DESMISTIFICAÇÃO DA SAÚDE


A atual crise revelou as entranhas da humanidade. As pessoas são egoístas, ignorantes, covardes, medíocres.
Sua vida está resumida ao seu corpo. Se interessam em sexo, em comer, no prazer – estão muito abaixo dos animais que são fiéis aos seus instintos. As pessoas destroem tudo a sua volta e a si mesmas para a satisfação de seus vícios e taras.
Sacrificam tudo, seus filhos, seu futuro, a justiça, a verdade, seus semelhantes, pelo seu corpo já apodrecido e desvitalizado por décadas de auto abusos.
A reação histérica e exacerbada que assistimos não deixa dúvidas sobre o quanto são medíocres e imorais – são cascas, estão vazios, se agarram em desespero ao seu corpo, a vida indigna e rasa que levam.
São máquinas sem alma cujo único interesse são elas mesmas e a satisfação de seus prazeres.
A Pandemia revelou a condição abominável a que chegou essa civilização. Nenhuma inteligência, nenhum significado habita essa massa reativa e estúpida. Seu corpo, como instrumento de gozo, se tornou um fim em si mesmo.


Porque o homem tem muitas falsas ideias de si mesmo, porque ele é ignorante das leis de seu próprio ser e, ao invés de olhar para a natureza por iluminação, tem seguido estranhos deuses e se tornou um adorador de ídolos, ele é uma vítima de sua própria loucura. Os princípios da natureza incorporam toda a verdade; seus próprios arranjos em sistemas constituem toda a ciência; e a arte não é mais do que a aplicação dessas verdades, esses princípios, para novos usos em produzir resultados desejados”.
Os horrores, o desespero, a incerteza, a doença, a miséria e a morte são o resultado de 3.000 anos de ilusões e ainda, dos últimos 1.700 anos de trevas totais de uma falsa ciência médica.
O fruto podre e venenoso finalmente espalhou seu mal por todo o mundo. A escravidão da humanidade atual é o resultado da crença e da submissão a medicina, aos seus falsos princípios.
A mentira sempre leva a dor e a morte – é inexorável e incontornável. A verdade cura e liberta. A medicina oficial conduziu a humanidade a este estado indigno e desesperador. Estivesse baseada na verdade, o resultado seria outro. A medicina é hegemônica e se tornou lei e se confunde com o Estado. As pessoas são obrigadas a se submeterem as suas práticas destrutivas e mortais, à força e por ameaça. Se o resultado é esse que vemos, qual a conclusão? Que a medicina é uma farsa e um sistema perverso e destrutivo que serve ao lucro, ao engano, a destruição da saúde e agora, a total dominação.
Só há uma saída para esse horror e escravidão: a verdadeira ciência da saúde baseada nas leis da vida, na relação harmoniosa entre o homem e a natureza. Nós conhecemos e ensinamos aos homens essa ciência e entregamos nas mãos de cada pessoa o poder de se manter saudável, de se curar e de se tornar íntegro e dono absoluto de seu destino, se libertando dos exploradores e torturadores.
Ao invés de melhorar a saúde, as drogas destroem a constituição humana; ao invés de curar nossas doenças, elas nos envenenam até a morte. Como um homem que já está enfermo pode ser menos doente por engolir e ser injetado por uma substância que adoeceria, ainda o mataria se ele se ele estivesse saudável?
Um cientista da saúde sabe que curar é um processo biológico que ele nem pode imitar ou duplicar, que curar é tanto mais um processo do organismo vivo como são a respiração, digestão, circulação, assimilação e excreção. Confiando, portanto, nos poderes da vida e meios que essa emprega para curar e com absoluta confiança neles, o cientista da saúde não procurará por curas.
Não empregará os recursos da Ciência da Saúde como curas, mas como meios de suprir os comuns e indispensáveis meios de vida.
A Ciência da Saúde é simplesmente a aplicação inteligente e correta de todos os requerimentos da vida trazidos para suportar o organismo vivo na devida proporção de acordo com a necessidade. Esses meios mantém o corpo em saúde quando propriamente usados – eles são adequados as necessidades (e nada mais, ou menos) do corpo na enfermidade. A Ciência da Saúde não reconhece qualquer mudança radical no organismo na doença tanto como aquela que ele necessita quando doente que ele não pode usar quando em estado de saúde. A saúde deve ser restaurada pelo processo da vida sobre a influência benigna das coisas normais de vida e não por acumular abusos sobre o corpo por drogá-lo e a submete-lo a tratamentos.
A Ciência da Saúde afirma o princípio que deve haver sempre uma relação normal entre o organismo vivo, seja saudável ou doente, e as coisas materiais e condições que contribuem mais ou menos perfeitamente para sustentar o fenômeno fisiológico. Somente aquelas coisas que têm uma relação normal para as estruturas e funções do organismo são usáveis e lícitas, seja na doença ou na saúde. Somente aqueles que olham a doença como uma entidade, uma força positiva e organizada, que atacou o corpo e procura destruí-lo, podem encontrar qualquer justificação teórica para o emprego de tratamentos prejudiciais.
A medicina, assim como a falsa religião crê no mal e coloca em sua crença mais poder do que no bem.

  1. O Sistema Médico Oficial (alopatia) ensina e pratica falsidades – é incorreto em filosofia, absurdo em ciência, em oposição à natureza, contrário ao senso comum, desastroso nos resultados, uma maldição para a raça humana.
  2. A Ciência da Saúde que adotamos e praticamos é verdadeira – em harmonia com a natureza, de acordo com as leis do organismo vital, correto em ciência, íntegro em filosofia, em acordo com o senso comum, com resultados benéficos e uma benção para a humanidade. O conhecimento sobre as leis da vida é sua aplicação sobre si mesmo lhe farão íntegro, feliz, forte, independente e livre. Ninguém pode lhe vender saúde ou cura-lo. Só há autocura e ela é o resultado de suas ações e de mais ninguém.
  3. Os nossos irmãos menores seguem instintivamente as leis naturais, mesmo que quando as condições mudam, não conseguem se adaptar e procurar saídas para as mudanças – e assim, perecem. O homem, sob influência do meio cultural, econômico e político acaba por reduzir a direção instintiva e passa a seguir as forças sociais, anulando fortemente seus instintos. Logo está agindo de maneira a destruir seu organismo. Ele segue, caoticamente e automaticamente as influências sem resistência. Costumes, modas, cultura, modelam e dirigem suas ações.
    Tudo acontece sem que tenha nenhuma influência, por simples acidente. Acontece que há leis que governam a vida, a saúde, a vitalidade e o equilíbrio fisiológico, essenciais para o pensar e o sentir normais.
    As leis de causa e efeito, o que se chama de “ciência” devem fazer parte da vida não só como conhecimento, mas como modo de vida real.
    O homem de hoje está inteiramente entregue, como um autômato as influências e comandos externos. Ele não compreende, não questiona, não elabora – ele se deixa conduzir, se tratar, se influenciar pela cultura e política. O resultado é desastroso porque essas influências não são para ele, mas para aqueles que as semeiam. Cada vez mais o homem perde o controle sobre sua vida e sofre influências contrárias a sua saúde e equilíbrio.
    Somente ao aprender as leis da vida e aplica-las sobre si mesmo toda essa situação pode ser revertida. É uma ilusão, ingenuidade e engano achar que os outros, o Estado, governantes e cientistas farão ou mesmo podem fazer por você aquilo que só você mesmo pode e deve.

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