Ficção e Realidade


Prepararam a humanidade por décadas, por séculos e mesmo milênios tornando-a infantil, tola, estúpida e sonhadora. O objetivo principal já foi de ter escravos, de usar e abusar de um sem número de idiotas e infelizes depois, em submete-los ao controle e hoje, em descartar de forma “benévola” bilhões, dos agora indesejáveis.
Independente do método, o objetivo é claro, evidente e indiscutível: reduzir por 1/3 a população. Os inimigos são os donos e controladores de tudo. Eles são cruéis, determinados, organizados, não podem ser vencidos.
Combater o mal é fortalece-lo. É o princípio da medicina assim chamada “científica”. Passam o tempo todo combatendo as doenças com armas tóxicas, arrancando partes, tentando mudar a natureza, a espécie humana – o resultado está aí explícito – dor morte, desespero, mais doenças. Essa falsa ciência é a causa mais horrenda e eficiente das dores da humanidade hoje. No caso, não temos que combater o mal, mas fortalecer e viver o Bem, a Lei.
Tentem abrir os olhos, mesmo que isso seja doloroso. Quem viveu e vive nas trevas é quase impossível olhar para a Luz. Os olhos doem, ardem, e as imagens ficam, a principio, distorcidas. A realidade é pavorosa, mas precisa ser vista tal como ela é. Todos os seus assim chamados “direitos” foram anulados, tirados. Aqueles que obedecerem receberão alguns deles por um tempo – aqueles direitos que são seus por ser um humano, mas agora, barganhado por uma obediência e submissão cega e indigna. O que chamam Constituição não existe mais, não existe seu país, os seus líderes, toda a estrutura estatal e de governo está a serviço de uma ordem estranha e oposta a vida, a razão.
Os donos do mundo bebem, literalmente, o sangue de inocentes, de bebês. Eles farão aqueles que lhes forem dependentes, de beber o sangue e comer a carne de seus próprios filhos. A alimentação cadavérica é a porta aberta para o canibalismo e ainda de coisa pior.
Seus líderes, seu país servem a esses monstros. Eles os estão enganando e alguns deles, idealistas e tolos, acham que podem fazer alguma coisa, vencer. Fazendo isso, condenam a todos. A ideia, óbvia, é que o povo acredite numa saída assim e fique paralisado, iludido e calmo. É muito mais fácil degolar uma presa que não está lutando pela vida ou totalmente subjugada.
As restrições, a violência, a fome, virão como um dilúvio. Mas, antes, eles querem que os indesejáveis morram calmos, quietos, para não provocar tumulto. Não é isso que já acontece?
As mentiras se multiplicam e infestam a vida e o psiquismo de todos. Esse estado de coisas é o caminho certo para a loucura, para o medo, para a escravidão total. O povo rejeitou a Lei, os princípios e se entregou para uma ordem satânica e parou de pensar por si mesmo. Nessa condição, é fácil ficar confuso e ser envolvido por mentiras, por ilusões.
Estamos em meio a uma guerra de extermínio programada por uma elite que assaltou o poder no mundo. Eles usam todas as armas e o povo é o seu animal de experimentar e abater. Não irão recuar porque foram longe demais. Vão intensificar suas ações hediondas e logo será impossível qualquer reação e todas as saídas se fecharão.
Compactuar, fugir ou se revoltar é alimentar o mal, o sistema. Somente se retirando, e vivendo em harmonia com a Lei há alguma chance de sobreviver para depois reconstruir.
O mundo, tal como conhecemos e imaginamos, não existe mais. A civilização se esfacela e desintegra diante de todos. Não há maior alienação do que negar os fatos. Quando a realidade é brutal é mais fácil suportar se a negamos, mas isso é fatal.
Seus empregos, bens, alimentos, liberdade, saúde, paz, dignidade, futuro, se foram ou desaparecerão muito em breve. Não se pode sobreviver sendo dependente do sistema, do inimigo que, claramente, quer nos destruir, matar, escravizar.
Há saída, mas tem prazo e preço. Sem reconhecer os fatos e seu significado a saída fica oculta pela agitação, pelo pavor, pela hipnose coletiva. É preciso acordar e se levantar e fazer o movimento necessário.
Autossuficiência, simplicidade e a vida apoiada na natureza, na terra, protegido por um grupo igual em ideias e ações é a esperança derradeira.

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