O Significado do Governo Maligno


Todas as tentativas de governar a humanidade são catástrofes emblemáticas e ficam ainda piores com bons líderes.
Mas, por que? A origem do problema está em que qualquer governo é contra a Lei, contra o Criador. Maus governantes se harmonizam com a usurpação do poder, com a injustiça, a fraude, com a tentativa de ocultar a verdade e os governantes bem intencionados, por outro lado, mais elevados, precisam se corromper para poder governar ou são impedidos por todo sistema apodrecido que luta pelo controle da humanidade. De fato, os governantes, todos, cometem crime contra a Lei porque a humanidade não foi concebida para se curvar a nada, senão a Lei.
Os assim chamados justos, conservadores, de direita, estarão muito mais limitados do que os corruptos e criminosos. Compactuar com o que é errado, em principio, está condenado ao fracasso, e fica ainda pior se estiver com um “pé em cada canoa”. Acho que muitos já se deram conta que em governos mais corretos o povo sofre mais e em governos corruptos a pressão diminui e muitas medidas mais radicais são evitadas porque não há quem culpar pelos fracassos e erros.
A verdadeira luta não deveria ser jamais por “governar”, mas por ensinar e viver sob a Lei. Estabelecer-se na Lei é o único antidoto à maldade, a escravidão, doença e fome. Toda a estrutura e parafernália política, social, estatal e nacional é desnecessária à vida e cria desequilíbrios que se opõem a Lei.
Qual a dúvida de que a humanidade é, em geral, governada pelos maus, pelos piores? Não são a sociedade ou os governos e/ou o estado que devem evoluir, mas o Homem. A evolução é voluntaria e exige esforço e não pode ser tutelada – e no caso, os burocratas estão incapacitados para a tarefa. É necessário compreender que um povo estúpido estará bem com um mau governo e um povo bom e evoluído não terá nenhuma vantagem ou necessidade de nenhum governo.
As pessoas que começam a despertar e se voltar para a evolução interior nada tem a fazer ou se beneficiar a viver e a se submeter ou compactuar com esse estado de coisas contra a Lei.
O estado de conflito, de competição, de insegurança permanente nessas sociedades são impedimentos reais para a paz, para a saúde, para o crescimento da consciência e da vontade. É absolutamente necessário se separar e viver à parte. Viver misturado e sob as regras desses estados e governos, sob os maus costumes dessas sociedades e civilizações é alimentar a serpente que o picará.
O sonho tolo e infantil de que é possível qualquer melhora agora, de que houve no passado ou de que haverá num futuro mítico um paraíso terrestre que parte do torto e do que é contra a Lei, “evoluindo” para o bem é completamente estúpido. Essa ideia da evolução mecânica darwiniana, casual do inferior para o superior é pseudociência. Não acontecerá e os ciclos de piora e melhora se repetirão eternamente.
A dura e cruel realidade está explícita nesse momento mais do que jamais esteve. O modelo é todo uma farsa, está apoiado em princípios injustos e jamais dará certo!

Os Inimigos

Esses são os reais inimigos dos povo: o Estado, a mídia e os governantes!
O povo se vendeu por um sonho e por promessas que jamais se cumprirão.
Metade de todo o seu tempo e energia são consumidos e arrancados de você, à força, pelo sistema.
Agora, a cobrança de toda a irresponsabilidade chegou com violência e dor: não há mais como fugir da armadilha. Ou você trabalha para os seus senhores ou será abatido.
A tortura, a humilhação, a insegurança e a escravidão são garantidas. Também a doença e a loucura são um bônus.
A simplicidade e o acesso direto aos meios necessários à vida que trazem conhecimento, paz e harmonia estão cada vez mais distantes. A relação direta e natural com a terra – fonte de alimento, o sol, o ar, a água, a beleza, a vida e a fertilidade foram substituídas por morte, esterilidade, água contaminada e paga, luz artificial, cimento, doença, ar viciado e insuficiente. Isso é morte, doença, tristeza, feiura, prisão. Esse é o resultado de se vender a um sonho infantil, tolo.
O desejo por ócio, por prazer, por garantias terminaram no horror dessa indignidade.

