Seleção Natural?

Não enxergamos, não ouvimos, não sentimos, a maioria das coisas, mas aquilo que nossos sentidos alcançam é humano – ou seja, eles foram projetados para a vida e a evolução interior – exteriormente estamos prontos e estáveis – essa é a definição de ESPÉCIE.


Tudo aquilo que nossos sentidos não alcançam e, portanto, percebem com limitações e assim, com distorções, é uma porta aberta para a evolução dos sentidos psíquicos e espirituais. A extensão dos sentidos através da tecnologia é uma real ameaça a vida e uma substituição torpe às funções latentes interiores – são muletas!
Se um homem segue a Lei e trabalha sobre si mesmo, desenvolverá qualidades superiores e verá, ouvirá e sentirá muito além de qualquer tecnologia e acrescentará poderes inimagináveis.


O modo de vida assim chamado “civilizado”, aquele adotado pelos habitantes das cidades, destrói a saúde física e mental, embrutece e reduz o homem a um ser deformado e mesquinho.
Todas as condições naturais estão sendo destruídas e substituídas por artificiais, impróprias à vida, à saúde, às necessidades básicas do ser humano.
A água, os alimentos, o ar, o sol estão contaminados, impróprios ou faltantes. A luz artificial está destruindo a visão e ruído incessante e danoso perturba o equilíbrio e o pensamento com uma invasão brutal e antinatural. A tudo isso as pessoas estão se submetendo por uma promessa vã de segurança, conforto e garantias falsas. Toda a assim chamada ciência e a tecnologia resultante está sendo usada para destruir, submeter e escravizar. As cidades são cânceres implantados por todo o planeta. Sugam energia e deterioram a tudo e a todos.
Se, como a própria pseudociência acredita – que o homem seria um produto da Natureza, que chegou ao que é hoje exclusivamente devido as condições naturais, então tudo o que é artificial, antinatural, produto da tecnologia, destruirá ao homem. As condições naturais são o fator essencial à saúde, à suposta “evolução” pela seleção natural, pela sobrevivência do mais forte e adaptado as condições naturais. É óbvio que caminhamos, por outro lado, para a sobrevivência daqueles que detém o poder, a tecnologia e que são justamente os que rejeitam as regras e leis naturais.

Logo a humanidade será composta de uma espécie de pervertidos, de tarados, de seres defeituosos que só sobreviverá através da química, da manipulação biológica – isso está acontecendo diante de nós, agora!
Aqueles que são fracos e defeituosos, que insistem em negligenciar e ignorar as leis naturais naturalmente devem perecer – é a lei da vida! Mesmo que o autor discorde da ideia pseudocientífica de uma evolução inexorável casual, acidental, despropositada pela seleção natural, o ponto relacionado com não seguir a lei natural e a menor possibilidade de sobrevivência daqueles nascidos com defeitos, submetidos a condições impróprias ou defeituosos, é inexorável.

A interferência e a manipulação da natureza resultará na perversão da espécie e na incontornável extinção. Pertencer a espécie humana, “ser humano”, implica em se submeter as leis naturais em todas as suas manifestações e consequências. Deve-se insistir que isso não pode ser nenhuma decisão estatal, oficial, de governo, mas um desdobramento natural e justo que deve seguir seu curso sem interferência artificial.

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