País – Podemos nos chamar “brasileiros”?


Somos um pseudo país, um ajuntamento de pessoas com diferenças irreconciliáveis e opostas. Falam de racismo, discriminação, de minorias e outras criações artificiais para acentuar ainda mais a divisão e estabelecer um estado de guerra civil, de guerrilha, de disputas e desconfiança, como se já não houvesse problemas suficientes reais e sérios que impedem que sejamos um país.


Por país “queremos dizer a comunidade de cidadãos que, unidos por sentimentos fraternos, e necessidades recíprocas, fazem de sua respectiva fortaleza uma força comum, à reação da qual sobre cada um deles assume o nobre e beneficente caráter de paternidade”.


O principal motivo que impede que as pessoas superem suas diferenças são o Estado e o sistema de governo e os poderosos e ricos. O povo é usado cruelmente como instrumento, munição, massa de manobra, para a guerra de poder entre os grupos que dominam ou pretendem dominar essas centenas de milhões de pessoas.
Em sociedade, os cidadãos formam uma unidade de interesses; em nosso país formamos uma família de laços ternos; é a caridade, o amor pelo vizinho ampliado para toda a nação. Ora, a caridade não pode ser separada da justiça, nem nenhum membro da família pode pretender o gozo de suas prerrogativas, exceto na proporção ao seu trabalho; se ele produz menos do que consome, necessariamente usurpa seus concidadãos; e é somente ao consumir menos do que produz ou possui que pode adquirir os meios de fazer sacrifícios e ser generoso”.
As ideias de país, tal como colocadas aqui, que foram enunciadas há 2.000 anos pelos Essênios, é clara e revela o abismo entre a farsa da nossa atual “república” e um verdadeiro país.


O fato é que vivemos um sonho hipnotico, uma ilusão pela qual pagamos cada vez mais caro e que agora se revela um sistema odioso de escravidão e desassossego.
Certamente, qualquer “cidadão” brasileiro está em piores condições do que os escravos hebreus sob o Faraó no Egito – lá eles sabiam que eram escravos e, bem ou mal, tinham as mesmas crenças e costumes e se apoiavam. Nós, tolamente, imaginamos ser livres e que formamos um país porque falamos a mesma língua e estamos submetidos ao mesmo regime hediondo. Essa desunião, esse vácuo de ideias, de crenças, de cultura e propósito comuns nos constitui em um rebanho submisso e estúpido totalmente manipulável pelos aventureiros e usurpadores que se revezam nos cargos de poder – as “autoridades constituídas”.


É preciso destruir, arrancando ramos e raízes desse árvore maligna. Não há qualquer chance de paz e progresso sob a regência do mal.

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