Os “Cidadãos” não passam de Escravos


A autopreservação é o princípio fundamental da lei natural relativa ao Homem! O homem deve ele mesmo preservar-se. Se ele se coloca nas mãos de outros ele é, verdadeiramente, um escravo. A Lei é que devemos e só nós mesmos podemos providenciar os meios para a nossa preservação. É uma questão de liberdade, de autonomia, de igualdade, e de propriedade e portanto, de justiça e sobrevivência.
Atingimos um estado de coisas, nesse momento da história, que as pessoas estão completamente dependentes e submissas ao estado, aos governantes e de condições artificiais para a sobrevivência relativas aos meios de subsistência – alimentos, moradia, “saúde”, “educação e todo o resto. É uma dependência completa e uma condição de servos.
Não é sequer razoável que se “confie” que o estado, que os doutores, patrões e governantes, tendo todo o poder e controle seriam bons e misericordiosos com seus súditos. É patética a crença supersticiosa das pessoas e indigna a sua condição de escravidão a qual imaginam ser um avanço social.
A esperança que poderia haver uma melhora e conquistas é completamente estúpida e coisa de pessoas desprovidas de razão e dominadas por paixão e ilusão.
Aquilo que é e deveria ser uma posse natural e indiscutível foi entregue aos inimigos e agora, dificilmente poderá ser resgatada sem muito sofrimento e mortes.
Nem mesmo a propriedade sobre os próprios corpos existe mais. Tudo foi perdido pela insanidade e irresponsabilidade de fazer das “autoridades constituídas” seus deuses.
O povo acredita e quer acreditar em quimeras, em mentiras evidentes. Não é necessário nenhum esforço para isso, mas para buscar a verdade demanda tempo, esforço e inteligência.
Cumprir com a primeira lei natural, a de preservar-se a si mesmo, começa com a atenção a relação do homem com a natureza, sua dependência e simbiose com todos os elementos naturais. Isso está regido por leis eternas e imutáveis . Não há como evitar, enganar, deixar de observar uma só delas sem resultar em efeitos danosos. A ideia por trás da ilusão, falsificação, engano, de toda a parafernália tecnológica é justamente fraudar e submeter a natureza ou aliviar os efeitos negativos de descumprir suas leis.

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