Adoecer para Salvar?


A tese, farsesca, da medicina pseudocientífica de adoecer através da inoculação repetitiva de pus, de DNA animal, de conservantes, de antibióticos, de produtos que estimulam a reação imunológica e agora, de produtos químicos/eletromagnéticos como marcadores – para prevenir o contagio, são altamente tóxicos e levam a uma falência do sistema imunológico natural.
Pessoas absolutamente íntegras tem sua saúde permanentemente comprometida com essa prática questionável. O objetivo seria diminuir a saúde de todos para salvar, supostamente, alguns incapazes de reagir as agressões naturais do meio ambiente. Ora, não há nenhuma prova de que isso tenha qualquer efeito positivo, mas por outro lado, há evidências de que há prejuízos graves para todos.
As pessoas, podem ter problemas na sua constituição no momento da fecundação ou ainda durante a gestação e começarem a vida com certas deficiências. Muitas mais desenvolvem má saúde durante a vida, em acidentes, mas principalmente, por um modo de vida contra as leis naturais. Essa pessoas, certamente, serão menos capazes de reagir as agressões enquanto têm um desempenho geral deficiente.
Isso não pode, de nenhuma maneira, ser consertado por uma picada, obviamente. Apostar na introdução de produtos tóxicos e francamente danosos para “prevenir” o ataque de microrganismos é a anti ciência.
O fato é que a minoria que estaria sujeita a ter crises relacionadas com certos microrganismos, determina uma política, hoje mundial, de injeções perigosas, não testadas, de normas de conduta intempestivas e prejudiciais, também questionáveis.
Comprometer a saúde de toda a humanidade por uma minoria é, para dizer pouco, assassinato oficial. Não há, nenhuma prova de que as práticas impostas sob ameaça, tortura, multas, perda de direitos tenha qualquer valor para a saúde, mas novamente, há muitas evidências de que todas essas medidas são danosas, só não se sabe ainda, a extensão de seus efeitos.
As ameaças e as campanhas massivas apoiadas em mentiras e peças enganosas para conduzir as pessoas a se submeterem as autoridades constituídas é um renascimento, a nível mundial, do nazifascismo.
As razões, por trás disso são materiais, são de controle e de depopulação. Naturalmente, inexoravelmente, as pessoas morrem por vários motivos e em várias idades. É absolutamente falso que o problema, aquilo que as levaria a morte seria o coronavírus, o “novo”, e que, paradoxalmente, está permitido morrer de tudo, menos pelo coronavírus. Não houve nenhum aumento significativo de mortes no mundo e enquanto as pessoas são diagnosticadas de coronavírus, elas não morrem mais de gripes, de pneumonia bacteriana, de câncer, de ataque cardíaco, etc.
Estatisticamente essa situação é uma impossibilidade. As outras doenças não podem desaparecer enquanto o coronavírus elimina essas “doenças” e ele provoca, sozinho, as mortes.
Finalmente, acusar as pessoas saudáveis de serem possíveis transmissores é algo impossível na teoria e na prática. Ninguém sem sintomas pode contagiar, segundo própria doutrina dos gérmens de Pasteur. Seria necessário estar num estado agudo da doença para contagiar. A mudança desse conceito tradicional é suspeita e ilógica. Tem todas as características de uma tentativa de tornar a epidemia uma praga do fim do mundo. O tal vírus estaria em tudo e em todos o tempo todo e isso é completamente forçado e com sinais de lenda urbana.
Segundo a nova doutrina, absolutamente supersticiosa, mesmo que o indivíduo se vacine, continuará como um potencial transmissor e doente. O conceito tradicional de que estar vacinado seria uma garantia de saúde e de estar livre de transmitir foi substituído por um leviano e perturbado estado generalizado doentio – não importa o que se faça, a doença continuará, mas você deverá se submeter a todas as diretivas coletivas, para sempre. Começaram com uma vacina e agora afirmam que seriam necessárias três e todos os anos, para sempre – não cura, mas todos estão obrigados a tomar. Todas as normas são assustadoramente ilógicas e medievais e surgem do nada e de fontes políticas e nada científicas.
Provocar a exaustão e a agressão continuada do sistema de defesa natural através da introdução continuada de “vacinas” é francamente e inegavelmente destruir a saúde. Isso é indefensável e assustadoramente uma prática de extermínio semelhante a injeções letais nos condenados à morte. Semanalmente se falam de “novas cepas”, todas muito mais contagiosas e mortais, sem nenhuma prova e estudo.
Uma conspiração contra a saúde e a vida tem origem na “ciência” mancomunada com farmacêuticas, com empresários, mídia, Estados e Governantes.
Não é preciso ser muito esperto para se dar conta dos motivos desses monstros.

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