Sociedade, País, Nação?


A estupidificação do povo chegou a um tal grau que ele acredita um rótulos, em títulos, em autoridades antes que nos FATOS!
Vejamos a questão da sociedade:
Ela é a reunião de homens vivendo juntos sob as cláusulas de um expresso e tácito contrato, que tem por finalidade sua preservação comum. Ora, pessoas com AS MESMAS CRENÇAS E IDEIAS se unem para viver melhor, para ter mais probabilidade de sobreviverem e crescerem. Isso é uma sociedade, um país, uma nação.
O que temos, de fato são grupos lutando pelo poder e para impor suas ideias, a qualquer custo e com a aniquilação daqueles que se lhes opõem.
Não há qualquer resquício de uma sociedade, de um país ou nação com o nome de “Brasil”!
Isso é completamente falso, enganador, um contrassenso. Um povo ignorante, passional e doente aceita esse jogo evidentemente sem fundamento, achando que está vivendo em um país, entre irmãos, amigos e iguais.
Na verdade, está vivendo em meio a uma guerra generalizada, perversa, sem regras e com prejuízos em todas as áreas da manifestação humana. Não há e não pode haver qualquer progresso, mas há grandes chances para a degradação e o barbarismo, miséria e perversão total da moral e costumes.
O risco de ser esmagado, humilhado, enganado e aniquilado é absoluto. Aceitar viver sob as regras atuais e em meio a pessoas tão diferentes e com crenças e ideias opostas é uma temeridade, uma tendência suicida e doentia.
Compactuar, colaborar, aceitar as regras de uma tal organização sonhando com melhoras, colocando sua confiança num futuro mítico melhor é insanidade. Ao participar disso essas pessoas estão aceitando a barganha por certas promessas de uma vida segura, em paz, digna, com garantias de sobreviver, de certo progresso, saúde, um lugar onde seus descendentes teriam boas chances de uma vida boa.
“Emprego”, prestígio, prazer, estabilidade são as iscas para atrair e apanhar o povo numa grande armadilha. No fim, ao máximo, a vida gira em círculos para lugar nenhum.
É preciso abandonar ordenadamente e inteligentemente essa prisão virtual e perversa.
Há saídas!

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