O Fim do Mundo – Quem se salvará?


É chocante que as pessoas não consigam identificar a origem do mal e o atribuam a esse ou aquele governante ou ideologia, quando, de fato, todo o sistema, a base da civilização, está construída sobre falsos princípios.
Há um interesse perverso dos poderosos em manter essa condição perturbada e desassossegada. O Estado e os governantes perdem poder e se tornam inúteis e indesejáveis quando há paz, justiça e harmonia. Os ingênuos acham que sem o Estado e governos fortes a vida seria impossível. Eles então, pedem por mais estado e mais controle. Não se dão conta que estão fazendo o jogo do inimigo.
É frequente que esses poderes assim chamados “republicanos” – herança maligna das civilizações greco-romanas, enfatizem a natureza perversa, perigosa e animalesca da humanidade – que o homem é mau e precisa ser controlado por um poder externo brutal. Junto com essa acusação, segue outra igualmente maligna: que o homem seria frágil e doente, suscetível ao ataque de patógenos e assim, dependente da estrutura estatal para defende-lo da “Natureza”. Ora, isso é absolutamente falso. De fato, são exatamente os maus costumes e ideias falsas sobre a vida e a saúde promovido pela própria civilização que tornam o homem doente. O ciclo se fecha quando o homem é intoxicado e adoecido e depois ajuda é oferecida ou imposta para salva-lo. Essa “ajuda” é o golpe final, a morte sem esperança.
Os poderosos dispõem do povo como lhes agrada e necessitam para acrescentar poder, bens, e controle. É tolo crer que os governos/estado defendem o povo e seriam necessários à vida e à saúde.
A competição entre as pessoas e entre as pessoas e os germens é uma farsa e um mito artificialmente criado com objetivos maliciosos. Os inimigos são outros e são esses que se apresentam como a única solução do problema que eles mesmos criam e alimentam.
A única saída real está em que pessoas que pensam e acreditam nas mesmas coisas precisam se unir e conviver de maneira a não precisar de nada do sistema.
A vida nas cidades, sob a tutela e controle do inimigo mata a alma, mais ainda que o corpo. Aqueles que percebem a prisão, mas que estão sem a instrução que lhes permita escapar, são envolvidos numa guerra impossível de ser vencida ou simplesmente aniquilados logo no princípio.
É preciso se retirar e empregar toda a energia e consciência para despertar completamente e trabalhar para atrair outros para um ambiente regido pela Lei, pelas leis naturais e cósmicas. A Natureza é o único refugio e a relação harmônica com ela traz a vitalidade e a pureza necessárias para alcançar outros níveis de consciência.
Esse mundo está condenado, é um cemitério, o reino da morte, do horror e terror. A esperança e a energia empregada aqui é desperdiçada, compactuar com isso, em qualquer nível é um engano, uma prisão interna e externa. Não há nada possível ou merecedor de ser salvo aqui.
Há um outro mundo esperando por aqueles mais despertos e com valentia e ousadia suficientes para renunciar as tentações e promessas daqui e empregar tudo numa descoberta e reconstrução de sua psiquê, de seu organismo e da Terra. O fim virá, inexoravelmente, e somente aqueles que se afastaram e se instruíram poderão sobreviver e ajudar na reconstrução que será necessária.
“Os mansos herdarão a terra”!

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