Fatos Científicos


Vacinas são todas tóxicas e podres e TODOS os assim chamados “medicamentos” são venenos e antifisiológicos. Não há nenhuma “ação”, nenhum “princípio ativo” já que são coisas mortas que não podem agir. Quem age é o corpo sobre eles os expulsando para se livrar dos venenos.
Essas drogas que estão sendo ingeridas a título de preventivos e de cura vão levar a outras doenças iatrogênicas, algumas mais graves que outras – como o câncer!
O motivo disso é que as pessoas acreditam em vírus (que nunca viram, enquanto acreditam em imagens manipuladas e descrições imaginárias dos “cientistas”), em pandemias, em pestes como fizeram os povos bárbaros e supersticiosos.
A humanidade sempre conviveu com trilhões desses microrganismos e vírus dentro, assim como fora – no ar, na terra, nos alimentos, nos animais, nos seus mortos.
Há uma simbiose, uma convivência útil entre o mundo micro e o Homem, animais e plantas. Já se perguntaram de onde são e para onde vão os trilhões de trilhões de microrganismos que infestam os moribundos e depois consomem completamente os cadáveres?
Claro que não sabem nada, mas ficam rastejando como vermes para as “autoridades constituídas”, para os doutores e governantes. Continuem a acreditar que esses monstros querem o seu bem e a sua proteção. Eles querem é o seu sangue!
Toda a classe científica e médica, com raras exceções, estão mancomunados com seus carrascos. Destruíram completamente suas vidas por nada, por uma pandemia shing-ling, tiraram tudo de vocês e vai piorar, e os tontos acham que o problema seria um resíduo metabólico inócuo a que chamam de vírus – o vírus é inocente, é consequência e não causa de nenhuma doença.
O problema não está fora, mas dentro dos organismos imundos da maioria, as pessoas estão doentes por levar uma vida pervertida pelos maus hábitos e completamente idiotizados pela propaganda e com uma psicologia igualmente fraca e inadequada.
A sujeira e a ameaça está dentro e não fora. E ainda engolem mais venenos para impedir seu organismo, através de crises, a que chamam de gripes, e outras “doenças”, se livrar do mal que carregam. O problema é grave e mortal porque estão querendo combater uma causa inexistente. O vírus serve apenas como uma boa desculpa para continuarem com essa vidinha indigna. “Vamos combater o Corona”! Combatam seus erros de vida, seus hábitos contra a natureza, se purifiquem e parem de procurar culpados fora!

O Estado e os governantes praticam Terrorismo contra os Brasileiros

Os detentores da “ciência” e dos recursos do povo fracassaram em conter uma simples gripe e fizeram de uma ocorrência natural uma catástrofe, um abate continuado de pessoas inocentes. Depois de um ano de fracasso não está evidente de que não são capazes de gerir a crise e que, provavelmente, causaram muito mais danos e mortes do que se deixassem a natureza agir, como sempre acontece nas gripes sazonais?
Os países que mantiveram as rotinas de vida normais foram muito mais eficientes, com ate ¼ dos óbitos a menos.
A interferência na vida, na liberdade, na propriedade e nos direitos iguais entre os cidadãos foram absolutamente desrespeitados criminosamente pelo Estado e governantes.
Na verdade, o Estado e os governos estão em guerra de guerrilha e praticando terrorismo, crueldade, tortura, escravidão e assassinato contra o povo.
O povo tem todo o direto, em qualquer época, e com o máximo rigor punir todos os envolvidos com penas correspondentes.
É surpreendente que os cidadãos não se deram conta dos crimes hediondos praticados continuamente contra eles.
O Estado e os governantes se comportam como carrascos e torturadores. Isso precisa ser parado imediatamente.

