Homem-Termita

Mesmo os mais empedernidos e orgulhosos pseudo-sábios admitem que há leis que regem a vida de cada espécie, inclusive a humana. Mas, esses sábios de ocasião negligenciam a ordem universal e não a aceitam.

Desde muito há tentativas de mudar a natureza humana ou controla-la. Nas últimas décadas isso se intensificou violentamente e, somado a tecnologia, o poder nas mãos dos poderosos aumentou muito.

A real natureza humana, com sua característica rebelde, individualista, autodeterminada é um obstáculo aos objetivos daqueles que desejam impor seu poder e reformar o homem e ainda, toda a Natureza.

Os meios convencionais de controle, dado o aumento populacional, a complexidade das sociedades, competição e o avanço da automação em todas as áreas, antes ocupadas por operários humanos, não são suficientemente eficientes para os objetivos dos donos do mundo. Então, meios mais poderosos e definitivos começaram a ser empregados. Condicionamento operante e reflexo e drogas para mudar o organismo ainda em sua estrutura. Agora avançaram para métodos de mudança genética – como forma de criar uma espécie dócil de operários – o Homem-Termita – Cupim!

O afastamento da natureza, a dependência cada vez maior de meios artificiais para sobreviver, levaram a humanidade a uma condição de saúde deplorável, uma completa desvitalização e fragilidade. Isso abriu um caminho para quimicalizar a vida. Quase todas as pessoas são dependentes das drogas farmacêuticas ou as usam com frequência para controlar suas crises ou por mera dependência psíquica.

Estamos a um passo de ser transformados em cupins, em termites. Ou seja, em coisas servis pelos senhores e os poderosos como escravos desses. Muitos dos passos nessa direção já foram dados, faltam só mais uns poucos.

Um homem íntegro não pode ser dominado e submetido e o seu poder vem de uma saúde radiante. Essa condição desejável e livre não pode ser obtida senão seguindo as leis da vida e em contato direto e contínuo com as forças da natureza. Não há substitutos artificiais, como aqueles criados pela ciência e que ocupam a imaginação dos tolos e são temas da ficção científica.

A perda da vitalidade, da coragem, dos caracteres sexuais secundários e primários, as manifestações de infra-sexo, a má saúde como condição “natural”, as neuroses e a degradação do pensar, são a realidade hoje – o resultado incontornável de um modo de vida e de um ambiente degradado e decadente.

O homem não pode avançar na sua conquista de si mesmo e de harmonia social, a não ser que faça o caminho de volta para as bases da vida. E para isso, precisa abandonar radicalmente o modo de vida atual que é destrutivo para sua saúde.

As conquistas e o progresso tecnológico são armadilhas mortais ocultas. São coisas dispensáveis, inúteis e, certamente, tóxicas. Toda a parafernália das máquinas trazem conforto e vantagens, mas também roubam a liberdade e a vida.

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