A Ciência como Religião


As histórias de perseguição religiosa do passado e do presente causam pavor e indignação a todas as pessoas razoáveis e sensíveis.
Eis que, no lugar do fanatismo religioso surgiu insidiosamente, o fanatismo “científico”, ou melhor, pseudocientífico.
A ciência jamais foi a verdade, mas apenas, um meio parcial e importante de busca da verdade.
Usar achados da ciência como a verdade incontestável é reduzir seus princípios e distorce-los à nível do pensamento supersticioso e sectário.
Fatos acessíveis aos sentidos são confiáveis porque em seu conjunto podem revelar um acontecimento e até demonstrar uma lei natural. Tudo, por outro lado, que não pode ser acessado pelos sentidos, mas que depende de tecnologia, a qual amplia os sentidos e depende de interpretação de especialistas, as quais são incompreensíveis as pessoas em geral, não são fatos, mas especulações e empirismo (sujeitas a erros). Além disso, o risco dessas coisas serem usadas contra grupos e pessoas pelos detentores do poder e pelos doutores se constitui numa arma e injustiça sem precedentes.
E esse é o motivo pelo qual os achados assim chamados científicos devem sempre ser usados positivamente, para o bem e jamais negativamente, para condenar, obrigar, forçar. Seu caráter é de oferecer ajuda, mas o indivíduo pode aceitar ou recusar essa ajuda.
Quando a ciência é usada para controlar, obrigar, punir, já não é mais ciência, mas uma seita religiosa violenta e inquisitorial.
Criar leis e regras punitivas, restritivas, condenatórias apoiadas em achados científicos que amanhã mudarão, é injusto.
O vírus e sua capacidade ofensiva, a pandemia, as providências para conter o suposto contagio, transmissão e contenção, por exemplo, são todas questionáveis e se revelam empíricas e falhas.
Como usar isso contra o cidadão ou transformar isso em lei, com consequências punitivas? Isso é crime de estado, nazifascismo, ditadura hedionda e cruel.
A ciência, em seu devido lugar, é benéfica e positiva. É um auxílio, uma ajuda, mas que não pode ser imposta a ninguém.
Regredimos ao barbarismo, a superstição e crueldade usando um bem como um mal.
A ciência está sendo mal usada e ameaça destruir a civilização e com ela toda humanidade. Há, ainda, uma malícia de se usar a tecnologia e chama-la de ciência. Não são a mesma coisa. A ciência deve ser acessível a todos, indistintamente; a tecnologia demanda poder e recursos.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s