Ditadura Sanitária e Escravidão


A tentativa patética de obrigar as pessoas a regras de conduta sanitárias supersticiosas e experimentais; ameaçar e punir aqueles que se negam a segui-las; criminalizar certos tratamentos em detrimento de outros, é um horror da idade das trevas brotando no século XXI!
Entendam, a medicina, por principio, é uma ciência empírica e todos seus procedimentos são experimentais. Coisas aplicadas com “absoluta certeza” há uma década são frequentemente abandonados e desaconselhados. É comum que os protocolos de tratamento se renovem ano a ano e espera-se que todos os médicos se “atualizem” e os sigam. Usar uma droga antiga e esquecida pode render um processo.
Vejam, as centenas de milhares de drogas e procedimentos usados no passado, hoje “proibidos”, já foram considerados a solução definitiva, a salvação e hoje, podem ser considerados perigosos, “medievais” e anticientíficos. A cura do câncer definitiva, foi página dos jornais, e declararam o INTERFERON a cura do câncer, na década de 80. Ele se revelou um fracasso, mesmo que seja usado hoje para outras “doenças”; o AZT, sintetizado na década de 60 para tratar o câncer, matava rapidamente os pacientes. Essa mesma droga começou a ser usada depois de 1980 para outra doença, a AIDS e também foi um desastre! Depois diminuíram em 10 X a dose e não matou mais tão rápido – agora afirmam que evita a morte pelo HIV. A ASPIRINA, somada as vacinas podres e tóxicas, as máscaras e os horrores da guerra, mataram 100.000.000! em 1918,9. A Aspirina era considerada uma panaceia que não tinha contra indicações, mas é um veneno mortal em altas doses! A dipirona entre outras drogas semelhantes, pode ser responsável por muitas mortes por gripes, porque leva ao colapso pulmonar. A lista de problemas, iatrogenias e fracassos é interminável e não há, absolutamente nada seguro, definitivo e efetivo nos tratamentos médicos. A lista de CRIMES contra a humanidade, contra a saúde, perpetradas pela profissão médica em conluio com o Estado pode ser contada em bilhões de almas.
Agora querem condenar esse e aquele tratamento, esse é aquele médico, enquanto declaram a cura por outros igualmente inseguros, experimentais e perigosos, como várias vacinas? É claro que isso nada tem de científico, de regular e seguro. A razão é política, é poder e controle.
Sim, o Estado e a profissão médica são responsáveis diretas por bilhões de mortes e outro tanto de invalidez. Ainda assim, acho que as pessoas devem poder decidir, livremente, ter acesso desimpedido a escolher seus tratamentos e a informação – o que hoje, a exemplo de ditaduras totalitárias lhes é vergonhosamente NEGADO!
A brutal e insana ditadura sanitária atual é um crime contra a vida. Não há nenhuma ciência em nenhuma das ações impostas hoje as pessoas. Todas as afirmações são questionáveis e logo se mostrarão incorretas. A história se repete miseravelmente – não houve nenhum progresso no tratamento das doenças, só um aumento pavoroso da estupidez e da truculência. Os tribunais de exceção se multiplicam e as injustiças também.

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