O Mundo Microscópico


A pseudociência e os ignorantes que a seguem estão em guerra contra os micróbios.
Desde o charlatão Louis Pasteur, um químico medíocre, que fraudou e roubou pesquisas, a medicina mergulhou nas trevas e, com isso, a humanidade está sendo envenenada e escravizada pelos doutores, associados com governos, nações e as big pharmas.
Para aqueles que supersticiosamente acreditam que o mundo é obra do acaso, de acidentes que deram certo, de mutações “benignas” aos trilhões, que a vida veio de coisas inertes, resultado de uma reação química apenas, que somos o resultado de uma evolução mecânica, inconsciente, casual, para esses, o mundo não faz sentido e pode-se dispor da vida porque somos defeituosos, doentes, fracos, e dependemos de certos “eleitos” e suas drogas, do estado, de governantes para não perecer.
O mundo microscópico, os assim chamados “germens”, são para eles inimigos e devem ser envenenados queimados, eletrocutados, irradiados, ou seja, acabar com essas “coisas malignas” a qualquer custo.
Porém, a verdade e os fatos científicos não dão suporte para esses selvagens bárbaros. Somos totalmente dependentes do mundo microscópico, de todos os seres pequenos, invisíveis para os nossos sentidos. Somos constituídos por trilhões deles, temos 10 a 20 vezes mais seres desses dentro de nós do que nossas próprias células. Não há, tal como falaciosamente a medicina baseada em Pasteur afirma, que existem entre eles inimigos, patógenos, vírus, no sentido de que precisamos de coisas artificiais fabricadas para não sermos aniquilados por eles.
De fato, todos são necessários e vivem simbioticamente em nós e em torno de nós. A saúde, o bem estar, a vida depende desse equilíbrio e harmonia com esse mundo microscópico. Atacar esse mundo significa doença e morte, mudanças metabólicas, estruturais e genéticas que literalmente aniquilam o ser humano. Não há nada no mundo que possa ser eliminado e descartado sem provocar um abalo grave no todo, no funcionamento harmônico da natureza.
A simples presença de um microrganismo, seja qual for, não significa doença ou risco.
Os assim chamados vírus são máquinas de regenerar genes e não podem ser classificados como seres vivos – são subprodutos metabólicos. Estão em todos os lugares e nós estamos literalmente infestados deles, sem que isso seja um problema – isso é natural e necessário.
Tudo é para o nosso bem quando seguimos a lei natural, quando conhecemos e aplicamos a ciência. Se, por outro lado, o meio interno está perturbado, isso será um sinal para os microrganismos que o nosso organismo está morrendo ou morto e deve ser dissolvido. Aqueles microrganismos que trabalham para a saúde e a vida, também agirão para a morte, se necessário. Quem dá esse sinal somos nós segundo a nossa maneira de viver. Nascemos desse ser, a Terra, vivemos nela e para ela voltaremos – nosso corpo lhe pertence e tudo está regrado por ela. Precisamos cumprir com as leis desse planeta, se queremos viver. É uma insanidade forçar qualquer coisa, tentando enganar ou nos opor a lei usando de paliativos, de truques (remédios, vacinas e ações para evitar as consequências de nosso mau viver) – isso sempre, só pode piorar porque é mais um pecado. Os ignorantes, metidos a doutores desconhecem a lei, o funcionamento integrado de tudo e, através de uma análise parcial e voltada para um ponto especifico do organismo, sonham que podem mudar, à força, através da violência, um erro e que tem consequências negativas.
Todos os microrganismos são parte de nós, são simbióticos, são necessários em suas funções e não podem ser controlados particularmente, através de ações dirigidas a um deles. A maioria é endógena e não exógena. Matá-los ou mudar sua natureza, sua função é muito prejudicial ou mesmo, mortal. Na verdade, são indestrutíveis em sua condição essencial, são originários de um mundo causal e não um mundo secundário e de aparências, como esse onde nosso corpo está e que pode ser aprendido pelos sentidos. Ou seja, não podemos controlar ou destruir nada aqui, com coisas e ações nesse mundo inferior tentando influir nessas que se originam numa outra dimensão e do qual somos originados. Para resumir, atacar o mundo microscópico porque se imagina que seus elementos são inimigos é condenar-se a extinção inexorável. Estamos avançando para o fim, velozmente.

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