TV – a máquina de fazer idiotas


Durante os últimos anos a média de horas que o brasileiro passa diante da TV passou de 6h para 10h em 2020.
Isso não é muito diferente no resto do mundo.
A TV é uma máquina de produzir mentiras, de doutrinação e hipnose coletiva.
Com as pessoas cada vez mais presas e voltadas para os meios eletrônicos de comunicação e “lazer”, as relações se tornaram pasteurizadas e assépticas no sentido de trocas humanas que envolvem ideias, sentimentos e sensações.
Só o fato de que a maior parte do tempo e energia estar voltada para uma atividade passiva e artificial já é um prejuízo físico e mental incalculável, mas isso deve ser acrescido em danos morais e mentais pelo conteúdo mentiroso e doentio transmitido impunemente pela TV.
Em uma década foram moldados bilhões de zumbis, de doentes e desvitalizados, completamente incapazes de usar sua mente, emoções e corpo para atividades úteis e construtivas, mas prontos para obedecer o comando via TV.
Se havia dúvidas sobre a transformação da humanidade em zumbis, em cupins, sobre um comando central hediondo, deve se ter certeza de que o projeto está pronto.
Some-se a isso que quase toda a comunicação é por via eletrônica e também o trabalho, compras e vendas. Os efeitos disso sobre as funções físicas e mentais são danosas ao extremo. O crescimento de doenças, de suicídio e loucura revelam o prejuízo de uma tal condição e influencia.
Os crimes contra a humanidade são extensivos e intensivos como jamais foram antes. Não estamos aguardando o fim do mundo – ele está acontecendo agora!

Despertai!


O sonho de erguer uma civilização humana em detrimento da Lei, do Criador, é uma blasfêmia, uma insanidade que perpetua o sofrimento e destrói vidas porque não conduz a nada, senão a produção de quinquilharias sem valor e escravidão.
A doença que corrói a humanidade está oculta e aqueles que são os regentes do mundo se esforçam por mantê-la nas sombras e, enquanto isso, criam paliativos para evitar o caos, daí a revolta e sua própria extinção.
Isso não é diferente da situação da medicina diante dos males que afligem as pessoas. Eles não sabem qual ou quais são suas causas e então criam culpados mitológicos e “micrológicos” mas, principalmente, se ocupam em ministrar anestésicos e drogas que impedem a revolta do organismo e, através desses venenos, intoxicam o corpo até que a morte seja inevitável.
Os governantes e o estado encenam o mesmo papel com a sociedade – são manipuladores, criam dificuldades e, em seguida, pseudo-soluções, que resultam em novos problemas (doenças) até que o edifício todo desmorona – a “torre de Babel”.
A solução das dificuldades e doenças sociais, assim como das pessoais e do organismo estão no Homem, na sua relação com a Lei e não nos médicos e/ou nos governos e no estado.
A medicina e todo o aparato estatal com seus governantes são o problema. Eles substituem e usurpam o lugar da Lei, de Deus e de seus profetas.
Agora, diante de todos, ao sol do meio dia, esses malditos se uniram para escravizar a humanidade.
Enquanto o Homem não rejeitar a medicina, a pseudociência que a suporta e todo o aparato estatal e seus governantes, não poderão receber a Lei e viver.
Um homem intoxicado, doente, um escravo, não pode receber os mistérios, não pode compreender a razão e a meta da vida.
O caminho para a felicidade e a salvação só começa quando um homem reconhece sua situação , caso contrário, não procurará a cura. Em seguida, é necessário se livrar de tudo o que lhe mantém preso, no transe hipnótico, no sonho tolo de que alguém no mundo pode fazer aquilo que ele mesmo deve fazer. Não há nenhuma solução de fora e nenhuma fórmula única para todos. Precisamos viver juntos, mas nossa batalha é pessoal. As soluções coletivas e a submissão ao estado, a governantes e a pseudociência é o fim da humanidade, como estamos vendo, ouvindo e sentindo agora.

