Superpopulação


Malthus afirmou, na mesma esteira de Darwin e Francis Galton, o pai da eugenia, que sem “controle externo”, os recursos naturais crescem em progressão aritmética e a população em progressão geométrica e isso leva inexoravelmente à extinção de uma população.
Desde há 3 séculos há uma preocupação e tentativa de controlar o crescimento populacional e de determinar quem deve viver e procriar e quem deve ser eliminado e não ter descendentes. As matanças, com requintados meios de tortura e terror, estão presentes desde então, com bilhões de mortes antinaturais – forçadas.
Todos os povos, culturas e sociedades caminham, literalmente, sobre os cadáveres de seus ancestrais.
Assistimos e sofremos a patética e pavorosa tentativa brutal de, através de mentiras oficiais, eliminar, silenciosamente, sem causar pânico, populações “indesejáveis”. O que já foi tabu declarar, hoje se faz sem nenhum pudor: vamos eliminar 2/3 da população por vários meios! Escolheram e estão tentando envenenar com vacinas, como se essas fossem proteger a população de doenças imaginárias, bilhões de pessoas. Mas, estão usando e logo trarão novidades, em seus métodos de matança sistemática – vai piorar e muito.
Quando o nível de ser, o instinto de vida e a inteligência das pessoas são rebaixados e impedidos de crescer e atuar, o desastre é inevitável. Não se pode, por nenhum meio, “terceirizar”, colocar nas mãos de burocratas, de cientistas, do Estado, a vida!
A vida e todas as suas funções e extensões são naturalmente e instintivamente auto reguladas. O modelo de vida imposto por essa civilização, por outro lado, está baseado em falsos princípios e tira do indivíduo todo o controle de sua vida e funções naturais e internas.
O desastre e fracasso dessa interferência brutal e estúpida na vida, com fins de exploração e controle por grupos de usurpadores e exploradores, está evidente agora e fartamente registrado na história recente.
A regulação, desde o instinto de vida, representado pela autopreservação, da procriação e dos recursos necessários para o sustento das necessidades vitais, não pode ser entregue a outros e na ausência da saudável manifestação do instinto e de toda a inteligência que emana dele.
Ao estabelecer como a base da civilização a filosofia da vida como um fim e não como um meio, os exploradores e escravistas pervertem toda a natureza, o Homem incluso, e produzem as aberrações relativas a superpopulação, como é chamada, e as inevitáveis “soluções” hediondas que imaginam e aplicam sobre as suas vítimas e escravos – nós!
A tecnologia, que é não somente desnecessária, mas também, perversa e antinatural, é o instrumento dos grupos dominantes para controlar, cada vez mais, tudo e, especialmente, a vida em todas as suas funções e manifestações – quem, como, onde, quanto, vai viver ou morrer!
A ligação do homem com a natureza interna e externa foi pervertida, cortada e substituída por coisas espúrias e antinaturais.
Chegamos ao ponto do qual não é possível retornar e os horrores consequentes dos erros continuados e repetidos, se impõem sobre todos. A agonia e o desassossego são compartilhados por todos e, um êxodo, é a única esperança de sobreviver a extinção maquinal, sistemática e pavorosa que já está em curso dos que vivem nas cidades e submetidos ao sistema cruel e artificial dessa civilização.
Sem se dar conta de que não há substituto para a vida, que emana da natureza, e vice-versa e que, sobre elas devemos apoiar nosso sustento e viver, não há esperança de paz e felicidade.

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