O custo da impagável da sua vida


Quanto você precisa “ganhar”, ou seja, quanto você precisa se ajoelhar, beijar a mão dos seus donos para sobreviver nessa “maravilha” de sociedade?
Liberte-se disso para sempre. Não é o quanto você ganha, mas quanto precisa para viver com dignidade. A questão é econômica. Se você usar muito pouco para suas necessidades, vai sobrar muito, mesmo que ganhe “pouco”!
A ideia passada por essa civilização é que temos necessidades artificiais, caras, exigentes e que devemos trabalhar muito para mantê-las. Todas as teorias econômicas se construíram sobre um alicerce inadequado e isso obriga a milhares de ajustes, de teorias, de medidas imediatistas de socorro à estrutura cambaleante que construíram sobre essa base torta. A “complexidade”, o “desenvolvimento” são, na verdade calços e reparos para evitar que a torre colapse e todos sejam esmagados. Tomar a vida como um fim é perseguir uma miragem onde a imaginação de conquistas não tem limites.
Acumular bens, luxo, facilidades, ócio, prazeres, longevidade, evitar as inexoráveis leis naturais sobre nós e sobre tudo, obriga a organização de comunidades, sociedades e nações sob regras e regulamentos escravizantes, violentos, desassossegados, pervertidos onde a doença, o medo, a desconfiança comandam esses ajuntamentos. A imaginária e relativa paz e ordem tem um custo terrível para todos – submissão a uma ordem perversa e má.
As necessidades reais do homem são muito pequenas e podem ser satisfeitas com as coisas naturais de que dispõe em seu meio. O colapso das civilizações sempre tem motivos semelhantes: a sua construção sob falsos princípios, sobre falsos valores.
Moisés peregrinou com 200.000 hebreus no deserto por 40 anos, provando que apoiados na leis cósmica e natural a vida, a harmonia e a felicidade são possíveis com pouquíssimos recursos de tudo. Ninguém pereceu de fome, sede, frio, calor, doença, violência. Essa lição foi esquecida e perdida e hoje, se destrói tudo, inclusive ao homem, na busca insana por coisas viciosas e tolas.
Se gastamos muito pouco, somos ricos, se gastamos muito, mesmo que ganhemos muito hoje, amanhã, certamente, ficaremos pobres e pereceremos. O fato é que o modo de vida dessa civilização é insustentável, caro, impagável e consumimos os recursos de nossos filhos, netos e bisnetos e, para que eles possam viver, devemos ser escravos hoje! Isso é uma insensatez, uma estupidez completa. Crescer, expandir, conquistar, gastar, destruir tudo para sustentar nossos vícios e necessidades artificiais é suicídio.
A proposta é simples, viver com poucos recursos, gastar o necessário dentro da Lei e tomar a vida como um meio para um fim maior e não tomar a vida como um fim insano e imaginário que, para ser mantido, sacrificamos a saúde, a paz, a felicidade, tudo!
Isso é possível já. Não é algo para o futuro, para as “próximas gerações” , mas para hoje! O mesmo sacrifício que fizeram os hebreus, saindo do Egito do Faraó, com sua sociedade complexa, cara, e que exigia escravos e produzia fomes, pestes, revoluções e guerras é o que nos é necessário hoje. Estamos e somos escravos nesse momento , aqui dessa superestrutura que suga a nossa vitalidade e felicidade. A Lei, seu conhecimento e prática é o único exigido. Os meios materias necessários são pequenos e disponíveis se apenas se compreende que o modo de vida atual não pode ser mantido e não deve ser mantido.
Êxodo já ou morte!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s