Implante Macabro


O super esforço em perverter a mente humana é contínuo e eterno.
A atual crise (Pandemia), que está longe de seu final e que sempre e facilmente poderá ser reeditada, se deve a conceitos errados, a ideias falsas e a modo de vida contra as leis naturais.
Seja em ciência, em política ou religião tudo é feito para implantar crenças falsas e superstições. Não vivemos em um mundo onde a instrução, o questionamento e a ciência dominam, mas num mundo de pseudociência, pseudo-religião, pseudojustiça que foram impostos a humanidade como verdades e valores indiscutíveis por especialistas, por religiosos e reforçados pela propaganda e pela mídia massivamente, sem descanso.
Basta apresentarem alguém como autoridade num assunto, alguém com prestígio que o povo se ajoelha e adora como a um deus. O nível de mediocridade e passividade é assustador.
O cinema, a literatura e a mídia são os grandes responsáveis pela paralisação do pensar. O baixo nível e a incoerência na apresentação dos assuntos é geral e tende a piorar. Na medida que as pessoas não querem fazer o esforço de pensar por si próprias e suas condições psíquicas involuem, o nível dos assuntos apresentados é cada vez pior.
Series e filmes sobre saúde, sobre crises, sobre a ameaça de um apocalipse, estão sempre presentes e cada vez com menos argumentos reais e factíveis.
House, The Good Doctor, Apocalipse Zumbi, Contágio, Guerra Mundial Z, Helix, Pandemia, entre centenas de outros produtos semelhantes, são construídos sobre argumentos e narrativas falsas e insanas.
Décadas desse bombardeio de filmes, literatura, notícias e disseminação da farsa sobre a natureza, sobre a saúde e a doença, formaram nas pessoas ideias e conceitos completamente ilusórios e falsos sobre tudo e principalmente sobre a saúde.
A coisa chegou num tal nível de degradação que tudo o que for lançado será imediatamente tragado e assimilado como fato incontestável e seguido como lei indiscutível.
Maliciosamente a arte, a literatura e a mídia trabalham com falsidades e horrores criando heróis, culpados, vítimas e soluções mágicas, superstições tolas e boçais. Isso não é uma brincadeira como a maioria acredita. Jogos eletrônicos também devem ser lembrados como peça importante na destruição do psiquismo e na predisposição a violência e na aceitação da narrativa charlatanesca.
A ideia do inimigo externo, nas curas imediatas e milagrosas, no superpoder de médicos e de seu arsenal de drogas e vacinas contra os inimigos invisíveis e perversos, são infantis, pura feitiçaria e tolices.
Os episódios de um House, de The Good Doctor, de entrevistas de doutores, cientistas e especialistas são fantasias de canalhas perturbados e de uma maldade incapaz de ser imaginada pelos doutores nazistas da 2⁰ WW!
Todos contam mentiras como fatos científicos com pose de autoridades e a segurança de mestres. O mal que isso fez e faz as pessoas não pode ser calculado.
Uma completa limpeza da mente, mas crenças e conceitos – que são lixo tóxico, carregados e usados com reverência por uma multidão de tolos, é necessária e urgente.
Não há nenhum “patógeno” tão mortal quanto esse lixo e veneno implantado nas pessoas como verdades.

Estupidez

Qual é a consequência de usar uma prova falsa para condenar uma pessoa?
Crime pavoroso!
Todos os testados para o COVID 19 estão sendo condenados por serem portadores e transmissores sãos ou doentes de um suposto patógeno, injustamente!
Nem o teste, nem o vírus, nem os sintomas são FATOS CIENTÍFICOS!
Tudo está na base de suposições, da propaganda e do pânico. 
1. Não há provas de que o vírus seja causa de doença.
2. Não há evidências de como seja o contágio e se há mesmo qualquer contágio.
3. A medicina jamais teve qualquer tratamento efetivo para as “viroses”. Não há provas de antivirais que curam ou de que as vacinas imunizem – não há provas científicas.
Tudo se baseia nas teorias não comprovadas de que se a vacina provoca uma reação do sistema imunitário então seria eficiente para “ensinar” o organismo a se defender. Jamais se fizeram testes científicos entre grupos que receberam vacinas, grupos que não receberam e aqueles que receberam placebo! Ou seja, NÃO HÁ PROVAS CIENTIFICAS da validade de se vacinar!
Por outro lado, há provas estatísticas de que as vacinas NÃO FUNCIONAM e que são perigosas!
Todas as doenças que diminuíram não foram por causa das vacinas, mas por mudanças importantes nos hábitos de vida.
As crenças em vacinas e nos métodos de evitar o contágio e transmissão são pura superstição chamada indevidamente de ciência. Nenhum povo selvagem e bárbaro acreditou e se submeteu ao que os “civilizados e cultos” fazem hoje diante do vírus shing-ling e da ditadura de prefeitos e governadores corruptos e ignorantes.
Esse povo imbecil e estúpido merece o seu destino.

