Sobre o Racismo

75% dos brasileiros são mestiços, de alguma forma.
Certamente, somos um dos países com maior índice de miscigenação.

Todos aqueles que insistem na tese de “racismo” estão, na verdade, promovendo, incentivando, praticando ações racistas e discriminatórias.

Acusar os brasileiros de racismo porque, aparentemente, não são totalmente negros ou índios, ou orientais, ou supostamente, de qualquer uma dessas raças “puras” é HEDIONDO e deve ser imediatamente punido com todo o rigor da lei!
O maior e pior crime é a acusação leviana de racismo, a qual quase sempre é falsa, promove perturbação social e finalmente, sugestiona muitos a acreditar que qualquer ação, inocente, ou apenas inadequada, seja racismo.

Acusar alguém ou um grupo qualquer de um crime hediondo irresponsavelmente é CRIME!
Devemos reconhecer que somos ignorantes e que somos muito inadequados em quase tudo que fazemos. O crescimento de uma nação só pode ocorrer com justiça, benevolência, união e paz.

Os grupos acusadores e que insuflam a revolta e a violência são criminosos perigosos.

Escândalos, revoltas, atos insanos e extremados não ajudam a construir nada.

No caso, é um risco enorme, uma armadilha mortal denominar grupos como inimigos viscerais e promover o inimizade e a desconfiança.

Os erros devem sempre ter endereço certo. Quem comete erros e crimes deve responder PESSOALMENTE!

Ninguém é perfeito e sem culpa, mas o pior é aquele que conspira contra a paz promovendo o ódio, revoltas e guerras.

É preciso atentar para o momento onde tudo é tratado coletivamente anulando o indivíduo. Esse é o fim da liberdade e o início da escravidão. Todos, pessoalmente, temos o direito inalienável de escolher nossos caminhos, para o bem e para o mal e colher o frutos de nossas escolhas.
O Estado, a OMS, o STF, a direita e a esquerda não estão de posse do bem da verdade. Isso é sempre uma conquista pessoal, íntima.
Não se pode impor a verdade e o bem de fora, do exterior, pela força. Deixem cada um buscar por seus próprios caminhos.
A sociedade só pode, quando organizada e equilibrada indicar caminhos e promover comportamentos sociais de amizade e respeito – não pode forçar pela ameaça e punição que o cidadão se comporte segundo um modelo coletivo determinado pelo Estado. Ideologia e cultura são guias e não lei.

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