O nosso Titanic!

Vivemos uma mentira e acreditamos!
Todos aqui se venderam por um “prato de lentilhas”! Finalmente, as pessoas fazem qualquer coisa por dinheiro. O dinheiro se tornou o símbolo da sobrevivência, ascensão, prestigio, dignidade. Em todos os níveis sociais, sem exceção, ninguém faz nada que não seja por alguma recompensa material, mesmo que remota.
O sujeito acredita que, sob o nome de uma profissão/ocupação legalizada ele está sob o manto do correto – não importa o que o patrão, a empresa e suas conexões farão com seu trabalho ou produto.
Na verdade, todos participam da podridão e dos crimes legalizados. Ninguém faz qualquer esforço para rastrear e compreender as conexões e motivos da grande máquina social e daqueles que a comandam. Não há uma só ocupação, profissão ou empreendimento que não resulte em mal, porque não há uma base justa em toda a civilização.
As profissões legalizadas, a formação exigida, tudo tem uma motivação oculta e não declarada que fazem parte de objetivos estranhos a tarefa.
A maioria acredita que seu trabalho é honesto e meritório, uma minoria desconfia que estão sendo usados e, uns poucos entendem o jogo perverso. Eles pagam altos impostos, dão suporte a criminosos, sonhando com a “aposentadoria” e/ou enriquecerem. A escravidão deles e de seus filhos, ou o sacrifício de sangue que impõem aos seus descendentes não conseguem calcular ou prever – estão sempre ocupados demais, sob pressão e ameaça para que comecem a desconfiar.
Participar dessa rede perversa e criminosa lhes parece a única saída e assim se convencem que estão fazendo sua parte, que são honestos e bons. São comprados muito barato por promessas vãs ou por migalhas que custarão muito a todos. Na verdade, entregaram suas vidas e consciência nas mãos das “autoridades constituídas”, para o futuro, para o país e outras cretinices semelhantes. Não fazem a menor ideia do que isso seja e nem mesmo se interessam saber. O as regras foram aceitas e eles sonham que estão pagando por um futuro mítico.
Já se questionaram sobre os fundamentos dessa civilização, ou da sociedade em que vivem? Como participam e compactuam com o que desconhecem ou com o que sabem ser para o mal?
Nem com um esforço muito grande uma pessoa razoável consegue encontrar justificativa para toda essa evidente farsa.
O bla, bla, bla da civilização cristã ocidental, dos valores cristãos, da justiça, da democracia são patéticos e não suportam uma analise primária. Não há nada ali além de rótulos vazios de significado e valor. E, nem de longe, na prática, algo que dê sustentação a esses supostos valores – tudo vai no sentido oposto e é interpretado, mesmo assim, como um progresso na direção da construção desse “paraíso terrestre”.
O fato é que ninguém quer abandonar o barco que afunda inexoravelmente – a esperança é a última que morre! Tudo indica o fracasso e que participar dessa empreitada é uma insanidade, mas sempre se renova a fé em que “vai dar certo”!

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