Vacinar é uma Prática Abominável


As crianças são as maiores vítimas dessa imposição estúpida e infundada.
Há muitas questões referentes a impor aos pequenos inocentes e vulneráveis a introdução em seus organismos saudáveis e perfeitos um caldo de pus, DNA animal, células doentes, venenos químicos, microrganismos, a título de “aumentar sua imunidade”.
Não pode haver nenhuma dúvida dos prejuízos graves a saúde das crianças dessa prática supersticiosa e charlatã.
Os resultados de vacinar não tem apenas consequências “passageiras” mas, lesões graves no sistema nervoso central e em órgãos vitais. Ou seja, a criança submetida a essas inoculações jamais será normal.
Além de todas as questões morais, legais e de saúde há uma outra desconhecida da maioria e que sela o destino das vítimas no que se refere ao seu desenvolvimento interior, sua evolução psíquica e espiritual.
Há muitas crises na infância que foram demonizadas pela medicina como perigosas que são, por outro lado, absolutamente necessárias.
Essas crises com suas febres, dores e mal-estar são naturais, bem vindas e tem função imunológica e psicológica. Certas funções internas só são ativadas e experimentadas em estados de crise e a natureza se encarrega de submeter, com baixo risco, a todos nós, principalmente nos primeiros anos de vida a essas condições. Baixar a febre, sedar e mesmo impedir essas crises através de vacinas é uma condenação à que essa pessoa, numa fase adulta, esteja completamente incapacitada de se comportar e reagir a altura das demandas da vida.
Deve-se observar que tudo na sociedade é preparado para que não haja mais contrastes, necessidade de luta e desafios – tudo se processa suavemente, mornamente.
Ora, essa pratica hedionda da vacinação é uma fábrica de zumbis. Ninguém submetido a ela pode reagir e se tornar um ser humano íntegro.

Envenenamento Oficial


Todo o sentido de hábitos saudáveis, de um viver sob as leis da vida, em harmonia com a fisiologia e a biologia e a natureza humana foram pervertidos e deformados pela civilização, pela medicina, sociedade e pelas religiões oficiais.
É normal se drogar, injetar, ingerir substâncias impróprias para a nutrição, como se isso tivesse alguma necessidade e valor.
A não ser que a questão sobre o que é um veneno e como ele difere de um alimento fique absolutamente clara, uma pessoa pode ser facilmente enganada e se envenenar.
Alimento é qualquer substância que pode ser transformada em estrutura viva. Veneno é qualquer coisa que não pode ser transformada em estrutura viva. Se algo não pode ser transformado em sangue, ossos e carne, é um veneno!
As coisas não são venenos pela quantidade, mas pela qualidade. Ou seja, uma coisa é veneno não meramente porque foi tomado em “excesso”, mas porque ele é assim porque nada tem a ver com a fisiologia – é intrinsicamente antifisiológico.
Portanto, o conceito médico de que há tais coisas como “remédios” que os diferencia dos venenos porque os doutores os classificaram como remédios e os dosam para não matar no ato, é uma falácia.
Qualquer coisa que o organismo vivo não pode usar transformando-o em tecido vivo e energia, será rejeitado. Assim, aquilo que o organismo não pode se apropriar como alimento, deve expelir como a um veneno. Qualquer coisa inútil para o organismo, mesmo que não seja capaz de matar diretamente as células, é um veneno.
Aquilo que os médicos e farmacêuticos chamam prosaicamente de “princípios ativos” de suas drogas são venenos. Eles combinam quimicamente com as células e as matam!
Toda a propaganda, narrativa de que há coisas químicas e venenos de animais e plantas que seriam “remédios” são mentiras, uma farsa monstruosa. Não há nenhum benefício em tais coisas, seja que venham em forma de vacinas, remédios, alimentos ou bebidas.

Isso precisa ser compreendido!

Saúde Global


Somos Responsáveis pela Má Saúde dos Outros?