O Império da Mentira


Essa civilização é uma farsa monumental. Não há nada nela de verdadeiro, de confiável, de bom.
Toda a ciência, política, religião, sociedade, é um sistema dedicado a enganar, a apanhar em armadilhas para prender e matar.
Mesmo advertidos os homens se esforçam por ser seduzidos, desprezando e esquecendo todo o ensinamento verdadeiro e o substituem pelas meias verdades e pseudociência.
O Mestre da Verdade, o Messias, não deixou dúvidas sobre os reinos do mundo e sobre quem os comanda: o pai da mentira, o homicida. É oportuno trazer a passagem do Evangelho dos Nazarenos sobre as quatro tentações.


ENSINAMENTO 9

As Quatro Tentações

  1. Então Yaohushua foi conduzido pela Ruach ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E os animais selvagens do deserto o acompanharam, andando ao seu redor, e a ele ficaram sujeitos. E depois de haver jejuado por quarenta dias e quarenta noites, teve fome.
  2. E, quando o tentador veio a ele, disse: “Se és o Filho de Deus, ordena que estas pedras sejam feitas pão, porque está escrito, ‘Alimentar-te-ei com o melhor trigo e com mel, das rochas te satisfarei’”.
  3. Mas ele respondeu e disse: “Está escrito: ‘Não somente de pão viverá o homem, mas de cada palavra que procede da boca de Deus'”.
  4. Então o diabo colocou diante dele uma mulher de extrema beleza e graça, e de sutil agudeza de inteligência, e, além disso, de uma pronta compreensão; e disse-lhe: “Toma-a, porque seu desejo é para ti, e terás amor, alegria e conforto por toda a tua vida, e verás os filhos de teus filhos. Pois não está escrito? ‘Não é bom que o homem fique sozinho’.
  5. E Yaohushua-Miriam falou: “Fica atrás de mim. Porque está escrito: ‘Não vos deixeis levar pela beleza da mulher, pois toda carne é como a relva e a flor do campo: a relva murcha e a flor desvanece, mas a palavra do Eterno dura para sempre’. Meu trabalho é ensinar e curar os filhos dos homens, e aquele que é nascido de Deus mantém sua semente dentro dele”.
  6. E o diabo conduziu-o à Cidade Santa, e assentou-o sobre um pináculo do templo. E disse a ele: “Se és o Filho de Deus, lança-te daqui; porque está escrito: ‘Ele colocou anjos para proteger-vos; e com suas mãos eles vos erguerão cada vez que roçardes vosso dedo contra uma pedra'”.
  7. E Yaohushua falou-lhe: “Está escrito também: ‘Não tentarás o Senhor vosso Deus”.
  8. Então o diabo o conduziu a uma montanha extremamente alta no meio de uma grande planície e em torno da qual havia doze cidades e seu povo. E ali ele mostrou-lhe todos os reinos do mundo em um átimo de tempo. E o diabo disse-lhe: “Todo esse poder eu te darei, e a glória deles, porque foi entregue a mim; e para quem quer que eu deseje, eu os darei, porque está escrito: ‘Tereis dominação de mar a mar; assim julgareis vosso povo com justiça e o pobre, com misericórdia, e fareis que a opressão cesse completamente’. Se me adorares, tudo será teu”.
  9. E Yaohushua-Miriam respondeu e falou-lhe: “Fica atrás de mim, Satanás porque está escrito: ‘Adorarás a vosso Deus, e a Ele somente servirás. Sem o poder de Deus, o fim do mal não pode vir'”.

Somos confrontados com o fatos incontestáveis do horror de um mundo artificial de falsidade em todas suas manifestações e a ameaça real que ele representa. O próprio Messias em várias ocasiões se recusou a ser feito um rei benévolo e justo e reger sobre os homens. Por que?

