Degradação Física e Moral


A humanidade está doente, viciada e desvitalizada e assim, foi dominada pelos maus.
Os homens estão convencidos que a doença é sua natureza e que só podem sobreviver pelo recurso das drogas, de ajuda externa da profissão que tem interesses na má saúde. Eles veem a natureza como inimiga, como uma ameaça, um fonte interminável casual e imprevisível de agressores.
Sim, eles caíram nesse estado indigno e miserável onde tremem e temem tudo e todos.
Essa maldição é um obstáculo intransponível para seu crescimento, para o mundo sutil. Andam em círculos e terminam de forma dolorosa, angustiante e indigna.
Seu potencial, sua possível evolução, jamais ocorre e uma das causas é sua condição alterada e intoxicada pelos venenos químicos aos quais chamam de “remédios“.
Sua má saúde com suas enfermidades são todas causadas pelo desvio da lei cósmica e natural – sendo que a saúde e o bem estar é a natureza humana. Quem segue a lei não adoece.
Foram levados a acreditar que são um mero produto do acaso, da evolução acidental, mecânica e, portanto, produtos mal acabados e sujeitos as doenças, aos defeitos de coisas sem significado e propósito. Segundo essa doutrina, a derrota pela morte significa o nada, a extinção. Portanto, valeria tudo para conquistar riqueza, prestigio e prazer – a vida é, para eles, apenas um fim em si mesma.
Sob falsas crenças, falsas doutrinas, eles perderam toda a chance de viver como homens e se submetem ao horror da insanidade, da degradação e estupidez.
O vazio interior os condena a seguir falsos profetas, líderes, ideologias, qualquer coisa que preencha esse estado sub-humano.
Jamais experimentam a saúde verdadeira, a confiança e a união com as forças da vida e não compreendem as leis e a ordem universal. Estão a deriva, empurrados pelas ondas cíclicas de elevação e queda. Tudo acontece e os empurra para aceitarem a fatalidade e/ou a superstição de um salvador.
Não há vida própria, uma individualidade, mas uma ânsia pelo coletivo, por seguir forças e tendências massificadas.
Desde há muito o povo acredita e segue promessas e ideologias que acenam com uma vida idílica determinada do exterior, fácil, livre das leis naturais que regem a vida. A promessa de que ao se submeter a essa ordem, obviamente falsa, lhe proporcionaria dinheiro e prestigio e isso poderia comprar tudo e o futuro também, se revelou numa armadilha mortal. Agora, a dependência total e exclusiva do estado, dos governos, de uma ordem artificial, obriga a uma submissão de escravo ou sucumbir. Para a maioria, não há nenhuma esperança e serão sempre outros que decidirão como, quanto e se lhe até permitirão viver. Isso é a escravidão completa de corpo e alma!
A relação harmoniosa e regrada com a natureza está distante, desacreditada e impossibilitada. O acesso às fontes da vida foi cortado e tudo é indireto e deve ser comprado e mendigado.
A liberdade, a igualdade e a propriedade, fundamentos da justiça, não são possíveis sob essa ordem torcida e artificial. Tudo deve ser adquirido pela submissão a líderes e ao estado, assim como a doutores que determinam o que é e o que não é – ou seja, não há igualdade no mundo artificial criado pelos homens. A propriedade não existe mais nem para o próprio corpo.
As pessoas estão a demandar direitos que não têm e esqueceram de seus verdadeiros direitos, porque os verdadeiros direitos não são dados ou concedidos por ninguém, mas são seus por natureza, porém o acesso a eles depende da Lei natural e não de regras e editais de quaisquer outros.

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