Assim como a vida, a saúde é uma posse e um bem pessoal. Menos saúde, menos vida. Também decorre daí que manter a saúde é responsabilidade de cada um.
A medicina ensinou, maliciosamente e apoiada em superstições, que a doença se deve a causas externas e que manter a saúde ou evitar a doença também só é possível com meios artificiais promovidos pela “ciência”.
Ou seja, não importa o que você faça ou deixe de fazer, não há como evitar a doença ou manter a saúde porque há causas externas que são sempre mais fortes que o poder de seu organismo de se manter são.
Ainda, você é um vetor de doenças. Você é sempre responsável pela doença dos outros porque você carrega gérmens que são a causa de doença.
Obviamente que esses conceitos não são fatos, mas insanidade supersticiosa impossível de comprovar.
Imagina que todas as pessoas, inclusive crianças saudáveis seriam, segundo essa superstição pseudo-científica, capazes de contaminar seus pais e avós. No caso, vírus, coisas invisíveis e más, estão ocultas nos corpos das pessoas prontos para adoece-las e aos outros humanos. Nem entre selvagens ignorantes e bárbaros se viu tal estupidez em qualquer momento da vida da humanidade. Ah, mas agora essa superstição é CIENTÍFICA! São ou doutores, pesquisadores, especialistas e cientistas que afirmam que é assim.
A verdade científica comprovada é outra. Nenhum gérmen, nem “vírus”, pode adoecer uma pessoa saudável. As doenças são o resultado de um modo de vida contra as leis da vida. A imunidade não pode ser melhorada por meios artificiais (vacinas). Os microrganismos são ubíquos, inofensivos e participam de todos os processos fisiológicos construtivos e destrutivos, mas são sempre consequência da má saúde e jamais causa de doença – são faxineiros que se apresentam quando “chamados”.
Em qualquer hipótese, a responsabilidade pela vida, pela saúde, pela felicidade é PESSOAL. Cada pessoa está dotada das condições para conduzir suas vidas e preserva-las. Não sou responsável pela saúde ou doença dos outros – não posso ser! O que faço com minha vida só cabe a mim e a ninguém mais. Tenho absoluta certeza de que sou capaz e responsável por mim mesmo, de manter e RECUPERAR minha saúde. Rejeito toda a ajuda e recurso que não os meus naturais para me manter e me curar. Ninguém pode me obrigar a nada. Não quero nada dessa pseudociência chamada de medicina. E também, não aceito nenhuma imposição e nenhuma restrição ao meu viver. Cada um que escolha seu caminho e responda por ele.

A Saúde pode ser sua agora


Todo o esforço da medicina e seus agregados são para impedir que uma verdadeira Ciência da Vida se estabeleça.
Verdadeiramente, a Ciência da Saúde existe e está plenamente desenvolvida, no mesmo nível que a química, a matemática, a engenharia. O interesse da medicina oficial é, entretanto, na má saúde e na paliação dos sintomas. A medicina é um grande negócio e tem estendido seus braços ao nível da política e do poder.
Se todas as pessoas aprenderem como manter e recuperar sua própria saúde todos os negócios da medicina e os relacionados minguariam até quase sua extinção.
Diante do contraste entre a saúde exuberante, a vitalidade e confiança comparada com o sofrimento, o desconforto a dependência e o temor paralisante da doença não se pode desprezar qualquer pequena chance que seja em proporcionar a saúde ao maior número de pessoas.
O que falta então para que as pessoas conquistem esse estado de bem estar e independência? O que é evidente, por uma observação direta é que há uma total falta de informação relacionada com a saúde e sua manutenção, aliada a uma massa de má informação e superstição sobre a questão.
Entretanto, uma das coisas mais surpreendentes é que poucos se interessam como preservar a saúde, como recupera-la e todas as bases fisiológicas sobre as quais estão assentadas a vida. É claro que o povo foi convencido, maliciosamente, que esse é um assunto difícil e que só deve ser conhecido e praticado pelos doutores e que eles podem confiar e entregar suas vidas nas mãos desses verdadeiros “santos desinteressados e altruístas”. Ainda, lhes foi ensinado, com interesses escusos, que a doença é natural e que a saúde é acidental e instável. Também lhes foi dito que nada do que façam ou deixem de fazer mudará os resultados sobre a sua saúde.
O povo não tem uma filosofia de vida. Acreditam que Deus quer que o homem seja doente e que não somos responsáveis por nossa doença ou, que a doença é inevitável e que a saúde não é mais do que um desejo impossível. A Ciência médica insiste em dizer que a doença é inevitável e que só pode ser evitada pelas suas descobertas em forma de imunizantes e drogas.
Verdadeiramente, está completamente estabelecido que pessoas saudáveis não adoecem, ou raramente e que pessoas fracas e com maus hábitos estão sempre doentes. Isso não é discutível. E não é uma questão misteriosa de “imunidade”, mas de condições naturais e identificáveis por qualquer pessoa. Como vivemos, tem pois, total relevância sobre a saúde.
A primeira necessidade de nosso mundo é a saúde. Estamos dizendo o óbvio, mas como a doença é um fato generalizado, a doença já não mais reconhecida como anormal, ou seja, como o resultado das violações das leis da vida. A saúde é o fundamento de todo o bem estar e felicidade; de todo o progresso, harmonia e liberdade da sociedade. Nada pode prosperar e ir bem sem saúde.