Por acaso não ele seria o melhor de todos os regentes? Certamente! O problema é que isso está contra a Lei e todo o bem colocado ali logo se perderia, em 100, 200 anos.

A Lei deve ser ensinada, conhecida, meditada e aplicada pessoalmente e não imposta por ninguém. Escolas de mistérios, congregações não podem seguir o modelo dos reinos terrenos.
O homem deve ser deixado livre para viver, escolher seus caminhos e não há nada de que precise que não possa, com sua inteligência, providenciar para sobreviver. Está tudo pronto para ser melhorado na direção da lei e ordem universal, e não há nada necessário de ser mudado e acrescentado. As assim chamadas “dificuldades” são inerentes do viver e necessárias para a evolução – retirá-las é destruir o meio lícito e necessário a ela.
A Civilização é o império do mal porque suas fundações são contra a Lei, contra o Criador. A interferência na vida do homem e na natureza é o grande pecado e engano e produz o mal. A Civilização ensina que a vida é um fim em si mesma, o que está em oposição ao Caminho que ensina que a vida é um meio para um fim mais elevado, fora dela. Yaohushua nos diz, sem deixar dúvida, que o homem não pode reger e governar sobre seu semelhante e nem o próprio Filho de Deus deve faze-lo porque isso destrói a alma humana e impede sua evolução interior.
Não se pode servir a dois senhores – ou se serve a Lei, ou a riqueza material.
Adorar e servir a Deus, unicamente, significa conhecer seus mandamentos e cumpri-los em todas as circunstâncias, pela própria vontade e escolha. Os objetivos pessoais são um desvio perigoso.
A grande ilusão é que haveria governos e governantes, países e sistemas melhores e piores. Todos, finalmente, estão contra o Criador e a serviço da mentira. As supostas “melhoras” com mais liberdade, com equilíbrio, justiça, prosperidade são logo seguidos de governos/governantes cruéis, corruptos, injustos. No final, todos são obrigados a adorar o tentador para governar porque o poder, as riquezas materiais, a luxuria, a preguiça, são barganhas e se opõem a Lei. Quebrar o equilíbrio natural, orgânico, para realizar sonhos de poder, de prazer, de prestigio, de domínio, é um desvio da Lei e, portanto, da ordem estabelecida pelo Criador.
Essa civilização é, assim como foram as outras do passado, com todo o seu progresso e conquistas, um gigantesco e persistente desastre, o qual tem um custo terrível para todos que vivem e compactuam com o sistema que a comanda.
O bem da verdade está no lado oposto às conquistas materiais humanas.

A busca e a opção pela Lei ainda pode ser feita!

O Pesadelo do “Paraíso Terrestre”


O mito de que as conquistas da ciência/tecnologia, direitos e de um estado benevolente e de um futuro de ócio, prazer, sem dor, seduziu a humanidade e, eis que acordamos desse sonho e promessas no pior dos infernos.


A causa desse estado lamentável é a dependência absoluta de todo esse sistema, que se imaginava para o bem, mas que é uma armadilha mortal.


As pessoas dependem para viver, para apenas sobreviver, do estado e de todos os seus associados e cúmplices – de alimentos, de transporte, de empregos, de remédios e hospitais, de meios de comunicação, de segurança, entre muitas outras “necessidades” quando na verdade deveriam ser autossuficientes, independentes.


As facilidades, benesses, e garantias têm um custo não declarado e maliciosamente ocultado que significa a completa escravidão. E, é claro, não contam para as vítimas que o que recebem pagam com seu sangue, suor e lágrimas e essas coisas são falsificações e imitações muito inferiores e em nada parecidas com a propaganda.


Os donos do mundo, as “autoridades constituídas” dão cada vez menos e cobram cada vez mais caro. Sem perceber, todos se fizeram em servos de maus senhores. A situação da humanidade é desesperadora porque está prisioneira em corpo e alma.


