Pandemia – O Problema das Doenças


O mundo foi envolvido e lançado numa crise sem precedentes. Determinaram que havia um agente patogênico invisível de ~ 90 nanômetros, ou seja, só visível em microscópios eletrônicos e, portanto, tingidos e queimados para o exame. Esses “vírus” seriam capazes de contaminar e adoecer todas as pessoas do planeta e matar centenas de milhões! Essa era, pelo menos a “expectativa e previsão” dos cientistas.
Morrem 1000 X mais pessoas de outras doenças no mundo do que estão morrendo, supostamente, de complicações desse vírus. Comparativamente, morrem mais pessoas, todos os anos, de gripes sazonais do que do Coronavírus.


A humanidade convive com problemas de saúde desde sempre. Entre esses, alguns seriam atribuídos aos microrganismos e entre esses, têm um caráter cíclico e ainda, poderiam, supostamente, ser de extensão planetária – as tais pandemias. Ora, a maioria dessas ideias são suposições, são questionáveis, e extremamente contraditórias.


É evidente que os testes para determinar a presença do COVID19 são imprecisos e questionáveis porque se baseiam numa reação bioquímica que, como todos os outros testes PCR, abrangem muitas outras causas exclusivas e/ou combinadas de vírus, bactérias, fungos, inflamações e muitos outros processos metabólicos conhecidos e desconhecidos. Esclarecendo: o vírus pode ou não estar presente quando o teste tem resultado positivo. Além disso, o que é detectado NÃO É O VÍRUS em si , mas uma provável reação a ele – o teste não mostra o vírus! Não há aqui nenhum FATO CIENTÍFICO, mas a aplicação tecnológica de uma hipótese extremamente contestável apresentada como certeza! Portanto, de todos os testes feitos que tiveram resultados positivos talvez nenhum identifique a presença desse vírus particular. A coisa toda fica na base de SUPOSIÇÕES.


O vírus jamais foi comprovado ser a causa dos sintomas, a presença não pode ser determinada através dos testes e, essas partículas podem ser o resultado de uma disfunção que resulta nesse e outros vírus. Ou seja, os vírus podem ser o resultado e não a causa e, nem mesmo há qualquer prova científica de que qualquer vírus seja o produtor de doenças.


A causa da má saúde é o viver contra as leis da vida: isso está comprovado cientificamente – é um fato incontestável. Ainda, é um fato científico que viver conforme as leis naturais mantém e recupera a saúde.
Não há nada que, possa curar, prevenir ou acelerar um processo interno fisiológico de recuperação e defesa – isso é uma prerrogativa exclusiva do organismo vivo. Todos os remédios e vacinas são paliativos, enganos, charlatanismo “científico”. Como não eliminam as causas conclui-se que apenas eliminam os sintomas por algum tempo e, sempre, têm como resultado mais destruição orgânica.


A armadilha e o engano de usar testes que podem ter resultados positivos diante de milhares de distúrbios, com ou na ausência de partículas do COVID19 é que tudo pode ser atribuído ao vírus, sejam sintomas, invalidez ou morte. Não há como afirmar ou negar isso com os métodos existentes!
O que ocorre hoje é que se optou, por motivos políticos (por um projeto de poder e dominação), em atribuir a causação de todos os males a esse vírus!
Se 100.000.000 de pessoas forem testadas e 50.000.000 tiverem testes positivos seria falso afirmar que, antes da existência do mesmo teste, esse mesmo vírus não estava já presente desde o começo da vida! Ou seja, é impossível afirmar que esse vírus é “novo”. Isso é ridículo, anticientífico, pura especulação e má fé. É mais ou menos como dizer que uma pessoa de 50 anos não existia porque eu não a vi anteriormente!


Incontestavelmente, a maioria das pessoas testadas positivamente não adoecem. Portanto, a suposta presença do vírus não significa doença e, o vírus não tem ele mesmo, certamente, o poder de adoecer! A narrativa de que essas pessoas seriam “imunes” é patética, tola, supersticiosa. E por que seriam imunes a um “vírus novo”? Nem mesmo pode se atribuir essa “imunidade” a um método artificial através de vacina!
As leis naturais são incontornáveis tanto quando 2+2=4. Não há exceções. Se qualquer pessoa ingere veneno se arrisca a morrer e/ou a sofrer sérios danos a sua saúde. Há diferenças de resistência e poder entre as pessoas, mas a lei é a mesma para todos. Está claro que se o vírus é novo e um patógeno mortal não há exceções? Se a maioria são exceções a teoria é FALSA!
Sim, o mundo está sob maus regentes e seus doutores e cientistas são charlatões, criminosos!

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