Como um perfeito estado de saúde pode ser conseguido? Como podemos ser curados? A Ciência da Saúde afirma e provou que isso não é um sonho ou um projeto para o futuro mítico, o qual a tal ciência da medicina promete que está conquistando passo a passo, entre progressos e retrocessos, mas é uma Ciência estabelecida e certa, apoiada na lei natural, as mesmas leis que fazem a vida possível – e essa está a disposição do povo agora, imediatamente. Essas leis estão escritas na própria constituição humana. Qualquer coisa em sua vida, para promover bem estar e equilíbrio deve estar em conformidade com essas leis. Nenhuma lei social, costume e modo de vida pode ter qualquer validade para o homem que não esteja fundada sobre esses preceitos naturais que são os mesmos da constituição humana e as bases da vida. A humanidade parece rejeitar a ideia de que é nosso direito e responsabilidade viver com saúde todos os dias de nossa vida – que a enfermidade, a dor, as limitações e a morte prematura são os resultados certos de nossos próprios erros. É mais fácil acusar a Deus ou ao estágio natural de nossa imperfeita condição evolutiva como causadores das doenças do que a nós mesmos e que, nossa única esperança seria se opor a natureza, ao universo, com práticas artificiais e contra a fisiologia, a vida, tal como faz a medicina.
As pessoas devem urgentemente aprender, e nós podemos ensinar-lhes, que a condição normal dos seres humanos é a saúde, que não adoecemos sem causa e que a enfermidade é sempre o resultado das violações das leis da vida.

DESMISTIFICAÇÃO DA SAÚDE


A atual crise revelou as entranhas da humanidade. As pessoas são egoístas, ignorantes, covardes, medíocres.
Sua vida está resumida ao seu corpo. Se interessam em sexo, em comer, no prazer – estão muito abaixo dos animais que são fiéis aos seus instintos. As pessoas destroem tudo a sua volta e a si mesmas para a satisfação de seus vícios e taras.
Sacrificam tudo, seus filhos, seu futuro, a justiça, a verdade, seus semelhantes, pelo seu corpo já apodrecido e desvitalizado por décadas de auto abusos.
A reação histérica e exacerbada que assistimos não deixa dúvidas sobre o quanto são medíocres e imorais – são cascas, estão vazios, se agarram em desespero ao seu corpo, a vida indigna e rasa que levam.
São máquinas sem alma cujo único interesse são elas mesmas e a satisfação de seus prazeres.
A Pandemia revelou a condição abominável a que chegou essa civilização. Nenhuma inteligência, nenhum significado habita essa massa reativa e estúpida. Seu corpo, como instrumento de gozo, se tornou um fim em si mesmo.


