A Renúncia da Humanidade


O homem dessa Era renunciou a tudo de divino que lhe foi presenteado, mas mais ainda, renunciou aos seus instintos, ao poder de seu corpo humano, que é a ponte para os corpos superiores.
Ele agora acredita na “ciência”, na tecnologia, ou seja, nas máquinas que criou. Perdeu o contato com sua alma para colocar sua confiança em coisas mortas. A nossa maior propriedade e dom é a vida e vida é sensação respiração, movimento, digestão, reprodução sentidos e dons para viver e se desenvolver.
A sensação de dor e prazer deveriam ser seus guias para a autopreservação e se somar à instrução e domínio de si mesmo para a vida e a perfeição. Mas, ele espera por guias externos, por soluções duvidosas ofertadas por aqueles que são inimigos. A consequência é que hoje seu ser é menor do que os dos animais que estão em harmonia com seus instintos.
Ele não vê mal em torturar e matar animais para se alimentar dos seus cadáveres que exalam o cheiro da morte. Para camuflar o odor nauseante usam temperos e o fogo. Abriram mão do menor dos mistérios e sonham com grandes poderes. São medíocres.
Não há nenhuma chance de evolução psíquica e espiritual. Destruíram o seu próprio acesso ao mundo superior.

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