As Nações atuais são Fascistas


Os problemas sociais tem sido atribuídos exclusivamente a certas ideologias e a corrupção, quando o problema é muito mais profundo, insidioso e generalizado. A civilização perdeu sua direção e hoje se tornou o oposto ao que prometia e se fez crer ser. Vivemos uma ditadura global, aqui e agora, um Estatismo! Somos todos vassalos e escravos do sistema, o qual avança com violência e desavergonhadamente sobre todos os direitos humanos.
O Estado determinar o que, como, onde e quem pode se ocupar de uma atividade assim chamada de “legal”, garantindo privilégios e a defesa dos erros de seus autorizados contra o povo, criando “reservas de mercado” e se colocando como juiz parcial sobre todas as coisas, é um assalto aos direitos fundamentais. Isso está se revelando uma injustiça na medida que impõe regras e limitações a criatividade, a escolha, as decisões de vida de cada pessoa. Construíram um mundo cheio de regras e caro.
A fonte e apoio para o Estado ditatorial não é propriedade dessa ou daquela ideologia ou ainda de algum governante, mas uma tendência generalizada.
No caso, deveriam ser as pessoas a ter o direito de julgar e escolher livremente serviços, prestadores e produtos. O Estado é incapaz, através de parâmetros artificiais e distantes da realidade, determinar, a priori, quem pode fazer o quê! As distorções, erros e injustiças se acumulam e se avolumam. Esse assalto a verdade e a realidade, segundo parâmetros artificiais, conduz, perigosamente, a uma sociedade totalitária e petrificada. O Estado se tornou um monstro raivoso e perigoso que se autodeclara o dono da verdade.
Os maiores crimes e injustiças são o resultado dessa condição pervertida da usurpação do poder. As pessoas encontram entre elas, por outro lado, meios de regulação muito mais eficientes e justos do que aqueles impostos artificialmente. O povo precisa da Lei – que não é a lei de Estado, mas a Lei natural – elas também devem ser deixadas livres para aplicá-la em todos os níveis e assuntos humanos. As centenas de milhares de regras e regulações impostas de fora é a morte da bondade, da razão e da humanidade.
O que temos, como consequência, é uma civilização medíocre e decadente.
Tudo isso é produto de uma atitude preconceituosa e ditatorial do Estado que julga o cidadão como incapaz de ele próprio escolher seus caminhos. O cidadão é tratado como um idiota que precisa ser tutelado e o Estado é quem lhe “protege” e garante uma vida melhor. Isso está muito longe da verdade e os resultados são contundentes, mostrando que isso é completamente incorreto e prejudicial. Caminhamos para um totalitarismo e o controle absoluto do Estado sobre a pessoa. O Estado como se manifesta hoje, seria impensável e escândalo há 5 ou 6 décadas. O avanço sobre a liberdade, em todas as suas manifestações, são gravíssimas porque são progressivas e revelam um total desrespeito pela pessoa humana.
Num mundo de daltônicos quem discrimina cores é doente, uma aberração. Depois de décadas de uma ordem social que ignora a natureza e as necessidades humanas o anormal e injusto é tomado pela maioria como normal e o justo.
Essa limitação burocrática e policial sobre tudo na sociedade para sua “proteção” e para o seu “bem” é uma armadilha fatal na medida que impõe coisas em detrimento do natural e do pessoal. Para o Estado só existe o coletivo e o pseudocientífico. À pessoa, está vedado tudo o que o Estado não aprova ou regula.
Chegamos a isso: as pessoas não são mais proprietários de seu corpo, de suas vidas, de seus bens e são todos cidadãos de segunda classe, ficando reservada à classe dirigente e aos servidores públicos vantagens claramente indevidas – não há nenhuma igualdade de direitos e deveres. Os três pilares da JUSTIÇA, a liberdade, a propriedade e a igualdade foram há muito extintos da civilização e o que chamam com esses nomes são exatamente seus opostos.

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