A Fonte da Vida e Microrganismos


Foi comprovado, através de fatos científicos que a vida das formas biológicas superiores nascem de, são dependentes e recicladas por seres microscópicos. As microzimas encontradas em tudo e em todos, durante a vida e após a morte são a base da vida microscópica, fungos bactérias, bolor, enzimas e vírus.
O significado disso é que não há vida sem os microrganismos e que as microzimas são a base indestrutível e permanente de todas essas formas microscópicas até hoje conhecidas.

Tentar mata-los com venenos, calor e radiação é alterar os fundamentos da vida, em sua “origem”. É evidente que essas ações estúpidas e violentas têm consequências graves para a natureza e, especialmente, para o homem. A ideia de que os microrganismos possam de alguma maneira ser inimigos da vida é completamente incorreto e os maus resultados são agora mais do que evidentes. As tentativas de matar, imobilizar, enfraquecer a vida microscópica é um assalto satânico ao mundo arquetípico.
No lugar de viver em harmonia, cooperação e simbiose com a natureza, em todas as suas manifestações, o homem dessa Era pretende eliminar a vida microscópica que lhe dá origem, esterilizando o mundo. A ideia é que o mundo deve ser transformado para servir aos desejos, anseios e sonhos alucinados de certos “eleitos”.

Acusar os microrganismos de inimigos da vida é um erro brutal da pseudociência e tem razões ocultas a serem desvendadas. Todos nós carregamos mais microrganismos do que temos de células e muitos deles são aqueles classificados pela pseudociência de patogênicos, de vírus – vivendo em simbiose no nosso organismo.
Por que se chegou a isso? Porque o homem não aceita o mundo e quer fazer tudo a sua imperfeita e doente semelhança.
A sua visão de mundo é tão limitada quanto sua mente lógica, produto de seus sentidos. Some-se a isso agora, que sua mente está apoiada e reconstruída por doutrinas pseudocientíficas e pelo sonho de dominar tudo pela tecnologia – pelas máquinas e química. Ou seja, o homem nem mesmo tem mais o apoio nos fatos captados pelos sentidos. Tudo se tornou relativo. Não há nada real, verdadeiro, bom ou mau, certo ou errado. Só o poder importa, a qualquer preço! Está, portanto, em guerra e desassossego eternos. A meta é dominar e submeter tudo e a todos.


Certamente, não é a primeira vez que a humanidade se ocupa em controlar e mudar o mundo segundo seus dogmas. Várias civilizações poderosas e avançadas do passado falharam, e a coisa toda resultou em graves consequências – mas, será essa a derradeira?
Não há nenhum interesse honesto da pseudociência em compreender o universo, mas sim em controlar e mudar, usando de violência e desonestidade. O custo disso em vidas e equilíbrio é imenso.
O mundo microscópico é, verdadeiramente, a fronteira com as dimensões superiores e a causa do mundo que vivemos e de nós mesmos, fisicamente.
Avançar sobre a nossa própria origem com violência, estupidez e crueldade pode ser um caminho sem volta.
Mesmo sabendo que há essa convivência necessária permanente e harmônica entre cada um de nós e esses seres, a pseudociência insiste em ataca-los com seu arsenal de guerra (vacinas e drogas tóxicas). Isso é incoerente e anticientífico. Convivemos com todas as bactérias, fungos e vírus em nossos intestinos, pele e aberturas do corpo.


Parece que os “anjos caídos” ensinaram aos homens as feitiçarias e manipulações que os condenaram. A condenação que esses receberam não será menor para seus discípulos homens. A lenda é que tentaram tomar o céu pela violência e traição. Como perderam, passaram sua ciência de guerra e domínio ao homem.
Compactuar, usar e usufruir dessas abominações será fatal a toda a espécie. É uma tentação ter tanto poder à disposição.


Os microrganismos encontrados no ar, na terra e nas profundezas calcáreas e rochosas de até milhões de anos, contém, na forma viva e dormente microzimas, bactérias, fungos, bolor e vírus, são derivadas da dissolução de todos os seres conhecidos e isso continua a acontecer inexoravelmente. O que se deve compreender é que não há como “eliminar”, através de uma guerra química ou física, o mundo microscópico, sem que isso tenha consequências graves e imprevisíveis para toda a vida.
É muito mais provável que a presença de microrganismos na má saúde e em suas crises seja uma consequência desses estados desarmônicos do que eles sejam a causa das assim chamadas “doenças”. A pseudociência teria que admitir que ninguém sobreviveria carregando todos esses “germens patogênicos” em condições chamadas por ela mesma, de saúde! Não são os gérmens do ar e presentes na terra, água e em outros organismos vivos a causa de doenças, mas uma condição interna de equilíbrio que mantém a integridade de cada ser vivo.


Limpeza e asseio, ar puro, sol, alimentos adequados, atividade física e equilíbrio emocional são as verdadeiras garantias de saúde e não drogas e vacinas. Os milhões de anos da presença eficiente do homem na terra, muito antes do advento da pseudociência médica, é uma prova inegável que os microrganismos não são os inimigos a serem combatidos, mas a ignorância e a estupidez explicitas nessa “ciência”.
Se há qualquer verdade na afirmação da necessidade de nos inocularmos com vacinas, soros e drogas para sobreviver, a humanidade teria perecido há muito. O risco maior é a insanidade de forçar, sem nenhuma compreensão real e por fatos científicos, a vacinação e a introdução no corpo de drogas para supostamente “salvar” a humanidade.
É preciso enfatizar que todas essas práticas são supersticiosas, experiências temerárias e imprevisíveis em suas consequências. O resultado dessa aventura irresponsável pode ser a aniquilação de bilhões de pessoas ou de toda a espécie. Seria esse o objetivo dos donos atuais do planeta, deixar espaço para os “eleitos”?


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