As ameaças se tornaram um pesadelo real e tudo indica que o dilúvio de maldade vai piorar até afogar a toda essa massa de crédulos. Os tais “direitos” foram todos cancelados com uma justificativa de ser para a sua proteção e bem, a qual não pode ser recusada sob pena de prisão, tortura, fome e execração.


O retorno a autossuficiência e independência logo será impossível a todos. De fato, a maioria acredita e quer acreditar que estarão bem e ficarão ainda melhores sob a tutela de seus senhores.
Então, a verdade é que as pessoas se submetem a qualquer coisa para receber migalhas e promessas vãs. Estão todos humilhados, rastejantes, aleijados, esfomeados, apavorados, incapazes de compreender o motivo de seu estado miserável.

O Verdadeiro Ensinamento do Mestre da Paz


Nesse Ensinamento, registrado no Evangelho dos Nazarenos, podemos ver a diferença entre o que se prega nas igrejas oficiais e o verdadeiro ensinamento.


ENSINAMENTO 21 Yaohushua Reprova a Crueldade a um Cavalo

  1. E sucedeu que o Senhor partiu da cidade e rumou para as montanhas com seus discípulos. Eles vieram a um monte cujos caminhos eram íngremes e ali encontraram um homem com uma besta de carga.
  2. Mas o cavalo havia caído, pois estava sobrecarregado, e o homem o golpeava até verter sangue. Indo ao homem, Yaohushua disse: “Filho da crueldade, por que golpeias teu animal? Não vês que ele está muito fraco para sua carga e não sabes que ele sofre?”
  3. Mas o homem respondeu-lhe: “O que tu tens com isto? Posso golpeá-lo tanto quanto me agrada, pois é minha propriedade e eu o comprei por uma alta soma de dinheiro. Pergunta àqueles que estão contigo, pois são de meu conhecimento e sabem disto”.
  4. Algum dentre os discípulos respondeu ao Senhor: “Sim, Senhor, é como ele diz. Nós vimos quando o comprou”. E o Senhor disse novamente: “Não vês então como ele sangra e não ouves que geme e lamenta?” No entanto, responderam eles: “Não, Senhor, não vemos que ele geme e lamenta”.
  5. Entristecido, o Senhor disse: “Ai de vós, pela dureza de vossos corações: não ouvis como ele lamenta e chora para o Criador Celestial por misericórdia? Mas três vezes mais ais para este contra quem ele chora e geme em sua dor”.
  6. O Senhor foi em auxílio ao animal e tocou-o. E o cavalo pôs-se então de pé, e suas feridas foram curadas. Mas ao homem ele disse: “Segue agora o teu caminho e não o golpeies mais de agora em diante, se desejas encontrar misericórdia também”.
  7. E, vendo, o povo dirigiu-se a ele e Yaohushua disse a seus discípulos: “Por causa do enfermo, eu estou enfermo; por causa do faminto, eu estou faminto; por causa do sedento, eu estou sedento”.
  8. E disse também: “Vim para pôr fim aos sacrifícios e festas de sangue, e se não cessais de oferecer e comer da carne e do sangue, a cólera de Deus não cessará diante de vós, assim como veio a vossos pais no deserto, que luxuriavam por carne e comiam para sua satisfação, e ficaram repletos de podridão, e a praga os consumiu.
  9. “E eu vos digo: mesmo que estejais reunidos em meu seio, se não tomais meus mandamentos eu vos apartarei. Pois se não tomais o menor dos mistérios, quem vos dará o maior?
  10. “Aquele que é fiel no pouco, é fiel também no muito; e aquele que é injusto no pouco, é injusto também no muito.
  11. “Se, portanto, não fostes fiéis nas riquezas da injustiça, quem vos confiará responsabilidade às verdadeiras riquezas? E se não fostes fiéis naquilo que é de outro homem, quem vos dará aquilo que é vosso?
  12. “Nenhum servo pode servir a dois mestres, porque ou ele odiará um e amará o outro; ou, do contrário, tomará um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas materiais”. E os fariseus também, que eram avaros, ouviram todas essas coisas e zombaram dele.
  13. E Yaohushua falou-lhes: “Vós sois aqueles que justificam a vós mesmos diante dos homens; mas Deus conhece vossos corações, pois aquilo que é muito estimado entre os homens é abominação aos olhos dele.
  14. “A Lei e os profetas foram até João; desde aquele momento o Reino de Deus é pregado, e cada homem o assedia. Mas é mais fácil céu e terra passarem do que um título da lei falhar”.
  15. E ali lhe vieram algumas mulheres e trouxeram-lhe seus pequenos que ainda lhes sugavam os seios, para que ele pudesse abençoá-los; e alguém falou: “Por que perturbais o Mestre?“
  16. Mas Yaohushua repreendeu-o: “Destes virão aqueles que me confessarão diante dos homens”. Ele tomou-os nos braços e abençoou-os.

