A Armadilha


O sonho de ter um bom emprego, de ser um pagador de impostos, um cidadão com direitos e obrigações se revelou uma armadilha cruel e traiçoeira.
O jogo perverso do estado e das “autoridades constituídas” é escravizar, manipular, dominar, controlar. Você não se torna livre ao participar da sociedade, você não se torna igual ou com direito a propriedade, mas essas promessas de supostos “direitos” distribuídos pela sociedade são mentiras e ilusões com o objetivo de apanha-lo no laço.
Na verdade, a justiça, apoiada na liberdade, na igualdade e na propriedade é direito humano sem o que a vida é impossível. Viver num ambiente onde são barganhadas, trocadas, comercializadas e faltantes a igualdade, a liberdade e a propriedade é improprio à vida humana e as pessoas têm o direito, se não tiverem outra saída, lutar contra os que impedem que tenham justiça.
Participar disso (da assim chamada sociedade) não somente não se reverte em vida digna, mas o obriga a compactuar em crimes horrendos camuflados em atividades lícitas – você literalmente vende sua alma. Para completar, você contribui para aumentar o poder dos exploradores, criminosos e daqueles associados a essas atividades, o Estado e governantes . Tornar essas pessoas e organizações mais poderosas é condenar-se a escravidão e aos seus filhos e, possivelmente, muitas gerações à frente. É um ciclo fechado, que depois de entrar, reforça as correntes e grades e do qual a saída é quase impossível. Pense!

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