Competição: o falso fundamento da Civilização


A competição, disputa, roubo, guerra, traição, vingança, mentira, violência, desassossego, medo, tocaia, ódio, pobreza, escravidão e mais uma centena de desgraças semelhantes, nascem e se alimentam da ideia da competição, da sobrevivência do mais forte, de que vença “o melhor”. Ao considerar que a vida e o Homem é obra do acaso, que somos um acidente e que assim, haveria diferenças entre nós e os mais aptos e apenas esses deveriam sobreviver, criou-se e justificou-se uma civilização apoiada na matança, em destruir o outro.


O suposto “progresso” tem exemplos de extermínio inexoráveis e chocantes em muitos exemplos da história, arqueologia, e pré-história. Na nossa própria história observamos, durante o próprio período de uma vida, milhares de exemplos de injustiças, horrores, destruições, massacres, loucura e violência.


Desde cedo as crianças são “educadas” para competir, ou coisa pior. Enriquecer, acumular bens por todo e qualquer meio é a tônica da sociedade. Os exemplos daqueles que são honestos e gentis, são a absoluta exceção.
Os jogos são todos apoiados na competição, a política, a escola com seus exames de acesso e de rejeição, sempre opondo uma pessoa a outra e não enfatizando um certo grau de proficiência, salários e governos, tudo apoiado em “que vença o melhor”, dando margem a fraudes de todo o tipo. As pessoas são assim, medidas por seu sucesso em prestigio, em acumular bens, em exibir sinais de riqueza.


E chegamos ao ponto em que aqueles que são muito ricos e poderosos discutem abertamente a eliminação física das massas indesejáveis através de vários meios médicos nazistas. O sonho daquilo que chamam de “democracia” foi violentamente enterrado com a justificativa de impor novos meios e costumes para vencer uma “pandemia e vírus” que são mais do que questionáveis.
É claro que, diante de uma tal condição que não é grave, mas que poderia se tornar catastrófica, segundo certos “especialistas”, os pilares da justiça, inerentes a natureza humana, que são a liberdade e a propriedade foram anulados! A igualdade, o outro dos três fundamentos, não existe desde há muito nessa sociedade competitiva. A ideia de que haveria uma “evolução” inconsciente e mecânica, na qual só o mais apto deve continuar, obviamente elimina qualquer igualdade.
O resultado disso é o império da injustiça pela violência e fraude, o barbarismo justificado, a insanidade do uso do poder em eliminar o mais fraco.


Entretanto, a própria biologia e fisiologia estão apoiadas na cooperação, na fidelidade e confiança, sem o que não poderíamos sequer sobreviver.

Também, os princípios da assim chamada ciência materialista, a medicina, afirma que há uma “luta” constante pela sobrevivência e que há inimigos invisíveis que a todo momento procuram nos invadir e aniquilar em detrimento de todas as outras condições e que exclusivamente eles deteriam os meios, através de vacinas e drogas de nos salvar. Isso coloca a humanidade de joelhos para essa profissão.


Esse mundo caótico, em constante competição, luta sangrenta precisaria de certos eleitos na ciência e na política para sobreviver e vencer essas supostas ameaças – é o que tenta fazer crer a propaganda.


As cidades e os meios exclusivos impostos para a sobrevivência são um jogo para enriquecer e atribuir poder para alguns, enquanto determinam condições cruéis competitivas que não são sustentáveis porque forçam para um aumento populacional artificial que não pode ser suportado, levando a limitações, empobrecimento e fome. As condições de vida nesses ambientes são antinaturais e doentias.
O coletivismo para as massas e o individualismo para os governantes é uma realidade chocante.


Não pode haver dúvidas que essa doutrina da competição, da sobrevivência do mais apto, da “seleção natural” e de tudo o que decorre daí, tem como objetivo a concentração de poder e riqueza e assim, o controle das massas e seu uso pela elite governante. Como é uma doutrina falsa as consequências são terríveis, desastrosas e exigem “correções” constantes e repetidas de rumos. Nesse processo são elaboradas estratégias para distrair e controlar o psiquismo da população. Se retiram “necessidades” e se criam outras, se eliminam ameaças e outras são criadas, assim como soluções. As promessas e visões de um paraíso construído pela ciência e pela política jamais se concretizam ou são parcialmente obtidas (e logo perdidas) a um custo pesado para o povo ou para outros povos.

A competição e o que lhe decorre não é natural, mas é um implante artificial funesto e horrível que mantém a todos num estado de guerra constante, no desassossego, na exaustão e desespero.

Há muitos aspectos a serem analisados e expostos porque tudo isso tem desdobramentos inumeráveis e complexos. A coisa toda foi pensada para não ser revelada e menos ainda mudada. A paz não pode chegar antes que todos os aspectos da competição sejam arrancados completamente.

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