Dois mil anos de sabedoria Essênia

Josefus – É a luxúria um vício no indivíduo e na sociedade?
Banus – Sim, igualmente, e este vício incluiria todos os outros; porque o homem que se encontra necessitado de muitas coisas, impõe por meio disso sobre si mesmo toda a ansiedade e submete-se a todos os meios justos ou injustos de adquiri-los. Ele tem um prazer, ele cobiça outro; e no seio do excesso, ele nunca é rico; uma habitação confortável não lhe é suficiente, deve ter um belo palácio; não contente com uma mesa farta, deve ter raras e custosas carnes; deve ter esplêndidos móveis, roupas caras, um séquito de servos, cavalos, carruagens, mulheres, representações teatrais e jogos. Ora, para suprir tantos gastos, muito dinheiro deve ter e ele busca todos os métodos de obtê-lo como bons e ainda necessários; a princípio ele pede emprestado, depois subtrai, rouba, saqueia, está em guerra com todos, arruína e é arruinado. Se uma nação é envolvida em luxúria, isto a leva em ampla medida às mesmas devastações; pela razão que consome toda a sua produção, encontra a si mesma pobre ainda com abundância; nada tem para vender para estrangeiros; suas manufaturas são levadas a um alto custo e são vendidas extremamente caras; torna-se tributarista para tudo o que importa; agride externamente sua consideração, poder, força, e meios de defesa e preservação, enquanto internamente solapa e cai na dissolução de seus membros. Todos os cidadãos sendo ávidos de prazeres estão ocupados em uma luta perpétua para obtê-los; todos se injuriam ou estão próximos a ferir a si mesmos; e daí erguem-se aqueles hábitos e ações de usurpação, que constituem o que é denominado corrupção moral, guerra interna de cidadãos com cidadãos. Desde a luxúria ergue-se a avidez; da avidez, a invasão pela violência e perfídia; da luxúria, ergue-se a iniquidade do juiz, a venalidade das testemunhas, a improbidade do marido, a prostituição da esposa, a dureza dos pais, a ingratidão dos filhos, a avareza do patrão, a desonestidade do empregado, a dilapidação do administrador, a perversidade do legislador, a mentira, a perfídia, o perjúrio, o assassinato, e todas as desordens do estado social; assim foi com profundo senso de verdade que os antigos legisladores e filósofos lançaram as bases das virtudes sociais sobre a simplicidade de maneiras, restrição de necessidades e o contentamento com pouco; e o caminho certo de conhecer as extensões dos vícios e das virtudes humanas é descobrir se seus gastos estão proporcionais à sua fortuna, e calcular, desde a necessidade de dinheiro, sua probidade, sua integridade em cumprir seus compromissos, sua devoção para o bem-estar público e seu sincero e devotado amor de seu país e da humanidade