem voluntariamente enganareis ninguém por uma mentira para feri-lo.
  7. “Não fareis aos outros o que não desejais que os outros façam a vós”.
  8. “Amareis o Um Eterno, o Pai-Mãe no céu, de quem são todas as coisas, e reverenciareis o Santo Nome.
  9. “Reverenciareis vosso pai e mãe sobre a terra, cujo cuidado é para vós e todos os mestres de justiça.
  10. “Cuidareis e protegereis o fraco, aqueles que são oprimidos e todas as criaturas que sofrem injustiça.
  11. “Trabalhareis com vossas mãos as coisas que são boas e puras; assim comereis os frutos da terra e vivereis longamente sobre ela.
  12. “Purificareis a vós mesmos diariamente e descansareis no sétimo dia do trabalho, tomando santo o Sabbath e os festivais de vosso Deus.
  13. “Fareis aos outros como desejais que os outros façam a vós”.

Ora, o Mestre adverte que nada além da Lei que Ele ensinou seja exigido dos homens, nenhum peso além desse deve ser colocado em seus ombros. O que vivemos hoje, nessa Era pervertida e insana, está em franca oposição e é um impedimento real a seguir o Mashiakh.
Que cada um entenda e decida por si mesmo.
Um suposto cristão, seguidor do Mashiakh não pode ter duas vidas. Não há, como maliciosamente ensinado, uma vida mundana e uma cristã – quem segue o mundo não segue ao Ungido – não pode faze-lo – o Mestre chamou a esses de hipócritas, fariseus.

Como seguir a Lei vivendo em meio aos gentios? Como evitar os costumes e a ordem torcida da sociedade vivendo nas cidades?
Um Êxodo é necessário, e urgente.

A Picada Mata!


“O gérmen não é nada, o terreno tudo”
“A presença do microrganismo não significa doença” Citações de Pasteur!
Pasteur, o pai da atual doutrina pseudocientífica de que os microrganismos são responsáveis pelas doenças e que viriam de fora negou sua própria doutrina no fim de sua vida.
Nosso corpo é habitado por dezenas de vezes mais gérmens do que nossas próprias células e entre essas, há muitas que a pseudociência classifica como patogênicas!
Sem ser capaz de justificar sua doutrina, eles afirmam que os gérmens atacariam de fora e que só os que vem de fora e principalmente de outros seres vivos e pessoas teriam a capacidade de “infectar”.
Ora, a maioria absoluta dos microrganismos são de origem ENDÓGENA e não exógena. Está bem estabelecido que microrganismos no ar estão inativos, mortos e são incapazes de causar mal.
O mito da PASTEURIZAÇÃO foi definitivamente destruído com experimentos em laboratórios no século XX onde se mostrou, como antes provado pelo Dr. Antoine Bechamp, que o calor e o resfriamento NÃO MATA os gérmens, mas só os inativa e quando ar puro filtrado é injetado no líquido pasteurizado, todos voltam a agir e a fermentar.
A doutrina que dá suporte as imunizações por inoculações é falsa, é charlatanismo oficial.
Os gérmens convivem conosco e realizam funções essenciais à saúde e à vida. O fato de estarem presentes em maior número em pessoas com má saúde, ou que morreram recentemente, é que eles são limpadores de terreno, são carniceiros. “Onde há sujeira, as moscas se apresentam”. Pessoas saudáveis convivem perfeitamente com vírus, bactérias fungos sem adoecer.
Definitivamente a doutrina vacinal é falsa e perigosa. Não há como aumentar a imunidade natural.

O Sistema Político precisa da base Econômica

O Sistema Político, necessariamente, deve estar apoiado no Sistema Econômico.


