O que é Ciência?


Da resposta a essa pergunta pode depender a sua vida e, efetivamente, depende.
É inegável que o mundo e nós mesmos somos governados por leis naturais e cósmicas. Assim, é possível prever e se preparar para se relacionar positivamente com o mundo e com nós mesmos.
A observação dessas relações naturais e uniformes tornam a vida melhor e até possível. A lógica, a universalidade e previsibilidade são fundamentais para tornar a vida segura e agradável.
A base de toda a vida, saúde, moral, evolução possível ao homem é a autopreservação.
O significado disso é que cada ser humano deve, em base aos seus instintos preservados, ser ensinado as leis naturais e o controle de suas paixões.
A Ciência, sendo a aplicação inteligente dessas leis à vida pessoal e social.
Uma das características fundamentais das leis naturais é sua evidência aos sentidos. Tudo o que não pode ser acessado pelos sentidos, por cada pessoa, não pode ser chamado de uma lei natural porque não pode mais ser universal, justa, igual, compreensível e diretamente acessível. O que chamam hoje de “ciência” é tecnologia e coisas inacessíveis, complicadas e que mudam com as “descobertas”. Ora, o que era uma verdade hoje pode não ser amanhã, o que fazia bem ou mal, pode ser encontrado fazer mal e bem, respectivamente.
Toda doutrina médica atual não tem nenhuma dessas qualidades universais, justas, compreensíveis, aplicáveis, evidente aos sentidos. Sem o auxílio de equipamentos e manipulações químicas a medicina é aleijada!
A consequência de uma tal coisa, que é de fato, pseudociência, é uma armadilha, um meio de controlar, escravizar e enganar o povo. Toda essa pseudociência pode ser contestada, mudada e pior, será sempre propriedade de um grupo de poder e de eleitos que farão mau uso dela.
Ciência é o conhecimento do qual você pode fazer uso direto, sem intermediários, com os recursos naturais disponíveis a todos.

Aquilo que só pode ser acessado comprando ou pertencendo a um grupo privilegiado, não é ciência, mas guerra e meio de controle.


A insanidade de insistir que a natureza é má e perigosa, a vida é que precisa ser dominada, submetida e mudada pela “ciência” e que sua lei maior é a competição no lugar da cooperação, fez do mundo um inferno.
A condenação da Natureza como a origem do mal no mundo, sendo o corpo e suas necessidades aquilo que tinha que ser execrado e punido começou com Paulo da Tarso. Esse inimigo da doutrina original do Mestre foi imposta por Constantino no século IV, depois de perseguir e matar os líderes da Congregação do Caminho e destruir toda a produção evangelizadora em seus escritos originais, editando alguns escritos escolhidos, que não contradiziam Roma e, entre os escolhidos, o principal era Paulo de Tarso, um cidadão romano e perseguidor implacável dos discípulos em sua época, o qual levou a um cisma no Movimento. Isso está bem registrado na história.
Justamente a doutrina paulina é a que hoje domina aquilo que restou dos ensinamentos nas igrejas oficiais chamadas de “cristãs”. Todo o ensinamento original do Mestre que se referia ao fundamento da dependência e simbiose perfeita e necessária entre o Homem e a Natureza como a base de toda a Doutrina foi o alvo principal a ser destruído por Constantino. Tudo o que ele pode apagar da história ele fez. Só no final do século XIX, Ouseley, um sacerdote inglês, encontrou uma escritura original; e em 1924, começaram a ser descobertos na Biblioteca do Vaticano e na Áustria o Evangelho Essênio da Paz e depois; em 1945 no Egito e em Qumram outros documentos emergiram de tumbas e de cavernas onde estavam depositados ocultos da sanha destruidora da “igreja romana”. Ocultar tão zelosamente esses documentos é a prova de que houve tentativas extensas e intensas de apagar da história o verdadeiro e original Movimento.
Com base na doutrina paulina e na ausência das ideias que são o fundamento do Movimento fundado pelo Mestre, germinou a animosidade e a filosofia da ciência que conhecemos hoje e toda a base da civilização “judaico cristã” ou romana, cujo centro é a competição e a oposição irracional entre o Homem e a Natureza. A principal dessas doutrinas, que deu origem material a principal filosofia política nascida na Alemanha e na Rússia entre os séculos XIX e XX, foi o Socialismo e o Comunismo que tem como base justamente a ideia de uma evolução mecânica, casual e inexorável, que emergiria sempre da destruição de tudo o que é tradicional e conservador. Essa é uma tentativa brutal, pela revolução, de impor pela força um materialismo extremo e irracional, exatamente como fez, anteriormente, com uma outra roupagem, Constantino. O ponto de convergência e de identidade entre esses dois assaltos brutais é a eliminação do real conceito de ciência e sua substituição por doutrinas espúrias e perversas. A igreja romana de Constantino, aparentemente tão perseguida pelo Socialismo e o Comunismo materialista, é, por outro lado, o seu verdadeiro fundamento. Hoje já aparecem as tentativas bizarras de criar um híbrido com politização da doutrina da igreja católica – a “teologia da libertação”.


