A Necessidade da Lei da Vida

Resgatando a Lei na Vida

Como numa catástrofe natural, onde a previsão do momento do acidente é difícil, mesmo que o acontecimento se repita ciclicamente, assim a precipitação e a extensão dramática da regência da mentira, da pseudociência, é um fato aterrorizante porque supera tudo o que até é impossível de imaginar.

A não ser que a humanidade se aproxime da Lei e de sua manifestação na Natureza e em cada um de nós – isto é, da verdadeira e necessária Ciência, a própria sustentação da vida e da saúde serão impossíveis. De fato, isso é uma constatação em tempo real agora, em todo o mundo e na vida pessoal.

Não há como sobreviver e menos ainda, pretender algum progresso real, entregando a vida nos mínimos detalhes e necessidades pessoais aos políticos, aos juízes, aos doutores, aos cientistas, a mídia e a tecnologia, como se a sustentação da vida e o bem-estar pudessem ser comprados, barganhados e pensados serem “direitos”.

Ao se comportar como se tudo devesse ocorrer sob a dependência e a tutela do exterior, uma pessoa e a própria sociedade entrega sua liberdade e autonomia a poderes externos, a outros. O antídoto para essa verdadeira doença da alma é conhecer e aplicar a Lei da Vida, as leis cósmicas e naturais, a si mesmo. Somente isso pode resgatar a liberdade, autonomia e autossuficiência perdidas e escapar da ameaça real de ser feito em um escravo miserável.

Cada vez mais a vida tende a se resumir em apertar botões e a cumprir ordens e diretivas que são impostas para “sua segurança e para o seu próprio bem”! O ponto aqui é que isso é uma armadilha mortal. Não é o mundo real, mas uma criação artificial de insanos e ditadores que maliciosamente planejam ter súditos obedientes restringindo seus direitos naturais e ainda, tentando reduzi-los a nada. Toda essa estrutura gigantesca e complexa, mutante, foi idealizada para não ser decifrada – as massas devem permanecer ignorantes e sem acesso aos objetivos e controles. Como numa rede para apanhar os pobres e incautos peixes, a malha se torna cada vez mais estreita e justa para que, a cada movimento, o infeliz se prenda e tenha seus movimentos impedidos.

Exatamente ao contrário do que é ensinado e apresentado como a verdade – que a natureza seria cruel, inimiga e precisaria da tecnologia, de uma ciência artificial, poderosa e brutal para ser dominada e transformada e ser posta a servir ao homem – há uma lei natural que rege a vida e, portanto, a todos nós de forma que, ao nos submetermos a essa ordem com punição as infrações e bem-estar para a sua observância, não precisamos de mais nada. Se um homem, pessoalmente, conhece, observa e pratica cada uma dessas leis de acordo com as relações regulares e precisas que elas mantêm consigo, esse homem preserva a sua existência e a torna tão feliz quanto ela pode ser. A existência dessas leis naturais é de preservar e tornar o homem feliz e íntegro – elas são a garantia da liberdade, da autonomia e evolução interior. É necessário dizer que essas leis e suas relações diretas com a humanidade são insubstituíveis, necessárias e suficientes.

A regressão da inteligência, da sutileza e da vontade são fatos gritantes no homem comum. Rapidamente, todo o seu imenso potencial está sendo colocado em desuso, porque supostamente, tudo está pronto e resolvido. Há outras questões: o contato com esse mundo artificial e falso drena toda a sua vitalidade e, o afastamento da natureza, impede a absorção das energias vitais que lhe conferem, naturalmente, energia, sabedoria e sensibilidade de uma fonte inesgotável, racional e benéfica.

Esse bem e harmonia são agora desconhecidos e negados. Pode-se afirmar, que mesmo extremamente necessitado, o homem rejeita a fonte da vida e da felicidade.

O conhecimento, o retorno a essa relação direta e benéfica com a Vida é a única esperança e saída para o apocalipse que se desenha e se aproxima com violência.

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