A “Gripe Espanhola” de 1919 e de hoje (Covid)


Se as 50.000.000 ou 100.000.000 de mortes não forem desmistificadas a ameaça velada de uma catástrofe permanece.

Depois de 100 anos de exploração massiva do acontecimento isso se tornou parte do “inconsciente coletivo” e tem sido explorado de forma irresponsável e insana pelo cinema, literatura, mídia e imprensa. Os charlatões oficiais, funcionários bem pagos da bigfarma e hoje, também os Estados, como forma de controle total das mentes e corpos das pessoas, são a ameaça real a ser evitada.
Falando diretamente, a conexão que foi feita e forçada, de forma maliciosa, é o massacre por um vírus, que pode se repetir hoje. E quando um pequeno e irrelevante acidente acontece???(3.000 mortos) num país (de 1,4 bilhões de habitantes) de onde se originaram os últimos quatro “vírus” e que reconhecidamente lucrou com supostas “pandemias” e está sempre enganando e mentindo e é um regime comunista fechado onde nada pode ser verificado, a OMS declara, irresponsavelmente, uma pandemia.


O que aconteceu em 1018, 19, realmente? Nem ao menos é possível determinar se morreram 50.000.000 ou 100.000.000 de pessoas! Uma pequena diferença de apenas 50.000.000 de mortes! Como afirmar o resto, as causas, com tanta certeza?
O que fazem, maliciosamente, é afirmar que um vírus, uma peste, uma “gripe espanhola” foi a causa desses prováveis 100.000.000 de mortes. Porém, depois de passadas muitas décadas se sabe ao certo que, em meio a guerra, o pavor, a fome, a morte por muitas causas, tudo foi falsamente atribuído exclusivamente ao vírus, o H1N1.
Os exames pós mortem e os tecidos conservados revelaram que a grande maioria da causa das mortes foram de pneumonias bacterianas e não pelo vírus!
Então, o que provocou essa catástrofe? Foram causas “naturais”? Certamente não foi o H1N1! Afastada a causa natural da “pandemia”, há um somatório de motivos que precisam ser apontados para que o acidente não se repita. O establishment insiste que somente as vacinas podem salvar a humanidade e que isso, somente é possível depois da eclosão imprevisível de epidemias/pandemias! Percebem a malícia no esquema de produzir medo, pavor e horror?
Voltando aos fatos. Está hoje comprovado cientificamente que:

  1. A quase totalidade das mortes foram por pneumonia, por falência pulmonar.
  2. Que havia fatores provocadores de doenças e mortes como fome, violência, depressão e pavor em meio a guerra e aos boatos.
  3. O uso indiscriminado da então Aspirina, sintetizado pela Bayer e usada extensamente pelos militares e logo por todos. O AAS (ácido acetilsalicílico)foi liberado como a panaceia sem contraindicações para todos, para dores, febres, inflamações e como milagroso para alívio geral. O problema é que o uso em grande quantidade e repetido é exatamente o responsável por graves problemas pulmonares. Asma, parada respiratória, obstrução e formação de líquidos nos pulmões – precursores de infecção bacteriana! Assim, as pessoas que sentiam desconforto e faziam uso incorreto desse produto foram ENVENENADAS e tiveram seus pulmões destruídos pela ASPIRINA, aquele remedinho “inocente” da Bayer. Isso acontecia em poucos dias, como se tivessem sido atacadas pela PESTE!
  4. O uso continuado de MÁSCARAS, dia e noite, em casas fechadas e escuras, imundas. Essas máscaras com resíduos de respiração, imundas, sujas, e de tecidos pesados foram uma outra das causas importantes da destruição da saúde e a predisposição as infecções BACTERIANAS.
  5. Falta de sol, de atividade, de esperança, de trabalho produtivo, de ar puro se somaram as outras influências maléficas.
  6. Mas, provavelmente a mais mortal, naquele momento, como hoje, foi a ação injuriosa, mortal, dos médicos. Não devemos esquecer aqui das vacinas impostas principalmente aos militares. Na ignorância total e pânico matavam e matam os doentes com práticas incorretas e inadequadas.
  7. Deve-se concluir que os 50.000.000 ou 100.000.000 de mortos pela “gripe espanhola”, pelo H1N1 (o vírus de uma gripe) foram, na verdade, ASSASSINADOS pela loucura e ignorância da classe medico-farmacêutica somada a truculência imbecil dos Estados.
  8. O que houve em 1919 foi um genocídio pela “ciência” e pelos insanos governantes.
    Conclui-se que o risco nesse momento, em 2020, não é menor do que em 1919 e que o povo está em pânico, submisso e suscetível aos comandos das “autoridades constituídas”. São essas as condições para uma nova “gripe espanhola”. O risco está nas medidas contra a saúde e mortais que se repetem agora:
    Isolamento, medo, máscaras, confinamento, sedentarismo, desesperança desassossego, falta de sol e ar puro, trabalho produtivo, más práticas médicas. Todos esses fatores são contra a saúde e contra a vida e mataram 100.000.000 de pessoas há um século e se repetem exatamente hoje.
    O pior e mais mortal deles é a arma de guerra e de extermínio a que chamam prosaicamente de “vacina” – essa é uma condenação à invalidez e à morte. Falaremos dela num próximo artigo.

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