O Fundamento da Moral e da Justiça


Essa civilização, francamente em declínio, apoia seus valores em quimeras, em sonhos e numa pseudociência.
Estão tão loucos e alucinados que, para supostamente evitar a morte de alguns, colocam todos em risco e efetivamente agridem e matam a uns quantos para, pelo pavor, submeter as massas.
A tese em que se baseiam, a qual tem fundamentos e conclusões também falsas, é que certos seres microscópicos (invisíveis) são a causa de doenças e morte e contra os quais as pessoas, ou uma parcela delas, seriam incapazes de se defender e daí, supostamente, uma “vacina” as “imunizaria”. O homem, “ápice” da evolução casual e mecânica, seria inferior, mais fraco do que microrganismos! A pseudociência quer que acreditemos que depois de tudo, há uma ameaça mortal invisível para a qual só certos eleitos e “cientistas” poderiam salvar a humanidade. É uma lógica completamente invertida – evoluímos, mas somos inferiores! Ou seja, os micróbios são superiores.
Bem, a coisa chegou a uma tal bizarrice que, esses mesmos patifes afirmam que os vacinados, que antes não tinham imunidade ao tal vírus (segundo eles), estariam mais protegidos do que aqueles que são naturalmente imunes e esses, naturalmente imunes, sem mais motivos, por alguma razão misteriosa, estariam em risco de adoecer e assim deveriam também ser forçados a ser injetados com essa poção que, sem nenhuma garantia e razão, tornam esses antes saudáveis e imunes em doentes pela ação da vacina, mas misteriosamente mais fortes do que antes pela doença artificialmente induzida pela poção.
Ora, por que dessa introdução ao tema sobre a moral e a justiça? Porque quando se parte de noções falsas, de mentiras e mitos nada pode ser firmemente estabelecido e isso leva, sem dúvida à morte e a degradação. E ademais, o fundamento da moral e da justiça não pode ser imposto ou aceito de fora, por autoridade, por força, por medo e negligentemente, mas apoiado firmemente em realidade, em fatos comprovados pessoalmente.
A construção dos conceitos da moral e da justiça são pessoais porque, necessariamente, estão originalmente ligados à vida, à integridade, a autopreservação – ou seja, a valores OBJETIVOS! E a autopreservação se apoia em duas sensações básicas: o prazer e a dor e essas são uma incitação à vida, assim como uma repulsa à morte. Isso não pode vir de fora, mas faz parte da vida, da pessoa, de sua biologia. Quando alguém, de maneira negligente e irresponsável se submete a ideias das quais depende sua vida, sua integridade, vindas de fora isso é uma irresponsabilidade idêntica a deixar que outro respire ou se alimente por ele. Ou seja, é uma total e completa insanidade porque não tem nenhuma base de realidade.
Estamos vivendo num mundo, entre pessoas sem nenhum fundamento moral, sem principio de justiça próprios, reais, mas imitados e recebidos de outros. Uma pessoa assim constituída é um ser artificial, uma máquina que só funciona por estímulos externos e com resultados previsíveis pelos donos dessas máquinas.
É evidente que a moral e a justiça precisam de mais do que instinto de autopreservação, precisam de conhecimento e do controle das paixões, porque podemos ser enganados pelas sensações de dor e prazer. Mas, ainda assim, a instrução e a disciplina deve, necessariamente, ser experimentada PESSOALMENTE. Não há nenhuma garantia de vida, de conduzir-se corretamente, de ser capaz de pensar, se não houver uma base real e pessoal, de viver tudo a partir de si mesmo, do íntimo.
A moral e a justiça só podem ser construídas no interior de cada ser humano tendo como base a autopreservação e pela relação entre os semelhantes com o foco no bem da verdade.
O sonho de que se possa “importar,” receber pronto esse corpo de ideias, essa capacidade de pensar e sentir sem um base real e auto experimentada é completamente esquizofrênico, ilusório e tem como resultado construir seres vazios e inconscientes – verdadeiras máquinas de repetição.
A consequência desse viver irresponsável é de um mundo povoado de zumbis e também da destruição de todos os suportes naturais necessários à vida.
O fundamento da moral e da justiça não é outro senão a autopreservação, a vida! Não pode ser imposto, sonhado ou imaginado. Mas, é o que temos hoje, um mundo assustadoramente violento, ilógico, injusto e imoral. As razões são indiscutíveis!

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