A Pseudociência da Medicina

Toda a pseudociência está envolvida e ocupada e sob ordens estranhas e opostas aos interesses pessoais. É uma ciência do engano e da manipulação e controle. O que fazem não pode curar ou evitar as doenças, mas se ocupam em suprimir sintomas e sufocar as reações de defesa e de autocura.
Afirmam saber o que se passa no organismo e o que suas drogas e manipulações fariam para corrigir e/ou curar os defeitos e fraquezas orgânicas de uma espécie imperfeita e ainda num processo casual e mecânico de evolução.
É evidente que isso são teorias falsas e com péssimos resultados revelados diariamente em fatos por centenas de anos.
A ignorância e o descontrole levaram a maioria da humanidade a perverter seu organismo e ao total desconhecimento das leis da vida e a estranheza e temor de sua própria fisiologia. Assim, estão dependentes dos charlatões oficiais e daqueles a quem servem. O destino da humanidade nunca esteve antes tão comprometido porque a agressão a natureza e a vida são intensas e continuadas. E são essas manipulações destrutivas e anormais que impedem um retorno a saúde e a vitalidade.
Quanto mais se submetem aos “tratamentos” menor é a chance de cura, de volta ao normal e de sobrevivência porque esses procedimentos são todos antifisiológicos.
Sim temos direito à vida e a saúde por nós mesmos. Isso é algo que somente cada pessoa pode e deve garantir.
No momento que se permite que outros ou que o Estado determine como viver, e submeta as pessoas a práticas invasivas para supostamente curar, não há mais nenhuma liberdade ou garantia. O conhecimento está todo segmentado e o nível de consciência rebaixado e assim, fica impossível tomar todas as informações juntas, relaciona-las e atribuir-lhes significado.
A vida, e portanto, a saúde (que significa, plenitude de vida) vem de cima e de dentro – não pode ser manipulada, alterada, mudada, construída ou acrescentada de fora e debaixo. É óbvio que assim como a pseudociência não pode criar a vida, também não pode curar porque saúde é vida.
De fato, ninguém pode curar ninguém – isso é uma prerrogativa do organismo, exatamente como na nossa dimensão a vida só vem da vida.
Toda a medicina, assim chamada científica, é uma farsa e um fator de destruição e encurtamento da vida. Assim como não entendem o que a vida é e não podem produzi-la, igualmente, não podem restaurar a saúde. Não entendem com o que estão lidando, mesmo que obtenham efeitos mágicos e próprio de feiticeiros, logo esses se revelam em farsas e desastres. Só podemos ajudar realmente o suporte de vida com os elementos naturais.
Não é muito incoerente que alguém pretenda salvar vidas sem saber o que é, do que depende e usando elementos e intervenções contrárias à vida – ou seja, venenos, terror, ameaças, radiações ionizantes, vacinas ablação, etc.?
A causa da má saúde é, foi e será os maus hábitos de vida – um viver contra as leis naturais. A restauração da saúde só ocorre com um viver correto somado aos elementos que a suportam e não pode ser conduzido a não ser pelo próprio organismo, assim como, para o surgimento de uma nova vida, precisamos partir de um organismo VIVO – só vida produz vida! Portanto, a vida e a cura não podem ser produzidas de fora e por ritos chalatanescos, ignorantes e estúpidos. Todo o entourage tecnológico com sua linguagem rebuscada não vale nada.
A pretensão da pseudociência em deter o conhecimento e os meios para curar são patéticos e falsos. O que fazem são mascarar sintomas e propaganda enganosa.
O instinto de vida, aplicado como lei social, a autopreservação pelos seus guias, o prazer e a dor, é a base de toda a justiça e equanimidade. O problema é que o nível de degradação da humanidade fez de um bem, uma grande mal.
Sensações básicas como a de dor e prazer são para servir de guias, de guardiões, indicando um caminho correto que garante a vida e todas suas benesses.
O problema é que a sensação de si, a percepção fiel das necessidades, foi pervertida a um tal nível que essas sensações que deveriam ser percebidas a partir de situações reais são agora buscadas de maneira doentia, como uma forma de se sentir vivo através de dor e prazer extremos experimentados alternadamente. Essa busca de provocar impressões de sofrimento e êxtase é neurótica e pode se dizer, se tornou uma segunda natureza no homem de hoje. O motivo disso é que, na maioria, nada sobrou de vivo, de alma, e os zumbis (Homens) se esforçam por reproduzir a sensação delicada e sutil da vida em tormentas violentas de dor e prazer. Essas máquinas inconscientes e sem rumo buscam como fim último de suas existências sentir com cada vez mais agudeza a dor e o prazer inclusive em detrimento de sua própria VIDA! O pêndulo percorre o caminho alternando com cada vez mais velocidade e intensidade, só sendo apreciado nos seus extremos. É nítido e inegável que as manifestações da cultura e da arte representam esse estado doentio da humanidade com representações grotescas e cruas que tentam reproduzir esse estado perturbado, enquanto estimulam nas pessoas essas sensações alteradas. É claro que toda a sensibilidade fina e sutil tende a desaparecer completamente e só coisas brutais conseguem produzir alguma sensação, essas, obviamente, nada a ver com o instrumento delicado de uma pessoa íntegra, que a capacita a perceber o que é para a vida e o que é para a morte através dos guias do prazer e da dor, percepção natural de seus organismos.
Esse é um dos principais motivos para a submissão abjeta da humanidade – completamente desvitalizada, exausta, desassossegada, apavorada, viciada em sofrer e gozar e profundamente doente. Aceitam, nessa condição, qualquer coisa que as faça sentir vivas, seja pela dor ou pelo prazer – nada mais importa! Agora são marionetes que só se movem por estímulos cada vez mais extremos e cruéis. Não é de admirar que o mundo está nas mãos dos piores.

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