Alguns aspectos críticos sobre as Vacinas


A hipótese da imunização jamais foi comprovada cientificamente.
Nunca se fizeram grupos de controle para comparar a eficácia das vacinas.
É uma doutrina falsa em princípio e em ciência. É charlatanismo oficial e um crime contra a humanidade.
A vacinação se tornou generalizada e se iniciou de maneira totalmente empírica e irresponsavelmente. Está muito mais para crença do que para ciência. É tomada como uma panaceia, e suportada, cada vez mais, por leis de obrigação vacinal. Se tornou uma ideologia pela qual se deve estar pronto a imolar um pequeno número para salvar o grupo – é um culto sacrificial. É uma solução fácil, uma simplificação mental superando todas as práticas médicas. As vacinas se tornaram uma prática oficial de estado, um assunto de governos, nações – passaram a ter o timbre oficial e todo o peso e autoridade que as fizeram inquestionáveis pela população.
Sua história moderna se inicia com Jenner , médico inglês no final do século XVIII. Jenner simplesmente substituiu o pus da varíola , pelo pus lavado das vacas . Esse produto era totalmente artesanal e empírico e foi administrado exatamente assim a milhões de pessoas em todo o mundo. Os chineses já utilizavam a prática com maus resultados. A vacina de Jenner não se constituiu em um progresso. De fato, abriu uma via de contaminação mais obscura e complexa.
Foi nesse momento que começou a introdução direta, no corpo humano DNA animal, genes de animais doentes! Só imaginem as consequências dessas práticas generalizadas por centenas de anos! Na realidade, os microrganismos de uma espécie animal foram introduzidos na espécie humana. Pode-se dizer que aí começou a animalização do ser humano. O que era somente humano, desde então, não será jamais puro! Isso é absolutamente contra a natureza, uma temeridade, entretanto, completamente conhecida dos doutores.
É reconhecido que, na maior parte dos casos, quando uma pessoa adoecia de uma das tais, “infecções”, não voltava a adoecer dessa mesma. A ideia da vacina será, então, de inocular micróbios e vírus, atenuados, seja lá o que isso signifique, com o objetivo de provocar uma manifestação mais leve, “benigna”, da doença, prevenindo e evitando contra uma crise mais grave. Daí a ideia da “imunização”. Essa doutrina se apoia na ideia da prevenção. Isso se apoia em uma prática muito mais antiga de introduzir um veneno em pequenas doses, tornando o organismo mais resistente e capaz de lhe combater.
Um rei, Mitridate, teria adquirido imunidade a substâncias tóxicas ingerindo doses cada vez maiores dos venenos. No caso das assim chamadas vacinas, as doses não são pequenas! Cada seringa contém doses concentradas do produto vacinal e de diversos outros produtos para conservar, potencializar e provocar uma reação imunológica.
Todas as vacinas contém um antígeno viral ou bacteriano, com partes animais, pus, sangue, linfa, e DNA de várias espécies, além de fetos humanos – e hoje, de partes de pessoas. Os assim chamados substratos celulares implicam em um extremo risco de contaminação porque são reproduzidos e criados em grandes quantidades. Há uma forte suspeita dessa ser uma das origens dos cânceres. São utilizados antibióticos para evitar o crescimento de bactérias e fungos.
Usam, sempre, potencializadores químicos, para provocar reações imunitárias que sem esses, são pífias. Usam o hidróxido de alumínio, entre outros, altamente tóxicos os quais são destruidores do SNC. Enquanto o hidróxido de alumínio não pode ultrapassar 15 micro gramas por litro de sangue essas vacinas podem conter 1250 micro gramas! Ou seja, são altamente tóxicas. Conservantes, mercúrio, corantes, estabilizadores, anticongelantes, aldeído fórmico, entre muitos outros. Hoje os riscos estão multiplicados porque há prions, Rna, materiais magnéticos, nanoelementos, elementos híbridos, e esses são indetectáveis e não declarados. Não há nenhuma pureza nesses preparados a serem injetados diretamente na circulação. É falso que as doses são ínfimas. Por exemplo, a BCG contém até 3.200.000 unidades de bacilos de Koch. Todas essas “vacinas” têm o potencial de adoecer e até matar imediatamente.
O que é a imunidade? É a atividade natural programada para nos defender em caso de invasão de algo tóxico para as células. O sistema imunitário, por outro lado funciona como um sistema de apoio e raramente é colocado em ação nas pessoas saudáveis.
O sistema imunitário tem a função de preservar a nossa identidade biológica, nosso Eu, o que somos não somente como espécie, mas como indivíduos. As vacinas são elementos estranhos perturbadores incontroláveis do desenvolvimento e função natural do sistema imunológico. As vacinas levam, inexoravelmente as fases crônicas das doenças – você fica sempre doente. E essa é a antecâmera das doenças degenerativas e auto imunes como as alergias, reumatismo, câncer, Alzheimer, entre outras.
Os micróbios não são nossos inimigos e vivemos em simbiose com eles por toda a vida. Temos muitas vezes mais microrganismos dentro de nós do que nossas próprias células.
Esses seres microscópicos são capazes de profundas transformações segundo o meio em que vivem e podem ser vírus, fungos, bactérias com muitas funções – são mutantes. Eles não são a causa das doenças, mas as doenças podem ser a causa deles. Esses seres mudam e mutam sem cessar. Esses seres são prioritariamente endógenos e não exógenos.
É certo que existe um equilíbrio entre o sistema imunológico e os vírus naturais. Destruir esse equilíbrio com práticas invasivas terá consequências imprevisíveis.
A presença de nenhum desses microrganismos significa, jamais, doença. A condição de equilíbrio e vitalidade do organismo joga sempre o papel principal. “O terreno é tudo, o microrganismo, nada”!

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