O que isso tem a ver com a questão da ciência? Tudo, no sentido da separação do Homem da Natureza e na imposição de cima para baixo de um modo de vida e regras estatais que eliminam toda a possibilidade de conhecimento e aplicação dele pelo homem, individualmente.
A evolução mecânica, inconsciente e inexorável sonhada por Darwin em sua hipótese pseudocientífica – um rebelde e revoltado com o estado de coisas de sua época, especialmente contra o clero – lançou as bases permanentes e profundas de toda a política atual e da assim chamada “ciência” de hoje. Essa mesma ideia é central no Comunismo.
Em resumo, a eliminação e o afastamento, a proibição de acesso e das decisões individuais na vida são comuns entre essas doutrinas. Diminuem as possibilidades das pessoas terem qualquer poder decisão e de acesso ao conhecimento e ao controle dos meios de aplica-las. Elas só podem receber esses benefícios pagando e se submetem as regras sem questiona-las. Toda a narrativa do acesso aos avanços da tal ciência são ilusórios e se traduzem em controle de comportamento. Ou seja, o real acesso ao conhecimento e a aplicação desse está cada vez mais limitado. A tecnologia substituiu a ciência.
O modo de vida e o submeter-se a essas normas sociais para poder sobreviver são absolutamente e completamente destrutivos e obrigam as pessoas a recorrerem frequentemente e ciclicamente a esses mesmos recursos para continuarem a viver. Ou seja, viver na atual civilização é destrutivo para a saúde e depois é necessário pagar e se submeter para apenas aliviar os efeitos dessa destruição.

Ao que chamam de “ciência” está inteiramente apoiado na ideia de “evolução”, ou seja na melhora casual, aleatória, mecânica e inconsciente, sempre do pior para o melhor, do inferior para o mais preparado (no caso dos organismos) e em “descobertas” dessa mesma ciência que supostamente, levariam o Homem a um estado ideal na luta contra a Natureza, hostil e inimiga. Os princípios e métodos da ciência jamais são questionados, assim como seus membros.
No caso, os mais preparados (evoluidos, segundo essas ideias) dominariam sobre os menos preparados, com a justificativa de que saber mais e ter mais significa que há uma diferenciação evolutiva e não só daria o direito à dominar como até seria uma obrigação de reger sobre os menos dotados – um tipo de benevolência! Isso está explícito em muitas doutrinas políticas e foi e é amplamente usado hoje. O nazismo, o comunismo e o Islã são as materializações mais emblemáticas desse pensamento. Porém, as sociedades chamadas de democráticas também compartilham dessa ideia em muitas de suas instituições e, sempre, na ciência, integralmente.
Voltando um pouco na questão das origens dessas ideias na religião, um dos expoentes do cristianismo reformado, Martinho Lutero, um seguidor fiel do paulinismo escreveu um livro: “Os judeus e suas mentiras”! Esse livro era consultado diariamente por Hitler e certamente, contribuiu em muito para a “solução final”. O desprezo pela vida, pela natureza e pela saúde é uma das marcas mais fortes do cristianismo romano. Quando e onde essa religião dominou de forma mais abrangente coincidiu com os períodos de maior imundície e má saúde.

Somente uma redescoberta e um retorno a verdadeira Ciência e a rejeição de todos os produtos sociais, políticos, culturais, filosóficos, religiosos e tecnológicos, poderá, eventualmente, trazer esperança para a sobrevivência e o desenvolvimento humano.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s