Superstição e Barbarismo na Saúde


A primeira falácia a ser destruída pela Ciência da Saúde ontem e hoje, novamente, é a crença que a vida está sujeita ao acaso e ao acidente ou aos caprichos de uma Providência injusta e não governada ou controlada como tudo o mais na natureza, pela lei imutável e eterna.
As igrejas jamais ensinaram as leis da vida e da saúde e o mesmo ocorre ainda hoje nas escolas médicas. As igrejas afirmam, ademais, que o mal é a natureza e que o corpo deve ser desprezado e maltratado e a medicina oficial, igualmente, quer ter o controle absoluto da saúde, da vida das pessoas e assim nega e impede o acesso ao verdadeiro conhecimento.
Nós, declaramos, ao contrário, que os princípios da natureza, as leis da ciência e as verdades do universo são tão fixas e precisas em relação a organização humana, em relação a vida, a saúde, a felicidade, a doença e ao sofrimento, como são a todas as coisas. O nosso objetivo é determinar e compreender as leis naturais, ou seja, a regularidade ou uniformidade com as quais tudo ocorre, e assim, apoiar sobre uma base sólida um sistema de cuidados mente corpo.
O fato de existir as leis naturais conduz a necessidade de obedece-la – a existência e a obediência são aqui sinônimos.
As leis naturais são inerentes as qualidades das coisas. As leis naturais revelam a regularidade do universo e isso, não é exceção nos seres vivos, na saúde. Não podemos separar as leis dos fenômenos – tudo, sem exceção está regido pela lei. A Lei é um processo, não uma força e, procuramos pela regularidade dos fenômenos e assim poder descrevê-los e sintetiza-los em formulas compreensíveis. As leis naturais são as mesmas em todos os tempos e lugares e para todos. A vida não está sujeita a nada exceto a sua própria natureza e nada externo pode determinar seu destino. Não colheremos figos de cardos, e igualmente, o homem deve obedecer as leis de seu ser, porque de outra maneira não poderá esperar gozar de saúde e manter sua vida.

Viver em oposição as leis da saúde não é racional. A ideia de que se possa remediar com coisas tóxicas à saúde (remédios e vacinas) destruída por comportamentos que afrontam a lei, é completamente estúpido. E mais estúpido ainda é se submeter a charlatões que afirmam deter um conhecimento vetado ao povo, conhecimento que supostamente teria o poder de atribuir saúde para aqueles que agem contra ela a cada passo. Toda e qualquer violação das leis do ser, leis biológicas e fisiológicas, não são perdoáveis, nem nesta geração ou na próxima! As causas da má saúde devem, portanto, ser conhecidas e evitadas. Não há nenhum espaço, na ordem natural das coisas para a intervenção de fantasmas e demônios, assim como para microrganismos.
Somos nós que determinamos, absolutamente, com o nosso conhecimento e modo de viver, se as coisas serão para o bem ou para o mal. Nada pode devolver a saúde perdida senão a eliminação das causas! E essas causas serão sempre, ontem, hoje e amanhã, viver contra as leis naturais e o antídoto é a obediência estrita e completa às leis naturais. Os remédios e as vacinas são engano e venenos que sufocam e alteram a fisiologia e terminam na destruição irreversível da biologia.


Estamos vivendo hoje na saúde, sob a regência de criminosos com título de doutores e com a chancela do Estado, o que se fez e ainda acontece nas falsas religiões e igrejas – superstição e falsas crenças.

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