O sonho tolo e adolescente de que a política, ou seja, o poder, possa se apoiar sobre nada, produz os maiores desastres e catástrofes na sociedade. Não é muito diferente do que ignorar a realidade e tentar impor um ideal a um povo sem considerar o futuro de forma objetiva. A ideia socialista insana de que a simples passagem do tempo levará a uma melhora, a uma evolução, em detrimento do que se faça, é irresponsável e louco. Se isso for tomado apenas para si mesmo, é uma questão pessoal, mas quando envolve o destino de um povo, é criminoso. Quando se fala de Economia se fala da administração apropriada de tudo o que concerne à existência da família ou da casa; e como as posses de subsistência de primeira necessidade, a palavra economia está confinada ao melhor emprego dos valores para as necessidades da vida.


Ignorar a simples aritmética nas questões da vida é construir o fracasso e a desgraça.
O problema da economia é que esses cálculos não podem ser sobre coisas que ignoram a Natureza, na qual, obviamente, está o Homem, com suas necessidades e propósitos.
Ao que chamam “economia”, indevidamente, está construída sobre uma montanha de vícios, de desejos de coisas supérfluas e tolas, de lucro e vantagens que nada tem a ver com as reais necessidades humanas e na natureza. Com isso, os cálculos econômicos são constantes ajustes e manipulações para evitar a catástrofe. E isso, porque ignoram e negligenciam o ser humano, cometendo injustiças e desequilíbrios. Nos sistemas políticos ideológicos, a economia é ignorada e os bens e recursos usados de forma irresponsável somente para chegar ao poder. O futuro de todas essas aventuras, certamente, será um fracasso. De qualquer maneira, todos os sistemas políticos ignoram a origem, a fonte, que é a Natureza, e as necessidades e propósitos humanos e todas, sem exceção, acabam fracassando e sendo substituídas por outros sistemas políticos, que por sua vez, ignoram a Natureza, ignoram a Economia e se apoiam numa Ideologia, ou numa Cultura onde se sonha e idealiza livremente e irresponsavelmente prometendo ao povo coisas impossíveis, mas sedutoras. Novamente, e certamente, ainda pior, o novo sistema político fracassará ou será mantido pela violência e a opressão para continuar. Essa é a história repetida de todas as ideologias chamadas “socialistas” e ditatoriais. Acabam todas na mesma vala, não sem antes causarem pobreza, morte, insanidade escravidão.


Um Estado rico e um povo escravizado e/ou pobre é a semente da revolta. Na verdade, todo o sonho de opulência, de lazer, prazeres, facilidades que não estão em harmonia com as leis naturais, significa injustiça, dor, ressentimento.
Não se pode construir um castelo, uma “torre” sem alicerce ou sobre a areia e ficar de pé. Sempre, por milênios, repetidamente, sociedades e civilizações se erguem e caem porque negligenciam e ignoram a lei natural.
Falar o óbvio, que o Sistema Politico deve se apoiar no Sistema Econômico é uma maneira de mostrar que há algo fundamental antes, que é a Natureza e suas leis eternas e imutáveis. O caminho e o destino dependem da origem, da preparação, sempre ignorada por todos os sistemas políticos. Um dos motivos é que: agir sabiamente, esvazia o poder dos governantes e do estado e isso é temido e evitado pelos poderosos e ricos.


Agora que o monstro foi criado, e se auto-destruirá não há como participar disso sem também ser sacrificado e esmagado. É preciso se retirar e recomeçar nas bases corretas: sob as leis cósmicas e naturais!

