O Éden que rejeitamos


A Terra é um Paraíso onde podemos evoluir se e quando as leis cósmicas e naturais são conhecidas e seguidas. Essa mesma Terra é o Inferno quando o homem despreza e afronta essas mesmas leis e impõe as suas espúrias aos seus semelhantes. É o que estamos vivendo.
Fizeram da Natureza a madrasta, sinônimo de atraso, de doenças, de indigência, de incerteza, de ignorância e barbarismo. Enfim, aquilo que está pronto, perfeito, dentro e fora, tem sido submetido, domado, envenenado, de forma absolutamente impiedosa e cruel pelo homem – e a isso chamaram de “ciência”, tecnologia.
O povo acabou acreditando que sem essa “ciência” a vida seria impossível ou que viveríamos como selvagens atrasados e que a maioria de nossos filhos morreria logo ao nascer e que não teríamos o que comer porque a natureza seria competição, uma guerra e que é preciso domar os elementos pela violência, pelos venenos. A vida na natureza se desenhou como impossível e o artificial das cidades, do concreto, da poluição, da eletricidade, do digital seria o avanço e a evolução. Pagamos caro por essas ideias e agora estamos envolvidos por uma peste, uma farsa artificial, por uma cura artificial, por alimentos artificiais, por águas quimicalizadas, por ar contaminado, escravos de empregos para ganhar dinheiro para pagar impostos, comprar alimentos pobres e sem sabor, desvitalizantes e tóxicos.
A humanidade inchou descontroladamente, artificialmente, e aqueles que lucram com a mão de obra barata e incentivaram essa superpopulação planejaram diminuí-la de forma a matar os indesejáveis preservando o mundo artificial que esses mesmos escravos construíram. Guerras destroem a estrutura, o mundo robótico e artificial que os donos e exploradores da vida querem só para eles e que, nessa equação, nós estamos sobrando e se tornou custoso manter. Como as máquinas passaram a fazer o trabalho humano, nos tornamos supérfluos e um problema a ser eliminado.
O equilíbrio e a harmonia foi quebrado há muito e vivemos vidas fúteis e tolas, na ignorância e negligência das leis naturais.
O resultado é que estamos a beira da extinção promovida também, artificialmente, pelos exploradores. Pagamos com as nossas vidas o preço de ter nos permitido deixar seduzir pelo conforto, pelas maravilhas artificiais sem as quais, nos foi dito, seria impossível viver. Venenos, veículos, concreto, drogas, máquinas, quinquilharias inumeráveis e, dinheiro, um deus cruel e pelo qual, morremos e matamos.
A relação benéfica e filial com a natureza foi esquecida e é mesmo desconhecida e temida pela maioria.
Não há nenhuma outra saída e caminho do que o retorno a vida simples, autossustentável, livre, em harmonia com as leis cósmicas e naturais. Mais uma vez, estamos na fronteira da extinção depois de tentar criar um mundo artificial em detrimento da verdade, da verdadeira ciência da vida.

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