Porque o homem tem muitas falsas ideias de si mesmo, porque ele é ignorante das leis de seu próprio ser e, ao invés de olhar para a natureza por iluminação, tem seguido estranhos deuses e se tornou um adorador de ídolos, ele é uma vítima de sua própria loucura. Os princípios da natureza incorporam toda a verdade; seus próprios arranjos em sistemas constituem toda a ciência; e a arte não é mais do que a aplicação dessas verdades, esses princípios, para novos usos em produzir resultados desejados”.
Os horrores, o desespero, a incerteza, a doença, a miséria e a morte são o resultado de 3.000 anos de ilusões e ainda, dos últimos 1.700 anos de trevas totais de uma falsa ciência médica.
O fruto podre e venenoso finalmente espalhou seu mal por todo o mundo. A escravidão da humanidade atual é o resultado da crença e da submissão a medicina, aos seus falsos princípios.
A mentira sempre leva a dor e a morte – é inexorável e incontornável. A verdade cura e liberta. A medicina oficial conduziu a humanidade a este estado indigno e desesperador. Estivesse baseada na verdade, o resultado seria outro. A medicina é hegemônica e se tornou lei e se confunde com o Estado. As pessoas são obrigadas a se submeterem as suas práticas destrutivas e mortais, à força e por ameaça. Se o resultado é esse que vemos, qual a conclusão? Que a medicina é uma farsa e um sistema perverso e destrutivo que serve ao lucro, ao engano, a destruição da saúde e agora, a total dominação.
Só há uma saída para esse horror e escravidão: a verdadeira ciência da saúde baseada nas leis da vida, na relação harmoniosa entre o homem e a natureza. Nós conhecemos e ensinamos aos homens essa ciência e entregamos nas mãos de cada pessoa o poder de se manter saudável, de se curar e de se tornar íntegro e dono absoluto de seu destino, se libertando dos exploradores e torturadores.
Ao invés de melhorar a saúde, as drogas destroem a constituição humana; ao invés de curar nossas doenças, elas nos envenenam até a morte. Como um homem que já está enfermo pode ser menos doente por engolir e ser injetado por uma substância que adoeceria, ainda o mataria se ele se ele estivesse saudável?
Um cientista da saúde sabe que curar é um processo biológico que ele nem pode imitar ou duplicar, que curar é tanto mais um processo do organismo vivo como são a respiração, digestão, circulação, assimilação e excreção. Confiando, portanto, nos poderes da vida e meios que essa emprega para curar e com absoluta confiança neles, o cientista da saúde não procurará por curas.
Não empregará os recursos da Ciência da Saúde como curas, mas como meios de suprir os comuns e indispensáveis meios de vida.
A Ciência da Saúde é simplesmente a aplicação inteligente e correta de todos os requerimentos da vida trazidos para suportar o organismo vivo na devida proporção de acordo com a necessidade. Esses meios mantém o corpo em saúde quando propriamente usados – eles são adequados as necessidades (e nada mais, ou menos) do corpo na enfermidade. A Ciência da Saúde não reconhece qualquer mudança radical no organismo na doença tanto como aquela que ele necessita quando doente que ele não pode usar quando em estado de saúde. A saúde deve ser restaurada pelo processo da vida sobre a influência benigna das coisas normais de vida e não por acumular abusos sobre o corpo por drogá-lo e a submete-lo a tratamentos.
A Ciência da Saúde afirma o princípio que deve haver sempre uma relação normal entre o organismo vivo, seja saudável ou doente, e as coisas materiais e condições que contribuem mais ou menos perfeitamente para sustentar o fenômeno fisiológico. Somente aquelas coisas que têm uma relação normal para as estruturas e funções do organismo são usáveis e lícitas, seja na doença ou na saúde. Somente aqueles que olham a doença como uma entidade, uma força positiva e organizada, que atacou o corpo e procura destruí-lo, podem encontrar qualquer justificação teórica para o emprego de tratamentos prejudiciais.
A medicina, assim como a falsa religião crê no mal e coloca em sua crença mais poder do que no bem.

  1. O Sistema Médico Oficial (alopatia) ensina e pratica falsidades – é incorreto em filosofia, absurdo em ciência, em oposição à natureza, contrário ao senso comum, desastroso nos resultados, uma maldição para a raça humana.
  2. A Ciência da Saúde que adotamos e praticamos é verdadeira – em harmonia com a natureza, de acordo com as leis do organismo vital, correto em ciência, íntegro em filosofia, em acordo com o senso comum, com resultados benéficos e uma benção para a humanidade.
    O conhecimento sobre as leis da vida é sua aplicação sobre si mesmo lhe farão íntegro, feliz, forte, independente e livre. Ninguém pode lhe vender saúde ou cura-lo. Só há autocura e ela é o resultado de suas ações e de mais ninguém.
    Os nossos irmãos menores seguem instintivamente as leis naturais, mesmo que quando as condições mudam, não conseguem se adaptar e procurar saídas para as mudanças – e assim, perecem. O homem, sob influência do meio cultural, econômico e político acaba por reduzir a direção instintiva e passa a seguir as forças sociais, anulando fortemente seus instintos. Logo está agindo de maneira a destruir seu organismo. Ele segue, caoticamente e automaticamente as influências sem resistência. Costumes, modas, cultura, modelam e dirigem suas ações.
    Tudo acontece sem que tenha nenhuma influência, por simples acidente. Acontece que há leis que governam a vida, a saúde, a vitalidade e o equilíbrio fisiológico, essenciais para o pensar e o sentir normais.
    As leis de causa e efeito, o que se chama de “ciência” devem fazer parte da vida não só como conhecimento, mas como modo de vida real.
    O homem de hoje está inteiramente entregue, como um autômato as influências e comandos externos. Ele não compreende, não questiona, não elabora – ele se deixa conduzir, se tratar, se influenciar pela cultura e política. O resultado é desastroso porque essas influências não são para ele, mas para aqueles que as semeiam. Cada vez mais o homem perde o controle sobre sua vida e sofre influências contrárias a sua saúde e equilíbrio.
    Somente ao aprender as leis da vida é aplica-las sobre si mesmo toda essa situação pode ser revertida. É uma ilusão, ingenuidade e engano achar que os outros, o Estado, governantes e cientistas farão ou mesmo podem fazer por você aquilo que só você mesmo pode e deve.

