IMUNIDADE


As defesas só são necessárias se há um ataque e que esse ataque ultrapasse as barreiras naturais e cotidianas.
Isso é raro, ou deveria ser. Além do mais, do ponto de vista biológico os supostos “ataques” são um mito, uma superstição pseudocientífica da medicina oficial.
Os agressores microscópicos que estariam a espreita por todo lugar, simplesmente, não existem – são uma mentira, um conto inventado pela “profissão” para assustar e encher consultórios e hospitais.
Vírus, bactérias, fermentos e fungos são UBÍQUOS – estão em toda a parte, fora e dentro dos organismos. A história de que são perigosos, “patogênicos” somente aqueles que vem de fora e “atacam” as pessoas é uma hipótese ridícula que não se sustenta. Todos nós abrigamos, convivemos e somos assistidos por trilhões desses seres – todos têm função positiva, são carniceiros, comem e destroem toxinas e venenos que são uma ameaça a saúde.
É conhecido que o desequilíbrio, resíduos metabólicos, fraqueza, são a “causa” do aparecimento desses seres. São, em grande parte, endógenos, de origem interna, e poucos deles, exógenos, vindos de fora.
Idosos, doentes e mortos podem ter 10 vezes e até 1.000.000 de vezes mais gérmens do que pessoas saudáveis e fortes. É evidente que a causa disso são as más condições de saúde ou a morte, onde o corpo é tomado e destruído de dentro para fora.


A imunidade, de nenhuma maneira pode ser aumentada artificialmente. O modo de vida “civilizado”, nas cidades e sob a tutela da pseudociência destrói a imunidade com drogas, vacinas, ar poluído, falta de sol, de ar puro, de exercício, de água pura, de relações humanas normais, de excesso de roupas, de toxinas ambientais, de alimentos impróprios.
O que se deve buscar é a saúde e a vitalidade, manter o corpo e o sangue puros e não “fabricar” uma suposta imunidade injetando podridão para se defender de ataques que não existem.
As reações artificialmente provocadas por esses produtos, que são uma agressão brutal, com a interpretação de que se daria um alto nível de proteção, de “imunidade” é falso, é charlatanismo, é enganação – não há nenhuma relação positiva entre essa condição interna alterada (traduzida indevidamente por imunidade) e a capacidade de se defender supostamente de ataques externos de gérmens. O fato é que pessoas saudáveis, com nenhuma “imunidade” artificial simplesmente não adoecem e as pessoas com altos índices de defesa artificial teimam em adoecer.
As vacinas são, sem dúvida, venenos – todas elas! Não há nenhuma prova de que provocar doença por injetar podridão, torne as pessoas mais fortes e saudáveis. Isso é indefensável. Coisa de charlatões. E o mundo gira…

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