Projeto Êxodo – Sefer Shemot סֵפֶר שֵׁמוֹת


Um Projeto de Vida, com a Vida, para a Vida e pela Vida!


1.O deprimente abandono de propósito; 2. a violência do uso da força; 3. e a desonestidade da cooperação com as “autoridades constituídas”, as quais foram estabelecidas na ausência da Lei, na mentira e no engano, produz os repetidos ciclos de fracasso e falsas esperanças.


Chegamos agora no extremo paroxismo, na urgência em meio a ameaças e no iminente desastre megalítico. Não há nenhum sinal de recuperação e se há é apenas um breve repouso que antecede o final catastrófico.
Não há nenhuma solução real e permanente em escolher uma dessas três soluções, repetidamente adotadas e frustradas, porque não se baseiam na verdade, na Lei.
Somente um movimento apoiado na Lei pode produzir bons frutos.
Moisés e os Essênios, diante da impossibilidade de mudar o sistema, se retiraram ao deserto – saíram das cidades-prisão e tomaram uma quarta via – Moisés salvou os hebreus, criou a nação de Israel estabelecida na Lei e os Essênios, descendentes esotéricos de Moisés, se prepararam para gestar o Salvador, física e espiritualmente, longe das influencias pervertidas e do poder das autoridades, nos desertos de Israel e Egito.
Eles são as provas de que não há como evoluir e viver plenamente nesses ambientes doentios, degradados, irracionais e violentos. Nada de bom pode ser construído em meio essa civilização apodrecida seja compactuando com ela, combatendo-a ou mesmo abandonando os propósitos de vida.
A luta política, a participação “social e econômica” se submetendo as regras dos “faraós” é destrutiva e enganadora. Todo esse processo é desvitalizante e inútil, quando não, mortal.
Com muito pouco, quando bem empregado, segundo as leis naturais, pode-se viver plenamente e evoluir, verdadeiramente.
A ameaça continua a toda e qualquer conquista e estabilidade e especialmente à autopreservação, à igualdade, à liberdade e à propriedade sem os quais não haverá justiça, são uma realidade terrível e inegável.
Nessa sociedade estamos em luta continua, desassossegados, vivendo caoticamente, em guerra com tudo e com todos, permanentemente.
Investir tempo e energia, a própria vida, numa coisa dessas é insano, perverso e tolo.
O que se propõe é a saída imediata das cidades e o estabelecimento de comunidades baseadas na Lei.
Vida simples e em comunhão com a terra, com os elementos necessários e suficientes à vida e o abandono da associação com os falsos valores.
O custo material é pequeno e um modo de vida segundo as leis naturais traz paz, saúde, segurança, liberdade e estende o tempo para se viver bem e plenamente e se relacionar com pessoas iguais. Quatro dias por semana e seis horas diárias de trabalho são suficientes para garantir os recursos para a vida.
Tudo o que são só promessas jamais cumpridas da civilização, são imediatas numa vida simples, equilibrada e ligada a terra.
O Jardim do Éden, a Canaã, está logo ali, desde onde, para começar, o medo e a superstição sejam vencidos e a decisão tomada de abandonar esse viver de escravo, dependente dos outros, dos exploradores.
A vida nas cidades, sob a regência de governos e de um sistema pervertido é hoje aterrorizante, desgastante, insegura, perturbadora, doentia.
Ninguém pode ser íntegro vivendo em cidades, sob ameaças constantes. O sistema político está podre e sob o comando de loucos e perversos.
O Êxodo é só o primeiro movimento, enquanto a verdadeira vida só começa a partir daí.
As antigas comunidades cristãs primitivas foram aniquiladas porque ousaram se instalar entre os cidadãos ignorantes e sob a regência de mandatários com filosofias opostas ao Movimento. O resultado foi a total destruição dessas Congregações. Não se pode repetir o mesmo erro, fatal. Nem mesmo as religiões, assim chamadas cristãs de hoje, híbridos construídos pelo império romano e falsificados, podem sobreviver e estão sob risco de serem extintos nesse ambiente hostil.
A ideia romântica da evangelização, para aqueles que não se interessam pela evolução e em meio a regentes inimigos, é perigosa e inútil.
A única coisa razoável é se afastar e deixar que eles se destruam entre eles mesmos. Tem muito, ou quase tudo por se fazer por si mesmo. Abandonamos a nós mesmos por promessas e um sonho infantil e preguiçoso. Ninguém pode nos dar nada, tudo precisa ser PESSOALMENTE E VOLUNTARIAMENTE buscado e conquistado. Nada vindo de fora, dos outros, é lícito ou adequado.
As promessas e a sedução originadas no núcleo da sociedade que por se submeter as suas regras e pagar impostos o cidadão teria supostamente uma vida paradisíaca é falsa, é uma armadilha cruel.
Agora, chegou-se a isso: todos os direitos foram suprimidos e o peso das obrigações terrivelmente multiplicados e pode piorar. Sempre acenam com uma solução através da escolha de representantes e mandatários que prometem que devolveriam o que foi roubado, o que jamais acontece – não há e não pode haver nenhum progresso ou solução. Pelo menos a metade de tudo que se produz é tomado pelo Estado para sustentar uma elite cada vez mais ávida – isso é escravidão, de fato!
Obviamente, aqui, em meio a esse ambiente regido pela ausência da Lei, não há mais igualdade, liberdade e propriedade e, portanto, nenhuma justiça e, sem justiça não há harmonia, paz, saúde, vitalidade e nenhum dos elementos necessários à vida.
Ainda há uma pequena rachadura nas grossas paredes da prisão por onde escapar, mas mesmo esta, se fechará totalmente em breve.
Para aqueles que estão minimamente despertos, menos intoxicados com as drogas psicoativas da propaganda diariamente injetadas no povo, têm a chance e a sorte de olhar em outra direção e partir.
Nenhum dos valores e costumes dessa civilização estão apoiados na Lei, no Bem da Verdade. Não se pode pretender leva-los no bolso e aplica-los numa nova vida. Eles devem, necessariamente ser abandonados e um recomeço, sob novas bases é essencial.
A salvação é como uma corda suspensa sobre a cabeça e para alcança-la, um salto precisa ser dado – é necessário ousar. Nada do antigo mundo tem utilidade e seria um impedimento num mundo superior regido pela Lei.

