Desmistificando Epidemias/Pandemias/Vírus


Nas últimas décadas foram vários ensaios da ONU/OMS/FARMACÊUTICAS/GLOBALISTAS. A ideia sempre foi criar um patógeno que matasse eficientemente e uma terapêutica que garantisse a vida de um grupo escolhido.
O problema é que essa ideia, nascida dos até 100.000.000 de mortos em 1919 jamais se repetiu. Os donos do mundo buscam desesperadamente um instrumento eficiente de dominação pelo controle seletivo da população – despopulação no sentido de limpeza étnica. Isso tudo vem acompanhado de dezenas de jogos, filmes e séries levando pavor e pseudo–informação ao povo criando certos conceitos a serem usados num momento oportuno no futuro.
Depois de muito se empenharem em enfraquecer a imunidade natural com as famigeradas vacinas (que são efetivamente armas de guerra biológica), vícios em drogas ilícitas, insegurança generalizada, destruição da fé, drogas farmacêuticas, decadência moral, alimentação pobre e inadequada, vida em ambientes inapropriados (como as cidades, fábricas e escritórios) o que concluíram é que todas as estratégias combinadas continuavam ineficientes e a esperança no poder de destruição de um patógeno em forma de vírus era ridícula – ou seja, não conseguiriam reproduzir 1919!
Idealizaram uma outra estratégia: uma pandemia midiática com restrição violenta dos direitos civis. É claro que isso é uma preparação para algo ainda mais brutal.
Entendam que uma guerra, com a destruição dos meios de produção e o empobrecimento generalizado seria o pior cenário como meio de despopulação – eles querem garantir que os ricos despojos fiquem em suas mãos. Eliminar pessoas e liberar os recursos seria o melhor cenário.
Mesmo enfraquecida com um modo de vida contra as leis da vida, a imunidade é poderosa e um obstáculo ao projeto viral. É claro que há outros meios mais efetivos, como a guerra química, mas esse tem alguns inconvenientes perigosos.
O povo ignorante e covarde repete toda a narrativa de que haveria um risco real no vírus (corona). Isso mantém um estado de pânico constante que, evidentemente, propicia novos ataques terroristas semelhantes. O problema não é o vírus e sua letalidade mitológica, mas a crença de que representaria um risco muito maior do que o real.
É claro que na China a aplicação da estratégia foi muito mais ampla e com muito maior número de mortos não declarados. Num país fechado, sem nenhuma liberdade, tudo pode ser feito, desde que não destrua a imagem internacional.
O risco de construir uma pandemia é a eclosão de uma histeria coletiva e consequente guerra civil com prejuízos irrecuperáveis a médio prazo.
Esses ataques terroristas organizados e planejados não vão parar e podem ser intensificados em violência e a fonte são exatamente os organismos responsáveis pela paz e pela saúde.

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