A Medicina e a Farmacologia estão fundadas na pseudociência de Pasteur


Pasteur roubou e perverteu as pesquisas de Bechamp. Pasteur, que continua a ser seguido em suas falsas doutrinas e é um dos pilares da medicina atual, elaborou hipóteses e práticas, como as que deram origem as vacinas, e que são responsáveis pela morte, a má saúde e a perversão da natureza humana.


O que Antoine Bechamp provou em suas pesquisas e que se opõe completamente as atuais práticas médicas é, resumidamente, como segue:
Primeiro, Bechamp demonstrou que o ar está repleto de microrganismos capazes de fermentar qualquer meio adequado sobre o qual eles pousam. Ele mostrou que a mudança química é conduzida por um fermento solúvel produzido pelo organismo, e esse fermento é análogo aos sucos digestivos presentes no estômago. Assim, ele identificou a fermentação como um processo digestivo. Young teoriza que toda a decomposição ainda a ferrugem no ferro, é mediada por fermentos(seres vivos). É conhecido por exemplo, que bactérias decompõem rochas no solo. Os microrganismos estão na ou próximos à fundação de toda a vida e os processos de vida na Terra. Por exemplo, fungos são partes indispensáveis da maioria das plantas e as raízes das grandes árvores dependem deles para suas funções – as plantas não existiriam sem os microrganismos!


Segundo, a mais profunda conclusão para a qual a pesquisa incansável e explícita de Bechamp o conduziu é que há um elemento vivente independente e micro anatômico nas células e fluidos de todos os organismos. Esse elemento precede a vida ao nível celular e ainda a nível genético, e é o fundamento de toda a organização biológica. O que originalmente provocou a curiosidade de Bechamp foi a descoberta, por acidente, que o calcário puro de depósitos minerais de até 11 milhões de anos podem liquefazer soluções de amido e fermentar açúcar, enquanto calcário artificial não pode! Ou seja, comprovadamente há algo vivo e indestrutível muito além das células. Após anos procurando a causa (a fermentação não tinha ainda sido compreendida na época), ele atribuiu a ação aos remanescentes vivos de organismos há muito mortos. Ele chamou esses minúsculos elementos vivos de “microzima”, ou pequeno fermento.


Terceiro, que as microzimas rotineiramente se tornam formas normalmente referidas como bactérias e que bactérias podem reverter ou retornar ao seu estado microzímico. (Esse é o princípio do Pleomorfismo, que é central para a compreender o aparecimento de sintomas de doenças “infecciosas” e degenerativas no corpo).


Quarto, explicou que os germens atmosféricos não são espécies fundamentais, mas são ou microzimas, ou suas formas transformadas, deixadas livres de seu habitat original vegetal ou animal, pela morte daquele “meio” – hospedeiro!

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