COVARDIA


A civilização produziu pessoas que temem tudo – o que não significa que sejam mansas. São agressivas, violentas, desconfiadas, invejosas, vingativas, tristes, deprimidas, mas sobretudo extremamente covardes. Pagam caro para ter uma imaginada segurança, e um suposto conforto.
Dependem do Estado, dos governantes, de empregadores, e assim, rastejam e se submetem as piores humilhações. Vendem a sua primogenitura e seus descendentes por um sonho que jamais chega.
Servem ao diabo e a demônios por $$$. É claro que não se questionam sobre para quê e ao quê servem – qual o destino final do serviço que prestam. Sim, se vendem barato e pagam caro para servir as trevas.
Os fatos de hoje são emblemáticos e revelam, com clareza, que todo esse sacrifício, escravidão e sonho em um futuro paradisíaco levou a humanidade ao pior dos infernos.
Tudo se acabou no COVID! Acreditaram numa farsa, numa pandemia shing-ling, e pelo medo, pela covardia, exercitada pelos seus ancestrais e por eles mesmos e se submetem a qualquer coisa para se salvarem de uma mentira tosca.
Mas, ainda, é preciso entender de onde vem o mal que se materializou hoje diante de todos. A covardia, o temor e terror supersticioso e pusilânime é um implante profundo que contaminou a alma da maioria. A ideia de que é preciso se submeter as “regras” para sobreviver é a causa desse horror externo e interno. Não é só o mundo que está podre, mas a alma das pessoas se corrompeu por dinheiro, por prestígio, por segurança, por uma promessa e um sonho infantil e irresponsável.
Há saída, mas tem prazo e preço e começa com um pouco de coragem para questionar aquelas coisas mais normais e comuns da vida. Não pode ficar pedra sobre pedra, o caminho precisa ser aplainado antes que venha o mashiakh para cada ser humano. Nada de bom virá fora, se não vier antes dentro. Deus é espírito e o mundo (civilização) e tudo dele se opõe a verdade.
Não dá para fazer mais ou menos, não se pode zombar do Criador. Essa separação entre a vida mundana e as coisas sagradas resultou num desastre irreversível para a maioria. Poucos poderão se salvar e a salvação começa com a rejeição completa e incondicional desse mundo morto e já podre. Um Êxodo é necessário!

O Humano e a Civilização


Tudo aquilo que pode ser acessado pelos sentidos e pelas funções orgânicas e ser compreendido pelo homem que se submete a uma disciplina de escola de conhecimento, ou seja, o que acontece no homem, física e psiquicamente é o humano – entretanto, máquinas, as extensões dos sentidos e de nossos membros, não são humanas.


Estamos vivendo num mundo que não somente não é humano, mas é anti-humano, morto e artificial e isso, levará, finalmente, a morte física e também a espiritual. Toda essa cultura alienígena deve ser inteiramente rejeitada.
A parafernália de coisas apresentadas como “cultura”, como avanço tecnológico e científico, impede e distorce o real desenvolvimento humano. O que deveria interessar é o crescimento interior em detrimento do exterior. A ciência, o conhecimento, dispensa os meios de registro, de complexidades e sofisticações intermináveis que assistimos hoje nessa sociedade. Há uma evidente confusão sobre o que é ciência e o que é tecnologia. Conhecer e compreender diretamente mundo natural é essencial para a sobrevivência, mas a manipulação desse meio, o domínio da natureza vai em detrimento do crescimento dos poderes da consciência. Caminhamos para ser um mundo previsível, onde tudo está determinado e pronto – um formigueiro, uma colmeia, um cupinzeiro!
Na medida que a tecnologia avança, o humano desaparece ou se deforma. As “facilidades e confortos” impedem o crescimento interior, o desdobramento da inteligência e do sentimento. Chegamos ao ponto de que o próprio organismo, a saúde, sofre violentamente com o artificial.
Imaginar que o nosso corpo precisa de coisas artificiais para viver, para se defender do “ataque” de seres microscópicos, é patético e ridículo. Isso é mais uma armadilha para destruir a saúde e dominar o povo. Nesse momento, e isso tem avançado sempre nessa direção, o povo acredita que nem ao menos possa sobreviver sem as vacinas e as drogas farmacêuticas. Atribuem a “longevidade”, a “melhora” da vida, à tecnologia química e biológica.
Sem se dar conta, o que é humano e seu desenvolvimento possível está desaparecendo e uma sociedade artificial e tecnológica, onde nada há para fazer a não ser gozar dos prazeres artificiais proporcionados pelas máquinas. Nessa sociedade o homem é apenas um apêndice das máquinas, do mecânico, do eletrônico e digital.
Sair da prisão construída e mantida ao custo da felicidade, da liberdade, da saúde, da evolução interior, não é simples porque isso já é, por gerações, o que se imagina ser o natural e o normal. Quando se fala em abrir mão das “conquistas” isso é visto, então, como retrocesso, como uma perda inaceitável do bem estar tecnológico. Entretanto, o preço que se paga por essa prisão virtual é tão grande quanto a própria vida.

