Sacrifícios e Superstição

Os sacrifícios, sempre ligados as pseudo-religiões e a superstição funcionam, na prática, como os remédios na atual pseudociência da medicina. São enganos, paliativos e ajustes para forçar o organismo a trabalhar contra a natureza. Aqui, como lá não se fala em parar de pecar, em mudar a mente, em compreender ou em parar de agir contra o organismo ou aquilo que provoca a doença, mas nos dois casos em achar uma saída ilícita, criminosa, enganadora, sacrificando o inocente para salvar a todos os pecadores ou impedindo a reação do corpo contra as injúrias através de remédios, vacinas ou outras barbáries.
Note-se que é sempre uma ação externa, de outro, através de um elemento mágico, misterioso, cujo mecanismo só os iniciados (médicos, especialistas ou sacerdotes) compreendem e aplicam. E essas ações são coletivas, são aplicáveis a todos igualmente e significam que o pecador e o doente podem comprar, receber ou ter direito a salvação se acreditam e se submetem as regras, que nada têm a ver com mudar e parar de cometer os erros. Dá para entender o que isso significa, os desdobramentos de acreditar nos doutores e/ou nos religiosos (dogmas, doutrinas e religiões) antes que em si mesmo e na lei que rege a vida? Mistificação, controle e sobretudo impedimento para a auto cura e auto salvação. A raiz do mal está na crença estúpida e tem origem na religião, alimentada pelo medo e pela culpa. O preço que se paga por se submeter e acreditar nessas fábulas “científicas” ou místicas é esmagadora.

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