Destruição do Humano

A conexão com a origem está se rompendo rapidamente. A fé desaparece e o materialismo e a confiança nas soluções pela ciência, tecnologia e politica dominam tudo.
O fruto venenoso da árvore do bem e do mal amadureceu e a humanidade está obrigada a engoli-lo.
Ser humano implica responsabilidades: auto controle, autocura, auto salvação, autonomia, autopreservação. Não se pode negociar coisas que só nós mesmos podemos e devemos fazer. Isto está no mesmo nível de comer, respirar, dormir, etc.. Insidiosamente uma doença terrível e mortal avançou sobre a humanidade obrigando os doentes a viverem uma vida artificial e falsa: a vida dos outros! O vazio íntimo, a mediocridade e nulidade somadas a uma ignorância absoluta de si mesmas obrigam que vivam para o exterior, dominadas pelos sentidos, atraídas pelas aparências se tornam cada vez mais vazias e orgulhosas. As pessoas que cuidam de outras são aquelas que amam. Hoje, as pessoas que se interessam pelas outras são movidas pelo ódio, pelo desejo de controlar, de usar, de dominar ou de aniquilar. Se deixar seduzir pelas promessas de uma vida confortável, segura e “direitos” é uma armadilha cruel. Aqueles que oferecem esses supostos benefícios não avisam que isso implica a perda de toda autonomia e humanidade. É mais ou menos se vender por um mísero prato de lentilhas. É a entrega do direito de primogenitura por NADA! Essa condição abjeta de servo condena a uma vida vazia, a viver ocupado com mediocridades e preocupações fúteis. A crítica aos outros, se ocupar com a vida alheia é um sinal do estado miserável em que alguém se encontra. A criação de dependência, de compromissos é parte da estratégia de prender eternamente a vítima a uma vida vazia e tola a serviço do coletivo.
Negociar e barganhar sobre as próprias responsabilidades é infantil e perigoso. A civilização com suas extensões sociais e o Estado explicitamente e implicitamente retiram essas responsabilidades da pessoa e lhes atribuem outras que seriam obrigações com a sociedade somadas a centenas de regras e códigos de conduta que nada tem a ver com as funções naturais e cósmicas que, essas sim, são responsabilidades e também meios de evolução necessários para a vida
Essa nova ordem e organização de vida imposta e sugerida pela civilização é, de fato, um assalto aos meios naturais e vitais e impedem qualquer progresso e o despertar da fé e da consciência. A pessoa é conduzida a ser uma peça da sociedade que serve a um sistema estranho a sua natureza e destino cósmico e a leva passar a vida envolvida com coisas artificiais e tolas que são ocultamente causa da morte de sua alma, porque tudo aquilo de que precisa para o seu despertar e evolução lhe foi retirado e substituído por obrigações e condutas sociais inúteis e a serviço de funções estranhas a real natureza humana.
É mais ou menos uma troca de ouro por calhaus e pedras, mas que é apresentado desde o berço como algo vantajoso ou mesmo imposições sobre as quais é impossível negociar. Isso tudo ocorre de forma que a pessoa não se revolte porque o início é apresentado pelos pais na sua famosa “educação”. Depois o condicionamento de comportamentos externos e internos continua na “escola” e nas mil outras atividades, lazer, socialização, sexualização, religião, modas, hábitos, trabalho, construindo uma coisa social, a serviço de algo muito contrário à natureza e propósito para que foi criada. Nesse processo de perversão e decadência, a saúde é permanentemente alterada e a vitalidade diminuída. O resultado é um zumbi nascendo de um ser humano.
Chamam a isso de “civilização” como se fosse uma grande conquista humana, quando é uma eficiente máquina de fazer autômatos, incapazes de realizar o destino humano real e pessoal – interno. O esforço maior da civilização é anular o indivíduo e substitui-lo pelo coletivo.
As promessas, “benefícios” e serviços de segurança, saúde, empregos, ambiente propício para negócios sob o pagamento de 50% de tudo o produzido, “aposentadoria”, entre outros, entram nessa troca e, na prática, não só não correspondem ao esforço, como são extremamente prejudiciais.
O que é difícil de se dar conta e mesmo virtualmente impossível é que essas conquistas e vantagens escondem a destruição da humanidade e a atual crise (pandemia) acompanhada de todas as ameaças diárias e conspirações revela a farsa e o fracasso inegável de tudo. Não estamos aqui dizendo que as coisas devem ser mudadas, mas que aqueles que estão meio despertos precisam ver melhor e entender que é necessário lutar para se libertar procurando instrução, conhecimento, esse que não encontrarão na vida, mas somente fora dela.
Para resumir, os hábitos, modos de vida e de pensar da civilização são contra a vida, contra a saúde, contra a evolução possível ao Homem. É uma fábrica de robôs obedientes e que jamais acordarão de seu sonho hipnótico induzido por um sistema perverso. Criam máquinas e autômatos do que poderiam ser homens.
A coletivização e a supressão do indivíduo é pavimentado pela substituição das responsabilidades e mesmo das funções básicas relativas a autopreservação por mil regras e códigos vazios. Isso passa a “ocupar” uma pessoa não somente externamente, mas internamente, em seu pensar e sentir de modo a que “esqueça” completamente de si mesma e fique envolvida com futilidades e sonhos tolos.