O ponto a ser observado aqui é que há uma razão fundamental para os limites de nossas funções, de nossos sentidos, da força, resistência, necessidades. Não é casual ou acidental que seja assim. Isso nos define como espécie particular, com um propósito, e evolução possível. Para aqueles que podem ver, ao que chamamos homem é muito mais o homem real aquele psicológico, invisível do que o visível. O homem visível está pronto e capacitado para não somente sobreviver, mas para servir de suporte para que o homem invisível, psíquico evolua numa certa direção bem definida. Por outro lado, deslocar todo esse potencial para criar coisas fora, para ampliar os sentidos e poderes, não somente coloca toda a humanidade em risco, mas a condena à escravidão daqueles que são detentores desses poderes artificiais. Ainda, ocupar-se dessas coisas, que são perigosas e enganosas, é um real impedimento para o crescimento interior. O homem está cada vez mais limitado e robotizado.

A sua relação com a natureza não é casual, sem sentido, mas tem razões especiais. Impedir que cada ser humano tenha que sobreviver com “o suor de seu rosto” tem consequências desastrosas porque estamos projetados para crescer através dessa luta e esforço. Tudo isso é absolutamente necessario para sua saúde, para o desenvolvimento da base justa sobre a qual outras habilidades podem se desenvolver.

De nenhuma maneira, tudo é permitido ou desejável. Precisamos da disciplina nascida dessa relação construtora de força e inteligência – isso não pode ser contornado. Nada pode substituir ou dispensar essa luta diária pela vida. A atual civilização criou substitutos para todo o natural e essas coisas são artificiais e destrutivas.

O humano precisa ser revisitado e o artificial rejeitado para que a evolução necessária ao homem aconteça. Agora, inegavelmente está evidente que acorre uma involução e que o artificial medíocre e mecânico substituiu o humano e o resultado pode ser amplamente observado, através de fatos.

A vacina é o vírus mortal!


