Até quando…?


Há algumas lições a serem aprendidas em crises mundiais, como essa crise artificial, com consequências graves para o mundo.
Todo o projeto de transformação de homens em vermes estava lento demais, então decidiram acelerar tudo. Criaram um problema do nada e lançaram a humanidade numa patética crise que expôs a neurose e o grau de estupidez e idiotização geral.
Não se pode ignorar que as condições psíquicas doentias e infantis gerais são a razão pela qual as pessoas acreditaram e acreditam em qualquer coisa vinda da mídia, mesmo que completamente estúpida e ficcional como essa “pandemia”.
Ao que chamam prosaicamente de “civilização” é uma massa de meios de condicionamento e de aprisionamento em atividades e crenças falsas: mídia, cinema, TV, esportes, religiões, sexo, jogos eletrônicos, política, profissões, ocupações, prestigio, ascensão social, propaganda, tecnologia e “ciência”. A lista é interminável e forma uma cultura, uma ideologia inconsciente que prepara o cidadão para aceitar qualquer loucura que se deseje que engula – como essa última sobre a “ameaça de um vírus”.
O mundo real foi definitivamente extinto e se vive um sonho onde todas as emoções se revezam freneticamente estimuladas por esse conjunto artificial e eficiente.
O mundo real deu lugar a um mundo fictício de crenças e sonhos tolos. Se vive uma vida cada vez mais virtual onde nada mais se refere a si mesmo. As pessoas são essencialmente reativas, máquinas biológicas que ao estarem vazias e nada terem de genuíno, anseiam por estímulos externos que as façam sentir-se vivas.
A alienação é absoluta e completa. Nenhum contato com si mesmo, nenhuma busca interior – tudo se apoia no externo, numa esperança de soluções pela ciência/tecnologia, política, fantasias estimuladas pelo esporte (que outros praticam), pelo cinema e TV, pela política e seus líderes e ideologias.
A própria fonte da vida e assim, da saúde, é acreditada estar fora, em vacinas, remédios e doutores. Se vive irresponsavelmente, temerariamente, inconscientemente aguardando uma “salvação” pela ciência – e assim em tudo o mais.
Para alguns poucos o impacto da realidade poderá faze-los despertar violentamente do sono hipnótico em que estavam. Para esses o espetáculo teatral colocado diante deles perdeu muito de seu poder de faze-los sonhar.
Começam a descobrir o engodo, a falsidade dos heróis, dos ídolos e das promessas de um futuro idílico.
Vai ser necessário recomeçar uma reconstrução pessoal (o único que interessa) porque não há soluções coletivas! Essa reconstrução exige uma volta e busca em aprender a se alimentar, dormir, andar e sobreviver.
Sim, você foi iludido, feito de trouxa por toda a vida, transformado em uma máquina de consumir lixo e servir a coisas que desconhece e não compreende e agora, você está vazio e sozinho.

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