O que somos fisicamente?

Somos, basicamente, Plantas que Caminham, Falam e, eventualmente, Raciocinam
Nenhuma forma, espécie ou animal, existe independente, por seus próprios meios. Portanto, somos um complexo cooperativo e harmônico de vidas microscópicas independentes. As nossas células, se podem ser chamadas assim, estão em menor número no nosso organismo e não podemos ter vida sem a simbiose com todo esse conjunto misterioso e surpreendente de bactérias, fungos, fermentos, vírus e seres primordiais chamados de microzimas. Aquelas células independentes que os pseudocientistas negam que sejam naturais e, portanto, façam parte de nós de maneira indissociável da vida e saúde.
Mesmo que as microzimas sejam difíceis de serem vistas claramente, com o auxilio dos microscópios atuais, sua função está bem estudada e determinada.

Entre suas funções marcantes está a de que são únicas e exclusivas de cada organismo e também exclusivas de cada órgão do corpo. Portanto, não podem sem intercambiadas e inseridas em outros organismo sem causar grandes danos. Esse é o caso das VACINAS! Injeta-se microzimas, que estão na base do DNA e RNA, estranhos ao organismo – o que levará, cedo ou tarde a destruição desse por doenças degenerativas porque têm funções estranhas e incompatíveis com a nossa espécie – eles vêm de outras espécies e suas funções são EXCLUSIVAS!
Desde esse ponto de vista, as vacinas de nenhuma maneira melhoram a imunidade, mas a destroem a ponto de serem a origem dos tumores.
O fato é que não é possível observar o mundo microscópico dado seu tamanho (invisíveis a olho nu) e velocidade de transformação – todos esses seres fazem em segundos o que levaríamos décadas e sua forma é mutavel.

Só podemos concluir superficialmente suas funções. Mas, antes de tudo, a Ciência da Saúde conhece e é capaz de, indiretamente, cooperar com as funções vitais e construtivas do mundo microscópico – ou seja, trabalhar junto para a vida e a saúde.
A pretensão da medicina de intervir no mundo microscópico é desastrosa em toda a sua ação, porque se apoia sobre suposições e bases falsas e supersticiosas. Na verdade, suas drogas e vacinas são mortais para nós (mesmo que jamais sejam para os seres microscópicos) e alteram para sempre as funções fisiológicas.
Não é muito diferente do que, por exemplo, astrônomos que queiram mudar as órbitas e a ordem planetária ou da galáxia com suas engenhocas ridículas.
O que a pseudociência não compreende é que a verdadeira ciência deve conhecer as leis naturais e se submeter a elas e não procurar mudar (melhorar!) o mundo. Não sabemos nada, de fato, ou muito pouco, e atuar desde o mundo material, de aparências, é trabalhar sobre as consequências e não sobre as causas. As causas estão inacessíveis à manipulação material, por quaisquer meios. O único que se consegue é provocar reações que são sempre contra a vida e, contra a evolução da compreensão.
Tudo tem motivo e propósito, nada é casual, acidental ou inconsciente. Nossa função é entender esse todo interdependente e viver em harmonia com ele. O nosso propósito não está em mudar, em se opor ao mundo tal como é, mas em cooperar e viver bem nele. Fomos criados como seres capazes de auto evolução psíquica. Fisicamente, materialmente, nada pode ser mudado, mas pode ser alterado e destruído pela ação ignorante – e é isso que a pseudociência e os donos do mundo tem feito – a vida num inferno.
O homem nunca foi tão doente e infeliz, para não dizer, estúpido e insano. É óbvio que o mau caminho adotado vai levar a destruição da espécie humana.
O mal está na raiz da pseudociência, aquela a que chamam de “ciência”!

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