Há várias “anti-parábolas”, como implantes mentais, que desencadeiam e disparam uma sequência de pensamentos para conduzi-lo ao estado de hipnose robótica. Essas o põe sob controle da narrativa do sistema – você está pronto para o próximo passo de se submeter a tudo que eles desejam: se deixar tratar, cuidar, injetar.
Atentem! O objetivo sempre foi a vacinação, a inoculação.
Por que? Porque a natureza, o ambiente natural e o organismo se opõe a todas as tentativas, que vem ocorrendo à décadas de contaminação por “patógenos” criados em laboratórios. Se vocês acham que o SARS é o primeiro, então muito enganados. Os genocidas vêm fazendo isso há muito, continuamente. Como a conspiração microbiana desses malditos funciona mal, ou não funciona, eles nos prepararam com contos e lendas, com histórias apavorantes de pestes e apocalipses nos quais eles, os cientistas e laboratórios e o Estado são os “heróis” que nos salvarão das pragas, das ondas de contaminação mortal, que eles mesmos tentam criar, de fato. O problema, de novo, é que eles jamais conseguiram fazer isso na realidade, mas podem convence-los de que há, nas sombras, na natureza malvada e inimiga, monstros invisíveis e microscópicos esperando para exterminar a humanidade. Esse implante mental, através de filmes, de lendas urbanas, de acusar sempre os microrganismos e de coloca-los como salvadores – as suas picadas e inoculações, prepararam o povo para esse momento. O patógeno verdadeiro é muito menor que o menor dos vírus, ele é muito sutil, está na sua mente, como um implante hipnótico esperando o sinal para levá-lo a fazer tudo o que está programado: se submeter a prisão voluntaria, usar máscaras, se higienizar constantemente com esterilizantes, se deixar testar com testes enganosos, se drogar com produtos tóxicos, mas o principal: se deixar inocular com venenos biológicos e magnéticos que esses sim, são a peste do fim do mundo, do extermínio programado.
Dentro daquilo que você foi convencido que estaria a salvação, está a verdadeira doença que vai enfraquece-lo, adoece-lo e mata-lo, inexoravelmente . Depois que você se submeter as picadas, você estará condenado!
Todo esse teatro macabro e apavorante, para o qual você vem sendo preparado, e que agora se materializou através das mentiras midiáticas o conduzem para a vacinação, para se deixar “tratar” e obedecer cegamente os seus “salvadores”, os quais são, na verdade, seus assassinos, os monstros que querem a sua morte, obediência e escravidão total.
Toda a história do vírus criado em laboratório e que seria terrível e mortal e que sofre mutações cada vez mais violentas é um ilusionismo, é falso, seu trouxa! O que eles desejam é sua obediência absoluta e que se deixe testar e finalmente tome a vacina, que é a injeção letal!
Sim, tudo é feito para que você continue hipnotizado, sob o domínio dessas histórias aterrorizantes e que corra para eles para se salvar. Isso é contínuo e tem se intensificado. Eles não querem que você deixe de olhar para os sinais e ilusões que apresentam para manter seu estado hipnótico. A sua vida, a vida real, o humano, foi definitivamente substituído por esse pesadelo alimentado com mentiras.
Só que, ao se deixar injetar com a “salvação” que seria a vacina, o pesadelo se tornará real e nunca mais você acordará porque a peste shing-ling terá sido injetada!!! Entendeu? Nesse momento, diante da realidade construída, de bilhões doentes e morrendo, nunca mais você despertará e acreditará, e seus filhos e netos, se é que os terá, que os vírus e microrganismo são os inimigos.
Se em mais do 7.500.000.000 de pessoas no mundo todo, depois de um ano e meio de pandemia, morreram supostamente do vírus apenas 3.500.000 não há nenhuma peste, nenhuma “pandemia”. Acorde! O colapso, o terror é forjado, é uma ilusão, mas se tornará real, certamente, se você acreditar e se deixar injetar.
O “vírus” será injetado, inoculado, através da vacina que supostamente o salvaria dele.
Mas, isso infelizmente, já não tem mais volta, a maioria está definitivamente iludida e vai para o matadouro achando que se salvará. E o resto, depois da verdadeira pandemia, provocada aí sim, pela vacinação em massa, acreditará na peste e também correrá para ser “salva”. Loucura, pânico total e extermínio!