O que é o Homem?


Dependendo da resposta a essa pergunta a vida pessoal e coletiva muda completamente – para melhor ou para pior.
É evidente que toda a vida humana se transforma aceleradamente e que há todos os sinais de uma degeneração. O individual está desaparecendo e o coletivo dominando. O homem, portanto, sendo tratado como uma coisa social, política, orgânica e ele próprio convencido de que só existe e importa enquanto inserido nessas categorias determinadas externamente está cimentado e imóvel.
Para começar, é visto como um produto de uma evolução orgânica casual, mecânica, através de mutações genéticas e selecionado através dessas, onde aqueles que, por acaso, tenham tido a sorte de sofrerem as mutações que os “adaptam” melhor ao meio, serão “selecionados” para sobreviver e os outros, a serem extintos.
Esse mesmo modelo justifica e determina que todos deverão se adaptar a uma ordem estabelecida desde fora, através de certas “autoridades constituídas” as quais desenham toda a estrutura social, política e física e, que serão selecionados aqueles que se “adaptarem” a esses comandos. As escolhas individuais claramente estão desaparecendo e seguir as regras do coletivo significam viver ou morrer.
Nessa visão de homem e mundo, o indivíduo serve ao coletivo em metas estranhas e incompreensíveis a médio e a longo prazo e tudo só funciona no presente, pela propaganda hipnótica ou pela ameaça ou punição.
Toda essa estrutura é exatamente oposta ao ensinamento esotérico trazido por vários mestres e especialmente por Yaohushua (Jesus). Esse ensinamento tem como objetivo evitar a coisificação e a comercialização do ser humano numa massa uniforme e inconsciente – bem ao gosto das doutrinas materialistas como o socialismo, o nazismo, fascismo, entre outras.
Não importa o nome ou a manifestação explícita, o rótulo com que se defina essa ou aquela doutrina política, o fato que são todas mais ou menos materialistas, mais ou menos ditatoriais. Aquela que se atribui as qualidades de liberdade, de autonomia, se revelou completamente ditatorial e violenta com a desculpa frágil de ser para “o bem e para a proteção” do cidadão – chamam ela de democracia e de república aos moldes grego romanos. Ou seja, mesmo com aparência e promessas opostas, todos esses sistemas se apoiam nas mesmas origens e acabam com os mesmos resultados.
A essência do ensinamento esotérico cristão passa muito longe daquele impartido pelas igrejas oficiais. A não ser por algumas coincidências escriturais, são completamente diferentes – opostos. É certo que aqueles que assaltaram as congregações originais no século IV, eliminando fisicamente seus líderes e doutrinas, o fizeram com objetivos políticos e de dominação e a doutrina original que era muito especial e individual foi feita coletiva, massificada e diluída em seus princípios.
Como foi feito um mau uso, por pessoas ignorantes e maliciosas, do ensinamento original, ele terminou em um corpo doente, que certamente não poderá ser salvo. Com isso, a necessidade do homem comum por obedecer e seguir líderes e ideias se fortaleceu nos movimentos políticos e sociais.
É inegável que o ensinamento que ainda restou nos fragmentos das escrituras que sobreviveram a destruição romana é especial. Ele não trata de nada relacionado diretamente com as coisas da vida – nada tem a ver com o sucesso, prestígio, ganhar dinheiro, política ou qualquer das atividades humanas corriqueiras. A ideia a que se refere é ao Reino dos Céus. Esse Reino dos Céus é um estado interior possível ao homem individual. Fala da possibilidade do homem, por sua própria opção, ter um renascimento, uma evolução interior consciente e voluntária, uma completa transformação. Assim, as escrituras estão apresentadas numa linguagem especial, parabólica e simbólica só compreensível por aqueles que a conhecem e estão em um nível de ser que os capacite a acessa-la. Não é para todos!
O homem, tal como se encontra é um ser incompleto, e pode vir a transformar-se em um Novo Homem. Isso não pode ser imposto, obrigado, conseguido sob ameaça, mas apenas voluntariamente e conscientemente.
O homem é, de fato, um experimento em auto-evolução. Assim como uma semente pode ser semeada e transformar-se e se tornar algo maior e completamente diferente servindo a outros propósitos, ou ainda, permanecer como uma semente por toda a vida – a maioria escolhe permanecer como semente, não evoluir aqui e agora!
Completar-se, evoluir por si mesmo, renascer, adquirir um novo corpo sutil, só pode ser feito pelo próprio homem, por sua própria visão, compreensão, verdade e voluntariamente.
A doutrina original ensinada pelo Mestre se opõe completamente a uma vida inconsciente, mecânica, coletiva, determinada do exterior como se apresenta hoje a civilização “judaico-cristã”.
Há, entretanto, um começo em tudo e esse foi eliminado e feito em ilegal na cultura mundial. Um Homem precisa começar por ele mesmo enquanto organismo, enquanto funções orgânicas, enquanto saúde. A não ser que tenha uma condição ideal de equilíbrio e harmonia orgânica, nenhum progresso, nenhuma condição de ver e dar suporte as exigências e ideias superiores do ensinamento esotérico cristão é possivel. A sua opção e escolha por buscar instrução e evoluir de si mesmo só é possível para aqueles que têm essas condições básicas – que é a saúde. Não ser capaz de cuidar de si mesmo, de conhecer e aplicar a si os meios naturais e vida que mantém e conduzem a saúde é um impedimento absoluto à auto-evolução. Talvez seja redundante dizer que sendo o Homem um experimento em auto-evolução ele precisa fazer quase tudo de si mesmo e o primeiro é ser capaz de cuidar de si próprio. Ninguém, de fora, pode lhe dar saúde, curar, evitar que adoeça. Um homem autônomo, vital, desperto não servirá a ordem estabelecida, mas aos próprios objetivos de transformação e crescimento. O sistema coletivo sente isso como uma ameaça. Num certo momento, um homem pode decidir se quer servir a vida ou ao Reino dos Céus – isso é voluntário, mas tem pré-requisitos.
O Homem verdadeiro é, portanto, uma compreensão do ensinamento acerca do Homem Superior e a vontade para atingi-lo.
Um homem não é seu corpo, sua aparência, seu prestígio, suas posses, mas algo invisível, próprio, secreto, silencioso.
Permitir, se submeter, a qualquer invasão de seu corpo e de seus hábitos desde o exterior, sem compreender o que está sendo feito é de uma irresponsabilidade e insanidade assustadora. Assim é a atual condição indigna da humanidade sobre sua saúde se sujeitando a ser intoxicado e mudado por práticas perversas da medicina, agora impostas pelo Estado e governantes.

