Inimigos Insuspeitos


O que chamam hoje de “ciência” é uma monstruosa máquina de enganar, é pseudociência.
Ciência não é tecnologia, é, verdadeiramente, o oposto dela. A primeira dá poder a pessoa, a segunda o torna um escravo ou um opressor.


Só é ciência a compreensão que está dentro de uma pessoa e que pode ser aplicada diretamente por ela. Ela não pode ser comprada, não é propriedade, objeto de barganha ou chantagem (é libertadora) e, finalmente, é um direito natural a ser conquistado enquanto reduz as desigualdades.


A tecnologia se tornou um instrumento de impedir a compreensão, de enriquecimento, de controle, de promover a escravidão.
Os “especialistas”, os cientistas e doutores estão a serviço dos ditadores, das empresas, da mentira.
O mito de benfeitor não cabe mais para essa gente – eles são, definitivamente, inimigos da humanidade, da vida, da liberdade.
As máquinas como instrumentos de opressão e controle, a química e os soros para envenenar e exterminar, são a brutal evidência, junto com a IA de que o homem não é mais a medida de todas as coisas, de que estamos a serviço da MATRIX. Hoje, qualquer charlatão com um título de doutor que fale pelo Sistema vale mais do que toda a vida e razão.
As “maravilhas” da ciência e da tecnologia se mostraram inimigos terríveis da vida e da liberdade – revelaram a sua verdadeira face. O conforto e as facilidades, que se compra a altos preços são, na verdade, iscas para enganar – hipnose! Sua verdadeira natureza é o mal materializado e brutal nas mãos de ditadores e burocratas.


O afastamento da realidade e o império da imaginação e do sonho fizeram das pessoas tolos suscetíveis que se submetem a narrativas e lendas. O humanidade está vivendo uma vida artificial, construída sobre quimeras e coisas que não compreende. A humanidade jamais foi tão crédula e supersticiosa. O selvagem e o bárbaro, objetos de piadas e ironia pelos “civilizados”, são menos suscetíveis e mais espertos que os proprietários de máquinas e agora, escravos destas.


Mas, parece muito tarde para a maioria. São dependentes física e psiquicamente de coisas artificiais e danosas a vida e a natureza. Estão doentes, muito doentes. São fracos, medrosos, infantis. As fontes de sabedoria, de poder e equidade – que estão na natureza e na consciência, foram substituídas por falsificações que trazem venenos e o mal.

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