Despertai!


O sonho de erguer uma civilização humana em detrimento da Lei, do Criador, é uma blasfêmia, uma insanidade que perpetua o sofrimento e destrói vidas porque não conduz a nada, senão a produção de quinquilharias sem valor e escravidão.
A doença que corrói a humanidade está oculta e aqueles que são os regentes do mundo se esforçam por mantê-la nas sombras e, enquanto isso, criam paliativos para evitar o caos, daí a revolta e sua própria extinção.
Isso não é diferente da situação da medicina diante dos males que afligem as pessoas. Eles não sabem qual ou quais são suas causas e então criam culpados mitológicos e “micrológicos” mas, principalmente, se ocupam em ministrar anestésicos e drogas que impedem a revolta do organismo e, através desses venenos, intoxicam o corpo até que a morte seja inevitável.
Os governantes e o estado encenam o mesmo papel com a sociedade – são manipuladores, criam dificuldades e, em seguida, pseudo-soluções, que resultam em novos problemas (doenças) até que o edifício todo desmorona – a “torre de Babel”.
A solução das dificuldades e doenças sociais, assim como das pessoais e do organismo estão no Homem, na sua relação com a Lei e não nos médicos e/ou nos governos e no estado.
A medicina e todo o aparato estatal com seus governantes são o problema. Eles substituem e usurpam o lugar da Lei, de Deus e de seus profetas.
Agora, diante de todos, ao sol do meio dia, esses malditos se uniram para escravizar a humanidade.
Enquanto o Homem não rejeitar a medicina, a pseudociência que a suporta e todo o aparato estatal e seus governantes, não poderão receber a Lei e viver.
Um homem intoxicado, doente, um escravo, não pode receber os mistérios, não pode compreender a razão e a meta da vida.
O caminho para a felicidade e a salvação só começa quando um homem reconhece sua situação , caso contrário, não procurará a cura. Em seguida, é necessário se livrar de tudo o que lhe mantém preso, no transe hipnótico, no sonho tolo de que alguém no mundo pode fazer aquilo que ele mesmo deve fazer. Não há nenhuma solução de fora e nenhuma fórmula única para todos. Precisamos viver juntos, mas nossa batalha é pessoal. As soluções coletivas e a submissão ao estado, a governantes e a pseudociência é o fim da humanidade, como estamos vendo, ouvindo e sentindo agora.

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