Armadilha Mortal


Os últimos acontecimentos, que se desenvolveram numa crise sanitária global inusitada, estão apoiados em uma falácia de que o homem está sujeito a doenças e que somente os recursos da ciência medica oficial poderiam salva-lo.
Esses recursos são propriedade de certos grupos que detém o poder de usá-lo e produzir seus meios. A tecnologia e a ciência envolvida está completamente fora do alcance do povo que, no caso, é completamente passivo e apenas pode aceitar as doutrinas e se submeter as intervenções medico-sanitárias. A declaração da Pandemia serviu para impor uma ordem global autoritária de submissão as autoridades constituídas que determinam absolutamente tudo na vida da população com a desculpa de evitar uma catástrofe.
A catástrofe não ocorreu e não foi impedida por nenhum recurso científico e tecnológico. As previsões falharam todas, mas a narrativa é eterna e tem desdobramentos diários.
Todos os recursos usados podem ser contestados assim como o risco, o agente infectante, e toda a teoria que supostamente lhes daria suporte.
O homem superou todas as crises na história, pré-história e os supostos vírus, bactérias, fungos etc.. simplesmente “desapareceram” e se tornaram “inócuos”. O organismo teria feito isso sozinho, sem ajuda nenhuma das maravilhosas e fantásticas descobertas da medicina.
As causas e as curas não são, certamente aquelas afirmadas pela medicina. Fosse assim, a humanidade teria perecido. Microrganismos, vírus estão presentes nas crises de saúde, mas de nenhuma maneira podem ser afirmados serem a causa da “doença”. São ubíquos e são a consequência de estados toxêmicos. Em geral, são auxiliares no processo de reconstrução, de limpeza ou apenas um sinal de um estado grave e final.
O que precisa ser compreendido é que há uma outra doutrina sobre a saúde e que garante a manutenção e a recuperação dela sem nenhuma participação de “doutores”, cientistas, pesquisadores e de toda a sua parafernália farsesca. A verdadeira Ciência da Saúde coloca nas mãos do povo o controle de suas vidas, lhes devolvendo a segurança e a compreensão dos mecanismos da saúde.
Atualmente, de forma maliciosa e cruel, a saúde, a vida e a liberdade estão nas mãos de outros: do estado, de governantes e de monstros que têm interesse na sua má saúde. Suas vidas não valem mais nada.
A não ser que rejeitem totalmente a assistência e a doutrina médica atual é aprendam a verdadeira Ciência da Saúde e a apliquem em suas vidas seu fim e seu destino é terrível e doloroso.