O milagroso não é gratuito. Coragem, esforço inteligente e um estado interior mais desperto e consciente são elementos indispensáveis.
Porém, mais do que apontar os erros desse mundo, seus enganos e decadência, mesmo que necessário de início, importa é apresentar o mundo real, fundado na Lei e na natureza humana.
É fato que o mundo, de origem sutil e invisível exige um estado mais avançado de consciência, de um psiquismo relativamente íntegro e uma saúde física superior a média das pessoas dessa época. Sem essas condições não somente é impossível ver a própria situação e menos ainda vislumbrar um mundo superior. Verdadeiramente, para muitos, a prisão é perpétua – nada pode mudar para eles.
Aqui, nessa civilização, que se degrada e se encaminha para a extinção, só resta sair antes do final para evitar ser usado como combustível.
O que se propõe é uma vida plena, voltada para a evolução interior, aqueles elementos necessários que estão ausentes na sociedade atual e tudo se opõe a consciência, a saúde, a paz, a liberdade.
O custo de toda a parafernália tecnológica, “os avanços da ciência”, sofisticação política, cultural e social é excessivamente pesado, impossível de ser carregado sem ser esmagado. Uma das causas centrais de todo o horror e ameaça que pesa sobre a humanidade se deve a escolha feita há muito tempo atrás, quanto o homem foi seduzido pelo pseudoconhecimento e poder satânico travestido de “ciência e progresso”. O homem foi convencido que deveria transformar o mundo para servi-lo na condição subdesenvolvida em que se encontrava, e ainda se encontra. O que a Lei oferece, por outro lado, é que ele evolua e que seus poderes se ampliem desde dentro e que aceite a natureza e suas regras sem tentar mudá-la. De fato, nada pode ser mudado, só o mundo interior, psíquico e daí a ampliação da consciência e da vontade. A tecnologia e a pseudociência são armadilhas para prender e submeter o homem completamente e isso é agora um fato inegável.
O sonho tolo de que por compactuar com os poderes constituídos, ou pela revolução e tomada desses poderes, ou mesmo pela renúncia a tudo, algo possa mudar, é uma ilusão que tem como custo a própria vida.
A quarta via, a única real, está na Lei. E viver segundo a Lei é impossível nesse meio degradado, doente e decadente.
Um Êxodo não é um fuga, mas uma saída organizada, com um plano, um propósito e projeto. Os hebreus eram escravos no Egito e estavam submetidos ao Faraó e toda a superestrutura política egípcia – tudo isso exigia escravos. Não somos diferentes deles hoje aqui. Somos escravos de uma estrutura superdimensionada e submetidos a propaganda e uma ilusão hipnótica diária para não perceber o nosso estado miserável.
Os Essênios se retiraram para o deserto e viviam livres, felizes e com abundância. Eles se salvaram porque se retiraram e tinham conhecimento para viver melhor sem a estrutura social política e técnica, num lugar onde aqueles que estavam nas cidades desprezavam e achavam ser impossível sobreviver – eles fizeram do deserto estéril um oásis!
Os habitantes das cidades e da atual sociedade são escravos tolos e ignorantes que pagam caro por algumas, agora poucas luxúrias.
A maioria não pode despertar, não têm interesse em libertar-se e até lutariam para continuar escravos. Tentar convence-los é perigoso.
