Sintomas e Causas


A humanidade está hipnotizada pela aparência externa dos fenômenos e os nomes dados a eles. E esse interesse fanático, quase religioso, distorce a percepção e determina uma direção de vida para longe da verdade. Em saúde, assim como em política, olhar para os sintomas e procurar combate-los e alivia-los é fatal para a saúde e para a sanidade do povo, respectivamente.
Foi moldada na humanidade uma atitude para com a saúde que a faz olhar para a doença, isto é, para o sintoma, antes que para a causa dessa má saúde.
Se fala da doença com uma descrição detalhada dos sintomas e são providenciados remédios e vacinas para combate-la. Ou seja, tudo voltado para tratar os efeitos de uma causa ignorada. Os sintomas da assim chamada doença são reações do organismo para remover a causa e não aquilo que deve ser tratado – os sintomas são, em geral a cura.
O vírus, no caso do COVID19 não é a causa, mas uma simples manifestação de reparação, um subproduto, também. Tratar a queimadura não impede queimar o dedo! A causa, oculta pelo sintoma e pela busca de elimina-lo, impede a remoção da causa real – não colocar o dedo no fogo! Na queimadura se encontrarão muitas alterações que estão relacionadas com a dor, como células deformadas, destruídas e nervos expostos, que não são a causa, mas apenas consequências de um ato temerário e insano – queimar-se. O mesmo ocorre com o olhar para o vírus e o seu combate – são o olhar para as sombras projetadas nas paredes e não para a causa delas – de nada adianta passar a vida e se esforçar em compreende-las e remove-las, é preciso olhar na direção oposta. A medicina vem destruindo a saúde na tentativa de eliminar sintomas cujas causas ignora e cujas supostas causas, são meras consequências de outras centenas de reações reparadoras. Estão perdidos olhando na direção errada. E fazendo assim, destroem e alteram tanto o organismo que nada mais ocorre normalmente alí. Após a interferência da medicina na fisiologia alterada será impossível descobrir a causa e novos sintomas e perturbações surgirão em decorrência do próprio tratamento. A interferência na fisiologia com drogas farmacêuticas é simplesmente envenenamento – não se pode “ajudar” e/ou melhorar o organismo nas suas funções normais ou reparadoras.
Só interessa, portanto, só é funcional, eliminar as causas e desprezar os sintomas e elementos associados, como são os microorganismos. Se há saúde, nenhum microorganismo tem uma presença anormal, mesmo que sempre estejam presentes de alguma maneira – eles são endógenos. Associar a presença de vírus à doença é completamente falso. Daí que os testes para detectar vírus são uma prática estúpida.
Pandemias supostamente “causadas” por vírus, fungos ou bactérias são impossíveis. As causas reais de epidemias/pandemias são climáticas, sociais, culturais, tóxicas e principalmente devidas a enervação por fatores psíquicos de medo, ameaça, agressão, insegurança e estresse, entre outras.
Na famosa pandemia relacionada a gripe espanhola em 1919 ficou provado, cientificamente, que os sintomas eram muito variados e os microorganismos associados eram principalmente bactérias e não vírus, some -se a fome, medo, pânico, drogas farmacêuticas e má prática médica no lugar do principal acusado: o vírus!
A política tem uma filosofia muito semelhante àquela da medicina, age sobre os sintomas e sempre causa mais estragos do que traz reais soluções. Tudo o que fazem é paliativo com consequências mediatas ruins. As causas são ignoradas e negligenciadas.

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