O que é o Homem?


Dependendo da resposta a essa pergunta a vida pessoal e coletiva muda completamente – para melhor ou para pior.
É evidente que toda a vida humana se transforma aceleradamente e que há todos os sinais de uma degeneração. O individual está desaparecendo e o coletivo dominando. O homem, portanto, sendo tratado como uma coisa social, política, orgânica e ele próprio convencido de que só existe e importa enquanto inserido nessas categorias determinadas externamente está cimentado e imóvel.
Para começar, é visto como um produto de uma evolução orgânica casual, mecânica, através de mutações genéticas e selecionado através dessas, onde aqueles que, por acaso, tenham tido a sorte de sofrerem as mutações que os “adaptam” melhor ao meio, serão “selecionados” para sobreviver e os outros, a serem extintos.
Esse mesmo modelo justifica e determina que todos deverão se adaptar a uma ordem estabelecida desde fora, através de certas “autoridades constituídas” as quais desenham toda a estrutura social, política e física e, que serão selecionados aqueles que se “adaptarem” a esses comandos. As escolhas individuais claramente estão desaparecendo e seguir as regras do coletivo significam viver ou morrer.
Nessa visão de homem e mundo, o indivíduo serve ao coletivo em metas estranhas e incompreensíveis a médio e a longo prazo e tudo só funciona no presente, pela propaganda hipnótica ou pela ameaça ou punição.
Toda essa estrutura é exatamente oposta ao ensinamento esotérico trazido por vários mestres e especialmente por Yaohushua (Jesus). Esse ensinamento tem como objetivo evitar a coisificação e a comercialização do ser humano numa massa uniforme e inconsciente – bem ao gosto das doutrinas materialistas como o socialismo, o nazismo, fascismo, entre outras.
Não importa o nome ou a manifestação explícita, o rótulo com que se defina essa ou aquela doutrina política, o fato que são todas mais ou menos materialistas, mais ou menos ditatoriais. Aquela que se atribui as qualidades de liberdade, de autonomia, se revelou completamente ditatorial e violenta com a desculpa frágil de ser para “o bem e para a proteção” do cidadão – chamam ela de democracia e de república aos moldes grego romanos. Ou seja, mesmo com aparência e promessas opostas, todos esses sistemas se apoiam nas mesmas origens e acabam com os mesmos resultados.
A essência do ensinamento esotérico cristão passa muito longe daquele impartido pelas igrejas oficiais. A não ser por algumas coincidências escriturais, são completamente diferentes – opostos. É certo que aqueles que assaltaram as congregações originais no século IV, eliminando fisicamente seus líderes e doutrinas, o fizeram com objetivos políticos e de dominação e a doutrina original que era muito especial e individual foi feita coletiva, massificada e diluída em seus princípios.
Como foi feito um mau uso, por pessoas ignorantes e maliciosas, do ensinamento original, ele terminou em um corpo doente, que certamente não poderá ser salvo. Com isso, a necessidade do homem comum por obedecer e seguir líderes e ideias se fortaleceu nos movimentos políticos e sociais.
É inegável que o ensinamento que ainda restou nos fragmentos das escrituras que sobreviveram a destruição romana é especial. Ele não trata de nada relacionado diretamente com as coisas da vida – nada tem a ver com o sucesso, prestígio, ganhar dinheiro, política ou qualquer das atividades humanas corriqueiras. A ideia a que se refere é ao Reino dos Céus. Esse Reino dos Céus é um estado interior possível ao homem individual. Fala da possibilidade do homem, por sua própria opção, ter um renascimento, uma evolução interior consciente e voluntária, uma completa transformação. Assim, as escrituras estão apresentadas numa linguagem especial, parabólica e simbólica só compreensível por aqueles que a conhecem e estão em um nível de ser que os capacite a acessa-la. Não é para todos!
O homem, tal como se encontra é um ser incompleto, e pode vir a transformar-se em um Novo Homem. Isso não pode ser imposto, obrigado, conseguido sob ameaça, mas apenas voluntariamente e conscientemente.
O homem é, de fato, um experimento em auto-evolução. Assim como uma semente pode ser semeada e transformar-se e se tornar algo maior e completamente diferente servindo a outros propósitos, ou ainda, permanecer como uma semente por toda a vida – a maioria escolhe permanecer como semente, não evoluir aqui e agora!
Completar-se, evoluir por si mesmo, renascer, adquirir um novo corpo sutil, só pode ser feito pelo próprio homem, por sua própria visão, compreensão, verdade e voluntariamente.
A doutrina original ensinada pelo Mestre se opõe completamente a uma vida inconsciente, mecânica, coletiva, determinada do exterior como se apresenta hoje a civilização “judaico-cristã”.
Há, entretanto, um começo em tudo e esse foi eliminado e feito em ilegal na cultura mundial. Um Homem precisa começar por ele mesmo enquanto organismo, enquanto funções orgânicas, enquanto saúde. A não ser que tenha uma condição ideal de equilíbrio e harmonia orgânica, nenhum progresso, nenhuma condição de ver e dar suporte as exigências e ideias superiores do ensinamento esotérico cristão é possivel. A sua opção e escolha por buscar instrução e evoluir de si mesmo só é possível para aqueles que têm essas condições básicas – que é a saúde. Não ser capaz de cuidar de si mesmo, de conhecer e aplicar a si os meios naturais e vida que mantém e conduzem a saúde é um impedimento absoluto à auto-evolução. Talvez seja redundante dizer que sendo o Homem um experimento em auto-evolução ele precisa fazer quase tudo de si mesmo e o primeiro é ser capaz de cuidar de si próprio. Ninguém, de fora, pode lhe dar saúde, curar, evitar que adoeça. Um homem autônomo, vital, desperto não servirá a ordem estabelecida, mas aos próprios objetivos de transformação e crescimento. O sistema coletivo sente isso como uma ameaça. Num certo momento, um homem pode decidir se quer servir a vida ou ao Reino dos Céus – isso é voluntário, mas tem pré-requisitos.
O Homem verdadeiro é, portanto, uma compreensão do ensinamento acerca do Homem Superior e a vontade para atingi-lo.
Um homem não é seu corpo, sua aparência, seu prestígio, suas posses, mas algo invisível, próprio, secreto, silencioso.
Permitir, se submeter, a qualquer invasão de seu corpo e de seus hábitos desde o exterior, sem compreender o que está sendo feito é de uma irresponsabilidade e insanidade assustadora. Assim é a atual condição indigna da humanidade sobre sua saúde se sujeitando a ser intoxicado e mudado por práticas perversas da medicina, agora impostas pelo Estado e governantes.

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