A Submissão ao Mal


O que precisa ser entendido e recordado é que as leis e regras estatais e governamentais não estão acima da Lei Natural e mais, a ela devem estar subordinadas. Isso não é entretanto, o que se observa. As leis mundanas simplesmente ignoram e escarnecem da Lei Natural e do próprio Homem – suas necessidades, origem, propósito e essência. A consequência é a destruição do ser humano e de toda a possibilidade evolutiva.


É evidente que os parlamentares, juízes e governantes são ignorantes e negligentes da lei natural e praticam a injustiça impondo regras e leis CONTRA A VIDA! Ou seja, são criminosos oficiais – autorizados a agredir e a destruir o equilíbrio que define a justiça.
A ciência, reconhecidamente instável, passageira e sujeita a erros, não pode ser usada para impor regras as pessoas.
O que afirmam ser correto hoje, amanhã terá mudado e até se mostrará errado. Justificar que as medidas draconianas no passado levaram a doença, a injustiça e a morte, as quais foram tomadas como a verdade porque são “ciência” (e assim, passiveis de melhora e reforma) e logo se descobriu serem falsas, certamente se repetirá também amanhã sobre as atuais crenças científicas pensadas serem a verdade absoluta hoje.
A ciência não pode ter caráter negativo, mas somente positivo. Ou seja, é uma ajuda, um avanço que, se adotada, poderia, supostamente, melhorar a vida das pessoas. O que é absolutamente inaceitável e injusto é que essas crenças se traduzam em regras rígidas de conduta com punições (como leis), mesmo porque logo serão substituídas por novas.


Em qualquer hipótese, a igualdade, a liberdade e a propriedade, que são os atributos da justiça e, fazendo parte da constituição e natureza humana, cuja definição é: “não faça aos outros o que não deseja que seja feito a você”, não podem, ser anulados e afrontados por regras passageiras, locais, sem comprovação imediata pelos sentidos, editada por tolos, derivada de outras regras, irracionais, injustas, injuriosas, danosas e insuficientes. Essas características negativas e imperfeitas da assim chamada “ciência” anulam, à priori, qualquer medida impositiva.


As pessoas desconhecem ou esqueceram que acima de qualquer lei humana está a lei natural e cósmica.
Ao se submeter e pautar sua vida às autoridades constituídas e a regras questionáveis que não derivam da Lei Natural, as pessoas são repetidamente, injustiçadas, escravizadas, agredidas, adoecidas e mortas, vivendo um desassossego permanente.


Logo, e isso está se revelando a tendência inexorável, as regras e imposições se estenderão aos mínimos aspectos da vida pessoal. Até respirar estará sob essas regras estúpidas – e isso já não acontece agora?
O problema aqui é que o estado e governantes são ignorantes e mal intencionados. O que fazem, na prática, é se arrogarem ser deuses infalíveis e maus.
Se submeter a eles e suas regras significa a escravidão, a doença e a morte.
É patético assistir as pessoas falando em leis e regras vazias e falsas. Fazem uma ginástica de contorcionismo tentando achar a saída legal e aceitável para o que não tem nenhum assento sobre a verdade e a coisa toda só piora.
O fato é que toda a estrutura civilizacional está construída sobre areia e com materiais falsificados – é a própria torre de Babel – vai ruir e arrastar incontáveis com ela.
O fato de algo estar na “constituição”, ser adaptado, mudado, discutido, editado e ordenado por “autoridades” não a faz ser verdadeira, correta ou aceitável. Chegamos ao ponto que vida e morte são legisladas, julgadas e definidas por ignorantes, insanos e maus.


O Homem, que com sua natureza divina é a medida de todas as coisas, foi agora colocado de joelhos diante do altar do Moloch da pseudociência e do relativismo político e dos costumes – o resultado de tal insanidade está completamente evidente!

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