É preciso lembrar que os Essênios, origem familiar e doutrinal do Mestre, mais tarde, após a vinda do Mestre, acharam que a vida entre os inimigos da verdade seria possível e que poderiam resgatá-los, lhes ensinando a Lei. O fato é que por isso foram massacrados pelo Império Romano (lançaram “pérolas aos porcos”). O que resultou da aniquilação do Movimento Essênio foi uma religião de Estado, completamente pervertida e em nada semelhante a primitiva. Achar que o que agora chamam de “cristianismo” tem qualquer semelhança com o Caminho Nazareno, com o Movimento Essênio original, é se iludir. Não só não tem nenhuma semelhança, como se opõe completamente a doutrina ensinada pelo Mestre.
A insanidade generalizada atual tem um risco pavoroso de acabar na completa barbárie – os sinais não podem mais ser desprezados ou ignorados.
Os elementos essenciais à vida, à saúde e à evolução interior vem sendo suprimidos há séculos. Finalmente, agora, nada sobrou e o povo se submete mansamente as correntes e a prisão.
Chegaram ao ponto de temerem a liberdade e a relação amigável com a natureza, com a terra. Querem ser tutelados e por isso pagam com suas vidas e a de seus filhos. Estão enlouquecidos. Da sua vida, todo o tempo e energia estão a serviço de seus senhores – não lhes restou nada.
Mais uma vez, não é uma fuga desesperada, é uma saída para uma vida plena e isso não pode ser feito sozinho e sem ordem. A Lei deve ser o guia e, a união entre pessoas mais conscientes e dispostas, tornarão o êxodo um sucesso.
Para onde ir?
Para a natureza, para os campos e florestas, para o ar puro e as fontes cristalinas, para a liberdade e a vida simples e plena. Eles nos esperam e nos chamam.
Os bens adquiridos, as poupanças, podem ser usados para financiar a mudança. Com um investimento 1/5 daquele necessário para adquirir um bem nas cidades pode-se ter um espaço e uma casa no projeto ÊXODO!
A vida regida pela Lei é sustentável e a um custo baixíssimo. Com o tempo, nenhum ganho em $$$ será necessário. Estamos falando de algo imediato, não para um futuro mítico, inalcançável, como é a constante em toda a sociedade. Em todos os governos e regimes os ciclos de elevação e queda se repetem. O motivo dessa instabilidade e de que nunca nada se realize se deve a falsidade de motivos, propósitos e meios. Aceitar essa condição como a única possível, mesmo com todos esses sinais temerários é patético.
Tudo o que precisamos está ao alcance. O mais difícil, o verdadeiro obstáculo não é material, mas psíquico. O homem está num sono hipnótico, sonhando com o que ele mesmo não é e com um mundo que não existe.
Tal como se encontra, no mundo alterado e decadente em que vive, o homem atual jamais evoluirá e, por outro lado, está condenado a ser reduzido a um mero animal humano, um jumento, uma besta de carga.
As promessas e os sonhos de riqueza, posses e prestigio são todos impossíveis e quando realizados estão baseados na violência, no egoísmo, no roubo, no engano e na mera sorte e são por isso instáveis e geram ódio e inveja. A questão da saúde, da paz e da vitalidade, revelam que tudo é ali ilícito.
Alguns poucos ainda podem ter um vislumbre da própria condição pessoal e de seu meio. É para eles que o Êxodo está disponível como saída para a vida.

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