O Mestre, o Ungido, o Filho de Deus


Essa geração procura fora o que está dentro e tudo enxerga literalmente, sem significado, morto, estéril.
As religiões decaídas e pervertidas, que perderam a ligação com a origem, contribuem para afastar ainda mais os homens do espírito, do invisível.
Precisamos de instrução, de ajuda, certamente e ainda mais, de exemplo. Um obstáculo, por outro lado, é achar que há algum salvador externo que pelo seu sacrifício, pelo seu sangue, promove uma salvação vicariante. Isso se constitui em impedimento, porque só há, finalmente, um caminho pessoal, autônomo – somos feitos seres auto-evolutivos, capazes de um crescimento e transformação voluntária e consciente. Nenhum progresso pode ser dado, feito, forçado, produzido de fora por um ser poderoso – isso é um engano e ilusão mágica, supersticiosa. Há um caminho e esse precisa ser percorrido por cada pessoa que se interesse e se esforce – não há como pular etapas e progredir sem compreender, e isso é interior!
O Mestre é o homem espiritual, que está dentro, oculto e invisível. O mundo é um meio adequado para essa busca interior, essa descoberta e tudo o que nos acontece precisa ser transformado em energia, em conhecimento para esse encontro. Tomar a vida como Trabalho, como serviço ao Mestre desenvolve a Vontade e daí, a Consciência Espiritual. No Mestre está o gérmen da perfeita omnisciência, Ele é o Instrutor não limitado pelo tempo, o Mashiakh, o Filho de Deus. Não será encontrado fora, aqui ou alí! Ele é Espírito, portanto, invisível e interior, dentro de cada um de nós. Os sentidos são necessários, apenas.
Não podemos entrar no céu tal como estamos, com esse corpo material e nesse estado de semi-consciência. Um renascimento, um segundo corpo precisa crescer e nascer dentro de cada buscador. O templo adequado precisa ser preparado e purificado. Como somos e estamos agora, somos apenas um meio para que a essência possa crescer, e não temos, como imaginamos, o Eu Real, mas um conjunto incoerente de eus contraditórios. Tal como estamos, somos nós o alvo da auto-transformação necessária – e não o mundo. Se o Mestre Yaohúshua visível e material não tivesse partido, não poderia nascer o Filho em cada um daqueles que buscam o Mestre interior, porque o trabalho é pessoal e íntimo. Isso precisa ser compreendido. O Mestre não é uma pessoa, mas você mesmo quando livre dos obstáculos psíquicos. Podemos chegar a ser todos mashiaks e essa é a meta da evolução.

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