Ditadura Sanitária e Escravidão


A tentativa patética de obrigar as pessoas a regras de conduta sanitárias supersticiosas e experimentais; ameaçar e punir aqueles que se negam a segui-las; criminalizar certos tratamentos em detrimento de outros, é um horror da idade das trevas brotando no século XXI!
Entendam, a medicina, por principio, é uma ciência empírica e todos seus procedimentos são experimentais. Coisas aplicadas com “absoluta certeza” há uma década são frequentemente abandonados e desaconselhados. É comum que os protocolos de tratamento se renovem ano a ano e espera-se que todos os médicos se “atualizem” e os sigam. Usar uma droga antiga e esquecida pode render um processo.
Vejam, as centenas de milhares de drogas e procedimentos usados no passado, hoje “proibidos”, já foram considerados a solução definitiva, a salvação e hoje, podem ser considerados perigosos, “medievais” e anticientíficos. A cura do câncer definitiva, foi página dos jornais, e declararam o INTERFERON a cura do câncer, na década de 80. Ele se revelou um fracasso, mesmo que seja usado hoje para outras “doenças”; o AZT, sintetizado na década de 60 para tratar o câncer, matava rapidamente os pacientes. Essa mesma droga começou a ser usada depois de 1980 para outra doença, a AIDS e também foi um desastre! Depois diminuíram em 10 X a dose e não matou mais tão rápido – agora afirmam que evita a morte pelo HIV. A ASPIRINA, somada as vacinas podres e tóxicas, as máscaras e os horrores da guerra, mataram 100.000.000! em 1918,9. A Aspirina era considerada uma panaceia que não tinha contra indicações, mas é um veneno mortal em altas doses! A dipirona entre outras drogas semelhantes, pode ser responsável por muitas mortes por gripes, porque leva ao colapso pulmonar. A lista de problemas, iatrogenias e fracassos é interminável e não há, absolutamente nada seguro, definitivo e efetivo nos tratamentos médicos. A lista de CRIMES contra a humanidade, contra a saúde, perpetradas pela profissão médica em conluio com o Estado pode ser contada em bilhões de almas.
Agora querem condenar esse e aquele tratamento, esse é aquele médico, enquanto declaram a cura por outros igualmente inseguros, experimentais e perigosos, como várias vacinas? É claro que isso nada tem de científico, de regular e seguro. A razão é política, é poder e controle.
Sim, o Estado e a profissão médica são responsáveis diretas por bilhões de mortes e outro tanto de invalidez. Ainda assim, acho que as pessoas devem poder decidir, livremente, ter acesso desimpedido a escolher seus tratamentos e a informação – o que hoje, a exemplo de ditaduras totalitárias lhes é vergonhosamente NEGADO!
A brutal e insana ditadura sanitária atual é um crime contra a vida. Não há nenhuma ciência em nenhuma das ações impostas hoje as pessoas. Todas as afirmações são questionáveis e logo se mostrarão incorretas. A história se repete miseravelmente – não houve nenhum progresso no tratamento das doenças, só um aumento pavoroso da estupidez e da truculência. Os tribunais de exceção se multiplicam e as injustiças também.

Somos todos Proporcionalmente Iguais


Um dos pilares da justiça definida por: “não faça ao outro o que não deseja que seja feito a você”, é a igualdade. A igualdade não é um elemento subjetivo, mas é um fator objetivo, real da natureza humana que não pode ser relativizado sem prejuízo da harmonia.


Uma doutrina politica, um governante, uma ideologia qualquer, não pode avançar sobre a Natureza sem provocar consequências desastrosas para as pessoas e para a sociedade. Toda organização social, econômica e política deve, necessariamente ter como alicerce, independente de sua filosofia e objetivos, a natureza humana. Estamos falando de coisas tão estruturais como a genética e as funções internas do corpo. Não se pode ignorar ou negligenciar isso.
Somos iguais em nossas necessidades básicas, nas funções orgânicas, nos meios para viver e sobreviver. Há, portanto, uma semelhança entre todos os seres humanos de maneira que uma sociedade deve levar em conta essas igualdades deixando desimpedido os meios a disposição para todos escolherem seus caminhos e interesses.

Todos tem um direito igual à vida e aos alimentos para viver e estão dotados com os instrumentos orgânicos e psíquicos para viver. É óbvio que há diferenças relativas, mas essas devem ser atendidas e proporcionadas por cada pessoa, segundo sua natureza. Não é aqui o caso de tentar igualar as pessoas naquelas idiossincrasias, porque esse é um assunto pessoal. As leis e regras particulares feitas para um determinado grupo para fazer “justiça” a suas supostas fragilidades e menores “oportunidades” e que afetam a vida de todos, são, evidentemente, injustas e criam graves problemas que tendem a levar à conflitos insolúveis e progressivos.


