Vírus, Bactérias, Fungos e Fermentos


A guerra contra os microrganismos é um retrato da estupidez de uma sociedade a qual tem sua fé fundada no mal, no acaso, no acidente, no caos, e que certos eleitos detém o poder e o conhecimento de salvar o populacho crédulo e supersticioso do ataque insano e cruel de seres invisíveis aos nossos sentidos.
Não existiríamos e não poderíamos viver sem esses pequenos seres os quais superam em número as nossas células. Estão dentro e fora, são ubíquos e tem, com o resto dos elementos que nos cercam, o ar, a terra, a água, o sol e tudo o que é vivo uma relação de harmonia, de suporte a vida.
A ideia de que há algo que foi feito para o mal, para competir pela vida com o homem está na base de uma filosofia e crença de que a natureza precisa ser dominada, representa uma ameaça a nossa vida, e que tudo o que vemos, e nós mesmos, somos um acidente e que num futuro mítico tudo “evoluirá” mecânica e inconscientemente para algo que pode ser o paraíso, a degradação, a aniquilação, mas que será “evolução”, de qualquer maneira!
Desse ponto de vista, tudo é lícito, permitido, porque não há qualquer moral, ordem, pois somos resultado do acaso e evoluímos do nada e, supostamente, também estamos em constante evolução e, logo mais, podemos deixar de ser homens, para dar lugar a outra “espécie”.
Isso alimenta a crença supersticiosa e tola que, sem nenhum motivo, imprevisivelmente, uma nova ameaça surgirá do mundo microscópico capaz de ferir e aniquilar ao homem. Eles seriam inimigos terríveis e maus que comem a nossa carne e que só podem viver, com a nossa doença ou morte.
Nenhum desses adoradores do mal imagina que há um equilíbrio, uma harmonia possível e desejável onde cada coisa tem o seu lugar e trabalha para o bem, para a vida se nós, como capazes que compreender esse todo, contribuímos dentro e fora para a vida.
Indiscutivelmente e comprovadamente, somos nós, com o que fazemos ou com o que deixamos de fazer, determinamos se o que é para a vida será para a morte. As coisas não são boas ou más sob qualquer condição, mas são para o bem se tomadas dentro da ordem, da lei natural.
“O gérmen não é nada, o terreno tudo”! Se o terreno, nosso meio interno, estiver em desequilíbrio, esse populoso e complexo mundo microscópico, que contribui para a saúde e para a vida nas condições ideais, será alterado e nos sentiremos doentes. Os sintomas dessas condições alteradas também incluem o crescimento de microrganismos particulares que se apresentam como faxineiros e, diante de desequilíbrios mais graves, recebem o sinal de que o organismo está morrendo e deve ser dissolvido.
Para que a criação contribua para a saúde e para a vida a lei natural deve ser conhecida e seguida. Não é culpa do vírus, da bactéria, do fungo a sua doença, mas de seu comportamento contra a natureza.

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