Qual a nossa verdadeira origem?


Precisamos fazer uma viagem do fim para o começo. O que se sabe, através de fatos comprovados é que na dissolução, na assim chamada “morte”, tudo é reduzido aos elementos básicos, os quais são permanentes e inalteráveis – as microzimas!
Tudo é reduzido, de dentro, até que restam os elementos básicos que formaram o ser quando vivo. Plantas, animais e homens sofrem esse processo controlado e comandado desde dentro e isso é um fato conhecido e indiscutível. Não são, absolutamente, bactérias, fungos e outros que estão fora e pousando sobre o corpo morto, o reduzem e dissolvem. São enzimas e microrganismos do próprio organismo, quando em vida, que antes trabalhavam pela e para a vida e, quando o terreno se altera, passam a destrui-lo. O que resta após tudo e não pode mais ser reduzido, são as microzimas e essas, guardam sua condição de fermentar um meio nutritivo mesmo depois de milhões de anos em um estado de latência, de “espera”.
Já se definiu a morte como a saída da alma do corpo, que então, perdendo sua fonte sensível e de coesão, se desfaz desde dentro.
É evidente que um novo corpo, uma planta, um animal ou um homem não pode se erguer daquilo que restou da dissolução, mas esses pequenos fermentos continuam “vivos” sob quaisquer condições, as mais extremas, e podem fermentar e evoluir em bactérias, fungos e fermentos se as condições básicas para a vida se apresentarem.
Somos constituídos de mais micróbios e genes do que de células próprias e esses, “micróbios”, incluídos os vírus, são de origem interna!
Sim, nós morremos, temos um ciclo de vida, mas os elementos básicos que nos constituem, permanecem, são indestrutíveis e continuam vivos e capazes de evoluir em formas de vida simples, as quais chamamos pejorativamente de “gérmens”. Continuamos eternamente vivos neles, de certa maneira.
Um homem só vem de outro homem, um animal de outro da mesma espécie e assim com as plantas. Mas, os elementos básicos que os constituem não se perdem jamais. Essa capacidade exclusiva dos microrganismo de evoluírem em formas e funções diferentes indicam que, diferente de espécies visíveis aos sentidos, como os animais, plantas e o Homem isso não ocorre. Nascemos e morremos aparentemente como o mesmo corpo, não importam as condições. Ora, os microrganismos, mesmo as nossas células, bem maiores do que eles, e ainda invisíveis aos nossos sentidos, mudam diante de nós numa velocidade fora da nossa capacidade de percepção e compreensão. Aqui parece claro que o muito pequeno vive em outro mundo, numa outra dimensão e aparece na nossa, ou a nós realizando funções mágicas por sua velocidade e função. O que não pode se deixar passar é que esses seres mudam rapidamente sob condições diferentes – se o meio muda, eles mudam suas funções. Em geral, deve ser notado, essas condições estão sob o nosso controle! Assim, as funções do mundo microscópico dependem do que fazemos ou deixamos de fazer.

Vivemos em meio a um “caldo” de micróbios, dentro e fora que contribuem para a vida e para a morte. Mas, aqui é preciso compreender, definitivamente, que não é um microrganismo especifico que é benefico ou patogênico – eles são mutantes e sua função depende do meio em que vivem. As leis da naturais ensinam a preparar o terreno, o nosso organismo, para a vida, mas jamais podemos nos livrar deles, nós somos eles e eles somos nós. Não há nada aqui capaz de matá-los. E não há razão para isso porque não são nossos inimigos, mas somos nós mesmos que criamos as condições para a doença e para a morte alterando o terreno interno e externo. Eles não podem nos fazer mal e ferir se há harmonia.
Nem é preciso dizer que, as drogas e vacinas para destruir a vida que nos suporta são estúpidas e charlatãs.
Os resultados dessa guerra insana gera consequências negativas e apenas para nós. E os resultados que virão serão imprevisíveis e terríveis. A natureza não previu, essa interferência química ou biológica.
Não é possível mudar nada, mas podemos aprender como viver em harmonia e equilíbrio nesse mundo complexo, mágico e misterioso. E para isso precisamos estar vivos e íntegros. A má saúde certamente é um impedimento para adentrar os mistérios da vida.
Os mortais somos nós como homens, porém não somos mortais enquanto nossos componentes microscópicos – somos eternos neles.
Temos um ciclo e, portanto, fases, transformações, formação, crescimento, envelhecimento e morte. O que fazemos com isso já é outra questão. Fica evidente que nossa função é de compreender e não de mudar o mundo.
A ideia de que teríamos “evoluído” da matéria inerte, passando pela ameba, macacos até o “homo sapiens” casualmente, por acidente, é um sonho tolo, completamente delirante.
O milagre e as maravilhas dos fatos ultrapassam em muito a imaginação pobre dos medíocres cientistas.
Para fins práticos é fundamental conhecer a verdade assim chamada científica, porém ela é insuficiente para nos elevar acima do mundo material que os sentidos podem captar. Se o propósito e a meta não estão claros, teremos uma visão muito errada da vida.


Conhecer parcialmente é pior do que não conhecer nada. A condição atual da ciência é essa. Descobriu algumas partes e não consegue ver as conexões e o todo.
O que precisa ser compreendido é que seccionar o mundo em milhões de partes e estuda-las separadamente e num ambiente artificial jamais permitirá um entendimento do todo.


Mesmo permanentes e capazes de evolução/involução de formas e funções, os seres microscópicos estão totalmente submetidos a nós. “Aceitam e obedecem” os nossos comandos para o bem e para o mal. Se estamos em sintonia com as leis cósmicas e naturais eles serão para a saúde, para a vitalidade, a renovação, a cura, a vida. Se nos opomos a lei da vida eles se comportam como adversários e a nossa vida pode terminar prematuramente mas não a deles! Todas as formas de manipular, mudar, forçar a relação natural com esse suporte à vida terá maus resultados. As soluções através da química e vacinas são apenas sobre os sintomas e temporárias. Os efeitos a médio e longo prazo serão devastadores.
Sabemos exatamente de onde viemos, mas o futuro está para ser escrito a cada instante.

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