A interferência do Estado naquilo que é assunto pessoal ou de grupos com necessidades e características especiais, condenam a todos a se submeterem a regras feitas para igualar em coisas e valores artificiais. Quando se fala de igualdade, deve-se entender necessidades e meios gerais que atendem a base da sobrevivência e para as quais somos muito semelhantes e que não podem ser negligenciadas ou negadas.
O que se observa é que a malícia de certos governantes e de modelos políticos que, por razões de poder, trabalham para eliminar todas as diferenças obrigando a uma conformidade, terminam por falhar exatamente naquilo que todos precisam – todos ficam privados de seus reais direitos, que passam a ser barganhados pelo Estado/governo. Por exemplo, ao proporcionar pornografia, esportes, drogas, vacinas (coisas não necessárias) para satisfazer as necessidades de alguns em detrimento de muitos, o Estado/Governo altera as bases da vida e deixam faltar os elementos básicos para a vida de todos. Ainda, naquilo em que somos diferentes são coisas desnecessárias para a vida, por definição – ou todos dependem delas ou ninguém pode ser privilegiado/protegido.

Finalmente, a Natureza está proporcionalmente adaptada ao Homem, de maneira que, há um equilíbrio que é suficiente para satisfazer as necessidades precisamente naquilo em que somos iguais e não nas eventuais diferenças. Quando a energia é empregada para proporcionar satisfação de desejos e “necessidades” particulares e bizarras esse equilíbrio se rompe porque não respeita a igualdade, mas objetiva diferenças irreconciliáveis.
O princípio da igualdade é necessário à justiça, mesmo que não suficiente. Não é uma coisa a ser determinada de fora para dentro, ela está determinada, à priori, de dentro para fora e se refere a nossa espécie e seu propósito. Não há nada a ser acrescentado aqui, porque ela se manifesta guiada por princípios orgânicos que são reais e não por parâmetros sujeitos ao tempo, lugar ou fatores relativos a costumes, ideologias ou vontade de alguém. A igualdade e naquilo que somos necessariamente semelhantes, está pronta e é compreensível por todos. Ninguém pode acrescentar ou tirar nada disso sem ameaçar o equilíbrio, ou seja, a justiça!
Toda a inutilidade e a bizarrice social, de época, que criou necessidades artificiais e pervertidas alterou profundamente o conceito natural de igualdade. A sociedade decadente e pervertida está organizada em torno do desigual, do diferente e do poder de impor isso aos outros. Não há como ser justo numa civilização baseada no desigual, nas diferenças, nas necessidades conflitantes e na medida em que essas são artificialmente impostas sob ameaça, a todos.


Respeitar as igualdades naturais e normais é justiça, impor as diferenças a todos, é injusto.
Os assim chamados “direitos” foram distorcidos e forçados anulando os verdadeiros direitos naturais , os quais verdadeiramente nos fazem iguais. Não é difícil imaginar que essa confusão sobre direitos/igualdade acabe por contaminar os campos da liberdade e da propriedade, os outros pilares da justiça.
Somos naturalmente e essencialmente iguais, mas as diferenças são individuais e assim devem permanecer. Minha religião, sexualidade, ideologia, dificuldades e defeitos não são para ser impostos aos outros numa tentativa de aplainar o meu caminho, mas em adaptar respeitosamente minhas idiossincrasias aos meus semelhantes naquilo que é possível. Novamente, é a interferência do Estado/governo que cria os conflitos e impede a paz.


O fato é que não há hoje, a nível social nenhuma harmonia, nenhum equilíbrio – e portanto, a justiça é uma quimera e o que se pratica é uma injustiça hedionda.

