O Micro é Vida


Vivendo contra a lei da vida se altera o meio interno dando o sinal para que os microrganismos, que são os construtores, se transformem em destruidores e dissolvam o corpo. Aquilo que é para a vida e para a saúde se fez para a morte por ações contra a Lei natural.
O que chamamos vida é a entrada na nossa dimensão pelo micro (invisível aos sentidos) de fermentos chamados de microzimas. Essas partículas de vida originadas no mundo arquetípico, como “sementes”, são a base da vida na forma que conhecemos a sua manifestação, desde os gérmens até o homem. De fato, a vida não se manifestaria aqui senão pelo e através do mundo microscópico – e isso é um fato!
Só o que podemos fazer, e isso é tudo, é preparar e manter um terreno, um solo fértil e adequado para a vida. Se falhamos nisso, haverá choro e ranger de dentes, dor, agonia, escravidão. A lei da vida determina que preparemos o solo para que a vida se manifeste em sua plenitude e integridade. Quando o solo não é adequado, pelos erros por ignorância e pela paixão, esses princípios de vida que são para o bem e a harmonia, se manifestam para a destruição – doença.
A instrução de nossas mentes e o controle de nossas paixões são duas leis derivadas da primeira, a autopreservação.
O problema é que ao não conhecer nossa condição e o que somos – um experimento em auto evolução, permitimos ser conduzidos e tutelados por maus regentes e inimigos, as assim chamadas “autoridades constituídas”! Isso é uma condenação porque destrói a humanidade e impede qualquer evolução e crescimento.
A vida reage não só ao meio “nutritivo”, mas a nossa condição psíquica. Aliás, tudo o que os nossos sentidos alcançam são a base para o crescimento e a depuração das funções psíquicas , sem as quais, nem humanos podemos ser. Para as funções orgânicas funcionarem devidamente é necessário um psiquismo equilibrado. Quando o homem é consciente de si , dono de si, as vidas dentro e que fazem parte de seu ser, o servem.
Conhecer e comungar com os poderes visíveis e invisíveis dos quais dependemos para a vida e a evolução, nos faz co-criadores. Sem isso somos destruidores, pragas para nós mesmos e para o planeta.
O que deve ser entendido é que não podemos eliminar o mundo microscópico por nenhum recurso nessa dimensão. Tudo que morre, plantas e animais são reduzidos a microzimas, base da vida, começando com bactérias, fungos, etc. A vida dos seres complexos pode ser reduzida aos seus componentes básicos e esses, são indestrutíveis! Portanto, a nossa origem está naqueles seres muito pequenos, dependemos em tudo deles. Tentar elimina-los e acusa-los de serem responsáveis por doenças é completamente insano. Eles se impõem quando estamos doentes e não é verdade que adoecemos por causa deles. Eles são consequência e não causa. Somos nós, com o nosso comportamento que determinamos se esses poderes trabalharão para a vida ou para a morte. É patética a tentativa de resolver o problema agindo sobre as consequências (os gérmens) e não sobre as causas – porque é disso que se trata. As assim chamadas “infecções” são sempre endógenas e não exógenas. As causas estão no desequilíbrio, sobre o qual temos controle, mas não podemos matar a nós mesmos ou parte de nós, os microrganismos, que vivem e trabalham em nós porque alteramos o meio saudável em um doentio.
Toda a vida civilizada, sem exceção, é contra as leis cósmicas e naturais. Cidades, ocupações, profissões, relações, alimentos, ar, água, tudo tóxico. Essas coisas todas que envolvem e constroem a vida do “homem civilizado” são as causas de sua vitalidade deficiente, má saúde, emoções negativas e pseudo conhecimento.
As pessoas continuam a procurar as causas fora, nos gérmens e soluções mágicas e supersticiosas em drogas, vacinas, isolamento e máscaras, quando as causas estão nelas mesmas, naquilo que elas fazem diariamente, em toda a sua vida, naquilo que entendem como “normal e correto” e a solução real está numa mudança radical de suas vidas, de hábitos e crenças.

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