Desassossego


O estado permanente da civilização “cristã ocidental”, que de fato nunca deixou de ser greco-romana, ou seja, politeísta e pagã, está fundada sobre o materialismo, a competição, a vaidade e o orgulho – é o desassossego, ou seja, a absoluta ausência de paz social e pessoal.
A busca desesperada por sucesso, pelo poder, pela acumulação de bens materiais, em detrimento do crescimento espiritual, fez da civilização um lugar de angústia, de luta para conquistar um paraíso fantasioso, boçal e tolo.
Como o objetivo é a conquista do poder, prestígio e riquezas, as pessoas se sujeitam a humilhações, se corrompem e abusam dos outros. Aliás, não há como enriquecer e ter poder se não for pela exploração do semelhante e também de si mesmo.
O vazio e a infelicidade são a tônica dessa sociedade. A falsa plenitude e felicidade, por outro lado, sempre passageiras, são medidas nessa sociedade, pelo poder e riqueza.
As pessoas não conseguem compreender que toda essa superestrutura, todas as facilidades, o conforto, as benesses têm um alto preço e são insustentáveis. Ou seja, logo resultarão no seu oposto – a fartura se fará em pobreza extrema. Toda essa civilização está baseada no abuso da natureza, o que significa, a permanente afronta as leis da vida, as leis cósmicas e naturais. Isso tem consequências graves sobre a saúde física e mental, contaminação e destruição dos recursos naturais, competição, escravidão, violência e desequilíbrio geral social e natural.
Submeter o Homem a um ambiente artificial, contra suas necessidades básicas e impedi-lo de se desenvolver psiquicamente é destruí-lo. De fato, esse ser que está sendo forjado desse ambiente anormal não é HUMANO!
A aparente mansidão do povo é apenas medo, inação, incapacidade, num estado interior perturbado, desassossegado.
Não podemos conquistar a paz num ambiente anormal, artificial. O Homem não pode existir à parte da natureza e, ao destruir sua base e as relações com ela, o homem perece e o que resulta é um zumbi, uma coisa doente. Estamos assistindo isso acontecer em grande escala. Apavorante!

“CRIANDO DIFICULDADES PARA VENDER FACILIDADES”


– O mundo cria problemas e depois vende sucedâneos –


A maioria dos problemas de saúde, sociais e políticos são produzidos por ignorância ou má fé. Ao se apoiar em teses falsas, a pseudociência da saúde, o Estado e os governos, constroem a doença e os males sociais e daí se apresentam como soluções ou como salvadores e como “remédios” e “curas”!


A complexidade, o estado caótico e agigantado com especializações, milhares de regras, teorias, remédios, doutrinas, todos eles caros, prejudiciais e enganosos, são o resultado da falsificação, da negligência e da maldade do sistema social e “científico” imposto à humanidade.
Todas as ações são paliativas e empíricas e, esses patifes, se autodenominam especialistas, cientistas, governantes, legisladores, juízes e doutores. Estão sempre “descobrindo” uma solução mirabolante, cara e mais perigosa que a anterior, para os mesmos velhos problemas.
Todos eles se ocupam dos efeitos, dos sintomas e jamais das causas – estão sempre apagando incêndios e assim, supervalorizando suas soluções.


A esses charlatões não interessa buscar as causas, a origem dos problemas e menos ainda, a verdade e o bem, só querem ser vistos como salvadores, como necessários e se imporem como suficientes e exclusivos.
Vivemos numa torre imensa e cambaleante donde muitos despencam e na qual reparos grotescos e inúteis são feitos cada vez mais caoticamente – pelos quais pagamos regiamente. A nossa situação não pode ser melhor representada do que a Babel que queria chegar ao céu e foi a fonte da separação de línguas, povos e ideias. Ninguém se entende e o que se impõe é cada vez mais pela força e a truculência.


As inúmeras doutrinas sociais, políticas, ideologias, a faraônica e contraditória doutrina da medicina, a qual nem os próprios doutores entendem e, as soluções apoiadas sempre em elos perdidos desconectados de tudo são o retrato da farsa completa e perigosa a que chegou essa civilização.
A tecnocracia, a escravidão da humanidade a “pseudotudo” e o domínio das máquinas sobre a razão eliminaram o natural, o orgânico e o humano em todas as áreas da vida.